
A gestão do presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, tem articulado nos últimos dias a aprovação do balanço financeiro do ano de 2025 da gestão de Julio Casares, que renunciou ao cargo após o processo de impeachment contra ele ter sido aprovado pelo Conselho Deliberativo.
Situação quer aprovar
O UOL apurou que o tema tomou conta dos bastidores da política do clube. Alguns grupos no Conselho Deliberativo tentaram ganhar cargos em diretorias como ‘moeda de troca’ para apoiar a situação com o voto favorável.
Segundo fontes ligadas à presidência, no entanto, os motivos pela articulação para a aprovação das contas mais ligados a fatores de mercado e finanças do que políticos.
A avaliação é que reprovar as contas do ano passado poderia prejudicar a imagem institucional do São Paulo no mercado, derrubar o rating de crédito do clube e encarecer eventuais empréstimos para incremento do capital de giro e alternativas de levantamento de receitas.
Integrantes da situação disseram ao UOL que há expectativa de aprovação. A votação — sob quórum de maioria simples — acontece das 22h (de Brasília) de hoje até 17h de amanhã.
O UOL procurou a assessoria de imprensa do clube e questionou se a gestão Massis entende que o balanço deve ser aprovado; se a gestão Massis entende que apoiar o balanço de uma gestão afastada é positivo; quais as consequências de uma reprovação das contas da gestão anterior.
O clube não respondeu a nenhuma das perguntas e enviou uma nota, reproduzida aqui na íntegra: “o São Paulo Futebol Clube sempre procura as melhores opções do mercado para suas operações financeiras”.
Oposição quer reprovar
Uma ala da oposição do Conselho Deliberativo, no entanto, trabalha pela reprovação do balanço, visto como uma marca da gestão do ex-presidente Casares, que pediu renúncia do cargo em meio ao processo de impeachment, em janeiro.
A avaliação é que reprovar as contas do ex-mandatário pode sinalizar um caminho mais claro para caracterizar gestão temerária e caminhar em direção à expulsão do cartola não só do Conselho Deliberativo, mas também do clube social.
Nesse caso, a Comissão de Ética precisaria julgar a gestão de Casares e recomendar, após deliberação interna, a punição ao ex-presidente, que já é alvo de ações do Ministério Público.
Fonte: Uol
O correto, na minha opinião, seria expulsar do quadro de associados do Clube (não apenas do Conselho!) o Casares, o Douglas, o Carlomagno, a Mara, o Olten, o Dedé… E colaborar MUITO com a Polícia Civil e o Ministério Público.
Porém, reprovar o Balanço seria “um tiro no pé”.
O crédito no mercado financeiro acabaria no dia seguinte e o Clube quebraria.
É um VERGONHA se aprovarem estão varrendo pra debaixo do tapete a sujeirada como sempre fazem.
Enquanto isso a dependente do FROUXÃO do Baby e a dragões da real em berço esplêndido, bando de VENDIDOS!
Conselheiros, diretores e organizadas, todos são VAGABUNDOS, ESCÓRIA da pior espécie.