Arboleda recebia do SP no Equador por uma empresa…dele

O contrato feito pelo São Paulo com Arboleda tem diversos pontos, no mínimo, que carecem de explicação à Receita Federal e ao próprio clube. Depois de ter assinado como fiador do zagueiro para renovação do contrato, Júlio Casares fez o São Paulo pagar um pequeno valor do salário do atleta no Brasil e uma grande parte no Equador.

Esse pagamento no País de Arboleda é feito através da empresa ARBOLEDA ESCOBAR MARKETING & SPORT LTDA, que tem R$ 100 mil de capital e endereço na rua Belmonte, 650 – Bela Aliança, São Paulo. O único sócio da empresa é Robert Arboleda. É, no mínimo, absolutamente incoerente e suspeito que uma entidade de prática desportiva brasileira, realize pagamentos à uma empresa igualmente brasileira (com único sócio é Arboleda), regido por contrato submetido à legislação brasileira, mediante transferência de valores para o
Exterior.

Análise feita no contrato fraudulento e a dinâmica remuneratória de Arboleda indicam que os valores referentes ao direito de imagem vêm sendo direcionados à Arboleda Escobar Marketing & Sport, que cede a outra empresa individual, de José Alberto Chamorro Parrales.

É bom deixar claro que é legal  um atleta registrado no Brasil receberseu salário em uma conta no exterior, desde que o pagamento seja registrado contabilmente no Brasil e as obrigações fiscais sejam cumpridas. Não existe uma proibição legal direta para o uso de contas estrangeiras, mas há regras rígidas sobre como esse dinheiro deve ser tratado para não ser considerado “salário por fora” ou fraude.

O problema maior, entanto, está na estrutura contratual que foi adotada, autorizada e operacionalizada pelo São Paulo FC, na gestão Júlio Casares. Isso evidencia não apenas um mecanismo de otimização tributária, mas, principalmente, um arranjo destinado a impedir a circulação de valores na pessoa física de Arboleda, permitindo aparentar uma insolvência artificial, ao mesmo tempo em que canaliza suas receitas para pessoa jurídica de sua exclusiva titularidade e de seu empresário.

Os dados que expus acima estão na ação movida contra Arboleda, que culminou com o bloqueio de suas contas (R$ 12 mil reais na conta corrente) e de seu Porsche. O São Paulo admite que vai agir como avalista, definido que foi por Júlio Casares na renovação de contrato, para resolver a pendência e tentar, a partir daí, rescindir o contrato de Arboleda.

 

Paulo Pontes

Semana tem dobradinha de jogos em casa e estreia na Copa do Brasil

Após a derrota para o Vasco da Gama por 2 a 1, no último sábado, em São Januário, pela 12ª rodada do Brasileirão, o São Paulo volta suas atenções para a sequência da temporada. O Tricolor terá uma semana sem viagens, com duas partidas consecutivas como mandante. A partir desta segunda-feira, a equipe inicia a preparação para o próximo compromisso, válido pela estreia na Copa do Brasil.

O São Paulo já volta a campo nesta terça-feira, quando recebe o Juventude, no Morumbis, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. A partida está marcada para as 19h15 (de Brasília).

Para o duelo com a equipe gaúcha, a tendência é que o time mantenha os mesmos quatro desfalques. Marcos Antônio (lesão no reto femoral da coxa direita), Ferreira (edema na região posterior da coxa esquerda), Pablo Maia (fraturas na face) e Lucas Moura (fraturas nas costelas) seguem como ausências. Já Bobadilla virou dúvida após um quadro de gastroenterocolite aguda.

Por outro lado, o Tricolor contará com os retornos de Rafael Tolói e Lucas Ramon, que cumpriram suspensão contra o Vasco.

Depois do confronto com o Juventude, o São Paulo volta a focar no Campeonato Brasileiro. No sábado, a equipe recebe o Mirassol, novamente no Morumbis, às 21h. Para essa partida, além dos lesionados, o Tricolor terá mais um desfalque: o zagueiro Alan Franco, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos.

 

Bobadilla tem indisposição, vai ao hospital e vira dúvida no São Paulo

O volante Bobadilla foi ausência no treino do São Paulo na manhã deste domingo (19), no CT da Barra Funda. Ele foi encaminhado ao Einstein Hospital Israelita após retornar do Rio de Janeiro com uma indisposição e foi diagnosticado com um quadro de gastroenterocolite aguda.

O paraguaio não está descartado para o jogo desta terça-feira (21), às 19h15, contra o Juventude, pela Copa do Brasil. Ele já iniciou tratamento dos sintomas e é visto pelo clube como dúvida.

Ele deixou São Januário tomando soro, viajou já tomando medicação e nesta manhã foi ao hospital para exames. Sua utilização na partida vai depender da melhora do quadro.

Se ficar fora, Bobadilla será o terceiro desfalque de Roger Machado para o setor de meio: Pablo Maia, com um fratura no rosto, e Marcos Antônio, com uma lesão muscular na coxa, já estão fora. O técnico teria Luan e Negrucci como primeiras opções no banco de reservas.

No treino desta manhã, os atletas foram divididos em dois grupos: os titulares fizeram trabalhos regenerativos, enquanto os demais foram ao gramado para trabalhos físicos e um confronto 11 contra 11 dividido em dois tempos.

O time ainda trabalha nesta segunda-feira (20) antes do duelo pela Copa do Brasil. Em relação ao último jogo, Lucas Ramon e Rafael Tolói voltam a ficar à disposição após cumprirem suspensão.

 

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: começou.

Pressão aumenta, mas diretoria blinda vestiário e banca Roger Machado

A pressão sobre o técnico Roger Machado já é palpável, mas presidência e diretoria de futebol do São Paulo estão alinhadas e querem a manutenção do treinador após a derrota de virada para o Vasco por 2 a 1, no sábado, pela 12ª rodada do Brasileirão.

Não há reuniões marcadas para reavaliação do cenário ou futuro do clube. A cúpula são-paulina conversou rapidamente na noite da derrota e manteve a linha de pensamento de respaldar Roger Machado.

Nos bastidores, o ambiente no vestiário no Rio de Janeiro foi de lamentação pelo que definiram como uma “derrota dolorosa”, mas sem que nenhuma pressão por mudança entrasse no ambiente.

A pressão maior ocorre diretamente ao presidente Harry Massis e parte de lideranças importantes do Conselho Deliberativo do clube. Pessoas próximas afirmam que o cartola se incomoda com as críticas pela decisão tomada, mas segue confiando nas conversas que teve e levaram à decisão da troca no comando técnico.

Roger Machado segue com total apoio do diretor executivo Rui Costa, que tem o futuro atrelado ao do treinador: ou ficam os dois, ou saem ambos.

Para demitir o comandante, Massis teria que reconstruir o Departamento de Futebol como um todo. A permanência de Rafinha nesse cenário é vista como incerta, ainda que mais provável do que a de Rui Costa.

O São Paulo volta a campo na terça-feira, às 19h15, no Morumbi, contra o Juventude, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil.

Entenda como Roger planeja gerir elenco antes da pausa para a Copa

Com mais 12 compromissos até a pausa para a Copa do Mundo, o técnico Roger Machado terá dificuldades para administrar o elenco do São Paulo. Disputando Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana, o comandante falou sobre seus planos de gestão do grupo até a paralisação.

“Abril é sempre um mês em que as competições se acavalam. E este ano, ainda com a Copa do Mundo, a temporada ficou mais condensada. Precisamos fazer essa gestão dos jogadores, principalmente para recuperá-los”, disse o treinador.

Desde março no São Paulo, Roger Machado completou 10 partidas pelo Tricolor no último sábado. O comandante viu a virada do Vasco da Gama por 2 a 1 e está pressionado no cargo, apesar de um início considerado eficiente. Ao todo, soma cinco vitórias, um empate e quatro derrotas, com 53,3% de aproveitamento.

Roger também explicou o comportamento do time nas diferentes competições. Após estrear com duas vitórias consecutivas, contra Chapecoense e Red Bull Bragantino, a equipe engatou uma sequência de três jogos sem vencer. Na sequência, voltou a ganhar dois jogos na Sul-Americana, mas somou uma vitória e duas derrotas no Brasileirão.

“Por vezes, temos equilíbrio em uma competição e não em outra. Nesse caso, o bom início no Brasileiro fez com que focássemos na Sul-Americana. Temos que continuar nessa gestão até a parada para a Copa”, completou.

Agora, o cenário pode mudar para o São Paulo. Caso Bahia ou Athletico Paranaense vençam, a equipe deixará o G4 nesta rodada. Por outro lado, se ambos perderem, o Tricolor ainda assim encerrará a rodada nove pontos atrás do Palmeiras, líder do Brasileirão, e seis atrás do Flamengo, segundo colocado.

Rádio São Paulo faz Especial Musical com Miss CharFutur

A Rádio São Paulo apresenta neste final de semana seu Especial Musical. Vamos trazer a cantora Miss CharFutur, certamente desconhecida do imenso público ouvinte da nossa emissora, mas que está explodindo nas redes sociais com seu primeiro álbum, gravado em 2026. Cantora americana, de origem asiática, extremamente romântica.

Sexta-feira, às 10h e 20h

Sábado, às 10h e 20h

Domingo, às 10h e 20h

 

Paulo Pontes

Alan Franco recebe o terceiro cartão amarelo e é desfalque contra o Mirassol

O São Paulo tem um desfalque para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Alan Franco recebeu o terceiro cartão amarelo na derrota por 2 a 1 contra o Vasco, neste sábado, em São Januário, e cumprirá suspensão automática.

O compromisso seguinte do Tricolor no torneio será no dia 25, contra o Mirassol, às 21h, em Campinas. O duelo acontecerá no Brinco de Ouro, estádio do Guarani, já que o Morumbis receberá show do artista “The Weeknd” no mesmo dia.

Além do zagueiro argentino, Cédric também recebeu cartão amarelo no jogo contra o Vasco, no Rio de Janeiro. O lateral-direito, contudo, não estava pendurado.

Com a derrota, o São Paulo estacionou nos 20 pontos e desperdiçou a oportunidade de assumir a vice-liderança do Brasileirão, mesmo que de maneira provisória.

Roger evita culpar arbitragem e aponta “instabilidade” na derrota

Roger Machado viu dois tempos totalmente diferentes do São Paulo na derrota de virada por 2 a 1 para o Vasco, neste sábado, em São Januário. O treinador lamentou muito o resultado que fez o time desperdiçar a chance de assumir a vice-liderança do Campeonato Brasileiro.

De acordo com Roger, o São Paulo soube neutralizar as investidas do Vasco e atacava bem nos contra-ataques. Na volta do intervalo, contudo, o time recuou demais e não conseguiu imprimir a mesma velocidade nas investidas.

— A gente conseguiu, dentro da característica do jogo, que era de busca de contra-ataque, o Calleri segurando a primeira bola e conseguindo construir. Conseguimos o nosso gol e tivemos pelo menos mais uma oportunidade de sair vencedor, já no segundo tempo. Mas, diante da mesma característica que o Vasco se propôs no primeiro tempo, com dois pontas abertos, seguiu lançando as bolas na área — disse, antes de completar:

— Em função de a gente defender um pouco mais baixo, não conseguimos conectar os contra-ataques que levassem o Vasco para dentro do seu campo novamente. Os dois gols foram diferentes, mas tiveram a mesma origem, os cruzamentos laterais. Não foi por iniciativa, o Vasco nos empurrou e não conseguimos encaixar contra-ataques. As substituições foram nessa direção, com o Tapia, um jogo mais físico, mas não foi possível. Uma derrota que a gente lamenta muito. Um primeiro tempo bom, e um segundo tempo muito abaixo — analisou.

O treinador revelou que o grande foco da preparação tinha sido os cruzamentos. Porém, o São Paulo acabou sofrendo os dois gols com origem nas bolas aéreas. Primeiro no pênalti cometido por Calleri, depois com Andrés Gómez, após “bate-rebate” dentro da área.

A entrada de mais um atacante no Vasco fez com que o São Paulo recuasse e parasse de ameaçar os mandantes nos contra-ataques. Mais confortáveis, os comandados de Renato Gaúcho cruzaram mais de 20 vezes e encontraram a vitória.

A gente preparou o time sabendo que o Vasco é o time que mais cruza a bola na área do adversário. No primeiro tempo, a gente conseguiu neutralizar boa parte das jogadas, ou fazendo dobras pelos lados ou bem posicionados dentro da área. No segundo tempo, com um ponta a mais no campo, o Vasco teve mais alternância pelos dois lados e a gente teve mais dificuldades.

A pressão para cima do resultado de Roger Machado aumenta com o resultado adverso. Após bom início, o São Paulo venceu apenas um dos últimos seis compromissos no Campeonato Brasileiro e está com 20 pontos.

Não há tempo para lamentar o revés. A equipe precisa virar a chave, porque inicia a campanha na Copa do Brasil nesta terça-feira, às 19h15, contra o Juventude. O duelo é válido pela quinta fase e será disputado no Brinco de Ouro, em Campinas.

Calleri critica postura do São Paulo e pede desculpas após derrota

O São Paulo perdeu para o Vasco de virada, por 2 a 1, na noite deste sábado. O atacante Jonathan Calleri, um dos líderes do elenco, pediu desculpas à torcida após o resultado e criticou a postura da equipe durante a partida.

“Começamos bem o jogo, fizemos o gol cedo, mas ficamos recuando cada vez mais. Ficamos atrás, ficamos levando o rival cada vez mais perto do nosso gol”, disse Calleri, em entrevista ao Prime Video.

O Tricolor abriu o placar aos 10 minutos do primeiro tempo. Após lançamento de Rafael, Calleri finalizou, parou em Léo Jardim e, no rebote, Luciano marcou.

Depois disso, o Vasco assumiu o controle do jogo. A equipe pressionou e chegou ao empate na metade do segundo tempo, em pênalti cometido por Calleri. O argentino tocou com o braço na bola durante cobrança de escanteio.

“Um pênalti que pegou na minha mão, não vi. É inevitável que quando você traz o time deles na área, eles ficam perto de fazer o gol. É um erro nosso recuar tanto, jogamos algo totalmente diferente do que o treinador treina na semana”, continuou.

“Perdi (um gol), depois a gente tomou dois. Saio com uma derrota muito furiosa. Não é como a gente quer jogar, o treinador havia feito outro planejamento de jogo e a gente ficou recuando tanto, que inevitavelmente, tomamos dois gols”, completou.

O resultado aumenta a pressão sobre o técnico Roger Machado, que chegou ao clube em março. Em dez jogos no comando, soma cinco vitórias, um empate e quatro derrotas.

Reclamações válidas
Por fim, Calleri reconheceu as críticas da torcida e voltou a pedir desculpas pelo desempenho da equipe.

“O torcedor está certo em reclamar da gente pelo que a gente entregou hoje. Não conseguimos ter muito a bola e não tivemos muitas chances de gol. E aí, é como falei. Quando chegam 30 ou 40 vezes perto do gol, tem mais probabilidade de passar. Pedimos desculpas ao torcedor”, concluiu.