São Paulo completa 100 jogos no Morumbi pela Libertadores

Com a vitória por 2 a 1 sobre o Talleres, na última terça-feira, o São Paulo chegou à marca de 100 jogos disputados no Morumbis pela Copa Libertadores. A trajetória histórica do Tricolor na principal competição sul-americana dentro de casa é marcada por números expressivos e momentos emblemáticos.

Ao longo dessas cem partidas, o clube paulista soma 72 vitórias, 18 empates e apenas 10 derrotas, com um aproveitamento de 78% atuando no estádio. Foram 203 gols marcados e apenas 61 sofridos. A maior goleada registrada ocorreu em 5 de abril de 2016, quando o São Paulo goleou o Trujillanos, da Venezuela, por 6 a 0.

O maior público registrado pelo clube em uma partida de Libertadores no estádio aconteceu em 16 de junho de 1992, na vitória por 1 a 0 sobre o Newell’s Old Boys, quando 105.185 torcedores estiveram presentes no Morumbis. Aquele ano terminou com o Tricolor conquistando o primeiro dos seus três títulos do torneio.

Entre os jogadores, Rogério Ceni é o que mais atuou em Libertadores no Morumbis, com 44 partidas. O ídolo e ex-goleiro também divide a artilharia tricolor em casa na competição com Luís Fabiano, ambos com dez gols marcados. Já os adversários mais vazados pelo São Paulo no estádio são Palmeiras e Alianza Lima, que sofreram nove gols cada.

A marca reforça a força do Tricolor em seus domínios e consolida o Morumbis como um dos palcos mais tradicionais da Libertadores ao longo das décadas.

Agora com foco no Campeonato Brasileiro e fora de seus domínios, o time retorna aos gramados no próximo sábado, às 18h30 (de Brasília), quando visita o Bahia, na Arena Fonte Nova, em confronto válido pela 11ª rodada.

São Paulo afasta segurança após torcedor alegar que foi agredido

Um torcedor do São Paulo alega ter sido agredido com um tapa no rosto por um segurança do clube enquanto tentava tirar uma foto com Luciano no estacionamento do Morumbis após derrota para o Mirassol por 2 a 0, no último sábado. O clube afastou o profissional.

Ao g1, Rogério Santana dos Santos afirmou que estava no local com a família para tentar tirar uma foto com o atacante são-paulino quando um segurança apareceu e passou a questionar o motivo de estarem no local. O profissional, ainda de acordo com o torcedor, ficou exaltado ao ouvir que o grupo esperava pelo jogador.

Segundo ele, a filha mantinha contato com a esposa de Luciano e que, por isso, esperavam o atleta no estacionamento. O segurança, porém, teria se exaltado e chamado a Tropa de Choque em um momento mais quente da discussão. Segundo o São Paulo, a esposa de Luciano não estava no estádio.

Outros cinco seguranças chegaram pouco tempo depois, e o torcedor disse ter tentado conversar com um deles, pedindo a identificação do profissional que havia levantado a voz. A resposta teria vindo em forma de agressão.

Em nota enviada à reportagem, o São Paulo afirma ter tomado conhecimento do caso envolvendo um prestador de serviços terceirizado e o torcedor. Além disso, o clube disse ter afastado o profissional das funções até que as investigações sejam concluídas.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) confirmou que o boletim de ocorrência foi registrado e que, segundo o relato, o homem levou um tapa no rosto e foi perseguido pelo agressor. A filha da vítima, menor de idade, também teria sido ameaçada enquanto filmava a abordagem. A família foi escoltada para fora do local sob xingamentos.

Segundo a SSP, apesar da violência, não foram constatadas lesões aparentes. O caso ainda é investigado pela Polícia Civil.

Delegado afirma que Bobadilla não compareceu à DRAD

O meio-campista Bobadilla, do São Paulo, não compareceu à Delegacia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva (DRAD) nesta quarta-feira, conforme havia sido cogitado de forma informal. A informação foi confirmada por Rodrigo Corrêa Baptista, delegado responsável pela investigação do caso de xenofobia denunciado pelo jogador Navarro, do Talleres.

Segundo Rodrigo, nem o atleta paraguaio nem seus representantes legais se apresentaram até o momento. Com isso, uma intimação formal foi encaminhada ao São Paulo, marcando nova data para o depoimento.

“Até agora, a gente não foi procurado por ele, nem por nenhum advogado que o represente. Informalmente, foi dito que ele se apresentaria hoje aqui na DRAD, mas não compareceu, então pedimos uma ordem de serviço com intimação, que já foi recebido no São Paulo, com agendamento para a próxima sexta-feira, no período da tarde”, declarou o delegado à TNT Sports.

O caso se refere ao episódio ocorrido durante a vitória por 2 a 1 do São Paulo sobre o Talleres, pela fase de grupos da Libertadores, na última terça. Após o segundo gol do Tricolor, Navarro foi às lágrimas após supostamente ser alvo de insultos xenofóbicos por parte de Bobadilla. O jogador venezuelano, inclusive, prestou depoimento ainda no estádio e levou o caso adiante.

Rodrigo Corrêa também destacou a gravidade da acusação: “A gente precisa ouvi-lo nesse inquérito policial. É um crime grave, inafiançável, imprescritível, com pena de 2 a 5 anos, e se a conduta comprometer a investigação criminal, pode agravar a condição dele enquanto investigado. Esperamos que não chegue a esse extremo, temos uma ótima relação de trabalho com os clubes e acreditamos que ele (Bobadilla) vai comparecer nos próximos dias, na data agendada”, completou.

O São Paulo, por sua vez, emitiu uma nota oficial na manhã desta quarta, na qual reforçou seu repúdio a qualquer tipo de discriminação e informou que está colaborando com as autoridades. O clube paulista também prometeu oferecer suporte institucional ao jogador por meio de medidas educativas conduzidas pela área de compliance.

A expectativa é que Bobadilla preste seu depoimento oficialmente nesta sexta-feira, na parte da tarde, conforme o novo agendamento feito pela DRAD.

Federação Venezuelana cobra medidas de Conmebol e Fifa contra Bobadilla

A Federação Venezuelana de Futebol (FVF) se manifestou oficialmente nesta quarta-feira após o episódio entre Bobadilla, do São Paulo, e Navarro, do Talleres, ocorrido durante confronto válido pela fase de grupos da Libertadores.

Por meio de nota, a entidade repudiou com veemência os possíveis insultos sofridos pelo atleta venezuelano e cobrou providências por parte das autoridades e das principais entidades que regem o futebol sul-americano.

“Não é só um ataque a um profissional do esporte, mas sim uma tentativa de menosprezar nossa identidade”, destacou a FVF, que também garantiu já ter encaminhado o caso às “instâncias correspondentes”, dentre elas Conmebol e Fifa.

O lateral Navarro, um dos alvos dos insultos, foi às lágrimas em campo e quase deixou a partida no Morumbis. O volante Bobadilla, do São Paulo, é o acusado, embora tenha negado qualquer ato discriminatório e alegado que reagiu a provocações em um momento de tensão.

A Federação também expressou solidariedade total ao atletas e afirmou que não aceitará o que chamou de um padrão crescente de ofensas contra jogadores venezuelanos: “Esses feitos não são isolados. Atletas do nosso país têm sido alvo de discriminação dentro e fora dos estádios”, completou.

Além de repudiar o ocorrido, a FVF solicitou medidas urgentes e exemplares, tanto para punir os responsáveis como para reforçar os protocolos contra a xenofobia no futebol.

Confira a nota completa divulgada pela FVF

“Desde a Federação Venezuelana de Futebol expressamos nosso mais firme repúdio diante dos atos de xenofobia sofridos pelos nossos jogadores Miguel Navarro e Jhoagny Contreras, ocorridos recentemente.

Nenhuma forma de discriminação cabe no futebol e na sociedade. Rechaçamos de maneira categórica esses ataques que atentam contra os princípios de respeito, inclusão e dignidade humana que promova o esporte.

Lamentavelmente, esses feitos não são isolados. Atletas venezuelanos têm sido objeto de manifestações discriminatórias dentro e fora dos estádios. Como Federação, não seremos indiferentes diante destas agressões que vulneram não só aos nossos atletas, senão o espírito mesmo do esporte.

Levamos esse caso às instâncias correspondentes e solicitamos às autoridades locais, às ligas profissionais e aos organismos internacionais – incluindo CONMEBOL e Fifa – tomar medidas urgentes e exemplares para sancionar essas condutas e reforçar os protocolos de prevenção e denúncia.

Nossa total solidariedade com Miguel e Jhoagny. Não estão sozinhos. Por trás de cada venezuelano tem uma nação que os acompanha, que levanta a voz e que exige respeito.

E que não fique dúvidas: a xenofobia contra um jogador de futebol venezuelano é inaceitável e será sempre enfrentada com a maior firmeza. Não é só um ataque a um profissional do esporte, mas sim uma tentativa de menosprezar nossa identidade. Onde tiver um venezuelano jogando futebol, deve haver respeito”

São Paulo divulga nota oficial sobre caso Bobadilla

Sempre patético e atrasado, o São Paulo divulgou na tarde desta quarta-feira, mais de 12 horas de pois dos fatos, uma nota oficial sobre o caso Bobadilla, que teve ato de xenofobia contra o lateral venezuelano do Talleres no jogo desta terça-feira, no Morumbi, válido pela Libertadores.

Eis a nota:

O São Paulo Futebol Clube, por meio desta nota oficial, reafirma seu compromisso com os princípios de respeito, igualdade e inclusão, pilares fundamentais que norteiam suas atividades esportivas e institucionais.

O São Paulo FC reitera que repudia veementemente qualquer manifestação de discriminação, preconceito ou intolerância, seja ela de natureza racial, étnica, nacional ou de qualquer outra forma.

O Clube permanece à disposição das autoridades e das entidades esportivas para quaisquer esclarecimentos adicionais e reforça seu compromisso contínuo com a promoção de um ambiente esportivo pautado pelo respeito mútuo e pela dignidade humana.

Em relação ao nosso atleta Bobadilla, que, ao longo de sua carreira, não apresentou histórico de conduta disciplinar negativa – ao contrário, sempre pautou sua trajetória pelo profissionalismo – entendemos ser fundamental que o Clube ofereça suporte institucional. O Clube providenciará que ele seja devidamente orientado por meio de medidas educativas que serão conduzidas pela área de compliance.

São Paulo FC

Defender, sim, omitir não. É o mínimo que eu espero.

 

Paulo Pontes

Lucca evolui em tratamento e pode reforçar o São Paulo contra o Bahia

O São Paulo espera ter Lucca de volta no jogo diante do Bahia, sábado, às 18h30 (de Brasília), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pelo Campeonato Brasileiro.

O atacante voltou a treinar com o grupo nos últimos dias e está recuperado de torção no tornozelo direito, sofrida no jogo contra o Grêmio. O local ficou muito inchado e exigiu tratamento em dois períodos no CT da Barra Funda. Ele ficou fora dos jogos contra Náutico, Mirassol e Talleres.

Na partida, o técnico Luis Zubeldía terá dois desfalques certos, já que Alisson e André Silva receberam o terceiro cartão amarelo na rodada passada e não estarão à disposição do treinador.

Contra o Talleres, além de Lucca, o São Paulo teve outros dez desfalques. Veja abaixo a longa lista de problemas do Tricolor na partida da última partida da Conmebol Libertadores:

Alisson (suspenso)
Ruan (dores no joelho);
Lucas Moura (estiramento da cápsula posterior do joelho direito);
Luiz Gustavo (tromboembolismo pulmonar);
Calleri (cirurgia para reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo);
Ferreira (lesão da fáscia plantar do pé esquerdo);
Igor Vinícius (lombalgia);
Marcos Antônio (lesão muscular);
Lucca (entorse no tornozelo direito).
Oscar (edema na região posterior da coxa esquerda);
Cédric Soares (dores na panturrilha direita).

Bobadilla se defende após acusação de xenofobia na Libertadores

Nesta quarta-feira, o meio-campista Bobadilla, do São Paulo, se pronunciou após ter sido acusado de proferir insultos xenofóbicos contra o venezuelano Navarro durante a vitória por 1 a 0, diante do Talleres, pela Libertadores.

“Foi um jogo muito quente, com clima tenso. Depois do nosso segundo gol, troquei palavras com o jogador do Talleres e fui ofendido primeiro. Ele também me tratou com desprezo. Nunca tive a intenção de discriminar ninguém, mas durante aquele momento quente acabei reagindo mal. Queria me desculpar publicamente e pedirei desculpa se encontrá-lo pessoalmente. Desculpas e abraço a todos”, declarou o volante paraguaio, através de suas redes sociais.

O entrevero gerou grande repercussão após a partida, uma vez que Navarro, lateral esquerdo do Talleres, foi às lágrimas no gramado e não queria continuar em campo. O jogador, entretanto, foi demovido da ideia, já que o árbitro não permitiu sua saída.

Após a partida, Bobadilla deixou o Morumbis rapidamente a fim de evitar não só a imprensa e um possível conflito com jogadores do Talleres, mas também a prisão em flagrante. O meio-campista, entretanto, é aguardado para prestar depoimento no DRADE (Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva) nesta quarta.

Navarro, que prestou depoimento no Jecrim (Juizado Especial Criminal), ainda no Morumbis, também se manifestou através das redes sociais, reiterando o ato de xenofobia de Bobadilla e garantindo que “irá lutar até as últimas consequências” devido ao ocorrido.

“Quisera eu ter em minhas mãos a solução da fome que vive meu pais, espero que Deus me dê abundância para poder ajudar. Não creio que se possa fazer muito contra a pobreza mental. Nunca vou me envergonhar de minhas raízes, irei até as últimas consequências frente ao ato de xenofobia que vivi hoje no Brasil pelas mãos de Damián Bobadilla. No futebol não há espaço para discursos de ódio”, escreveu.

Independente aguarda fatos, mas repudia ofensas com “fome e xenofobia”

Nesta quarta-feira, a principal torcida organizada do São Paulo, a Independente, se pronunciou sobre a acusação de xenofobia feita pelo jogador do Talleres contra Bobadilla. O volante tricolor teria dito que Miguel Navarro, zagueiro do clube argentino, era um “venezuelano morto de fome”.

 

Em nota oficial, a organizada esclareceu que irá aguardar “fatos e evidências” antes de condenar o atleta. Porém, citou a gravidade das denúncias envolvendo Bobadilla.

“Não podemos permitir nem tolerar ofensas com o sofrimento alheio, até porque passamos a mesma realidade na nossa terra. O futebol é um agente transformador da sociedade. E precisa continuar sendo, nesses tempos sombrios em que vivemos”, publicou a Independente.

O São Paulo não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido e Bobadilla também não se manifestou. Após a partida, o volante deixou o Morumbis rapidamente a fim de evitar não só a imprensa e um possível conflito com jogadores do Talleres, mas também a prisão em flagrante. O paraguaio, entretanto, é aguardado para prestar depoimento no DRADE (Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva) nesta quarta-feira.

Navarro, por sua vez, se manifestou através das redes sociais, reiterando o ato de xenofobia de Bobadilla e garantindo que “irá lutar até as últimas consequências” devido ao ocorrido nesta terça-feira.

Confira na íntegra a nota da Independente:

“Fome e xenofobia.

Em primeiro lugar, precisamos aguardar os fatos e evidências.

Por hora, sem imagens, é a palavra de um acusando o outro. Pela reação emotiva e copiosa de choro, a tendência total é ter sido verdadeira a declaração.

O futebol é jogador se provocando e xingando o tempo todo. Não podemos ser hipócritas quanto a isso. Tal qual fazem as torcidas rivais.

Agora, quando o assunto vira xenofobia, racismo ou FOME de um povo sofrido, aí muda totalmente de figura.

Se de fato ocorreu cabe, além da punição, uma lição ao Bobadilla.

O Paraguai tem 20% da população em zona de pobreza sendo boa parte pobreza extrema. São 700 mil famintos paraguaios.

E a fome está no Brasil, Argentina, Uruguai e todos países da América do Sul.

Não podemos permitir nem tolerar ofensas com o sofrimento alheio, até porque, passamos a mesma realidade na nossa terra.

O futebol é agente transformador da sociedade.

E precisa continuar sendo, nesses tempos sombrios que vivemos.

Aguardemos a conclusão dos fatos.”

Veja o que pode acontecer com Bobadilla depois de acusação de xenofobia

O volante paraguaio Damián Bobadilla, do São Paulo, pode ser suspenso de competições organizadas pela Conmebol após ter sido acusado de xenofobia pelo lateral-esquerdo venezuelano Miguel Navarro, do Talleres, em partida pela Conmebol Libertadores, no Morumbis.

Segundo Navarro, Bobadilla disse que ele era um “venezuelano morto de fome”. O jogador do Talleres registrou um boletim de ocorrência no estádio. O volante paraguaio, no entanto, deixou o estádio antes de ser procurado pela Polícia Militar para prestar depoimento.

Ainda segundo a PM, caso necessário, ele deve comparecer à DRADE (Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva) nesta quarta-feira.

É o segundo caso de xenofobia na Libertadores deste ano.

No primeiro, em abril, o meia uruguaio Pablo Ceppelini, do Alianza Lima, do Peru, pegou quatro meses de gancho por chamar torcedores do Boca Juniors de “bolivianos”. O crime foi registrado no jogo de volta entre os clubes na pré-Libertadores, em La Bombonera.

Até a última atualização desta notícia, a Conmebol não havia se manifestado sobre as acusações de Navarro contra Bobadilla, assim como o São Paulo.

O Talleres, por meio de uma publicação nas redes sociais, repudiou o caso.

– Nos solidarizamos profundamente com Miguel e com sua família neste momento. Como instituição, levantamos a voz contra qualquer forma de discriminação. Não há lugar para o ódio no futebol.

– O futebol é uma ferramenta de integração, respeito e união entre as culturas. Seguiremos trabalhando para que esses valores prevaleçam dentro e fora do gramado. Miguel, estamos orgulhosos de você suas origens. Todos do Talleres estão com você.

Antes de dar entrevista e confirmar o caso, Navarro também se manifestou nas redes sociais:

– Quisera eu poder ter nas minhas mãos a solução para a fome que vive meu país, espero que Deus me dê abundância para poder ajudar. Não creio que se possa fazer muito sobre a pobreza mental.

– Nunca me envergonharei das minhas raízes, irei até as últimas consequências frente ao ato de xenofobia que vivi hoje no Brasil pelas mãos de Damián Bobadilla. No futebol não há espaço para discursos de ódio.

Navarro chorou em campo
A confusão começou aos 41 minutos do segundo tempo, enquanto o São Paulo comemorava o segundo gol da vitória por 2 a 1, marcado por Luciano.

Bobadilla e Navarro discutiram, e o jogador do Talleres ameaçou deixar o jogo.

Chorando muito, o venezuelano foi consolado até mesmo por jogadores do São Paulo e pelo árbitro, sendo convencido a continuar na partida.