Postura de dirigente da base gera incômodo no São Paulo

Na última segunda-feira, o São Paulo esperava usar seu time sub-20 no treino dos profissionais no CT da Barra Funda. Horas antes do início da atividade, no entanto, a comissão técnica foi informada de que os garotos não seriam mais enviados e que os representantes de Cotia no trabalho seriam da equipe sub-19. Foi uma decisão do diretor associado de futebol de base, José Roberto Canassa, o que gerou incômodo no clube.

Episódios do tipo têm ocorrido com frequência desde que Canassa passou a ser o principal dirigente de Cotia, em outubro. Dorival Júnior também chegou a ser afetado por mudanças de última hora ainda viu o cartola barrar seu pedido por Liziero, Igor Gomes e Toró no profissional.

Fonte: Uol

Nota do PP: E aí, Raí, Ricardo Rocha e Lugano: vamos tomar uma atitude ou cruzar os braços frente às decisões deste diretor. Na realidade, cabe a Leco afastá-lo de  Cotia, mas “como vou aguentar a pressão política”, ou “preciso de apoio na diretoria” e vamos por aí afora. As razões para o São Paulo estar na situação em que se encontra vão aparecendo aos poucos.

13 comentários em “Postura de dirigente da base gera incômodo no São Paulo

  1. Bem eu não confio nessa imprensa, e que por várias vezes já tentou prejudicar o clube. Portanto eu não aceito como verdade absoluta o que publicam, pois estão sempre semeando discórdia em busca de confusão.
    Acho que Cotia deve ter sua programação pois é cobrada por resultados assim como o profissional, e não é apenas um “step” do técnico do momento. Não vou julgar pois não sei de fato o que realmente tem de verdade nessa matéria.

    • Só lembrando que o Uol pertence ao Grupo Folha de São Paulo, que algum tempo atrás publicou uma matéria eivada de inverdades sobre o SPFC tentar tomar o estádio das pepas nos idos de 1940.

  2. O que esperar de um clube com 50% de sócios não são paulinos administrando o futebol? Uma coisa é contratar um bom gerente do mercado, por acaso corintiano, outra é ter na gestão, nos conselhos e como eleitores do clube, corintianos, palmeirenses e por aí afora. O futebol tem que ser separado do social, com participação do sócio torcedor senão vai daí para pior, dentro em breve teremos maioria de sócios não são paulinos e aí será o fim.

  3. Socio do clube até da para entender, agora diretor torcedor de outro clube é demais pra minha cabeça.
    Paulo Pontes, vou colocar lenha nessa fogueira e ao mesmo tempo pedir pra vc investigar, se for possivel.
    Li um comentario que o Marquinhos Cipriano não quis renovar com o São Paulo e esta indo para o Palmeiras, sera que não tem dedo desse diretor!

    • Carlos, a retórica de que o Canassa é palmeirense é quase unânime no clube, mas ele nega veementemente. Isso é uma coisa muito abstrata. Amanhã, se eu estiver com uma camiseta verde e branca, listrada, que ganhei num amigo secreto, vão postar a foto dizendo que eu sou palmeirense. Não estou aqui em defesa do Canassa, pois não o conheço na intimidade para bancar qualquer informação. Tendo a ficar com a maioria. Vou comentar muito esse assunto no Jornal Tricolornaweb de hoje à noite. Sobre o Marquinhos Cipriano, vou investigar. Até onde sei, está indo para a Europa. Mas vou atrás da informação.

  4. Diretor Palmeirense e um Presidente que tem mais amigos Corintianos do que São Paulinos, me leva a crer que aquele antigo temor que o Cardeais do clube tinham de que um dia o São Paulo F.C. viesse a ser comandado por NÃO São Paulinos, finalmente chegou.

  5. Diretor Palmeirense e manda muito, tem 6 votos para Presidente.
    É uma vergonha, este é um cara já velho conhecido que se acha dono da base.
    Deve estar revoltado com a demissão do Lapolla.

  6. Isto é resultado de uma administração recheada de nomeações em troca de apoio político.

    Teoricamente, o estatuto prevê profissionalismo, as remunerações são condizentes com salários do mais alto escalão, e as nomeações são desastrosas.

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