
A comissão técnica do São Paulo e o próprio Oscar estavam cientes do risco que o camisa 8 corria ao apressar a recuperação para estar em campo na estreia do time da Conmebol Libertadores, na última quarta-feira, em Córdoba, na Argentina, diante do Talleres.
Poucos dias depois de sofrer uma pequena lesão muscular na coxa esquerda e desfalcar o time no empate sem gols contra o Sport, sábado passado, Oscar foi a campo, apresentou uma melhora clínica e não teve mais a lesão diagnosticada em exames.
Com tempo curto de tratamento, porém, ele e a comissão técnica assumiram um risco. Na planificação do técnico Luis Zubeldía, a ideia era mantê-lo em campo por 70 minutos. O jogador foi substituído aos 20 do segundo tempo, dando lugar a Luciano, totalizando 65 minutos.
– Tive pouco tempo de recuperação da minha lesão. Lógico que estava treinando, dei meu melhor ali. A gente já tinha programado os minutos de jogo. Está tudo certo. Consegui jogar, jogar bem e ajudar com a vitória também – disse ele ao ge, ainda na Argentina.
A decisão de Zubeldía de colocá-lo em campo passou pela liberação dos médicos, pelo aval do próprio jogador e pelo peso do jogo. Ameaçado no cargo, o argentino montou uma estratégia de jogo que tinha em Oscar o jogador mais criativo para acionar Ferreirinha e Cédric nas pontas, além de Calleri à frente.
O São Paulo, como é praxe, não divulgou um período aproximado de recuperação para a lesão de Oscar e nem a gravidade do problema. O meia iniciou tratamento no Reffis e não encara o Atlético-MG no próximo domingo, no Mineirão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
Fonte: Globo Esporte
Culpa dessa má administração, que vem da presidência e cia e comissão técnica que não sabe avaliar jogador direito, um risco sabendo que poderia piorar e piorou e tudo para que um meia que ainda não disse a que veio.
Então correram o risco agora assumam, mesmo caso do Lucas que só por Deus quando ele volta e esse faz falta.