Em entrevista exclusiva ao Müller, ex-jogador do São Paulo e comentarista da TV Gazeta, o presidente Julio Casares atualizou a procura do Tricolor por um patrocinador máster. O espaço principal na camisa está vago desde que o clube não renovou com o Banco Inter.
De acordo com Casares, o São Paulo está realizando encontros frequentes com marcas interessadas, porém busca uma alternativa que esteja compatível com valores pré-determinados pela diretoria.
“A nossa área de marketing está fazendo duas, três reuniões por dia, com várias empresas. Claro que a pandemia e a paralisação do Campeonato Paulista diminuem essa intensidade, mas temos a convicção de que teremos em breve um patrocinador que valorize a nossa camisa”, afirmou Casares.
“Esse manto sagrado não pode ser apenas um uniforme de Fórmula 1 com várias marcas, sem trazer valor agregado. Ele pode ter várias marcas, mas que valorizem o nosso orçamento e tenham um real valor a nossa marca”, completou.
Casares ainda revelou que o São Paulo já recusou algumas propostas, alegando que o valor oferecido não era adequado.
“É difícil de fazer uma previsão, porque independe da nossa vontade. Nós funcionamos de acordo com a crise que estamos vivendo. Quanto mais rápido, melhor. Dentro de valores importantes. Nós já recebemos propostas, mas achamos que são valores incompatíveis com a nossa história”, finalizou.
Fonte: Gazeta Esportiva
“Casares atualiza busca do São Paulo por patrocinador máster.” Ele tá procurando no google?
Casares deveria ir à China que é aonde o dinheiro está. Cheio de empresa chinesa querendo entrar no mercado nacional. Dez milhões de dólares por ano pra eles é dinheiro de pinga. Ficar aqui nesse País falido esperando migalhas não ajudará em nada a reduzir a dívida.
Qual é o valor adequado de investimento para um time:
cujo estádio é obsoleto e que por conseguinte deixou de gerar recursos, apenas despesas;
não consegue um título a 10 anos;
que deve altos valores para seus principais jogadores atuais ou para quem os negociou, sem contar bancos, fornecedores etc…
cujo clube que o dirige não tem gente capacitada para faze-lo;
que enfim já foi um símbolo dentro do futebol brasileiro e que hoje é mero coadjuvante.
Alguém com lucidez não colocaria um tostão nesta empreitada, a não ser que seja um negócio da “China” ou de Hong Kong./