Arboleda define data de retorno ao Brasil para discutir rescisão

O zagueiro Robert Arboleda informou ao São Paulo que retornará ao Brasil no próximo dia 30 de abril, uma quinta-feira, para avançar nas tratativas de rescisão contratual. O jogador está no Equador, seu país natal, desde o dia 4 de abril, data em que deixou de se apresentar ao clube. Desde então, os contatos com o clube foram breves e sem resolução de saída.

Na ocasião do “sumiço”, Arboleda estava relacionado para o confronto diante do Cruzeiro, mas não compareceu ao CT da Barra Funda. Ele acabou cortado da lista para a partida e, desde então, manteve contatos apenas à distância com a diretoria são-paulina.

A ideia inicial do departamento de futebol do São Paulo foi buscar a rescisão por justa causa após o “desaparecimento” do jogador. Internamente, porém, há uma avaliação de insegurança jurídica sobre o caso.

Após consultas a advogados, o clube entende que precisaria de um período maior de ausência (cerca de 30 dias) para sustentar uma eventual disputa na FIFA.

Diante desse cenário, o São Paulo passou a adotar medidas formais para documentar a situação. Até o momento, foram enviadas três notificações ao jogador solicitando seu retorno imediato ao Brasil.

Rescisão amigável travou
O UOL apurou que o clube abriu negociações para uma rescisão amigável e chegou a avançar nas conversas com o estafe do atleta. No entanto, mudanças nas condições propostas pelos representantes de Arboleda fizeram com que as tratativas esfriassem nos últimos dias.

Em meio ao impasse, o São Paulo optou por

manter o pagamento do salário do defensor referente ao mês de abril. A decisão é vista internamente como uma forma de proteção jurídica, visando evitar questionamentos futuros em caso de disputa judicial.

Desde que deixou de se apresentar no CT da Barra Funda, Arboleda não manteve contato com o técnico Roger Machado nem com lideranças do elenco são-paulino.

 

Fonte: Uol

O que o SP pensa sobre as vaias a Roger Machado mesmo em vitórias

Quando o telão do Morumbi anunciou a escalação do São Paulo contra o Juventude e a foto de Roger Machado apareceu, o estádio todo vaiou. Aquele era apenas o prenúncio do que seria a noite do técnico, mesmo diante da vitória da equipe por 1 a 0 na estreia da Copa do Brasil.

As vaias, que incomodaram o clube internamente, foram novamente ouvidas quando Roger subiu as escadas do túnel rumo ao gramado e, depois, se fizeram novamente presentes quando o treinador deixou o campo.

A cúpula são-paulina não entende a proporção que a questão tomou e o que levou a isso. O diagnóstico é que a saída de Crespo, da forma como se deu, com o time na disputa pela liderança do Brasileirão, irritou o torcedor.

Mas não era esperado que culminasse em tamanha rejeição, considerada desproporcional.

O próprio Roger Machado sabia que teria dificuldades em se estabelecer no comando do clube e ganhar a confiança do torcedor, mas não a esse ponto.

– O que eu daria como exemplo para minhas duas filhas se nesse momento de maior dificuldade, de pressão externa, que em alguns momentos me parece um pouco injusta, eu desistisse? Não vou desistir. Sigo trabalhando até quando o presidente e o Rui entenderem que é positivo.

– Claro que esse ambiente externo de pressão ao treinador acaba contaminando o jogo, faz com que os jogadores fiquem ansiosos. Não foi um, nem dois, três, quatro. Foram todos que vieram me dar um abraço e pedir que seguisse firme – contou o técnico.

Durante a partida, o técnico também ouviu gritos de “burro” quando substituiu Luciano por André Silva. Depois, ele explicaria que a mudança se deu por precaução e desgaste.

– Temos um planejamento e ele já vinha de sobrecarga na panturrilha e tomou uma pancada no jogo. Fazemos gestão. Elogiei ele durante a semana porque está cumprindo uma função diferente comigo e se desgasta mais durante o jogo. Foi também pensando que a bola estava passando na área e em colocar mais um finalizador como o André.

Ao apito final, Roger foi xingado pelo torcedor “comum”. A organizada, que protestou contra Rui Costa no CT da Barra Funda diretamente ao presidente, focou apenas no diretor executivo e não ecoou os gritos. No entanto, também não gritaram o nome do novo comandante na escalação, dando lugar ao tradicional “olê, olê, olê, Telê, Telê”.

Roger revela tristeza, abraço de jogadores após vaias

Roger Machado deixou o gramado do Morumbis sob vaias da torcida após a vitória por 1 a 0 sobre o Juventude, no confronto de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Uma consequência do ambiente de pressão que o técnico vivencia no clube.

– Sempre a gente se questiona. O que eu daria como exemplo para minhas duas filhas se nesse momento de maior dificuldade, de pressão externa, que em alguns momentos me parece um pouco injusta, eu desistisse? Não vou desistir – disse Roger.

– Sigo trabalhando até quando o presidente e o Rui entenderem que é positivo. Claro que esse ambiente externo de pressão ao treinador acaba contaminando o jogo, faz com que os jogadores fiquem ansiosos. Não foi um, nem dois, três, quatro. Foram todos que vieram me dar um abraço e pedir que seguisse firme.

– Esse cargo não é meu, eu estou treinador do São Paulo até quando entenderem que seja necessário e possível. Sinto neste momento que presidente, Rui, Rafinha, confiam nesse trabalho.

O São Paulo abriu o placar com gol de Luciano e dominando as investidas, sustentando 65% de posse de bola durante a maior parte do primeiro tempo nesta terça-feira, mas desperdiçou chances, viu o lateral-esquerdo adversário ser expulso no início do segundo tempo e, atuando com um a mais, perdeu ainda um pênalti cobrado por Calleri e defendido pelo goleiro rival.

Roger Machado, porém, tornou-se alvo de vaias da torcida ainda no intervalo e também no fim da partida, deixando o campo dessa forma e ouvindo também xingamentos de “vai tomar…”.

Foi perguntado, portanto, o que estaria sendo feito nos bastidores do clube que o torcedor de fora não estaria vendo.

– Não consigo te dar essa resposta. Gostaria de ouvir do torcedor porque essa manifestação com tanto peso. Não vem agora em função dos resultados e das atuações, foi anterior à minha chegada e só aumentou neste 40 dias.

– Hoje, embora vencendo e poderíamos ter vencido de muito mais, saímos decepcionados de campo pela frustração de não ter feito mais gols e definido uma classificação. É um jogo que saio com sentimento de tristeza. Gostaria de compreender.

– Estou sendo julgado mais do que pelos resultados, contexto do clube também está entrando nessa conta. E aí está ficando pesado. Gera insegurança no jogador. Tenho confiança na reversão. Eu sinceramente nunca vi isso (essa situação), mas acredito na força do trabalho.

Veja outras respostas de Roger Machado
– Importante a gente diferenciar o ambiente interno das pressões externas. O ambiente interno é saudável, preservamos e todos estão envolvidos para que as coisas deem certo. Contexto externo, pressão, acabam de uma certa forma impactando os atletas.

– No jogo da Sul-Americana pedi que os jogadores ficassem mais calmos porque estávamos ansiosos por causa do ambiente externo criado em oposição ao treinador. Isso é ruim para o trabalho e ruim para o São Paulo. Mas são 33 anos nesse lugar.

– Já houve momentos em que estive pressionado, em alguns passou esse gap das pressões e em outros não. Sigo forte e acreditando na reversão desse cenário.

– Contexto do clube, momento, impacta nisso tudo. Forma da minha chegada impacta nisso tudo. Os resultados… são bons, mas atuações podem melhorar. Vou mudando formações e fazendo ajustes para encontrar equilíbrio.

Demora nas substituições
– Com relação à mudança, logo em seguida, não tão em seguida da expulsão, estávamos em cima do adversário. Ele ia ser fechar mais, mas estávamos criando, colocando bola na trave. Deixei um pouco para depois para trazer o Cauly para o segundo homem de meio campo e colocar o Lucca. Talvez tenha demorado um pouco, pode ser.

– Com relação ao Luciano, temos um planejamento que já vinha de sobrecarga na panturrilha e que tomou pancada. Fazemos gestão. Elogiei ele durante a semana porque está cumprindo uma função diferente comigo e se desgasta mais durante o jogo. Foi também pensando que a bola estava passando na área e colocar mais um finalizador como o André. Saída do Luciano foi por essa questão.

Escolha por Tolói
– Sabino ficou ausente um período e no jogo contra o Vasco percebi que ele precisava de um pouco de ritmo. E como foi Tolói estava mais ‘jogado’, nesse sentido, a opção foi por ele.

Jogo de volta, que acontece no dia 13 de maio
– Foi um jogo onde trabalhamos e construímos para ter um placar melhor. Trave salvou duas vezes, goleiro três vezes, perdemos pênalti. O placar é mínimo, mas é de vitória, que poderia ser maior. A frustração para mim é outra, a tristeza é maior que o resultado.

Como lida com o momento
– Tenho divido com a minha esposa e com minhas filhas que esse momento é muito mais que futebol. Está sendo uma experiência de vida maravilhosa.

– Como preservar a saúde? Dormindo bem, se alimentando bem, tendo pessoas ao seu lado que te passam confiança e estando em um ambiente de trabalho interno maravilhoso. Se tem algo que me motiva é o carinho que recebo internamente no CT diariamente. Me faz chegar três horas antes para organizar as atividades, rever a estratégia e dar o melhor treino. Muitas vezes, na batalha, o comandante veste vermelho, que é para ninguém ver que ele está ferido. Seguimos.

Luciano isenta Roger de culpa por vitória magra do São Paulo

Luciano saiu de campo como o autor do único gol do São Paulo na vitória por 1 a 0 sobre o Juventude, na noite desta terça-feira, no Morumbis, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. O Tricolor, entretanto, saiu de campo vaiado pela torcida, e o técnico Roger Machado foi alvo de xingamentos por parte da torcida.

O camisa 10 isentou o treinador e culpou os próprios jogadores pelo resultado magro no placar. O São Paulo teve oportunidades para ampliar a vantagem, mas não foi efetivo nas finalizações. Na reta final, Calleri ainda desperdiçou um pênalti, parando em defesa de Pedro Rocha.

“O professor passa os vídeos, passa tudo para nós, desenhado o que temos que fazer. Se a torcida vaia, cobra, eles estão na razão, mas nós jogadores somos os maiores culpados. Hoje, tivemos chance de fazer dois, três, quatro gols. Fomos infelizes nas finalizações, e isso acaba afetando o treinador. A torcida já não está com tanta paciência, mas o maior culpado hoje fomos nós jogadores”, desabafou o atacante ao Premiere.

A semana do São Paulo já começou conturbada. Após a derrota de virada para o Vasco, membros da Independente, principal organizada tricolor, foram ao SuperCT. Eles cobraram o presidente Harry Massis ainda na entrada pela saída do diretor de futebol, Rui Costa, e depois entraram no local para uma conversa com o elenco.

Além disso, a torcida são-paulina também tem demonstrado impaciência com o trabalho de Roger Machado. Esta não foi a primeira vez que o comandante foi vaiado no Morumbis. Luciano admitiu que a situação não é ideal.

“Acho que os protestos, as coisas que acontecem fora, é claro que atrapalha. Precisamos de uma boa vitória para recuperar a confiança dos jogadores. Espero que venha no sábado”, finalizou o jogador.

O São Paulo de Luciano, agora, volta a campo neste sábado, quando recebe o Mirassol, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola às 21h, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

Situação do confronto
Com o resultado, o São Paulo leva a vantagem mínima para a partida de volta no Rio Grande do Sul e se garante na próxima fase com um empate. Em caso de derrota por um gol de diferença e um consequente empate no agregado, a decisão de quem vai às oitavas de final será nas penalidades máximas.

O duelo de volta entre as equipes está agendado para o próximo dia 13 de maio (quarta-feira), às 19h (de Brasília), no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).

Notas dos jogadores

Rarael: não pegou na bola. Nem para tiro de meta. 5

Lucas Ramon: é nosso melhor lateral . 5

Tolói: sem trabalho algum. 5

Alan Franco: sem trabalho algum. 5

Wendel: apesar de tudo, também não teve grande trabalho. 5

Luan: não teve a quem marcar. 5

Danielzinho: errou muitos passes, mas fez bem a movimentação pelo meio. 5,5

Cauly: esse é grotesco. 2

Arthur: ótima partida, fazendo bem a dobra com Lucas Ramon. 7

Luciano: o melhor em campo. 8

Calleri: duas assistências perfeitas, mas um pênalti perdido. E isso eu não perdoo. 4

Lucca: entrou e não rendeu absolutamente nada. 4

André Silva: jogou pouco tempo. Sem nota

Pedro Ferreira: jogou pouco tempo. Sem nota

Roger: não foi ele quem bateu o pênalti nem perdeu gol cara a cara com o goleiro. O time criou. 6

Paulo Pontes

São Paulo sai sob protestos em vitória sobre o Juventude

Em noite de vaias e xingamentos direcionados ao técnico Roger Machado e ao diretor Rui Costa, o São Paulo bateu o Juventude por 1 a 0 nesta terça-feira, com um jogador a mais, mas saiu vaiado do Morumbis no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Luciano marcou o gol que deu a vitória aos donos da casa. Na reta final da partida, Calleri ainda desperdiçou um pênalti, e o time deixou o campo vaiado.

Vaias para Roger e xingamentos a Rui Costa
A torcida não deixou Roger Machado e Rui Costa, pressionados, passarem em branco. O treinador foi alvo de muitas vaias quando teve seu nome anunciado no telão no momento da escalação e, posteriormente, de cânticos ofensivos, quando o time estava com um a mais e não conseguia produzir, com gritos de “Ei, Roger, vai tomar no c**”.. Já o diretor de futebol foi alvo de xingamentos pouco antes da bola rolar e também no intervalo, com cantos como “Ei, Rui Costa, vai tomar no **”.

Situação no confronto
Com o resultado, o São Paulo leva a vantagem mínima para a partida de volta no Rio Grande do Sul e se garante na próxima fase com um empate. Em caso de derrota por um gol de diferença e um consequente empate no agregado, a decisão de quem vai às oitavas de final será nas penalidades máximas.

O duelo de volta entre as equipes está agendado para o próximo dia 13 de maio (quarta-feira), às 19h (de Brasília), no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).

FICHA TÉCNICA
🔴⚪⚫ SÃO PAULO 1 x 0 JUVENTUDE 🟢⚪
🏆 Competição: Copa do Brasil (jogo de ida da quinta fase)
🏟️ Local: Morumbis, em São Paulo (SP)
📅 Data: 21 de abril de 2026 (terça-feira)
⏰ Horário: 19h15 (de Brasília)
👥 Público: 33.603 pessoas
💰 Renda: R$ 1.142.961,00
🟨 Cartões amarelos: (São Paulo) / Rodrigo Sam, Luan Martins, Mandaca, Maurício Barbieri (Juventude)
🟥 Cartões vermelhos: Diogo Barbosa, aos 03′ do 2ºT (Juventude)

Arbitragem
Árbitro: Lucas Paulo Torezin (PR)
Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Rafael Trombeta (PR)
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)

GOL
⚽ Luciano, aos 32′ do 1ºT (São Paulo)
Escalações
SÃO PAULO: Rafael; Lucas Ramon, Tolói, Sabino e Wendell; Danielzinho, Luan (Lucca) e Luciano (André Silva); Artur, Cauly (Pedro Ferreira) e Calleri.
Técnico: Roger Machado

JUVENTUDE: Pedro Rocha; Rodrigo Sam, Messias e Marcos Paulo (Gabriel Pinheiro); Raí Ramos, Luan Martins (Léo Índio), Raí Silva (Lucas Mineiro), Mandaca (Alisson Safira) e Diogo Barbosa; Manuel Castro e Alan Kardec (Fábio Lima).
Técnico: Maurício Barbieri

 

Como foi o jogo?
Com três minutos de jogo, Luciano cobrou falta na barreira, e a bola foi para escanteio. A primeira cobrança não deu em nada, enquanto a segunda quase terminou em gol. Artur cobrou na primeira trave, a zaga do Juventude furou e a bola sobrou na pequena área, mas a defesa afastou.

Aos 15 minutos, o São Paulo chegou com maior perigo pela primeira vez. Artur cobrou falta para dentro da área e Alan Franco apareceu sozinho para cabecear, mas Pedro Rocha espalmou. Com 23 minutos, Cauly tabelou com Luciano, recebeu de volta na entrada da área e finalizou forte para defesa do goleiro do Juventude. Aos 30 minutos, Cauly cobrou falta da entrada da área direto para fora.

Foi aos 32 minutos que o São Paulo abriu o placar. Artur limpou a marcação de Diogo Barbosa e cruzou na primeira trave. Luciano se antecipou à marcação e cabeceou para o fundo das redes. Dois minutos depois, a defesa do Juventude quase marcou contra após levantamento de Danielzinho, mas a bola passou por cima do gol. Com 38 minutos, o Tricolor quase ampliou. Artur tocou para Calleri, que devolveu, mas o camisa 37 escorregou na finalização e mandou para fora.

Aos 40 minutos, Cauly desperdiçou uma grande chance para o São Paulo. Wendell lançou Calleri, que conseguiu uma ‘casquinha’ de cabeça. Cauly saiu na cara do gol, sozinho com Pedro Rocha, mas não foi bem na definição e parou em defesa do goleiro.

Segundo tempo
Com três minutos de jogo, o Juventude ficou com um a menos. Diogo Barbosa fez dura falta em Luciano e, inicialmente, o árbitro Lucas Paulo Torezin mostrou o amarelo. Após ser chamado pelo VAR e rever o lance no monitor, o juiz entendeu que houve “jogo brusco grave” e decidiu retirar o amarelo e apresentar o vermelho.

Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio, a bola sobrou na segunda trave e Artur finalizou, mas acertou a trave. Na sobra, Calleri bateu para o gol, mas Pedro Rocha se recuperou rapidamente e espalmou. Com 29 minutos, o Tricolor quase ampliou. Luciano deixou de letra para Calleri, que invadiu a área, sozinho, e finalizou por cima do gol.

Já aos 43 minutos, o São Paulo teve um pênalti marcado a seu favor. André Silva cruzou e a bola bateu no braço de Léo Índio dentro da área. Após ser chamado ao VAR, o árbitro Lucas Paulo Torezin assinalou a penalidade. Calleri foi para a cobrança e bateu no canto direito, mas Pedro Rocha foi buscar e defendeu.

Massis não faz promessa, mas dá novo voto de confiança a diretor em ‘Dia D

Presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior e o diretor de futebol do clube, Rui Costa, tiveram uma reunião às vésperas do duelo contra o Juventude. A pressão interna sobre o diretor e o técnico Roger Machado segue elevada.

Novo voto de confiança
O UOL apurou que Massis e Rui se reuniram na segunda-feira em conversa descrita por interlocutores como “sem promessas, mas boa”. No encontro, o presidente deu novo voto de confiança ao executivo em meio ao ambiente turbulento no clube.

Rui, por sua vez, reafirmou internamente apoio ao trabalho de Roger Machado, que também convive com cobranças após a sequência ruim da equipe .

A sinalização de Massis ocorre mesmo com a intensificação da pressão de conselheiros e aliados por mudanças no comando do futebol.

Gestão dividida
Nos bastidores, a diretoria segue sem consenso sobre os rumos do departamento. Há alas que defendem a manutenção de Rui Costa e Roger Machado, enquanto outros grupos pressionam pela entrada de um nome estatutário no futebol.

Parte da avaliação interna é que Rui se tornou alvo político em meio à crise de resultados.

O jogo contra o Juventude, nesta noite, é tratado internamente como relevante para o ambiente e pode ser definitivo em caso de tropeço.

A bola rola às 19h15 (de Brasília), no Morumbis, pela ida da 5ª fase da Copa do Brasil.

Flamengo ultrapassa São Paulo e é o novo líder em ranking do Brasileirão

Mais do que alçar a equipe à segunda colocação do Brasileirão, a vitória do Flamengo por 2 a 0 sobre o Bahia no domingo (19) representou uma marca histórica para o clube. Pela primeira vez, o rubro-negro alcançou a liderança no ranking de pontos conquistados desde que o Campeonato Brasileiro passou a ser por pontos corridos, em 2003.

Com o triunfo sobre o Bahia, o Flamengo chegou aos 1.455 pontos na soma da competição por pontos corridos. A liderança histórica era do São Paulo, que tem 1.454 pontos. Foi a derrota de virada para o Vasco por 2 a1 no fim de semana que permitiu que o rubro-negro chegasse à ponta.

Por levar em conta apenas a soma de pontos, o ranking é dinâmico e pode mudar a cada rodada. Mas, além de ter um ponto a mais do que o São Paulo, o Flamengo tem uma potencial vantagem adicional: tem um jogo a menos do que os paulistas, o que pode fazer com que a distância no ranking aumente.

Em relação aos demais, Flamengo e São Paulo têm grande distância. O terceiro colocado no ranking é o Palmeiras, que tem 100 pontos a menos que o líder.

 

Ranking de pontos conquistados no Brasileirão por pontos corridos (2003-2026):

1. 1455 – Flamengo (905 jogos)
2. 1454 – São Paulo (906 jogos)
3. 1355 – Palmeiras (822 jogos)
4. 1341 – Internacional (868 jogos)
5. 1322 – Corinthians (868 jogos)
6. 1312 – Fluminense (906 jogos)
7. 1297 – Santos (868 jogos)
8. 1289 – Atlético-MG (867 jogos)
9. 1240 – Grêmio (826 jogos)
10. 1212 – Cruzeiro (792 jogos)
11. 1177 – Athletico-PR (830 jogos)
12. 1089 – Botafogo (783 jogos)

Clubes com mais vitórias no período

1. 404 – Flamengo (905 jogos)
2. 402 – São Paulo (906 jogos)
3. 383 – Palmeiras (822 jogos)
4. 371 – Internacional (868 jogos)
5. 360 – Fluminense (906 jogos)
6. 355 – Corinthians (868 jogos)
7. 355 – Santos (868 jogos)
8. 354 – Atlético-MG (867 jogos)
9. 344 – Grêmio (826 jogos)
10. 340 – Cruzeiro (792 jogos)
11. 326 – Athletico-PR (830 jogos)
12. 292 – Botafogo (783 jogos)