Morumbis sem o ‘S’? São Paulo admite que não deve renovar naming rights

Diretores e pessoas ligadas à cúpula do São Paulo admitem nos bastidores que o clube não deve renovar o contrato de naming rights do Morumbis.

Morumbis sem ‘S’
O UOL apurou que, nos últimos dias, reuniões reservadas e grupos internos tiveram discussões com diretores pessimistas quanto à extensão do contrato com a Mondelez. As negociações, que estiveram travadas ao longo de 2025, seguem sem sinal de retomada.

Diretor de marketing do clube, Eduardo Toni se reuniu com representantes da empresa na última semana, e novamente o encontro terminou sem grandes avanços.

A disparada no preço do cacau afetou a capacidade de investimento da holding ligada à Lacta, enquanto o avanço das casas de apostas no futebol reposicionou o mercado e reduziu o protagonismo de marcas atuantes no varejo nesse tipo de ativo.

Com isso, o clube já trabalha, de forma reservada, com a possibilidade de trocar o nome do estádio para o início do ano que vem — às vésperas do centenário do clube.

Acordo travado
O contrato vigente entre São Paulo e Mondelez foi assinado no fim de 2023, com cifras na casa dos R$ 75 milhões — cerca de R$ 25 milhões por temporada — e validade até dezembro deste ano.

Apesar da intenção inicial de reabrir as conversas no começo de 2026, as tratativas não evoluíram. O ambiente interno do clube já não apontava para otimismo, e a percepção é de que as partes seguem ainda distantes de um acordo próximo.

MorumBYD?
Em paralelo, o São Paulo chegou a ser procurado por outras empresas. A BYD, como o UOL revelou, chegou a realizar uma sondagem nas últimas semanas da gestão Julio Casares.

A ideia envolvia a adoção do nome ‘MorumBYD’. As conversas, que incluíram contato direto entre Casares e o vice-presidente da empresa no Brasil, Alexandre Baldy, não ganharam tração em meio à troca de gestão e não foram ainda retomadas.

O Tricolor chegou a colocar valores na mesa, pedindo R$ 35 milhões anuais por um vínculo de, ao menos, cinco anos.

Fonte: Uol

Entenda como Roger planeja utilizar pausa para data Fifa

O São Paulo fez seu último jogo antes da pausa para a data Fifa no último sábado. O Tricolor perdeu para o Palmeiras por 1 a 0, no Morumbis, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, e chegou ao 12º jogo consecutivo sem vencer o rival alviverde.

Agora, o São Paulo terá cerca de dez dias antes do próximo compromisso, contra o Internacional, agendado para o dia 1º de abril. O técnico Roger Machado já definiu qual será a prioridade do time durante a pausa para a data Fifa: encontrar alternativas para municiar o setor ofensivo.

“Foram dez dias, se somar as sessões de treino, talvez foram quatro, pelo desgaste dos jogos. Esse tempo vai ser importante também para zerar os jogadores. Não é só o número de jogos, mas a densidade deles também faz o desgaste acontecer. Mas sobretudo para que a gente consiga achar essas soluções ofensivas quando vamos nos deparar com equipes que jogam com bloco baixo, com marcações individualizadas, fazendo linha de seis na perseguição individual. Criar alternativas para municiar nossos atacantes”, analisou Roger.

“Se nesse modelo, não temos a figura de pontas abertos, temos que criar alternativas para que nossos laterais consigam ter eficiência nos lados do campo, para que os nossos meias possam fazer pequenas profundidades e abastecer os jogadores ali na frente, mesmo contra defesas muito fechadas. Esse tempo será de busca de alternativas, de treinar sistemas diferentes, para ter alternativas diante das adversidades”, acrescentou.

O treinador identificou o problema justamente após a derrota para o Palmeiras. O Verdão abriu o placar com cinco minutos de jogo e segurou o resultado até o apito final. O São Paulo, por sua vez, não conseguiu assustar o goleiro Carlos Miguel e abusou da bola aérea. Foram apenas três cruzamentos certos de 41 tentados, de acordo com as estatísticas.

E como achar tais soluções?
O São Paulo deve se reapresentar nesta terça-feira, dois dias após o duelo contra o Palmeiras, no SuperCT. Roger Machado, portanto, terá cerca de uma semana para preparar a equipe para o confronto diante do Internacional. Este é o primeiro período livre do treinador, contratado no último dia 10 de março.

O comandante revelou que deve testar novas formações e estratégias durante a semana livre. Ele disse já conhecer as características do elenco e irá buscar soluções com base nisso. Chegou a citar, por exemplo, a falta de pontas que possam desequilibrar o jogo no plantel.

“Temos um grupo com determinadas características e vou procurar soluções dentro disso. Tenho preferência por linha de quatro, por exemplo, mas já joguei com três defensores também, e poderia fazê-lo para soltar mais os laterais e ter mais alternativas no ataque, à medida que temos pontas efetivos em menor número. É buscar, dentro das características que temos, esse equilíbrio maior e essas alternativas que nos permitam machucar mais o adversário com mais frequência”, comentou.

“Foi o que aconteceu nos dois primeiros jogos e enfrentamos como dificuldade nos últimos dois. Esse tempo será muito precioso para, além disso tudo, praticar o tipo de jogo que eu tenho preferência, mas também evoluir em condições físicas, para ter possibilidade de fazer um jogo mais de força quando estivermos prontos para isso”, concluiu Roger Machado.

Em busca de soluções, o São Paulo volta a campo no próximo dia 1º de abril, quando encara o Internacional, no Beira-Rio, às 19h30 (de Brasília), pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

Situação na tabela
Com o resultado, o São Paulo amargou a segunda derrota seguida no Campeonato Brasileiro e permaneceu na segunda colocação, com 16 pontos, mas ainda pode perder a vice-liderança em caso de vitória do Bahia, que encara o Remo, fora de casa, neste domingo.

Uma vitória do Flamengo por dois ou mais gols de diferença também tira o São Paulo da vice-liderança. O Rubro-Negro encara o Corinthians, também no domingo, na Neo Química Arena.

Roger terá primeira “janela” de treinos no SP para corrigir problemas

O técnico Roger Machado foi contratado pelo São Paulo no último dia 10, dois dias antes da estreia com vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense. Desde então, porém, o treinador não teve mais de dois dias entre as partidas à frente do Tricolor para trabalhar.

Depois da derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, graças à pausa do Campeonato Brasileiro para a Data Fifa, Roger Machado terá tempo para colocar suas ideias em prática nos treinamentos. O São Paulo só volta a jogar no dia 1º de abril, contra o Internacional, fora de casa, às 19h30. O elenco folga neste domingo.

No período sem jogos, o técnico Roger Machado terá, pela primeira vez, a oportunidade de comandar seus jogadores em atividades mais direcionadas ao seu estilo de jogo.

Até então, a nova comissão técnica do São Paulo tentou fazer o elenco absorver suas ideias com vídeos e atividades curtas no CT da Barra Funda, por causa do pequeno período entre as partidas e pela preocupação com a condição física dos jogadores.

Roger Machado estreou como técnico do São Paulo na vitória por 2 a 0 sobre a Chapecoense, no dia 12 de março. Depois, esteve à beira do campo contra Red Bull Bragantino, no dia 15, Atlético-MG, no dia 18, e Palmeiras, neste sábado.

Entre todos os jogos, o São Paulo teve apenas dois dias de treinamento. Por isso, Roger Machado e sua comissão técnica só tiveram, sem exceção, um dia para trabalhar taticamente seus jogadores antes de cada uma das partidas.

O Tricolor entende que a pausa do Campeonato Brasileiro pela Data Fifa será importante para que a nova comissão técnica coloque suas principais ideias em prática e tenha tempo para adaptar o máximo possível os jogadores ao estilo de jogo desejado.

O São Paulo chega à pausa na vice-liderança do Campeonato Brasileiro, com 16 pontos, três atrás do rival Palmeiras.

Da festa às vaias: SP quebra recorde de público no Morumbi em 2026

Mesmo diante da derrota, a torcida do São Paulo fez bonito no clássico contra o Palmeiras, na noite do último sábado. O Tricolor quebrou sua própria marca e registrou o melhor público da temporada no Morumbis, apesar do revés por 1 a 0 para o rival alviverde, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Os torcedores do São Paulo entenderam o peso do duelo e compareceram em peso ao Morumbis no confronto direto, que valia a liderança do Campeonato Brasileiro. Ao todo, 54.210 pessoas estiveram presentes nas arquibancadas do estádio tricolor.

(Foto: Thais Bueno/Gazeta Press)

A renda bruta também foi a maior registrada no Morumbis na temporada, com R$ 3.254.805,00 arrecadados com bilheteria.

Até o momento, o maior público do São Paulo na temporada havia sido na vitória por 2 a 0 contra o Santos, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. Na ocasião, 49.605 pessoas estiveram presentes na casa são-paulina.

Da festa às vaias
A torcida tricolor fez uma grande festa na entrada dos times em campo. O Morumbis soltou diversos fogos ao redor do campo, enquanto alguns torcedores acenderam sinalizadores e cantaram alto em apoio à equipe.

Os fãs, é claro, também não deixaram de provocar o Palmeiras com cânticos de: “Sem Mundial”. Além disso, o técnico Abel Ferreira também foi xingado pelos torcedores nas arquibancadas. Ainda foi estendida um faixa em alusão ao título do Campeonato Paulista de 1943, com os dizeres: “1943 a moeda caiu em pé”.

(Foto: Thais Bueno/Gazeta Press)

A festa, porém, se transformou em clima de cobrança após o apito final e a derrota do São Paulo. A torcida são-paulina chegou a ensaiar tímidas vaias na arquibancada, com direito a gritos de: “Muito respeito com a camisa tricolor, filha da p***”.

Roger faz apelo à torcida
O técnico Roger Machado citou, em entrevista coletiva, o sentimento de tristeza por perder um clássico diante dos quase 55 mil torcedores presentes no Morumbis. Depois de duas derrotas seguidas, o treinador fez um apelo à torcida e pediu para que os fãs sigam comparecendo aos jogos para apoiar o elenco.

Situação na tabela
Com o resultado, o São Paulo amargou a segunda derrota seguida no Campeonato Brasileiro e permaneceu na segunda colocação, com 16 pontos, mas ainda pode perder a vice-liderança em caso de vitória do Bahia, que encara o Remo, fora de casa, neste domingo.

Uma vitória do Flamengo por dois ou mais gols de diferença também tira o São Paulo da vice-liderança. O Rubro-Negro encara o Corinthians, também no domingo, na Neo Química Arena.

Torcida do São Paulo picha muro do Morumbi e pede saída de diretor

O Morumbi teve um de seus muros laterais pichado após a derrota do São Paulo para o Palmeiras neste sábado, pelo Campeonato Brasileiro. As mensagens nas paredes próximas ao portão 2 do estádio criticavam o elenco e pediam a saída do executivo de futebol, Rui Costa.

Muro do Morumbis pichado após derrota do São Paulo — Foto: ge

Muro do Morumbi pichado após derrota do São Paulo — Foto: ge

Foram pichadas ofensas aos jogadores, como “elenco de c**”, além de críticas ao dirigente: “Fora Rui Costa”. O clássico marcou o retorno do São Paulo ao Morumbis após mais de um mês. O estádio passou por troca de gramado e não recebeu jogos no período.

A derrota escancara um clima de instabilidade que não se via desde o início da temporada. A equipe vinha embalada pela euforia da liderança, mas ainda sob desconfiança após a troca de comando, com a demissão de Crespo e a contratação de Roger Machado, movimento com influência do executivo Rui Costa que desagradou parte da torcida.

Muro do Morumbis pichado após derrota do São Paulo — Foto: ge

Muro do Morumbi pichado após derrota do São Paulo — Foto: ge

O Tricolor se distanciou do Palmeiras na briga pela liderança do Brasileirão. Com a vitória, os comandados de Abel Ferreira chegaram a 19 pontos, contra 16 do São Paulo. Roger Machado terá tempo para treinar a equipe antes do próximo compromisso, devido à paralisação do calendário nacional para a Data Fifa. A nona rodada será apenas no dia 1º de abril, contra o Internacional, no Beira-Rio.

Roger Machado lamenta derrota em clássico em noite de Morumbi lotado

Mais do que o resultado diante do Palmeiras, uma derrota por 1 a 0, Roger Machado lamentou a chance desperdiçada pelo São Paulo de retomar a liderança do Brasileiro neste sábado, no Morumbi. O estádio recebeu 54 mil pessoas, um recorde na temporada, o que, segundo o treinador, torna o revés ainda mais doloroso.

O Tricolor entrou na rodada com o mesmo número de pontos que o rival, mas se manteve com 16 pontos contra 19 do Palmeiras, líder isolado do Brasileirão.

— Perder nunca é bom. Busquei não lidar com o tempo sem vencer, mas lidar muito com a possibilidade de voltar para a liderança novamente. Machuca muito. Mas o que mais talvez machuque é que hoje a nossa casa estava muito bonita. Tinha 55 mil torcedores, que vieram, nos apoiaram, mesmo depois do gol, seguiram incentivando. Ficam chateados, e chateia a gente também. O início do São Paulo foi muito positivo e vai seguir sendo positivo a partir deste momento com o tempo que temos à disposição para resolver o que se apresentou agora — disse o treinador em entrevista coletiva no Morumbi.

Arias marcou o gol do Palmeiras nos primeiros minutos da partida. Em desvantagem, o São Paulo teve mais posse de bola, 63% contra 37% , mas não transformou o volume em oportunidades e terminou o clássico com menos finalizações que o rival: três contra seis.

— Tivemos a condição de virar um jogo. É muito difícil virar o jogo. Conseguimos contra o Bragantino, e não vai ser sempre que vamos encontrar alternativas, sobretudo contra alguém que usa o fator de sair na frente para levar vantagem usando seu jogo. O recado é que siga acreditando, que venha ao estádio prestigiar o time do São Paulo e que vamos buscar alternativas para estar sempre mais fortes — lamentou o treinador.

— A estratégia não era cruzar tantas bolas, mas com gol aos 5 minutos e o posicionamento muito defensivo, nós devolvemos a bola e fomos contra-atacados. Os poucos espaços apareceram pelos lados. Os cruzamentos foram muito acessados, por causa de uma defesa muito baixa à frente no placar.

Foi a terceira derrota do São Paulo para o rival na temporada. O calendário será paralisado para a Data Fifa, e o Tricolor volta a campo no dia 1º de abril, contra o Internacional, no Beira-Rio, pela nona rodada do Brasileirão.

Busca por soluções
— Temos um grupo com determinadas características e vou procurar soluções dentro das características que temos. Eu tenho preferência por linha de 4, mas já atuei com linha de 3 defensores também. E poderia fazer para soltar mais os laterais e ter mais alternativas no campo de ataque à medida que pontas que produzem desequilíbrio temos em menor numero. É buscar dentro das características que temos no elenco esse equilíbrio maior para ter alternativas para machucar os adversários com mais frequencia no jogo. Foi o que aconteceu nos últimos dois jogos.

Arbitragem
— Eu te confesso que mesmo com todo questionamento eu estive preocupado com as questões do campo. Claro que quando o árbitro apita da forma que ele pouco aparece, digamos assim, é porque teve uma boa arbitragem. O Daronco é um cara experiente. Senti falta em algum momento de agiliar mais o jogo, mas acho que de um modo geral ele não comprometeu a partida.

Muitos cruzamentos
— Tendeu para os cruzamentos porque foi a única forma que encontramos numa defesa muito fechada. Uma defesa além da virtude de fechar bem tem a capacidade de contra-atcar se jogar pelo centro. O aproveitamento foi baixo e o cruzamento foi muitoi. Foi a alternativa que encontramos diante do cenário que se mostrou. Ainda mais saindo atrás no placar muito cedo. Isso condicionou muito o jogo e atrapalhou a estratégia inicial para a partida.

Mudanças
— O Cauly não tava levando ao meu ver vantagem significativa. E num jogo de força, muitas vezes utilizado pelo Palmeiras, estávamos sucumbindo e devolvendo a bola muito rápido para o adversário. A ideia era continuar com o controle daquela bola no setor, mas com o Luciano que tem mais capacidade de fazer o jogo mais físico no meio. A ideia do Tapia foi para que tivéssemos na figura do Calleri o jogador entre os zagueiros e o Tapia com mais movimentações nos poucos espaços que aparecessem. Depois, o Wendell foi para ter mais ofensividade. Mas pelo Enzo estar com o cartão amarelo no primeiro tempo.

 

Calleri lamenta série negativa do São Paulo no Choque-Rei

O atacante Jonathan Calleri foi sincero após a derrota do São Paulo para o Palmeiras por 1 a 0, neste sábado, no Morumbis, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. O capitão da equipe comentou a série negativa do Tricolor no Choque-Rei e ironizou o modo de jogar do rival.

O Palmeiras saiu na frente aos cinco minutos do clássico, com gol de Arias, e controlou o resultado até o apito afinal. O São Paulo foi pouco criativo e saiu zerado no placar. Com isso, o Tricolor chegou ao 12º jogo sem vencer o adversário alviverde, com oito derrotas e quatro empates.

“Isso é verdade [sobre a série negativa de resultados no clássico], mas não lembram que empatamos e saímos campeões na cara deles. Então, para contar o jogo sim, mas quando damos a volta olímpica, não. Parabéns ao Palmeiras, fez um jogo como sempre faz, faz um gol aos cinco minutos e depois joga como joga sempre, jogando do meio para trás”, disse Calleri ao Premiere.

“Jogamos muito mais, mas não conseguimos levar ao perigo ao gol deles e não tenho muito mais a dizer. Outra vez controlamos o jogo, não tivemos chances de gol. Palmeiras jogou como sempre, fez um gol aos cinco minutos e não conseguimos marcar. Sempre jogam igual”, completou.

O São Paulo de Calleri, agora, terá tempo para recolher os cacos, uma vez que retorna a campo apenas depois da data Fifa. O próximo compromisso do Tricolor está agendado para o dia 1º de abril, contra o Internacional, no Beira-Rio, pela nona rodada da Série A.

Situação na tabela
Com o resultado, o São Paulo amargou a segunda derrota seguida no Campeonato Brasileiro e permaneceu na segunda colocação, com 16 pontos, mas ainda pode perder a vice-liderança em caso de vitória do Bahia, que encara o Remo, fora de casa, neste domingo.

Uma vitória do Flamengo por dois ou mais gols de diferença também tira o São Paulo da vice-liderança. O Rubro-Negro encara o Corinthians, também no domingo, na Neo Química Arena.

Notas dos jogadores

Rafael: um chute a gol, bola defensável, e gol. 0

Lucas Ramon: não foi tão mal, mas participou diretamente no gol e caiu no marasmo. 3

Alan Franco: participou da falha no gol. 2

Sabino: o melhor do time. 4,5

Enzo Dias: merecia ter sido expulso. 0

Bobadilla: o segundo melhor do time. 4

Danielzinho: conseguiu errar todos os cruzamentos e cobranças de escanteio. 2

Marcos Antonio: conseguiu ser pior que Danielzinho. 1,5

Cauly: acho que a cigana enganou a mãe deste rapaz. 1

Luciano: lutou muito, é inegável, mas errou tudo. 3

Calleri brigador eterno, mas a bola não chegou nele. 4

Wendel: quando nós achamos que a entrada dele foi boa no lugar no Enzo, é porque a coisa está perdida. 3,5

Arboleda: foi melhor que Alan Franco. 3

Tapia: brigou bastante. Deveria ir para um ringue. 3

Ferreira: jogou pouco tempo. Sem nota

André Silva: jogou pouco tempo. Sem nota

Roger Machado: tomou um banho do Abel e não soube reagir. 1

Paulo Pontes