À espera de lesionados, time se prepara para jogo decisivo contra o Vasco

O elenco do São Paulo se reapresentou nesta segunda-feira no CT da Barra Funda, dois dias após o empate sem gols com o Palmeiras, no sábado, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O time se prepara para o jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Vasco, quarta-feira, no Rio de Janeiro. O São Paulo tem boa vantagem, já que venceu a partida de ida por 2 a 0 e pode perder por um gol de diferença para avançar.

O zagueiro Arboleda, que se lesionou no confronto de ida – uma contratura muscular –, fez atividades de fisioterapia em campo ao lado de Eder, atacante que também se recupera de uma contusão muscular.

Além deles, o atacante Luciano e o volante Luan também têm sido desfalques da equipe por causa de lesões. Esses dois últimos, porém, têm mais chances de reforçarem o São Paulo na quarta-feira.

Já o meia Benítez e o lateral-esquerdo Welington voltam a ficar à disposição de Hernán Crespo após cumprirem suspensão no jogo contra o Palmeiras, pelo Brasileiro.

No clássico de sábado, Crespo viu mais um atleta deixar o campo machucado. O atacante Marquinhos teve diagnosticado um estiramento na região posterior da coxa esquerda.

Um comentário em “À espera de lesionados, time se prepara para jogo decisivo contra o Vasco

  1. “À espera dos lesionados..” isto é uma vergonha para um clube que já foi referência no futebol brasileiro e até mundial. O futebol profissional do clube efetivamente está jogado às traças. Já não vem tendo a anos um elenco condizente com suas tradições e agora não consegue mantê-lo em condições de jogo. Cada vez mais o clube deixa de ter condições de manter suas origens, ou seja o futebol. Futebol profissional não é mais algo que o clube consiga manter, simplesmente por falta de gente capaz para faze-lo. A separação do futebol profissional do clube social, com administração independente e com participação do sócio torcedor é a única forma do SPFC voltar a ser um vencedor em todos os sentidos. Sócio torcedor hoje tem mais peso moral nos interesses da instituição do que o associado, uma vez que estes últimos são em grande parte (quase 50%) torcedores de outros times, ou nem de futebol são aficionados. Todavia o voto do associado tem o poder de selecionar quem escolherá o dirigente e isto leva a interesses pessoais, financeiros e sociais, ficando o futebol em último plano. Resultado JJ e Cia = fim do futebol modelo.

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