Experiência e liderança: como Miranda pode ajudar o São Paulo

O São Paulo deve anunciar a chegada do zagueiro Miranda ainda neste domingo. Ídolo do Tricolor, o defensor chega no Morumbi depois de uma duas temporadas no futebol chinês, onde defendeu o Jiangsu Suning.

Em duas temporadas na China, ele jogou 28 jogos e marcou dois gols. Além disso, após sua primeira passagem no São Paulo, ele jogou por Atlético de Madrid (ESP) e Internazionale (ITA), além de ter convocações para a Seleção Brasileira. Essa experiência pode ajudar o São Paulo na temporada.

Contando com muitos jogadores da base, a bagagem de Miranda, que já atuou em Champions League e Copa do Mundo, pode ajudar em momentos difíceis na temporada. Além disso, o bom relacionamento com o presidente Julio Casares e o coordenador Muricy Ramalho pode ser um diferencial, ajudando em questões do grupo com a alta cúpula.

Miranda é mais um experiente, podendo orientar o elenco, juntamente com o meia e lateral Daniel Alves e o volante Hernanes.

Dentro de campo, o esquema com três zagueiros de Hernán Crespo também deve facilitar uma adaptação de Miranda. O defensor foi tricampeão brasileiro entre 2006 e 2008 atuando nesse sistema. Inclusive, o jogador deve ser titular, formando a linha com Arboleda e Bruno Alves. Léo deve ser preterido.

– Indica que o clube está se mexendo, queremos um elenco competitivo em todas as linhas. Orejuela e Miranda nos dão essa competência, principalmente nos momentos chaves, com Libertadores, Brasileirão… Estamos completando o elenco devagar, mas dou as boa-vindas a eles – falou Crespo sobre uma possível chegada de Miranda e de Orejuela.

Somando as passagens pelo São Paulo, Miranda tem 128 jogos, com quatro gols marcados. Resta saber se ele será um diferencial e conseguirá repetir o bom desempenho de seu tempo de glórias no Tricolor.

Um comentário em “Experiência e liderança: como Miranda pode ajudar o São Paulo

  1. Já que já está contratado que venha bem e que me faça “queimar a lingua”!
    O Miranda é um excelente profissional, assim como o Hernanes; o Daniel Alves; o Juanfran (e poderia ir enumerando vários outros grandes jogadores que vieram terminar suas carreiras em seus “clubes do coração”).
    O que me torna incrédulo dessas contratações é que são muito caras para um clube endividado como o SP, já que os veterandos não têm mais a força necessária para jogar em alta performance todos os jogos dos campeonatos.
    Tem mais: contratam jogadores que não desequilibram partidas; que não são decisivos em momentos de dificuldades: foram bons jogadores (alguns ainda são razoáveis para os padrões do futebol brasileiro) e só!
    Agora, ninguém vem jogar por um salário médio e real para o futebol brasileiro e para o futebol que apresentam neste momento de encerramento de carreira.
    Segundo a matéria, o Miranda jogou 28 partidas em duas temporadas na China.
    Minha pergunta é: por que tão poucas?
    Lembram o Hernanes, que também não conseguia jogar nem na China e contrataram o cara por uma “bala” mensal?
    Pois é. . .
    Existe o axioma de que “todas as regras têm exceções”.
    Já que tá, que o Miranda seja uma. . .

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