São Paulo anuncia a demissão do técnico de basquete Guerrinha

Nesta quarta-feira, o São Paulo informou que o técnico Jorge Guerra, o Guerrinha, não seguirá no comando do Basquete Tricolor. Ele treinava a equipe desde 2024.

O treinador deixa o São Paulo após uma campanha decepcionante na temporada de 2023-24 do NBB (Novo Basquete Brasil). A equipe ocupa a 14ª posição na tabela, com 11 vitórias e 21 derrotas.

Além do Tricolor, Jorge Guerra já comandou o Bauru Basket em duas oportunidades (2008 até 2015 e 2021 até 2023) e o Mogi Basquete (2016 até 2021).

O próximo compromisso do São Paulo no NBB é neste sábado, contra o Minas, em casa, às 17h10 (de Brasília).

Confira a nota do São Paulo na íntegra:

O São Paulo Futebol Clube informa que Jorge Guerra (Guerrinha) não seguirá no comando técnico do Basquete Tricolor.

O São Paulo Futebol Clube e a Diretoria de Basquete agradecem ao treinador por sua contribuição e comprometimento defendendo as cores do Tricolor e desejamos sorte em seus futuros desafios profissionais.

São Paulo recebe Alianza Lima pela Libertadores

Nesta quinta-feira, em confronto válido pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores, o São Paulo recebe o Alianza Lima, no Morumbi, às 21h30 (de Brasília).

O São Paulo visitou o Atlético-MG, o último domingo, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, no Mineirão. Com o resultado, a equipe segue sem vencer pela competição. O Tricolor se encontra com dois pontos somados, na 14ª posição.

Já pela estreia da Libertadores, o São Paulo venceu o Talleres por 1 a 0, no estádio Mario Alberto Kempes, na Argentina, e aparece na segunda colocação do Grupo D, com três pontos. Caso derrote o Alianza por três gols de diferença, a equipe comandada por Zubeldía assume a ponta da chave.

Para o duelo, Lucas (dores no joelho direito), Oscar (lesão muscular na coxa esquerda), Pablo Maia (lesão ligamentar no tornozelo direito) e Luiz Gustavo (tromboembolismo pulmonar) seguem como desfalques.

Do outro lado, o Alianza Lima ocupa a terceira colocação do grupo, com nenhum ponto somado, e tenta conquistar sua primeira vitória na competição continental. Já no Campeonato Peruano, possui 13 pontos, na quarta posição.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X ALIANZA LIMA

Local: Morumbi, em São Paulo, SP
Data: 10 de abril de 2025, quinta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Alexis Herrera
Assistentes: Lubin Torrealba e Alberto Ponte
VAR: Carlos Orbe

SÃO PAULO: Rafael; Ferraresi, Arboleda, Alan Franco, Wendell (Enzo Diaz); Alisson, Marcos Antônio; Cédric, Luciano, Ferreira; Calleri
Técnico: Zubeldía

ALIANZA LIMA: Vizcarra; Huamán, Zambrano, Garcés, Trauco; Castillo, Lavandeira, Noriega, Quevedo; Barcos, Succar
Técnico: Néstor Gorosito

São Paulo finaliza preparação para Libertadores e recebe visita de Rafinha

O São Paulo finalizou na manhã desta quinta-feira a preparação para o jogo contra o Alianza Lima-PER, quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), pela segunda rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores.

Ex-capitão do Tricolor, o lateral-direito Rafinha acompanhou a atividade e fez uma visita aos jogadores. Ele deixou o clube na virada para 2025, jogou o Estadual pelo Coritiba e agora virou comentarista.

Em campo, o técnico Luis Zubeldía seguiu com os desfalques da semana: Lucas Moura e Oscar, que tratam lesões, e Luiz Gustavo, que seguirá alguns dias afastado por um quadro de tromboembolismo pulmonar. Ele visitou o CT para conversar com os companheiros e comissão técnica.

Caso mantenha a base que enfrentou o Atlético-MG, o São Paulo pode jogar com Rafael, Ferraresi, Arboleda e Alan Franco; Cédric, Alisson, Marcos Antônio, Luciano e Wendell (Enzo Díaz); Ferreira e Calleri (André Silva).

Com uma vitória por 1 a 0 na estreia, em Córdoba, na Argentina, diante do Talleres, o São Paulo chega para o seu primeiro compromisso em casa com o apoio de mais de 40 mil torcedores para se manter na disputa pela primeira posição do Grupo D, que já tem o Libertad-PAR com seis pontos.

São Paulo encara o Náutico pela 3ª Fase da Copa do Brasil

A CBF sorteou nesta quarta-feira os  confrontos da Copa do Brasil. O São Paulo vai encarar o Náutico de Recife. O primeiro jogo será no Morumbi e a volta nos Aflitos (ou na Arena).  Quem passar por essa fase e chegar às oitavas de final recebe uma premiação de R$ 3,6  milhões. Por estar nessa fase, a premiação é de R$ 2,3 milhões.

Nesta fase são dois jogos, ida e volta. Em caso de dois resultados iguais, a decisão será por penalidades.

O atual campeão da Copa do Brasil é o Flamengo. O São Paulo foi campeão da Copa do  Brasil em 2023.

Entraram no sorteio dos grupos:

  • Os times que conquistaram vaga de forma direta entram na disputa: Botafogo, Palmeiras, Bahia, Internacional, Flamengo, São Paulo, Fortaleza e Corinthians (via Libertadores), CRB (vice-campeão da Copa do Nordeste 2024), Paysandu (campeão da Copa Verde 2024), Santos (campeão da Série B 2024) e Cruzeiro (via Brasileiro 2024).
  • Os 20 times que avançaram na segunda fase: Aparecidense-GO, Athletico, Atlético-MG, Botafogo-PB, Brusque, Capital-DF, Ceará, Criciúma, CSA, Fluminense, Grêmio, Maracanã-CE, Maringá, Náutico, Novorizontino, Operário-PR, Red Bull Bragantino, Retrô-PE, Vasco e Vila Nova.

Veja os jogos:

Operário-PR x Vasco

Fluminense x Aparecidense

Payssandu x Bahia

Botafogo x Capital-DF

Internacional x Maracanã-CE

Retrô-PE x Fortaleza

Brusque x Athletico-PR

Ceará x Palmeiras

Maringá x Atlético-MG

Botafogo-PB x Flamengo

São Paulo x Náutico

Cruzeiro x Vila Nova

Santos x CRB

Novorizontino x Corinthians

Criciúma x RB Bragantino

CSA x Grêmio

Os jogos serão realizados nos dias 30 de abril e 20 de maio.

 

 

Paulo Pontes

Marcio Calomagno sobre a dívida do São Paulo: “FIDC não é solução”

O São Paulo terminou 2024 no vermelho, com aumento de dívida e em meio a uma crise financeira. De acordo com o balanço financeiro aprovado pelo Conselho Deliberativo na última terça-feira, em reunião no Morumbis, foram R$ 287 milhões de déficit, mesmo com R$ 731 milhões de arrecadação.

O clube, diante do cenário, tem se movimentado para estancar sangramentos, diminuindo gastos e tentando ser mais certeiro no mercado. Uma das medidas foi a criação do fundo de investimentos para levantar R$ 240 milhões e quitar dívidas financeiras, que atrapalhavam o fluxo de caixa tricolor.

O superintendente geral do São Paulo, Márcio Carlomagno, admitiu ao ge que a situação está longe de ser das melhores. Ciente disso, o dirigente falou, também, sobre ações para conter a crise financeira; o que, na visão do clube, causou o déficit do ano passado; e como o Tricolor tem se preparado para o futuro.

ge: Márcio, gostaria que você falasse um pouco sobre o balanço, que tem um número alto de déficit, de aumento de dívida… Qual é a análise da gestão em relação a isso?

— Quando o Júlio (Casares) assume para este triênio, ele adota um novo engajamento para os próximos três anos. Quando assume no primeiro triênio, a nossa busca era terminar com a fila dos títulos, recuperar a imagem de vencedor e fazer investimentos. Todo mundo esquece, mas ele assume num momento de muita restrição da pandemia. No nosso primeiro título, a torcida estava fora e o estádio estava vazio. Fazemos a final com patrocínio pontual.

— Então, há um investimento dentro das nossas condições para que o São Paulo voltasse a brilhar. Isso acaba gerando bons frutos, que é o caso do crescimento da nossa receita, mas também causou o crescimento das nossas despesas. No último ano em particular, tem três condições que foram motivos de força maior.

— Tivemos ativos que acabaram se lesionando, isso faz parte do esporte de alto rendimento. Outro ponto importante foi que sofremos revezes em ações da indústria, recolhimento de taxas, ISS (Imposto sobre Serviços)… Uma nova taxa dentro do nosso borderô. Tem a parte contábil. O investimento da base passou a figurar como despesa, não mais como investimento, no balanço.

— E tem a parte esportiva. Fomos eliminados para o vice da Copa do Brasil e para o campeão da Libertadores. Teve contusões e tivemos de reforçar o elenco para tentar chegar às finais. Há esse descompasso, mas há o investimento para chegarmos no resultado esportivo positivo. Por tudo o que passamos em 2023, iniciarmos 2024 com a Supercopa, acho que isso mostrou que temos um bom elenco, competitivo.

ge: E o que vocês estão fazendo para conter esse avanço da dívida?

— Durante o ano, começamos a perceber movimentações históricas do São Paulo. Nossos contratos sempre foram de curto prazo. E aí criamos por meio do marketing a ideia de alongar os contratos pensando no centenário.

— Outro ponto é a dívida com os bancos. O São Paulo estava a todo momento tomando dinheiro no mercado sempre com mais taxas. Com a criação do fundo, estabilizamos esse crescimento. Para os bancos fazerem negócio de forma hibrida com o fundo, têm de apresentar uma taxa melhor.

— Antecipávamos 100% dos contratos, muitas vezes, e pagávamos o débito do passado. Com o fundo, estamos fazendo diferente. Pegamos alguns ativos futuros, mas preservamos 40% no vencimento desses ativos, o que vai nos ensinar a fazer fluxo de caixa. É doloroso? É. É doído? É. Mas depende de muita gente mudar o “start” interno. Estamos conseguindo. Passo a passo.

— Primeiro quadrante é sobreviver até 31 de agosto, quando fecha a janela de atletas, para ver como estaremos posicionados nos campeonatos, também. Estamos pensando nisso. O resultado precisa ser imediato. Estamos criando formas diferentes para termos métricas de cobranças quase mensais.

ge: Mas você acha que esse ano já pode ser melhor?

— Esse ano estamos trabalhando para ser positivo. Acho que é importante as pessoas saberem que o fundo não é a solução. É um dos passos para a nossa solução. A solução está mais na reestruturação de educação financeira, de entender o São Paulo como uma empresa que precisa dar superávit, ser lucrativa. Não importa o formato da instituição. Estamos num mercado capitalista e precisamos dar superávit. Não temos espaço para o ano não ser melhor. Esportiva e financeiramente.

— E acho que o grande passo esse ano é estagnarmos como está o clube. Deixarmos o clube com o endividamento estabilizado, receitas para o futuro, projeções de fluxo de caixa para o futuro, também. E o futebol fazer janelas criativas como no início de ano. O futebol está empenhado em fazer janelas cada vez mais enxutas, mas melhores em termos de resultado.

— O engajamento do torcedor resultou em três títulos. O que fizemos na Copa do Brasil tem competência da gestão, mas muito engajamento da torcida. A torcida abraçou o time. E tentar nos comunicar com a torcida de forma verdadeira só melhora isso. Se a torcida entender nosso momento e tiver engajamento junto com o time, e é um time bom, isso já foi provado várias vezes, temos tudo para terminar o ano de maneira positiva.

ge: Nas redes sociais, muitos torcedores são críticos em relação à gestão, principalmente por causa desses problemas financeiros, aumento de dívida… Entre essas críticas, o que vocês absorvem e consideram que pode ter ajudado o clube a mudar a rota?

— Boa pergunta. Algumas coisas machucam porque muitas vezes não têm profundidade. Mas algumas críticas acabaram passando para a gente esse momento de reestruturar o clube inteiro. Precisávamos mudar o nosso conceito. Muito se fala de profissionalismo no futebol.

— Todas as áreas são profissionais. Então, trouxemos para dentro essas críticas do não-profissionalismo, trazendo gente competente, e criando processos extremamente profissionais, para resolver o problema em médio e longo prazo.

ge: Você não acredita que o São Paulo poderia ter começado antes esse processo para estancar a dívida, profissionalizar mais? Essa é uma das maiores críticas entre os torcedores.

— Não tínhamos essa condição (de começar a cortar gastos antes). Os títulos nos deram credibilidade com o mercado de capitais. Nosso primeiro movimento é com o mercado de capitais. Muito se engana quem fala que o fundo colocou obrigações. Não. Fomos nós que criamos uma cartilha de direcionamento. Tem um ponto crucial.

— A nossa marca sempre foi grande, reconhecida, mas no ponto de vista de receita ela estava pequena. Quando investimos, e isso é normal quando você expande a empresa, a despesa cresce também. Quando há esse grande investimento para buscarmos nossa credibilidade abriu espaço para contratos milionários. Essa credibilidade nos trouxe para esse cenário.

— Agora é a hora de corrigir essa parte da despesa. Não é fácil, não é simples, mas tem muita gente aqui trabalhando para que a gente execute o plano que temos. E o plano que temos talvez precise de correção de rotas.

ge: Se a crise financeira do São Paulo fosse uma montanha, você diria que chegaram no topo e estão descendo?

— Conseguimos brecar a crise antes da pior fase, do topo. Já começamos a ter perspectiva de mudança, mas dependemos de uma série de fatores. Tem motivos que não estão no nosso controle. Precisamos vender atletas, ter uma série de acontecimentos. Precisamos de alguns eventos, mas estamos trabalhando para que o impacto desses eventos seja cada vez menor. Que o impacto de uma ação não orçada seja menor. Estamos mudando a instituição para isso.

— Existe uma construção para chegarmos onde estamos chegando hoje. Quando tivemos a percepção das dificuldades, que percebemos o cenário, fomos muito efetivos com reuniões, consultores de fora. Porque tem dois espaços complicados. Nós que estamos dentro do clube estamos mergulhados nele muitas horas por dia, então trouxemos gente de fora para pensar fora da caixa.

ge: Às vezes, para nós, que estamos vendo de fora, fica a impressão de que o clube crê que está tudo bem, que não há uma grande preocupação com a crise. Internamente, como o São Paulo se comporta?

— Eu não posso responder por todos, mas posso responder pelo São Paulo. Não está tudo bem. Muito pelo contrário. Estamos trabalhando para deixar tudo muito bem. Pensamos nos próximos anos, no curto prazo… Estamos nos esforçando para o clube ter um andamento, uma diretriz.

— O São Paulo é um transatlântico. Correção de rota tem de ser 10 graus, 15 graus. Não consegue dar cavalo de pau num transatlântico. Não é um jet-ski. Miramos um horizonte. Talvez precisemos mudar um pouco para lá, um pouco para cá, mas nada resiste à força do trabalho.

 

Fonte: Globo Esporte

Elenco mantém conversas com Luiz Gustavo e confia em retorno do volante

O elenco do São Paulo mantém conversas frequentes com o volante Luiz Gustavo desde que ele deixou o treinamento da equipe no fim de semana para exames no Hospital Albert Einstein e recebeu o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Ele teve alta na manhã de terça-feira.

O jogador, que completa 38 anos em julho, tem feito contato direto com o elenco via grupo de WhatsApp. No domingo, dia do jogo contra o Atlético-MG, fora de casa, pelo Brasileirão, ele deu seu apoio aos jogadores:

– Ele mandou mensagem para a gente antes do jogo no grupo, é um cara que se faz muito presente – afirmou o goleiro Rafael, em entrevista exclusiva que será publicada nesta quarta-feira no ge.

Apesar de não estar mais internado, Luiz Gustavo ainda não pode voltar a praticar atividades físicas. O volante do São Paulo seguirá sendo medicado e será novamente avaliado pelos médicos daqui a 10 dias. O elenco, porém, conta com a presença do jogador em breve no dia a dia do elenco.

– Luiz é um grande líder, um dos maiores do nosso grupo, um cara espetacular que todo mundo ama aqui. Quando se perde um jogador por algum motivo, ficamos todos chateados. Ele veio treinar e teve essa ida ao hospital. Queremos ele aqui com a gente, é um cara importante, mas estamos sempre conversando – disse Rafael.

– Desejamos que ele melhore o quando antes, sabemos o quanto é profissional e dedicado, então estamos em oração para que logo ele esteja dentro de campo nos ajudando e fazendo o que mais ama, que é jogar futebol – completou.

Entenda o caso
Luiz Gustavo reclamou de dores na região torácica depois da vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Talleres, na estreia da Conmebol Libertadores, na semana passada, foi levado ao Hospital Albert Einstein e permaneceu internado até esta terça-feira.

O atleta passou a ser observado pelos médicos do hospital e do São Paulo para evitar o agravamento do problema. Neste período, ficou internado e medicado. Agora, seguirá a recuperação em casa.

Em contato com a reportagem do ge, médicos especialistas revelaram, nos últimos dias, quais são os riscos do caso de Luiz Gustavo, além do possível prazo de recuperação.

Arboleda é o jogador de linha do São Paulo com mais minutos no ano

O zagueiro Robert Arboleda iniciou 2025 da mesma forma que encerrou 2024. O equatoriano manteve o ritmo do ano passado e é o jogador de linha do São Paulo com mais minutos na atual temporada.

O defensor soma 1350 minutos em 15 jogos disputados no ano, número superior ao de Alisson, que possui 1056 minutos em campo. O zagueiro também o jogador com a maior minutagem entre todos os atletas, com 90 minutos a mais que o goleiro Rafael, segundo na lista.

Arboleda encerrou 2024 como o jogador de linha do elenco são-paulino com mais minutos. Ao todo, o zagueiro somou 4399 minutos em 51 partidas disputadas. No ranking geral, ele ficou atrás somente de Rafael, que teve 4590 minutos.

Além disso, o equatoriano é o segundo atleta do Tricolor com mais partidas na temporada. O zagueiro possui 15 aparições, uma a menos que Calleri, que encabeça a lista.

Desde 2017 no São Paulo, Arboleda provou manter o alto nível ao longo das temporadas. Titular incontestável, o defensor soma 318 jogos, com 21 gols e cinco assistências, e três títulos (Campeonato Paulista 2021, Copa do Brasil 2023 e Supercopa Rei 2024) pelo clube paulista.

Arboleda busca ampliar seus números pelo São Paulo nesta quinta-feira. No Morumbis, o Tricolor recebe o Alianza Lima-PER, pela segunda rodada do Grupo D da Libertadores. A bola rola a partir das 21h30 (de Brasília).

SP apresenta balanço de 2024 com dívida total de quase R$ 1 bilhão

O Conselho Deliberativo do São Paulo teve acesso, na noite desta terça-feira, às demonstrações financeiras do clube relativas ao ano de 2024. A votação eletrônica para aprovação ou rejeição das contas vai até às 17h de quarta-feira.

Em relatório que ainda será publicado pelo clube, o São Paulo calcula uma dívida total de R$ 968,2 milhões. O endividamento em 2023 era de R$ 856 milhões. Ou seja, ela cresceu em R$ 112,2 milhões em um ano.

O Tricolor fechou o ano passado com um déficit de R$ 287 milhões. No ano anterior, o balanço também havia ficado negativo, com déficit de R$ 62,2 milhões.

– É claro que o resultado não é o que gostaríamos, mas temos um planejamento para estancar a sangria da dívida e deixar o São Paulo Futebol Clube com mais musculatura para quem me suceder e para o centenário, em 2030 – disse o presidente Julio Casares, em publicação em uma rede social.

O dirigente também detalhou a situação financeira do clube aos seus seguidores e tentou explicar da seguinte forma os números de 2024:

– O déficit (R$ 278 milhões) é resultado de alguns fatores. Os principais são: 1-manutenção de um time competitivo; 2- pagamento de juros bancários oriundos da dívida e de empréstimos contraídos pela necessidade de manter o fluxo de caixa para pagamentos rotineiros e de curto prazo (…).

– 3- pagamento de tributos e multas, alguns oriundos da pandemia e que resultaram quase R$ 90 milhões negativos; 4- mudança de como a base passou a ser registrada, não constando mais como investimento e sim como despesa e onerando a dívida em cerca de R$ 40 milhões.

O valor do endividamento (R$ 968,2 milhões) já leva em consideração o abatimento de alguns milhões que foram captados juntos a FIDC, fundo de investimento criado para a quitação das dívidas do clube com bancos e instituições financeiras.

– Tal produto foi bem aceito pelo mercado financeiro. Já captamos R$ 135 milhões nos primeiros meses, a verba foi utilizada para pagamentos de dívidas, tributos e fluxo de caixa. Nos próximos meses, vamos aportar mais contratos futuros para a antecipação e liberação de receitas – disse.

Em 2024, o faturamento do São Paulo aumentou e chegou a um recorde receitas: R$ 731 milhões. O valor supera os números de 2023, que foram de R$ 669,5 milhões num ano de título de Copa do Brasil.

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: as explicações do presidente do São Paulo no Instagram para a dívida são simplesmente grotescas. Ele ri da nossa capacidade de pensar.