O São Paulo acertou na semana passada a forma de pagamento dos R$ 15 milhões de dívida com o Athletico pelo acerto por Pablo. Porém, o caminho para uma solução definitiva sobre esse quesito ainda rende. A diretoria possui mais dois casos abertos e que vão gerar um débito de quase R$ 30 milhões, em pagamentos tratados como prioridades para os próximos meses.
O caso que demanda maior urgência corresponde à negociação que trouxe Tchê Tchê ao São Paulo. Pelo meio-campista, anunciado na última terça-feira no Atlético-MG, o clube do Morumbi nutre dívida de R$ 22 milhões e negocia uma forma de pagamento com o Dínamo de Kiev, da Ucrânia.
O São Paulo está em contato com representantes do clube ucraniano e procura viabilizar uma maneira de pagar o débito, como a possibilidade de parcelamento, semelhante ao caso Pablo. O diálogo tem também como objetivo amenizar a cobrança do Dínamo, que levou o caso à Fifa.
Uma punição no caso de Tchê Tchê geraria um transtorno para o São Paulo no mercado da bola. Casos como esse denunciado pelo Dínamo têm como padrão impedir o condenado de inscrever novos jogadores por uma ou mais janelas de transferências. O Santos é um exemplo de clube punido no Brasil.
Já o caso que envolve a chegada de Kaká, ainda em 2014, está na Justiça comum. Há diálogo aberto para resolver uma pendência de R$ 6 milhões com o Orlando City, dinheiro a ser pago como parte do acordo de empréstimo que trouxe o ídolo de volta ao Morumbi há mais de meia década.
O São Paulo busca alternativas de arrecadação para solucionar esses problemas que surgem como prioridade. Com Pablo, por exemplo, o clube tricolor pagou um valor de entrada para o Athletico e parcelou o restante em cinco prestações, diante das garantias apresentadas pela diretoria.
A solução pode estar na saída de atletas como forma de gerar economia, como no exemplo do próprio Tchê Tchê, que, mesmo emprestado ao Atlético-MG, segue ligado ao Morumbi por questões fora do campo.
Fonte: Globo Esporte
O Tchê-Tchê custou todo esse dinheiro, rendeu pouco e agora está sendo emprestado de graça ao CAM. Esse é mais um negócio “da China”, ou do tipo “Jack”, realizado pelas nossas competentes e ilustres Diretorias, gestão Lero-Leco e agora J.Casares.
Tão revoltante quanto a dívida é a cessão de graça do Tchê Tchê ao Galo. Negócio absurdo em todos os aspectos.
Entregamos de graça um jogador com valor de mercado, que tem vaga em qualquer elenco da Série A. (Não estou dizendo que é um gênio, mas não é uma bomba tipo Luan do Corinthians, Trellez, Shaylon etc)
Destruímos o investimento alto que fizemos e qualquer chance de ter retorno sobre ele.
Reforçamos um adversário no Brasileiro e na Libertadores.
Fazemos negócio com um clube não foi recíproco, não nos ofereceu um jogador numa troca, ainda que mais barato para aliviar a nossa folha salarial.
Nada justifica esse negócio. Quando tomarmos um gol do Atlético, ninguém vai lembrar que a Folha salarial foi aliviada.
São Paulo pagou de otário nessa.
O SPFC emprestou o Helinho com o preço de venda fixado em 26 milhões, sendo que ficaríamos ainda com 35% dos direitos.
Porém está sendo vendido por 22 milhões e ficaremos com 20%.
Muito estranho!!
Paulo Pontes, verifica isso por favor.