O São Paulo sondou o atacante Santos Borré, do River Plate, mas ainda não foi além disso, segundo um dirigente ouvido pelo ge. O clube monitora o jogador, mas consciente de que se trata de uma negociação a princípio inviável.
Borré, de 25 anos, tem contrato com o River Plante até junho e ainda não definiu se continuará no clube. O Palmeiras negocia a contratação do colombiano.
Para o São Paulo, trata-se de uma possibilidade distante por causa dos valores envolvidos. Segundo o UOL, em informação confirmada ao ge por um agente, a proposta do Palmeiras é de R$ 80 milhões por quatro anos de contrato – o que incluiria não só salários, mas também luvas e comissões.
De acordo com um cartola são-paulino, esse valor inviabiliza o desejo tricolor. Uma solução seria negociar um contrato que incluísse verbas relacionadas ao marketing.
Esse modelo, porém, fracassou com Daniel Alves, jogador de repercussão consideravelmente maior do que Borré. Ao ser contratado pelo São Paulo, há quase dois anos, havia a promessa de que parte significativa dos ganhos do veterano seriam pagos por parceiros comerciais, o que nunca se concretizou.
Nesse cenário, a tentativa de contratação do atacante do River Plate não figura entre as prioridades da direção do São Paulo no momento.
O clube do Morumbi tenta driblar a grave crise financeira que vive para reforçar o elenco do técnico Hernán Crespo. A diretoria trabalha com um orçamento enxuto, e o presidente Julio Casares já declarou, ao tomar posse, em janeiro, que não há condições para grandes investimentos.
O São Paulo contratou um atacante no começo dessa temporada, o jovem Bruno Rodrigues, de 23 anos, que estava na Ponte Preta. Além dele, o clube tem acordo com o lateral Orejuela, que defendeu o Grêmio em 2020.
O Tricolor também fez proposta pelo zagueiro Miranda, ídolo da equipe, com um acordo que inclui metas de produtividade. A diretoria ainda tenta se aproximar do volante Gabriel Neves, do Nacional, do Uruguai.
Fonte: Globo Esporte
Não caiu a ficha dos dirigentes ainda? O clube não tem condição de disputar atleta. Se está em destaque na vitrine, nem percam tempo olhando.
E lembrem-se de que as contratação mais caras da história do clube foram todas decepções: Pablo, Ganso, Pratto, Maicon etc.
Exceto por Careca, Leonardo e Raí, nos últimos 30 anos, o São Paulo sempre faz mal negócio contratando atletas caros, que estão “na vitrine”.
Já quando contratou meio time de bons atletas do Goiás, se deu muito bem. Igualmente se deu bem quando contratou o rebelde Luis Fabiano, os jovens Lucas (Marcelinho) e Ilsinho, o desacreditado Lugano etc.
Não achei as passagens de Pratto e Maicon ruins. Aliás acho que deram retorno em campo e foram vendidos por bons valores.
Mas o Borre é roubada mesmo.
Poxa! Eu tb queria uma Ferrari. Só que o problema é o dinheiro.
Bem isso mesmo :-p