Cartão por simulação e quase gol: a estreia de Galoppo pelo São Paulo

Giuliano Galoppo fez na última quinta-feira sua estreia pelo São Paulo e mostrou que pode ser útil em uma elenco pequeno que disputa três competições simultaneamente.

O meio-campista argentino entrou aos 31 minutos do segundo tempo na partida contra o América-MG no lugar de Luciano e deu boa movimentação ao setor com auxílio à defesa e chegadas em velocidade ao ataque.

Passou a impressão de ter características semelhantes às de Rodrigo Nestor, mas com mais presença na área.

Três minutos depois de ir a campo, o jogador tentou usar a malandragem. Ele simulou ter sido atingido no rosto ao segurar a bola para o América-MG não cobrar falta com agilidade no meio de campo e recebeu cartão amarelo.

O melhor momento aconteceu aos 41 minutos, quando quase. O argentino recebeu passe na entrada da área e finalizou meio mascado. A bola passou muito perto da trave esquerda do Coelho.

Os números de Galoppo:

Finalizações: 1
Faltas recebidas: 1
Passes completos: 9
Passes incompletos: 2

A tendência é de que Galoppo ganhe mais minutos em campo rapidamente. Antes do jogo, Ceni disse que conversou rapidamente com jogador sobre o que esperava dele e a forma de atuar da equipe.

O tempo será curto, mas o treinador terá dois dias para dar mais atenção ao reforço. O São Paulo volta a jogar no domingo, contra o Athletico, às 16h, em Curitiba, pelo Brasileirão.

— Depende do sistema que você faz. Eu acho melhor jogando no tripé. No 4-4-2, pode fazer segundo volante. No 4-2-3-1, joga por dentro. Ele tem passe, qualidade técnica. Treinou muito pouco e tem pouca ciência do time. Ele precisa de tempo. Temos mais dois treinos para analisar. De (camisa) 5, pouco provável. De meia ou de um dos dois lados no tripé. De primeiro (volante) acho difícil — explicou o técnico Rogério Ceni.

2 comentários em “Cartão por simulação e quase gol: a estreia de Galoppo pelo São Paulo

  1. Melhor esperarmos outras apresentações para tirar uma opinião sobre as qualidades desse atleta.
    Uma coisa sobrou latente ontem: não podia perder um gol com a bola rolando em sua direção na marca do pênalti e só com o goleiro à sua frente. Talvez a ansiedade por marcar logo na estreia…

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