Russos preparam oferta de quase R$ 100 milhões por Matheus Alves

O CSKA Moscou demonstrou interesse na contratação de Matheus Alves e já avisou nos bastidores que tem preparado uma oferta para enviar ao São Paulo que pode atingir até 15 milhões de euros (quase R$ 98 milhões, na cotação atual).

O clube russo ainda não oficializou nada, mas está disposto a colocar em cima da mesa um valor fixo de 10 milhões de euros (R$ 64 milhões), com outros 5 milhões de euros (R$ 32 milhões) por objetivos, pelo jovem meia-atacante.

Ciente da necessidade de fazer uma grande venda em 2025, o Tricolor, vale lembrar, é dono de 90% dos direitos econômicos do jogador de 20 anos, cujo contrato atual é válido até dezembro de 2028.

Matheus Alves foi revelado pelo próprio São Paulo e fez até agora 12 jogos oficiais e duas assistências em 2025.

 

Fonte: Uol

Nota do PP: pelo texto e pelos valores, já foi. No São Paulo, que aparecer com um dolar ou um euro na mão, balançando, leva. Afinal, tem pomposas comissões.

Como a WTorre planeja liderar mercado de estádios com reforma do Morumbi

A WTorre, enfim, está sentindo o gosto do investimento em estádios de futebol. O faturamento com a Allianz Parque passou a deslanchar, ajudado pelo acordo com o Palmeiras firmado em outubro, após mais de uma década de peleja. Em paralelo, a construtora está adiantada nas negociações para a reforma da Vila Belmiro e do Morumbis. Se os projetos forem confirmados, colocarão a empresa na liderança absoluta no negócio de arenas.

“Esse é um mercado em crescimento no mundo todo”, afirmou o presidente da WTorre, Marco Siqueira, em entrevista exclusiva à Coluna. Como exemplo, citou as modernizações dos estádios de Real Madrid e Barcelona, que se transformaram em empreendimentos multiúso, algo ainda pouco comum por aqui.

“O Brasil melhorou muito o seu parque de arenas pela Copa do Mundo, mas a maioria dos projetos foi deficitário. Tinham a visão de abrigar o evento, mas sem garantir a viabilidade. Hoje, o custo da arena é pesado”, observou. “Na nossa estratégia, buscamos o maior número possível de usos para garantir essa viabilidade”.

A Real Arenas, braço de atuação da WTorre no setor, vem numa crescente. A empresa teve receita bruta de R$ 124 milhões em 2022, R$ 199 milhões em 2023 e R$ 241 milhões em 2024. Trata-se de um avanço relevante para o negócio, que viu o faturamento despencar para menos de R$ 50 milhões na pandemia. Para 2025, a projeção é beirar os R$ 300 milhões, fruto de mais shows, vendas de cadeiras e camarotes, além de valorização dos patrocínios. “É um conjunto de coisas que está sendo potencializado para gerar um resultado ainda mais robusto”, destacou o diretor financeiro, André Ackermann.

Para esse avanço, foi fundamental o acordo de outubro com o Palmeiras para encerrar disputas judiciais a respeito do contrato de exploração do Allianz Parque. O acordo envolveu concessões de ambas as partes, restando como saldo um crédito de R$ 117 milhões para o clube. Desse total, R$ 50 milhões foram pagos à vista, e o restante, na forma de repasse do direito de exploração de uma área no estádio correspondente a 1 mil lugares.

Cadeira Cativa
O acordo ainda definiu a quantidade de cadeiras que cabem à WTorre comercializar nos jogos da temporada (programa ‘passaporte’). A construtora reclamava o direito de vender 10 mil cadeiras, mas só conseguia faturar com 7 mil em função dos impasses. Agora, poderá usufruir dos 10 mil assentos. “O principal evento para a Real Arenas ano passado foi o acordo com o Palmeiras, encerrando uma disputa de dez anos”, disse Siqueira. “Com o acordo, vimos a reversão de provisões, além do regramento de coisas que estavam dúbias. Foi um ganha-ganha”, disse.

Com mais harmonia na gestão do Allianz Parque, as disputas pelas datas de jogos e shows tende a parar, o que dará mais segurança para produtores e patrocinadores. Na ponta, isso deve aumentar a quantidade de eventos e valorizar o estádio, estimam os executivos. Exemplo disso foi o fim de semana de março que teve concerto do Simply Red no sábado e final do Paulistão no domingo. “Essa logística só foi possível por uma boa relação das partes”, comentou Ackermann.

Pela frente, a WTorre tem duas negociações de peso em andamento. Em abril, ela assinou memorando de entendimento com o Santos para modernizar a Vila Belmiro. O investimento será na ordem de R$ 700 milhões. Quando pronta, a nova arena terá 30 mil lugares (hoje são 16 mil), 700 vagas de estacionamento (hoje não tem), camarotes, lounge, lojas, restaurante e estrutura para shows. “Ainda é um memorando, mas que já tem o plano de negócios totalmente definido. Se atingir metas de vendas, o projeto se torna firme”, contou o presidente da WTorre, que espera uma confirmação do projeto até o fim deste ano.

O projeto será financiado por meio das pré-vendas de cadeiras, camarotes e naming rights – que já tem interessados – além de aportes do clube e da construtora. A comercialização está prevista para começar no segundo semestre. O modelo de negócios prevê a criação de uma joint venture que tem o Santos como majoritário. As receitas serão partilhadas de modo proporcional, evitando o conflito de interesses.

Já o outro negócio de peso da WTorre é com o São Paulo. O projeto de reforma do Morumbis foi entregue à diretoria do clube e está sujeita a deliberações internas. “O acordo com o São Paulo está numa fase anterior ao do Santos. Nós ainda vislumbramos mais um período de negociação sobre o modelo de negócio e a estrutura física. O São Paulo tem um estádio grande, com muito potencial para receber eventos, mas precisamos estruturar uma equação correta”, comentou Siqueira.

A modernização do Morumbis tem custo estimado na faixa de R$ 1,5 bilhão e deve seguir o mesmo modelo de joint venture. O projeto inclui cobertura, 85 mil lugares (hoje são 60 mil), demolição do anel inferior e extensão das cadeiras até a beira do campo, uma ou duas fileiras de camarotes, mais bares e restaurantes, além de quartos de hotel. “A cobertura é uma vontade nossa e do clube, mas é o também o principal item de custo. Então, estamos analisando se é mandatória ou não”, relatou Siqueira.

Apesar das indefinições, o presidente da WTorre acredita que o São Paulo pode ter um novo estádio a tempo de celebrar o centenário, em 2030. “Dá tempo. E é estratégico, porque se o clube não fizer nada diferente, não tem como entrar em outro patamar de receitas. Com certeza, o estádio pode agregar”.

 

 

Fonte: O Estado de São Paulo

Finanças mostram Palmeiras acima de Corinthians e São Paulo

CorinthiansPalmeirasSantos São Paulo tiveram juntos um crescimento de 23% em suas receitas totais no ano passado. Os clubes arrecadaram R$ 3,4 bilhões em 2024, superando com boa margem os R$ 2,7 bi da temporada anterior. O comparativo é apontado em um estudo realizado pela EY publicado com exclusividade pelo Estadão.

A disparada nos números pode ser explicada pelo acumulo de R$ 1 bi com a transferências de jogadores. Segundo o estudo, o número representa 31% da receita bruta total de 2024. No ano anterior, o valor arrecadado foi de R$ 632 milhões, com uma representatividade era de 23%.

O Palmeiras apresentou a maior Receita Total com R$ 1,195 bilhão em 2024, e o Santos a menor com R$ 379 milhões, equivalente a cerca de 32% da receita do rival alviverde. Já o Corinthians, em segundo lugar no ranking com R$ 1,1 bilhão, apresentou uma receita operacional bruta (recorrente) 12% maior do que a obtida pelos palmeirenses.

Apoiado nas vendas de joias da base, como Estêvão e Luis Guilherme, o Palmeiras foi quem mais arrecadou com a venda de atletas, acumulando R$ 504 milhões. O valor representou 42% da receita total do clube.

“Apesar não ter a previsibilidade do volume financeiro pensando em transferência de atleta, há uma lógica para o sucesso do Palmeiras. O clube tem uma força financeira que permite negociar. Quando você tem uma maior robustez financeira, você negocia melhor e tem maior poder de barganha”, explica Pedro Daniel, diretor executivo da EY.

Já o São Paulo teve o menor valor gerado através da transferências de jogadores, com um número aproximadamente 5,4 vezes menor que a do rival alviverde. Apesar de estar na Série B, o próprio Santos conseguiu ficar à frente do time tricolor.

Por outro lado, os são-paulinos tiveram a maior representatividade de receita com direitos de transmissão e premiações, cuja fatia foi de 33% do total. O São Paulo também liderou o ranking do estado em representatividade das receitas de matchday (bilheteria, sócio-torcedor, aluguel de camarotes, cadeiras cativas, e outras receitas em dias de jogos).

O Corinthians, que liderou as receitas com direitos de transmissão e premiações, e as receitas comerciais, apresentou para a primeira, um valor 14% mais alto que a do Palmeiras, e para a segunda, um valor 53% maior que a do rival alviverde também, que ocupou o segundo lugar nos dois quesitos.

A representatividade dos valores arrecadados com direitos de transmissão passaram de 51% para 25% no período entre 2021 e 2024. Pedro Daniel esclarece que isso ocorreu justamente por causa do crescimento de outras fatias do bolo, especialmente com o boom do arrecadado com a venda de atletas no ano passado, impulsionada pelo Palmeiras. Contudo, ele destaca a necessidade da criação de uma liga no País.

“O mercado brasileiro dentro dos tradicionais do futebol é o local onde o produto ainda é o clube e não a competição. A partir do momento em que os clubes têm uma visão de sócios do mesmo um produto, há diversas outras propriedades comerciais atreladas que podem ser exploradas”, comenta o executivo da EY.

Hoje, são aproximadamente 20 propriedades que ainda não são monetizadas em termos de produto, desde tapetes publicitários a dados estatísticos. A grande verdade é que estamos perdendo dinheiro. Vamos ver como será o trabalho para o próximo ciclo”, completa.

Custos e despesas

De forma geral, cerca de metade dos custos e despesas dos quatro grandes se concentrou na folha de pagamentos do futebol masculino.

O Palmeiras apresentou o menor percentual dispendido para clube social e esportes amadores (3%), enquanto o São Paulo teve seu maior percentual para custos gerais do futebol (24%), e ambos tiveram 56% de seus custos e despesas para a folha de futebol.

Já o Santos apresentou maior representatividade tanto no montante de despesas Administrativas, Pessoais e Comerciais (30%), bem como em despesas com Clube Social e Esportes Amadores (18%), como as categorias de base e outras modalidades esportivas, salvo o futebol.

Por sua vez, o Corinthians encerrou 2024 com o maior montante de custos e despesas operacionais entre os quatro grandes, com R$ 827 milhões. O clube apresentou o menor percentual para a folha de pagamentos do futebol profissional (44%), mas o maior percentual para as despesas Administrativas (35%). O clube atravessa grave crise financeira, com uma dívida de R$ 2,5 bi.

“O mais preocupante para o Corinthians não é o custo operacional. O ponto é que ele tem um um uma carga de despesas com dívidas, incluindo juros, multas, etc, que faz com que ele não consiga honrar os compromissos. Operacionalmente ele fecha a conta, mas para fazer uma reestruturação, é necessário fazer aquilo que o Flamengo fez lá atrás, em 2013, diminuir custos e alinhar as expectativas com a torcida, de que o time não vai ser campeão nos próximos cinco, seis anos Ou você faz isso inorganicamente, como as SAFs de Botafogo, Cruzeiro e Atlético-MG” afirma Pedro Daniel.

Em 2024, o Palmeiras foi o clube entre os quatro grandes que apresentou a maior folha salarial (incluindo direitos de imagem e premiação), com valores que alcançaram R$ 405 milhões. Esse número representou 66% da sua Receita Operacional Líquida (ROL) recorrente.

O Santos, que jogou a Série B nesse ano, deteve a menor folha para o futebol e a menor receita operacional líquida recorrente. Foi a maior proporção dentre os times analisados, comprometendo 68% da receita operacional com salários e remunerações para o futebol. O clube busca se reafirmar no cenário nacional e tem o retorno de Neymar como fator novo para tentar se restabelecer.

“O Santos não compete em pé de igualdade com times da primeira prateleira do futebol brasileiro. Ele precisa refletir onde ele está inserido e tomar uma decisão, pensar quais são as alternativas necessárias para que ele continue fazendo parte daquilo que sempre foi. É algo parecido com o Corinthians, mas o rival tem potencial para para estar na primeira prateleira mesmo com a receita do dia-dia. O Santos não. E é normal isso, é uma questão comercial”, diz Pedro Daniel.

O Corinthians teve uma folha de pagamentos 2% menor que a do São Paulo e uma proporção de folha/ROL recorrente 12% menor.

Além de representar o time paulista com a maior folha salarial do futebol masculino, o Palmeiras apresentou também o maior nível de investimento em seu elenco, resultando em uma destinação total de recursos para o elenco profissional de R$ 665 milhões.

Por outro lado, o Santos foi o time com o menor custo com transferência de atletas, amortizações e baixa contábil, bem como a folha salarial do futebol profissional masculino mais baixa entre os quatro times paulistas.

O Corinthians que teve uma folha de pagamentos 2% menor que a do São Paulo, teve um investimento total de R$ 521 milhões no elenco profissional, enquanto o tricolor paulista foi de R$ 478 milhões, 8% menor que a do rival corintiano, mas 121% maior que o do Santos.

“O São Paulo está tentando se manter num nível competitivo, né? Só que ele não tem esse volume de receita. É mais difícil competir com mais time aportando, contratando. Ele tá pegando dinheiro de fora e está se endividando.”, alerta Pedro. “De maneira geral, os clubes deveriam se atentar à estratégia de produto. O São Paulo é vítima do que está acontecendo no futebol brasileiro. É a política do quebra-quebra.”

Fonte: O Estado de São Paulo

Oscar treina e deve retornar em clássico contra o Palmeiras

O São Paulo treinou nesta sexta-feira no CT da Barra Funda e deu sequência à preparação para enfrentar o Palmeiras, no domingo, na Arena Barueri, às 17h30 (de Brasília), pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Oscar está em fase final de recuperação de lesão na região posterior da coxa esquerda e novamente trabalhou ao lado dos companheiros. O camisa 8 tem treinado bem, além de estar sentindo cada vez menos dores, aumentando as chances de retorno no Choque-Rei.

O gramado sintético da Arena Barueri não é visto como empecilho para isso. Se estiver se sentindo bem, o meio-campista vai para o jogo. Ainda assim, não será titular. A ideia é que ele entre em campo por 30 minutos, no máximo, para que o ritmo seja recuperado gradualmente.

O elenco foi dividido de acordo com o tempo que os atletas atuaram na vitória sobre o Alianza Lima, pela Libertadores, na última terça-feira. Os atletas que tiveram maior desgaste na partida realizaram atividades focadas em deslocamento e posse de bola, enquanto os demais fizeram um trabalho tático de 11 contra 11.

Jogadores das categorias de base do São Paulo compuseram o treinamento desta sexta-feira, sendo observados pelo treinador Luis Zubeldía.

Sem desfalques por cartão, o São Paulo pode jogar o clássico com: Rafael, Ferraresi, Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz; Alisson, Marcos Antônio e Matheus Alves (Lucas Moura); Cédric Soares, Ferreira e André Silva.

O Tricolor volta a treinar na manhã de sábado, quando encerra a preparação para o confronto, novamente no CT da Barra Funda.

 

Inspirada na conquista do Paulistão de 1975, SP divulga nova camisa cinza

Nesta sexta-feira, o São Paulo anunciou um novo uniforme. O manto será inspirado na camisa cinza usada pelos goleiros que defenderam o Tricolor na conquista do Campeonato Paulista de 1975.

A cor do uniforme também é uma homenagem à fornecedora de material da equipe, a New Balence, que está comemorando o Grey Days.

A nova camisa traz muitos detalhes, como a frase “Grey Days” na parte de trás da gola. Além disso, no interior do escudo, que já é tradição da New Balance, está escrito “Paulistão 1975 – 50 anos”.

Preço da nova camisa do São Paulo

O novo manto tricolor já está à venda a partir desta sexta-feira, pelo e-commerce da New Balance e na loja oficial do São Paulo, a SAO Store. A camisa masculina terá o preço de R$ 332,49 no Pix ou R$ 349,99 em até 5x sem juros.

Belmonte revela negociações para permanências de Marcos Antônio e Ruan

Marcos Antônio e Ruan estão mais próximos de permanecer no São Paulo do que de deixar o clube. Os dois jogadores estão emprestados até junho de 2025, mas de acordo com o diretor de futebol Carlos Belmonte, já existem negociações para as permanências de ambos os atletas.

O São Paulo negocia com a Lazio para a permanência de Marcos Antônio e, segundo Belmonte, as conversas com o clube italiano já estão mais avançadas, uma vez que as equipes possuem uma boa relação. O caso de Ruan, por sua vez, já é tratado com o Sassuolo.

“Estamos caminhando muito bem para a permanência dos dois atletas aqui. Nesse momento, nada fechado, mas o Marcos Antônio já mais avançado, as conversas estão andando num ritmo mais rápido. Do Ruan, também estão andando. Temos muita convicção de que são eles são importantes e temos muito otimismo de que eles possam continuar com a gente a partir da próxima temporada também. Agora no meio do ano, o Marcos Antônio já vai cumprir a meta dele, o Ruan está um pouco mais distante, mas estamos fazendo um formato em razão das questões orçamentárias para que possa empurrar isso um pouco mais para frente e contar com os jogadores por mais um tempo aqui no São Paulo”, revelou o dirigente em entrevista ao UOL.

O diretor também deu detalhes sobre os moldes que o São Paulo deseja adotar para selar a permanência de Marcos Antônio e Ruan. A ideia é estender o empréstimo por mais um ano para exercer a compra na próxima temporada, o que geraria menos gastos ao departamento de futebol.

Na reta final de abril, o São Paulo divulgou seu balanço financeiro relativo a 2024 e registrou um endividamento de quase R$ 1 bilhão – mais precisamente R$ 968,2 milhões. O investimento em contratações e outros gastos relativos ao futebol profissional foram fatores para o aumento considerável da dívida.

“A ideia que a gente tem é tentar fazer com que essa compra ocorra na próxima temporada. O que deve acontecer nos dois casos é um reempréstimo por mais um ano com a compra obrigatória na temporada seguinte. Fazemos um reempréstimo, mantemos uma meta para a próxima temporada, e aí fazemos a compra. Um (respiro) orçamentário, porque continua como empréstimo nessa temporada”, explicou o dirigente.

Por fim, Belmonte também deixou claro que Marcos Antônio e Ruan possuem um desejo em comum: permanecer no São Paulo por mais tempo.

“Os dois querem ficar. Já conversamos com os dois, estão muito satisfeitos. São jogadores muito importantes para nós, ambos em crescimento, no auge da idade. Jogadores jovens que podem ter mercado futuro. E são atletas muito comprometidos exatamente com o que a gente acredita no São Paulo: os atletas que, quando não estão jogando, treinam muito para jogar. Não ficam do lado, não se esforçando. Se esforçaram o tempo inteiro e hoje estão tendo a oportunidade de jogar”, concluiu o diretor.

Marcos Antônio iniciou a temporada como reserva, mas voltou a ganhar espaço entre os titulares após a lesão de Pablo Maia. Ao todo, são 13 de 15 jogos como titular, com duas assistências. Já Ruan passou a ter mais oportunidades recentemente no 11 inicial e tem performado bem – saiu jogando em nove das 12 partidas que disputou.

Com ambos à disposição, o São Paulo volta a campo neste domingo, quando encara o Palmeiras. A bola rola às 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Nota do PP: Ele prometeu que compraria os dois, no início do ano, e não há quem o faça entender que não compense os R$ 53 milhões pelos dois.

São Paulo terá atletas de Cotia em todas as finais europeias

Com as finais das competições europeias definidas nesta semana, o São Paulo terá jogadores formados na base da equipe presentes em todas as decisões dos torneios do continente. Antony, Beraldo e Casemiro irão representar o Tricolor nas disputas das taças do velho continente.

Na final da Liga dos Campeões com o Paris Saint-Germain, Lucas Beraldo compõe o grupo que tentará conquistar a taça pela primeira vez na história do clube. Para isso, terá que superar a Inter de Milão.

Em 2023, o zagueiro subiu definitivamente para o elenco profissional do São Paulo e assumiu a titularidade do clube em pouco tempo. Ao final daquele ano, foi campeão inédito da Copa do Brasil com o clube e vendido por um valor recorde na época ao PSG, ocupando o posto de zagueiro mais caro da história do futebol brasileiro, até a venda de Vitor Reis (Palmeiras para o City) neste ano.

Já na decisão da Liga Europa, com o Manchester United, Casemiro busca tirar os Red Devils da fila de oito anos sem títulos continentais na partida diante do Tottenham.

Multicampeão com o Real Madrid, o volante foi revelado pelo Tricolor Paulista em 2010 e vendido à equipe espanhola em 2012. Pelo time do Morumbi, conquistou a Copa Sul-Americana sobre o Tigre, taça nunca conquistada pelo São Paulo até a ocasião.

Por último, Antony, campeão da Copinha com o clube paulista em 2019, irá defender o Real Betis na decisão da Liga de Conferência em duelo diante do Chelsea. O atacante subiu à equipe principal em 2019 e se transferiu ao Ajax, da Holanda, no ano seguinte. No total, atuou 49 vezes com as cores do São Paulo e acumulou seis gols e assistências.

Com uma base prestigiada no mundo da bola, o São Paulo já está lançando uma nova safra de jogadores. Lucas Ferreira e Matheus Alves, ambos crias de Cotia, assumiram os papéis de Lucas Moura e Oscar no período de suas lesões e vêm tendo bons desempenhos.

Os dois devem ser mais uma vez titulares no próximo confronto da equipe, contra o Palmeiras neste domingo, em partida que ocorre no Allianz Parque às 17h30 (de Brasília), pelo Brasileirão.

Confira as datas das finais europeias:
PSG x Inter de Milão – 31/05 – 16h (de Brasília)
Manchester United x Tottenham – 21/05 – 16h (de Brasília)
Real Betis x Chelsea – 28/05 (de Brasília).

Palmeiras x São Paulo: Veja o que mudou nas equipes

O Palmeiras encara o São Paulo neste domingo, às 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois times voltam a se enfrentar após a polêmica semifinal do Campeonato Paulista.

Naquela ocasião, o Verdão venceu por 1 a 0, com direito à marcação de pênalti de Arboleda em Vitor Roque, convertida por Raphael Veiga. A Federação Paulista de Futebol (FPF), inclusive, admitiu o erro do árbitro Flavio Rodrigues de Souza pela penalidade marcada.
O que mudou nas equipes desde então?

A começar pelos mandantes, o Palmeiras foi a campo com: Weverton, Marcos Rocha, Murilo, Micael e Vanderlan; Richard Ríos e Emiliano Martínez; Estevão, Raphael Veiga e Facundo Torres; Vitor Roque.

A maior mudança desde o último clássico foi no sistema defensivo. O lateral direito Giay aproveitou a onda de lesões dos veteranos Mayke e Marcos Rocha e se firmou no setor.

Além dele, o zagueiro Gustavo Gómez voltou à titularidade da equipe após lesão de Micael. Murilo também foi outro que ficou fora dos gramados. Com isso, o técnico Abel Ferreira promoveu a entrada de Bruno Fuchs para fazer dupla de zaga com o paraguaio.

Já no meio de campo, com a baixa de Raphael Veiga, que sofreu uma luxação no ombro, Felipe Anderson entrou e mostrou serviço, vivendo seu melhor momento com a camisa do Alviverde.

 

O São Paulo, por sua vez, iniciou o clássico com: Rafael, Alan Franco, Arboleda e Ferraresi; Enzo Días, Oscar, Alisson e Cédric Soares; Luciano, Lucas Moura e Calleri.

O maior problema que assolou o Tricolor desde então foram as lesões de seus principais jogadores.

Após o duelo contra o Talleres, no dia 02/04, Oscar revelou que não estava em plenas condições físicas e, desde então, se recupera no CT da Barra Funda. O atleta, inclusive, pode ser relacionado para a partida deste domingo.

Já Lucas Moura ficou afastado dos gramados por mais de um mês devido a um trauma no joelho direito. O camisa 7 voltou a atuar pela equipe na última sexta-feira, contra o Fortaleza, e pode voltar a ser titular no Choque-Rei.

Por fim, Calleri sofreu uma ruptura no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo durante o duelo com o Botafogo, no dia 16 de abril. O atacante deve perder o restante da temporada pelo São Paulo.

 

Como chegam os times?

O Palmeiras busca manter a invencibilidade que já dura sete confrontos contra o Tricolor, com três vitórias e quatro empates. Com 16 pontos, o Verdão busca se manter na ponta da tabela.

Do outro lado, o São Paulo é o atual 11º colocado, com nove pontos, e o único ainda invicto na competição, embora some seis empates e somente uma vitória nos primeiros sete jogos.

Volta no Choque-Rei? Como está a recuperação de Oscar

Oscar está cada vez mais próximo de retornar ao time do São Paulo. O meia tem evoluído bem e entrou na etapa final de recuperação após lesão na região posterior da coxa esquerda, podendo voltar a ser relacionado já no clássico contra o Palmeiras, na Arena Barueri, domingo, às 17h30 (de Brasília), pelo Campeonato Brasileiro.

O meia intensificou tratamento no Reffis e tem sentido menos dores a cada atividade, além de estar cumprindo todas as etapas programadas pelo departamento médico do clube ao lado da comissão técnica de Luis Zubeldía.

A presença na lista de atletas disponíveis para o clássico, porém, vai depender da evolução apresentada nos dois últimos treinamentos antes do confronto. O gramado sintético da Arena Barueri não é visto como empecilho. Se estiver se sentindo bem, tem chances de ir para o jogo.

Ainda assim, Oscar não deve ser titular, já que o São Paulo mantém a ideia de não forçar a situação dele, administrando treinos e tratamento com mais cautela para não perdê-lo novamente. O Tricolor entende que é preciso recuperar ritmo aos poucos.

A última vez em que o camisa 8 entrou em campo foi dia 2 de abril, quando saiu de campo com dores na coxa no segundo tempo da vitória do time sobre o Talleres, em Córdoba, pela Libertadores. Desde então, foi desfalque da equipe nos dez últimos jogos.

Vale lembrar que o departamento médico do clube ainda conta com Luiz Gustavo (tromboembolismo pulmonar), Calleri (cirurgia para reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo), Henrique (lesão de sindesmose no tornozelo esquerdo) e Igor Vinícius (lombalgia).

Alisson pode atingir sua maior sequência de jogos como titular pelo SP

Alisson pode atingir sua maior sequência como titular do São Paulo no próximo domingo, no clássico contra o Palmeiras, às 17h30 (de Brasília), na Arena Barueri, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O volante completou 14 jogos consecutivos como titular na última terça-feira, na vitória por 2 a 0 sobre o Alianza Lima, no Peru, pela Libertadores. Caso figure entre os 11 iniciais no clássico contra o Palmeiras, Alisson irá superar as marcas de 2023 e 2024.

O último jogo em que o técnico Luis Zubeldía não contou com Alisson entre os titulares foi contra o São Bernardo, pela última rodada da fase de grupos do Paulistão, no dia 23 de fevereiro. Na ocasião, Marcos Antônio o substituiu, atuando ao lado de Pablo Maia.

Desde então o São Paulo entrou em campo 14 vezes, somando seis vitórias, sete empates e uma derrota – aproveitamento de 59,5%.

Peça-chave do time tricolor, Alisson vive também a expectativa de voltar a atuar ao lado de Pablo Maia, com quem se acostumou a formar a dupla de volantes titular do São Paulo. Seu companheiro se recuperou recentemente de uma cirurgia no tornozelo direito e voltou a ser relacionado para o jogo contra o Alianza Lima na última terça-feira.

O São Paulo é o atual 11º colocado do Campeonato Brasileiro, com nove pontos, e o único ainda invicto na competição, embora some seis empates e somente uma vitória nos primeiros sete jogos.