O São Paulo acumula uma dívida relevante com rescisões de treinadores e terá de desembolsar quase R$ 7 milhões pelas multas rescisórias de Luis Zubeldía e Hernán Crespo.
Custo das trocas
O valor total engloba compromissos com as duas comissões técnicas e envolvem diferentes obrigações contratuais, incluindo verbas rescisórias e outros compromissos previstos em contrato.
No caso de Hernán Crespo, o clube precisa pagar cerca R$ 3,8 milhões pela rescisão de sua saída mais recente. Já a saída de Luis Zubeldía completa o montante com algo próximo de R$ 3 milhões — elevando o total a praticamente R$ 7 milhões em multas.
A troca no comando começou com a saída de Zubeldía, demitido após um período de instabilidade e pressão interna por resultados. A diretoria entendeu que, após um bom 2024, o desempenho da equipe não acompanhava as expectativas e optou pela mudança como tentativa de reverter o cenário na temporada 2025.
Na sequência, o São Paulo apostou no retorno de Crespo, mas a segunda passagem do argentino foi curta. Mesmo com respaldo inicial, o treinador não resistiu a novos questionamentos internos e acabou desligado, ampliando a lista recente de trocas no comando.
Após a saída de Crespo, o clube agiu no mercado e acertou a contratação de Roger Machado, em processo liderado pelo diretor executivo Rui Costa e que contou até mesmo com a opinião de Muricy Ramalho.