Bobadilla volta, e Lucas inicia processo de transição física

Nesta quinta-feira, com novidades, o São Paulo se reapresentou no SuperCT e iniciou a preparação para o duelo com o Mirassol, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola para a partida neste sábado, às 21h (de Brasília), no estádio Brico de Ouro, em Campinas (SP).

O volante Damián Bobadilla, recuperado de uma gastroenterocolite, retornou aos trabalhos e participou de parte das atividades com o restante do elenco. O jogador ainda fez um complemento nas instalações do CT.

Já o meia-atacante Lucas, que sofreu fraturas em duas costelas durante a partida contra o Atlético-MG, no dia 18 de março, foi liberado do departamento médico e iniciou os trabalhos de transição física. Junto a ele, esteve o atacante Ferreira, ausente dos últimos compromissos devido a um edema na região posterior da coxa esquerda.

Como foi o treino?
As atividades começaram com um aquecimento que contou com exercícios de fundamentos técnicos. Na sequência, o técnico Roger Machado orientou um coletivo e encerrou a sessão com repetições de cruzamentos e finalizações.

Os atletas que atuaram por mais tempo contra o Juventude realizaram um outro trabalho, com exercícios focados em recuperação tanto na parte interna quanto no campo.

Enzo Díaz treina separado
Ainda com desgaste muscular elevado, o lateral esquerdo aqueceu junto com o grupo e realizou o restante dos exercícios do treinamento de forma individualizada, nas instalações do CT.

Situação do São Paulo
No último compromisso, o Tricolor Paulista estreou na Copa do Brasil com vitória sobre o Juventude por 1 a 0, no Morumbis. Mesmo assim, gerou insatisfação na torcida, que vaiou o time e o técnico Roger Machado após o apito final.

Já no Campeonato Brasileiro, a equipe são-paulina está na quarta posição, com 20 pontos. Na última rodada, perdeu para o Vasco de virada por 2 a 1, em São Januário, no Rio de Janeiro.

Massis defende Rui Costa e Roger Machado: “Têm o apoio e a confiança”

Em uma declaração enviada à imprensa nesta quinta-feira, o presidente Harry Massis defendeu o trabalho do técnico Roger Machado e de Rui Costa, diretor de futebol do São Paulo.

Massis, em sua declaração, diz que se reuniu com aliados políticos do Tricolor na última quarta-feira e reforçou a importância de união em torno do trabalho de Roger Machado e Rui Costa. Os dois têm sido alvos de protestos da torcida nas redes sociais e no Morumbis.

– Nos reunimos com lideranças do grupo Nova União, que representa mais de 180 conselheiros da instituição. Entendemos que o momento pede união de todos os são-paulinos para que, juntos, consigamos alcançar os resultados que esperamos. É muito importante termos a torcida ao nosso lado, pois são o nosso grande combustível para lutar pelo melhor para a entidade. Queremos reforçar que Rui Costa e Roger Machado têm o apoio e a confiança da gestão e de toda a nossa coalizão no clube – diz Massis.

A torcida do São Paulo protestou, na última terça-feira, antes, durante e depois da vitória por 1 a 0 sobre o Juventude, pela Copa do Brasil.

As manifestações começaram antes mesmo do início da partida. A torcida não gritou o nome de Roger Machado e, depois de cantar por Calleri, foram direto para gritos de “Ei, Rui Costa, vai tomar…” seguido de “Telê, Telê, Telê”, ídolo do clube que morreu há exatamente 20 anos.

No intervalo, novas vaias tomaram as arquibancadas do Morumbis, enquanto o São Paulo vencia por 1 a 0, mas acumulando chances desperdiçadas. Segundos antes do apito final, a torcida tricolor assumiu gritos de “Ei, Roger, vai tomar…”, dessa vez em referência ao treinador, e emendou com vaias ao término da partida.

A organizada no fim ainda puxou novamente os xingamentos ao diretor Rui Costa, e o técnico Roger Machado, descendo sozinho ao túnel, foi vaiado, assim como os jogadores.

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: não confirmo essa reunião. Massis está absolutamente isolado e a reunião teve, no máximo, os 16 integrantes do Vanguarda, seu grupo político.

‘Não há como trabalhar assim’: São Paulo se irrita com críticas a Roger

A diretoria do São Paulo ficou irritada com a reação da torcida na vitória por 1 a 0 sobre o Juventude. A avaliação é que a arquibancada ‘perdeu a mão’ nas críticas a Roger Machado.

“Acima do tom”
O UOL apurou que a cúpula ficou bem incomodada com as inúmeras vaias ao técnico e também ao diretor executivo do clube, Rui Costa. Os gritos hostis no Morumbis começaram antes de a bola rolar, se estenderam a outros momentos durante o jogo e se repetiram logo após o apito final.

Muitos diretores se referiram com ironia às críticas. Um deles perguntando “qual foi o gol que eles perderam?”. Outro destacou o clima pesado gerado pelas hostilidades:

Não há como trabalhar assim

O entendimento é que o descontentamento passou do ponto e que é necessário um trabalho de ‘blindagem’ à dupla nas próximas semanas. Como o UOL informou, o trabalho da gestão é de dar respaldo a ambos.

Bancados
O UOL mostrou nesta segunda-feira que o presidente do clube, Harry Massis Júnior, se reuniu com Rui Costa logo após uma conversa com líderes da maior organizada do clube. O grupo resolveu poupar Roger Machado e pedir apenas a demissão do executivo.

Massis ‘não fez promessas’, mas reafirmou confiança no trabalho do diretor — que assumiu o departamento de futebol em novembro, após a saída de Carlos Belmonte e outros estatutários da Barra Funda.

Acima disso, o principal argumento de defensores da permanência de ambos é que ficar sem treinador e diretor de futebol em meio ao calendário de jogos pré-Copa do Mundo seria ‘manobra suicida’.
A manifestação da organizada contra Rui Costa se dá em um momento em que grupos do Conselho Deliberativo começam a pressionar a gestão por um cargo estatutário no departamento de futebol. A ideia ainda vem sendo rechaçada pela presidência.

Fonte: Uol

Roger tem melhor aproveitamento no SP desde Muricy, há 11 anos

O técnico Roger Machado chegou a 11 jogos no comando do São Paulo com aproveitamento de 57% dos pontos. O número é superior não só a Hernán Crespo, antecessor e maior comparação do momento, mas a todos os treinadores dos últimos 11 anos.

O último treinador com aproveitamento superior ao atual de Roger Machado é Muricy Ramalho, em passagem que durou de 2013 a 2015. O lendário técnico somou 60% dos pontos disputados. Em 111 jogos, foram 60 vitórias, 21 empates e 30 derrotas.

De lá pra cá, o time tricolor foi comandado por 18 treinadores diferentes. Quem mais se aproxima do número de Roger Machado é Diego Aguirre, com 56%. Luis Zubeldía atingiu 55%, enquanto Crespo, em sua primeira passagem, e Dorival Júnior, na segunda passagem, chegaram a 54%.

Atualmente, Roger soma seis vitórias, um empate e quatro derrotas. Apesar do aproveitamento acima de seus antecessores, pesa contra ele o retrospecto no Brasileirão: foram três vitórias, um empate e quatro derrotas até aqui, um aproveitamento de 41,6%.

Para efeito de comparação, Hernán Crespo, dentro da competição nacional e em sua segunda passagem, teve aproveitamento de 56,7%, com 15 vitórias, um empate e 11 derrotas.

Confira o aproveitamento de cada treinador desde Muricy Ramalho
Hernán Crespo (2ª passagem): 51%
Luis Zubeldía: 55%
Thiago Carpini: 50%
Dorival Jr (2ª passagem): 54%
Rogério Ceni (2ª passagem): 55%
Hernán Crespo (1ª passagem): 54%
Fernando Diniz: 55%
Cuca: 47%
Vagner Mancini: 48%
André Jardine: 38%
Diego Aguirre: 56%
Dorival Jr (1ª passagem): 52%
Rogério Ceni (1ª passagem): 50%
Ricardo Gomes: 43%
Edgardo Bauza: 44%
Doriva: 33%
Juan Carlos Osório: 51%

Fonte: Globo Esporte

Com bom início no São Paulo, Artur lidera estatísticas de criação do elenco

Contratado junto ao Botafogo no final de março, Artur tem sido uma grata surpresa desde que chegou ao São Paulo. Titular nas últimas quatro partidas do Tricolor na temporada, o atacante já possui participações importantes na equipe e lidera algumas das principais estatísticas de criação entre os jogadores do elenco.

Desde a chegada de Artur, nenhum atleta do São Paulo tem mais grandes chances criadas (2) ou passes decisivos (15) que o atacante. Além disso, ele possui 34 duelos ganhos com a camisa tricolor e também lidera este quesito entre os jogadores do elenco.

No período, ele também se destaca como o que mais acertou dribles, com 12. Artur ainda é o segundo com maior nota média desde a sua contratação, de acordo com o Sofascore, sendo avaliado em 7,39.

Ao todo, já são sete jogos pelo São Paulo, sendo seis como titular, somando um gol e duas assistências. No último compromisso da equipe, contra o Juventude, na última terça, ele foi o responsável pelo passe para o gol de Luciano, que deu a vitória ao Tricolor por 1 a 0.

Alguém me disse

Júlio Casares, mesmo deposto e futuramente expulso do quadro social do São Paulo, não desiste. E usa um “grande amigo” para causar transtorno político no clube: Themis. O dito (Themis) está espalhando pelos corredores do Morumbi que o grupo de Olten Ayres de Abreu está trabalhando pela expulsão de Vinicius Pinoti e Fábio Mariz, na votação que ocorre nesta quinta-feira no Conselho Deliberativo.

O detalhe é que é exatamente o oposto. O grupo de Olten, pelo que apurei, fechou questão pela absolvição de ambos. O que Themis está fazendo é canalhice (costumeiro), retribuindo ao seu ex-chefe tudo o que ele lhe fez durante os cinco anos que esteve à frente do São Paulo.

Vinicius Pinotti e Fábio Mariz serão absolvidos.

Por falar nisso, Milton Neves Junior já se declarou suspeito para julgar Carlos Belmonte?  Ele é advogado do ex-diretor de Futebol. Portanto, altamente suspeito para julgá-lo no Conselho de Ética.

 

Paulo Pontes

Rui Costa bancou mudança e vinculou o próprio futuro ao sucesso de Roger

O executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa, divide com Roger Machado o peso da insatisfação da torcida. Ambos foram alvos de críticas mesmo após a vitória sobre o Juventude, na terça-feira, pela Copa do Brasil. Entre os protestos, está uma aposta arriscada do dirigente.

Em março, Rui Costa foi um dos principais defensores da demissão de Hernán Crespo, que vinha de uma boa sequência de resultados, mantendo o time no G-4 do Brasileirão, mas havia sido eliminado pelo Palmeiras na semifinal do Paulistão.

A derrota no Choque-Rei foi o estopim para o dirigente optar por um projeto ‘”autoral” após anos dividindo responsabilidades. Só que isso não tem agradado à torcida, que pediu recentemente, na porta do CT da Barra Funda, a demissão do executivo.

Autonomia
Rui Costa foi contratado como diretor executivo do São Paulo em 2021, na gestão de Julio Casares. Por anos, dividiu o comando do futebol com Carlos Belmonte, então diretor da área, demitido em novembro de 2025.

Bem avaliado internamente por sua atuação nos bastidores, ganhou mais autonomia nas decisões do departamento. A leitura interna é de que seu trabalho só pode ser amplamente medido a partir de janeiro deste ano, quando Harry Massis assumiu a presidência e ampliou seu poder no clube.

Massis, antes vice-presidente, herdou a vaga de Casares, que renunciou ao cargo depois de ter aprovado o seu impeachment no Conselho, por gestão temerária.

Do otimismo à incerteza
Na primeira janela de transferências do ano, enfrentou limitações financeiras, apostou em jogadores sem custos de aquisição e fechou o período com seis reforços.

A temporada, que começou sob desconfiança, ganhou fôlego com nomes indicados pela diretoria, como Danielzinho e Lucas Ramon, vindos do Mirassol e rapidamente incorporados ao time titular.

O cenário positivo, porém, foi interrompido com a demissão de Crespo. Internamente, crescia a avaliação de que o trabalho do argentino não teria evolução, percepção reforçada por declarações do técnico, que apontava como meta do São Paulo em 2026 apenas se livrar do rebaixamento.

Ao lado de Rafinha, gerente esportivo que assumiu o cargo nesta temporada, Rui Costa defendeu a Harry Massis a troca de comando por um projeto mais ambicioso. Seu nome preferido era Roger Machado, com quem trabalhou no Grêmio em 2015.

Como diretor executivo do clube gaúcho, participou da montagem do elenco que conquistou a Copa do Brasil de 2016 e a Libertadores de 2017, já sob o comando de Renato Gaúcho. O ciclo, no entanto, teve início com Roger, treinador da equipe entre maio de 2015 e setembro de 2016.

– Eu perguntei ao Roger: você acredita que o São Paulo pode ser campeão? Ele acreditou que é possível. Outros treinadores poderiam dizer outra coisa, mas ele mostrou convicção de que pode conquistar aqui – disse Rui Costa.

Riscos
Na coletiva de apresentação de Roger Machado, em 10 de março, Rui Costa fez questão de estar ao lado do treinador e sustentou que a decisão não estava ligada apenas aos resultados, mas a uma convicção de trabalho.

– Primeiro ponto: nós entendemos que era necessária a mudança. E poderia ser muito mais fácil, no objetivo de autopreservação profissional, porque eu estou sendo muito criticado, eu, o Rafinha e o presidente, esperar que as coisas acontecessem como normalmente acontece: que os resultados fossem ruins, que fossem inconstantes, para fazer a mudança na comissão – disse o dirigente na ocasião.

Desde as primeiras críticas, o dirigente sabia que o desempenho de Roger também impactaria sua permanência no cargo. Em termos figurados, adotou uma postura de “all-in”, ao vincular seu futuro ao sucesso do treinador.

– Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema, sempre corri risco no futebol, e por isso sou executivo há muitos anos (…) Eu não tenho dúvidas de que o torcedor do São Paulo vai se identificar na maneira que o Roger trabalha os valores que o são-paulino mais admira. Isso é questão de tempo.

Rui Costa foi respaldado pela diretoria, que mantém confiança na troca de comando mesmo após o primeiro mês de trabalho. Até aqui, foram 11 jogos, com seis vitórias, um empate e quatro derrotas.

Apesar do apoio interno, parte do Conselho Deliberativo mantém críticas ao trabalho do dirigente nesta temporada, o que aumenta a pressão sobre sua permanência. Os contratos vigentes têm validade até dezembro deste ano.

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: dito isso, rua para os dois.

São Paulo se despede do Morumbi por quase um mês

O São Paulo inicia uma maratona longe do Morumbi, estádio que tem se tornado um ambiente de pressão para a equipe de Roger Machado. Após a vitória sobre o Juventude, o Tricolor ficará cerca de um mês sem atuar em casa. A próxima partida no estádio está marcada para o dia 19 de maio, contra o Millonarios, pela Sul-Americana.

O cantor canadense The Weeknd fará duas apresentações entre os dias 30 de abril e 1º de maio. Por isso, o São Paulo transferiu o mando de campo contra o Mirassol, no dia 25, para o Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Já no dia 3 de maio, o time enfrenta o Bahia no estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista.

No período, serão cinco partidas fora de casa, contra Millonarios, O’Higgins, Corinthians, Juventude e Fluminense, por Sul-Americana, Brasileirão e Copa do Brasil. Como de praxe em eventos no estádio, o gramado do Morumbi passará por tratamento.

Em pouco mais de um mês no comando do São Paulo, Roger Machado soma três vitórias e uma derrota no Morumbis, com 75% de aproveitamento dos pontos possíveis. Apesar do desempenho, o ambiente no estádio tem sido hostil ao treinador.

O técnico foi vaiado antes mesmo da partida contra o Juventude, cenário que se repetiu após o apito final. Situação semelhante já havia ocorrido na vitória sobre o O’Higgins.

— Gostaria de ouvir do torcedor por que essa manifestação com tanto peso. Não vem agora em função dos resultados e das atuações. Foi anterior à minha chegada e só aumentou nestes 40 dias — disse o treinador.

— Estou sendo julgado mais do que pelos resultados. O contexto do clube também entra nessa conta, e aí fica pesado. Isso gera insegurança no jogador. Tenho confiança na reversão. Sinceramente, nunca vivi algo assim, mas acredito na força do trabalho.

O próximo compromisso do São Paulo será o primeiro dessa sequência fora de casa. No sábado, a equipe enfrenta o Mirassol, às 21h, no Brinco de Ouro da Princesa, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A agenda do São Paulo:

25/4 – São Paulo x Mirassol (Brasileirão), em Campinas
28/4 – Millonarios x São Paulo (Sul-Americana), na Colômbia
3/5 – São Paulo x Bahia (Brasileirão), em Bragança Paulista
7/5 – O’Higgins x São Paulo (Sul-Americana), no Chile
10/5 – Corinthians x São Paulo (Brasileirão), em Itaquera
13/5 – Juventude x São Paulo (Copa do Brasil), em Caxias do Sul
16/5 – Fluminense x São Paulo (Brasileirão), no Rio
19/5 – São Paulo x Millonarios (Sul-Americana), no Morumbi

São Paulo busca empate com Athletico-PR no Brasileirão sub-20

Nesta quarta-feira, o São Paulo empatou com o Athletico-PR em 2 a 2, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro sub-20, em jogo disputado no CAT do Caju. O Tricolor abriu o placar em trapalhada da defesa adversária, viu o Furacão passar à frente do placar, mas conseguiu chegar ao empate na etapa final.

Situação da tabela
As duas equipes permanecem na mesma situação na tabela. O Athletico-PR segue em nono e o São Paulo vem logo em seguida, em 10º. Ambos os times têm nove pontos – um a menos que o Bahia, oitavo colocado e primeiro time na zona de classificação ao mata-mata.

📋 Resumo do jogo
⚫🔴⚫ ATHLETICO-PR 2 x 2 SÃO PAULO 🔴⚫⚪
🏆 Competição: Campeonato Brasileiro sub-20 (7ª rodada)
🏟️ Local: CAT do Caju, em Curitiba (PR)
📅 Data: 22 de abril de 2026 (quarta-feira)
⏰ Horário: às 15h (de Brasília)

Gols:

⚽ Gabriel Feitosa [contra], aos 00′ do 1ºT (São Paulo)
⚽ Kayke, aos 03′ do 1ºT (Athletico-PR)
⚽ Kauan Stabelini, aos 24′ do 1ºT (Athletico-PR)
⚽ Gustavo Miranda, aos 32′ do 2ºT (São Paulo)
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Como foi o jogo?
O São Paulo abriu o placar no primeiro lance de ataque da etapa inicial. Após lançamento de Kaio, Gabriel Feitosa foi cabecear para o goleiro, perdeu o tempo da bola e acabou testando para o fundo da própria meta. Três minutos depois, o Athletico-PR respondeu. Kayke fez grande jogada individual, driblou Isac e bateu cruzado para igualar o marcador. A virada veio aos 24, com Kauan Stabelini, aproveitando rebote em finalização de Kayke para marcar com o gol vazio.

No segundo tempo, o jogo ficou mais físico, com poucas chances para os dois lados. O São Paulo aproveitou uma boa oportunidade aos 32 minutos. Após cruzamento de Angelo, Gustavo Miranda chutou de primeira e igualou o marcador. O Athletico-PR criou perigo na reta final, chegando a acertar o travessão, mas o empate se manteve no placar.