São Paulo mostra solidez com Zubeldía no setor defensivo

O São Paulo conquistou três pontos importantíssimos na disputa da fase de grupos da Copa Libertadores. Na última terça-feira, o Tricolor venceu o Alianza Lima, do Peru, por 2 a 0, fora de casa, pela quinta rodada do Grupo D. André Silva brilhou e marcou os dois gols da noite.

Se o ataque funcionou, o mesmo pode ser dito da defesa são-paulina. Mais uma vez, o sistema defensivo tricolor se destacou e conseguiu “passar em branco”, já que não foi vazado. Em noites de Libertadores, os zagueiros tem mostrado solidez desde a chegada de Luis Zubeldía.

Na atual edição, por exemplo, o São Paulo divide, com outros seis times, o posto de detentor da segunda melhor defesa da competição continental. O Tricolor foi vazado somente duas vezes e fica atrás de uma única equipe: o Barcelona de Guayaquil-EQU, que sofreu somente um gol, mas ainda entra em campo pela quarta rodada do torneio nesta quinta-feira.

Em quatro partidas disputadas pelo São Paulo na Libertadores deste ano, a defesa saiu sem ser vazada em três – as três, inclusive, fora de casa. O único duelo em que o Tricolor sofreu gols foi no empate em 2 a 2 com o Alianza Lima, no Morumbis, pela segunda rodada do Grupo D.

“A gente trabalha, tanto eu, como o Ruan, como o Sabino, o Arboleda, o Ferraresi quando está na zaga. Sempre trabalhamos e tentamos fazer o melhor para ajudar o time. Tentamos não tomar gols e fazer nosso trabalho da melhor maneira para que o nosso gol sempre saia zerado. Estou muito feliz, está acontecendo muita coisa boa nesta competição, que é tão importante para o São Paulo. É continuar trabalhando do mesmo jeito, com a mesma humildade, e seguir nesse caminho”, destacou o zagueiro Alan Franco na zona mista.

Desde a chegada de Luis Zubeldía, em abril do ano passado, o São Paulo tem trabalhado muito o setor defensivo, especialmente na Libertadores. Dos 12 jogos que a equipe disputou sob o comando do técnico argentino no torneio, foram apenas quatro gols sofridos.

Além dos dois gols sofridos contra o Alianza Lima no último dia 10 de abril, as outras duas vezes que a defesa do São Paulo aconteceram: na vitória por 3 a 1 sobre o Cobresal-CHI, fora de casa, pela fase de grupos da Libertadores de 2024; e no empate em 1 a 1 com o Botafogo, no Morumbis, no duelo de volta das quartas de final no mesmo ano.

Dois dos principais responsáveis pela boa sequência defensiva recente do São Paulo na Libertadores foram Arboleda e Alan Franco, que estiveram no 11 inicial em boa parte dos jogos. As soluções de Zubeldía também chamam a atenção: o argentino já utilizou outras peças, como Ruan, e também formações com linha de três zagueiros.

Agora, o São Paulo tem o desafio de manter a “baliza a zero” nos dois próximos jogos pela Libertadores para manter o status de ter uma das melhores defesas da competição. O Tricolor ainda terá pela frente Libertad-PAR e Talleres-ARG, em casa.

Antes disso, contudo, o São Paulo volta a campo pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. O time são-paulino mede forças contra o Palmeiras neste domingo, às 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, e espera fazer valer a boa fase defensiva para não sofrer gols e, quem sabe, vencer o rival.

Zubeldía se torna o técnico do SP com maior sequência invicta na Liberta

Na última terça-feira, o São Paulo somou uma vitória importante na Copa Libertadores. O Tricolor bateu o Alianza Lima por 2 a 0, em solo peruano, em duelo válido pela quarta rodada do Grupo D da competição. André Silva foi o autor dos dois gols do triunfo.

A noite foi ainda mais especial para o técnico Luis Zubeldía, que conseguiu um feito importante no comando da equipe. O argentino se tornou o treinador que levou o São Paulo a alcançar a sua maior sequência invicta na história da Libertadores.

Com o triunfo diante do Alianza Lima, o São Paulo de Zubeldía chegou a uma sequência invicta de 12 jogos na Libertadores. O comandante superou o recorde que anteriormente pertencia ao compatriota José Poy, que acumulou uma invencibilidade de 11 partidas no torneio em 1974.

A sequência de José Poy teve início no dia 30 de março de 1974 e foi quebrada em 16 de outubro daquele mesmo ano. A invencibilidade foi perdida na derrota por 2 a 0 para o Independiente-ARG, no jogo de volta da final da Libertadores, que culminou no vice-campeonato tricolor.

A invencibilidade de Zubeldía, por sua vez, está ativa desde a estreia do técnico pelo clube na Libertadores. O treinador esteve à beira do gramado pela primeira vez no dia 25 de abril de 2024, quando o São Paulo venceu o Barcelona de Guayaquil-EQU, por 2 a 0, fora de casa.

Um ano se passou, e Zubeldía ainda não perdeu no comando do Tricolor pela competição continental. De lá para cá, foram 12 jogos, com sete vitórias e cinco empates – o que totaliza um aproveitamento de 72,2%. Foram 17 gols marcados e apenas quatro sofridos.

Neste recorte, o São Paulo de Zubeldía enfrentou os seguintes adversários: Barcelona de Guayaquil-EQU (duas vezes), Cobresal-CHI, Talleres-ARG (duas vezes), Nacional-PAR (duas vezes), Botafogo (duas vezes), Libertad-PAR e Alianza Lima-PER (duas vezes).

Zubeldía, inclusive, também está à frente de outros nomes históricos que comandaram o São Paulo na Libertadores, como Telê Santana (sequência invicta de 10 jogos) e Ricardo Gomes (invencibilidade de nove partidas).

A última derrota do Tricolor no tempo normal na Libertadores foi no dia 04 de abril de 2024, quando o técnico ainda era Thiago Carpini. Na ocasião, o time são-paulino foi superado pelo Talleres, fora de casa, por 2 a 1, pela fase de grupos do torneio internacional.

O São Paulo de Zubeldía ainda alcançou outro feito inédito: venceu todos os jogos da fase de grupos, fora de casa, pela primeira vez. Até aqui, a equipe tricolor está invicta na Libertadores e lidera o Grupo D, com dez pontos conquistados em quatro jogos.

Agora, o São Paulo terá duas partidas em casa para fechar a primeira fase da Libertadores. Antes disso, porém, o Tricolor entra em campo pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro e encara o Palmeiras, às 17h30 (de Brasília) deste domingo, na Arena Barueri.

Goleador do São Paulo em 2025, André Silva luta boxe nas horas vagas

André Silva deu uma de direita e uma de esquerda. A frase poderia ser sobre os gols do atacante na vitória do São Paulo por 2 a 0 contra o Alianza Lima, no Peru, na noite de terça-feira, pela Conmebol Libertadores, mas neste caso é sobre um dos hobbies secretos do jogador: o boxe.

– Gosto de fazer boxe nos meus tempos livres. Faço já há alguns anos. Se precisar… (risos) – disse o atacante, em entrevista recente ao ge.

Autor de dez gols na temporada, André Silva é o artilheiro do time no ano. Em 2024, em sua primeira temporada, marcou oito em 43 partidas (0,18 por jogo). Agora, são dez em 24 jogos (0,41).

As aulas de boxe começaram ainda em Portugal, quando ele atuava pelo Vitória de Guimarães. O estilo agressivo dentro da área talvez tenha relação com suas referências na luta: atletas do UFC.

– Gosto de acompanhar um pouquinho, mas gosto mais de UFC. Gostava muito do Anderson Silva. Hoje ainda gosto de ver vídeos do Conor McGregor – destacou.

Raio-x dos gols
O centroavante de 27 anos marcou 83,3% dos seus 18 gols pelo Tricolor com apenas um toque na bola. Apenas em três deles precisou de dois toques ou mais.

Foram quatro de cabeça, dois gols de perna direita e outros 12 com o seu pé predominante, o esquerdo.

Outro dado interessante é a localização dos gols: André marcou 12 deles na grande área, outros cinco com oportunismo na pequena área e um ainda de fora da área, num chute bonito na derrota por 2 a 1 para o Fortaleza, no ano passado

 

Fonte: Globo Esporte

São Paulo ganha descanso após vitória se reapresenta na quinta-feira

O elenco do São Paulo ganhou o dia de folga após a vitória contra o Alianza Lima, do Peru, por 2 a 0, fora de casa, pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Os jogadores tem o dia para descansar e recuperar as energias após a viagem de volta à capital paulista.

A reapresentação do Tricolor, portanto, está marcada para esta quinta-feira, a partir das 10h (de Brasília), no CT da Barra Funda. O grupo abrirá a preparação para o clássico contra o Palmeiras, válido pelo Campeonato Brasileiro.

Dessa forma, o técnico Luis Zubeldía terá três sessões de treinamento até o Choque-Rei. A bola rola neste domingo, a partir das 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, pela oitava rodada da Série A.

Para o confronto, o São Paulo deve seguir sem Oscar, que ainda está no processo de transição física. Além disso, Calleri (cirurgia no joelho esquerdo), Luiz Gustavo (tromboembolismo pulmonar) e Henrique (lesão no tornozelo esquerdo) devem ser baixas certas.

Esta será a terceira vez que o São Paulo encara o Palmeiras na atual temporada. Até o momento, o Tricolor não venceu, amargando um empate e uma derrota – ambos os resultados foram pelo Campeonato Paulista.

Desde a derrota para o Palmeiras na semifinal do Estadual, o São Paulo não perdeu mais em 2025. O Tricolor detém uma sequência invicta de 11 partidas, com sete empates e quatro vitórias. Agora, a expectativa é voltar a vencer no Brasileirão, já que a equipe soma apenas um triunfo nas primeiras sete rodadas.

São Paulo perde para o Fluminense e deixa o G8 do Brasileiro sub-20

O São Paulo perdeu para o Fluminense por 2 a 0, nesta quarta-feira, no estádio Marcelo Vieira, em Duque de Caxias (RJ), pela nona rodada do Campeonato Brasileiro sub-20. Marlon e Vagno marcaram os gols do duelo.

Com a derrota, o Tricolor Paulista caiu da oitava para a décima colocação, ainda com 12 pontos conquistados. O Fluminense foi a 11 pontos, subiu para a 12ª posição e encostou no próprio São Paulo.

A equipe paulista volta a campo neste sábado, contra o Tanabi, pelo Campeonato Paulista sub-20. Já o Flu joga na próxima terça-feira, contra o Botafogo, pelo Brasileiro da categoria.

O Fluminense começou melhor e abriu o placar aos cinco minutos do primeiro tempo. Marlon aproveitou rebote na grande área e finalizou para o fundo do gol são-paulino.

O segundo tento saiu aos 22. Vagno bateu falta com o pé esquerdo no ângulo de João Pedro, que chegou a tocar na bola, mas não conseguiu evitar o gol do time carioca.

A situação do São Paulo ficou ainda mais complicada na etapa final. Aos 19, o lateral direito Maik chutou a perna de um jogador adversário, tomou o segundo amarelo e deixou o Tricolor com um homem a menos em campo.

Como Pablo Maia antecipou em seis semanas a sua volta após cirurgia

A recuperação do volante Pablo Maia surpreendeu até mesmo o São Paulo.

O jogador se lesionou em fevereiro. No dia 26 do mesmo mês, passou por uma cirurgia ligamentar no tornozelo direito. A expectativa, naquele momento, era de quatro a seis meses de recuperação, mas ele voltou a ser relacionado pelo técnico Luis Zubeldía em pouco mais de dois meses.

Recuperado fisicamente e em condições de jogo, ficou no banco de reservas pela primeira vez na vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o Alianza Lima, nesta terça-feira, em Lima, no Peru, pela quarta rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores. Cerca de seis semanas antes do que passou a ser previsto durante o tratamento.

O São Paulo entende que o retorno antecipado de Pablo Maia se deve a alguns fatores. O primeiro deles: a cirurgia muito bem realizada. O Tricolor acredita que o procedimento foi um bom pontapé inicial para que o jogador se recuperasse mais rapidamente.

O que também contou, na visão do São Paulo, foi a condição física de Pablo Maia. O jogador é forte e costuma apresentar bons parâmetros nos treinamentos, o que acabou ajudando em sua recuperação.

Outro ponto decisivo foi o investimento recente do São Paulo em equipamentos de fisioterapia e departamento médico. Ao todo, foram cerca de R$ 6 milhões aplicados em melhorias consideradas essenciais para que o Tricolor aprimorasse seu aparato no CT da Barra Funda.

Mesmo antes de voltar a jogar, Pablo Maia já tinha condições físicas de estar em campo. Nos treinamentos, o jogador estava no mesmo nível de companheiros e sem restrições. O São Paulo, porém, foi cauteloso e aguardou a liberação do médico responsável pela cirurgia do volante para que ele fosse relacionado pelo técnico Luis Zubeldía.

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: a matéria do Globo Esporte é eivada de informações incorretas, certamente passadas por pessoas da Comunicação do São Paulo sem que o reporter fosse ver in locco o CT. A realidade é que Pablo Maia comprou equipamentos levando para sua casa e contratou fisioterapeuta próprio. Ou seja: ele fez o que o clube deveria fazer (comprar equipamentos) e, mais do que isso, mostrou não confiar no Refis do São Paulo. Essa, sim, a realidade dos fatos.

Entenda o significado do abraço de André Silva em Alan Franco

Uma cena chamou a atenção de quem assistia ao empate do São Paulo com o Botafogo, no dia 16 de abril, no Nilton Santos. André Silva e Alan Franco discutiram em campo logo depois do apito final. Menos de um mês depois, outra cena ganhou destaque: o centroavante fez gol, e o zagueiro cruzou o campo para abraçá-lo.

A segunda cena, conta quem convive com André Silva e Alan Franco, é o que explica a relação dos dois – e de todo o elenco do São Paulo. O ge conversou com pessoas que estão no dia a dia tricolor, convivem com os jogadores e estão acostumadas a cobranças por melhores resultados.

No dia em que Alan Franco e André Silva discutiram, o Tricolor havia estado duas vezes à frente no placar contra o Botafogo, fora de casa, mas cedeu duas vezes o empate. A frustração tomou conta dos jogadores, que acabaram discutindo em campo, algo que costuma acontecer fora dos holofotes.

Mas não é o que conduz a relação entre os jogadores. O ge ouviu que o argentino Alan Franco é quase um brasileiro entre tantos companheiros gringos, que costumam fechar rodas entre eles. O defensor, não. Ele é um dos melhores amigos justamente de André Silva. Costuma ser “da bagunça” com Luciano e outros, também.

Normalmente, jogadores estrangeiros ficam mais próximos, principalmente pelo idioma, no caso do espanhol. Eles costumam dividir a mesma mesa em refeições, estar próximos em viagens. Alan Franco, porém, prefere ser mais “brasileiro” em suas relações.

Por isso, o abraço no gol de André Silva é o que explica a relação entre os jogadores do São Paulo. Depois da partida, que deixou o Tricolor com 10 pontos na liderança do Grupo D da Conmebol Libertadores, Alan Franco se declarou aos companheiros.

– A gente nunca teve uma relação ruim. Sempre foi muito boa, o grupo é de pessoas muito boas e humildes. Foi situação de jogo que a gente não conseguia fazer o gol, mas tomou… Mesmo assim a gente trabalha e tem boa energia. Aqui é uma família muito unida, não tem rivalidade entre nós. Foi um momento ruim que a gente teve, mas eu amo esses caras e vou defendê-los, jogando ou não jogando – disse Alan Franco.
O ge ouviu, também, que a discussão em campo contra o Botafogo não teve nenhuma repercussão interna. Foi resolvida ali mesmo, antes de chegar ao vestiário. E não teve ecos.

Com o bom ambiente no CT da Barra Funda entre os jogadores, o São Paulo encaminhou a classificação para o mata-mata da Libertadores ao vencer o Alianza Lima na última terça-feira. Inclusive, pela primeira vez em sua história conseguiu três vitórias fora de casa na fase de grupos.

– Eu não sabia, mas estou muito orgulhoso deste grupo que trabalha muito, mesmo não tendo muito tempo de trabalho, tenta fazer o melhor. A gente tenta treinar bem e se preparar para essas competições. Muito feliz, esse grupo merece coisa boa, assim como a torcida que nos apoia incondicionalmente – completou Alan Franco.

O São Paulo, agora, tem dois jogos seguidos no Morumbis pela Libertadores: encara o Libertad e o Talleres. E no domingo volta a campo pelo Brasileirão, contra o Palmeiras, na Arena Barueri.

Oscar volta para o Choque-Rei? Entenda situação do meia

Oscar estará de volta para o Choque-Rei do próximo domingo? Essa é uma das perguntar que mais têm sido feitas pelo torcedor são-paulino recentemente. Após não viajar para o Peru, onde o Tricolor venceu o Alianza Lima nesta terça-feira, pela Libertadores, o meio-campista tem trabalhado no CT da Barra Funda para voltar a ficar à disposição o mais rápido possível.

Oscar já realiza alguns trabalhos com bola, mas seu processo de recuperação após lesão na região posterior da coxa esquerda ainda não está completo. O meia tem uma chance remota de pintar como novidade no clássico contra o Palmeiras em Barueri, mas a comissão técnica trabalha mesmo com a possibilidade de ele retornar na próxima semana.

A expectativa mais realista é de que Oscar já reúna condições de ser relacionado para o duelo com o Libertad, no dia 14 de maio, às 21h30 (de Brasília), no Morumbis, pela penúltima rodada da fase de grupos da Libertadores.

Contra o adversário paraguaio o São Paulo pode, inclusive, entrar em campo já classificado para as oitavas de final da competição. Para isso, basta o Libertad ser derrotado pelo Talleres nesta quinta-feira, em Córdoba, às 19h (de Brasília).

Oscar é o principal “garçom” do São Paulo na atual temporada. O meia soma quatro assistências, mesmo número de Calleri, lesionado e que só deve voltar ao fim da temporada, no melhor dos casos.

Com 100% de aproveitamento como visitante, o São Paulo disputará os dois jogos restantes da fase de grupos da Libertadores em casa. Além do duelo com o Libertad, o Tricolor receberá o Talleres no dia 27 de maio.

Rafael explica lance após cair desacordado: “Foi um susto”

Rafael foi um dos protagonistas da vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o Alianza Lima, nesta terça-feira, pela Copa Libertadores, mas não por causa de suas defesas e sim por causa de um lance no segundo tempo em que caiu desacordado após disputa de bola dentro da área.

Passada a partida, o goleiro tricolor explicou o lance que preocupou a todos. Após receber atendimento médico, Rafael conseguiu se levantar e, surpreendentemente, continuou no jogo.

“Recebi o contato, fiquei desequilibrado e como a gente não quer soltar a bola, a gente fica sem apoio para amortecer a queda. Até estava conversando com o doutor, não sei se desmaiei ou não desmaiei, só sei que depois o nosso massagista estava perguntando onde é que eu estava, estava bem zonzo, mas depois fui recuperando e consegui terminar a partida. Foi um susto, mas estou bem”, disse Rafael à ESPN.

Com a vitória desta terça-feira, o goleiro chegou a 13 jogos de invencibilidade em Libertadores pelo São Paulo. Ao lado de Luciano, ele superou o recorde que pertencia a Lugano, Cicinho e Ronaldo Luís.

“Eu acho que essa nossa campanha vem se construindo com muito trabalho, muita dedicação de todo grupo. Está todo mundo de parabéns, vejo toda a entrega do time para defender e atacar. Acho que estamos criando uma maturidade de jogo muito legal, de saber a hora de se defender, de atacar, controlar o jogo. Muito importante isso, ainda mais fora de casa. Continuar esse trabalho árduo que vem trazendo bons frutos para a gente. Continuar com os pés no chão, fazendo nosso melhor como grupo, sendo forte como grupo. Independentemente de quem esteja vestindo a camisa, vamos sair sempre muito próximos da vitória”, prosseguiu.

O goleiro também aproveitou para agradecer o apoio da torcida do São Paulo, que compareceu em bom número no estádio Alejandro Villanueva apesar da longa distância.

“Sou muito grato e sempre falo que nosso torcedor é a real diferença nossa. Viagem longe, você vê muitos torcedores são-paulinos festejando, nos apoiando. Onde a gente vai tem muito são-paulino torcendo por nós. Acho que foi muito bom nós comemorarmos, a gente tinha saído chateado do jogo do Brasileiro por não ter dado a vitória dentro de casa para o nosso torcedor. Então, foi momento de festejar e agradecer por todo o apoio que eles vêm nos dando. Foi uma maneira de confraternizar a agradecer ao torcedor por tudo o que fazem por nós”, concluiu.