O Santos recebeu nesta quarta-feira uma resposta da Federação Paulista de Futebol sobre o ofício enviado à entidade na última segunda-feira. O órgão reconheceu dois erros da arbitragem na derrota do Alvinegro Praiano por 3 a 0 para o São Paulo, no último domingo.
O Peixe alegava que Edina Alves Batista deixou de assinalar três pênaltis no clássico. Um sobre Marcos Leonardo, aos 13 minutos da etapa inicial, outro em Ângelo, aos 45, e outro em Eduardo Bauermann, aos 49. A FPF considerou procedente as reclamações dos dois primeiros.
“Essa Ouvidoria de Arbitragem analisou as imagens e constatou que, de fato, o defensor da equipe do São Paulo foi extremamente imprudente e descuidado ao saltar contra o corpo do adversário tocando com o quadril nas costas do atacante santista, não permitindo que o adversário seguisse jogando”, escreveu a entidade sobre o lance em cima do camisa 9.
“O VAR deveria ter feito uma checagem mais apurada no sentido de detectar a infração. Ouvimos os áudios da checagem feita pelo VAR e concluímos que a sequência de escolha das imagens para encontrar o ponto de contato não foi adequada e, por conseguinte, não recomendou uma revisão do lance em questão. Assim, essa Ouvidoria de arbitragem considerou procedentes as argumentações”, completou.
Já sobre o carrinho de Reinaldo em Ângelo, a FPF constatou que a referida disputa foi “limítrofe, pois o defensor fez todos os movimentos para jogar a bola”. No entanto, o órgão reconheceu que existiu um contato com a perna esquerda do atacante do Santos “o que não lhe permitiu seguir na jogada”.
Por fim, a Federação afirmou que irá encaminhar as situações analisadas ao setor de Desenvolvimento da Arbitragem para que sejam realizadas as orientações técnicas com as equipes de arbitragem em questão.
O presidente do Santos, Andres Rueda, lamentou os erros e destacou a importância da FPF reconhecer os equívocos.
“O Santos sempre batalhará por seus direitos. É importante a Federação Paulista reconhecer os erros e trabalhe para que isso não aconteça novamente. Erros como esses não podem acontecer”, afirmou.
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É uma vergonha a política que envolve o VAR!
E não é só aqui no Brasil, não.
No maior campeonato de clubes do mundo acontecem erros gritantes, expostos pelas TVs, e o VAR não “se mexe”. Deixam o lance na interpretação dos árbitros mesmo que pênaltis sejam marcado de forma errada ou deixados de marcar.
Acho que é meio defesa de interesses da classe: o árbitro de vídeo não quer expor o colega. Caso não seja isto, é má intenção pura e simples.
Enfim, uma tecnologia que deveria servir para corrigir erros agora é usada para justificar e acoberta-los . . .