
O São Paulo entrevistou o português Pedro Martins, técnico do Olympiacos, da Grécia, no processo de busca por um novo treinador para substituir Fernando Diniz.
Pedro Martins está no Olympiacos desde a temporada 2018/2019 e é mais um dos nomes da lista de candidatos consultados pelo São Paulo.
Além de Pedro Martins, os também portugueses Marco Silva (ex-Sporting), Bruno Lage (ex-Benfica) e André Villas Boas (saiu do Olympique de Marselha, mas prefere descansar agora) foram nomes analisados, assim como os argentinos Hernán Crespo (Defensa y Justicia) e Guillermo Barros Schelotto – este último não é visto entre os favoritos, embora a direção não descarte nenhum profissional (outros nomes são mantidos em sigilo).
Neste primeiro passo, as conversas com os pretendentes não têm um compromisso de virar uma proposta concreta. As entrevistas são para entender se as ideias de jogo e valores financeiros são compatíveis aos do clube. O passo seguinte, agora, é filtrar os candidatos em uma espécie de triagem para depois definir o nome.
A preferência do São Paulo é por um estrangeiro, embora o mercado nacional não seja descartado. Internamente a avaliação é de que os valores envolvidos na contratação de técnicos do exterior são caros.
Para se ter um parâmetro, o gasto do São Paulo no fim da passagem da comissão técnica de Fernando Diniz era de R$ 520 mil em um acordo baseado na CLT, para quatro profissionais. Agora, a tendência no caso da contratação de um estrangeiro é de aumento no gasto.
O presidente Julio Casares, o dirigente do futebol Carlos Belmonte e o coordenador Muricy Ramalho começaram as entrevistas após a demissão de Fernando Diniz, enquanto o executivo Rui Costa pegou o processo já em andamento – ele começou seu trabalho no CT da Barra Funda na última quarta-feira.
Rui Costa vai participar do filtro final a ser feito com os nomes melhores cotados para, depois, definir o novo treinador.
Enquanto mantém o interino Marcos Vizolli no cargo, o São Paulo não põe um prazo para contratar seu novo treinador. O próximo jogo é com o Ceará, quarta-feira, no Morumbi.
Fonte: Globo Esporte
Cadê o Aguirre…
Aguirre não se encaixa com o tipo de jogo que a diretoria pretende criar para o São Paulo. Pelo que entendi o São Paulo pretende contratar um técnico para todo o período de gestão do Casares e nesse período criar uma equipe com a identidade desejada. A ideia é boa, vamos ver quando os resultados não forem bons se vão manter.
Estou achando que isso tudo é para tentar o Rogerio Ceni, e não vai dar certo novamente ,a não ser que troque todo elenco
Porquê Schelotto não é favorito?me pareceu o melhor nome ao lado do Hernan Crespo.
Thiago, o problema é o dinheiro de todos entrevistados o mais barato é R$ 800.000,00 e o problema do São Paulo é $$$$$$$$.
A Grécia estão tão quebrada quanto a Argentina, mas lá paga-se em Euros… quase inviável!