Bobadilla: “Cada vez que olhar no espelho, lembrarei que joguei no SP”

O Morumbis pulsava em 29 de maio, na noite de segundo maior público registrado pelo São Paulo em 2024. Na vitória por 2 a 0 contra o Talleres, pela Conmebol Libertadores, mais de 56 mil pessoas registraram na memória os gols de Lucas e Luciano. O volante Bobadilla estava em campo, foi titular, mas não se lembra de nada.

Aos 33 minutos do primeiro tempo, ele e Juan Portilla tiveram um choque de cabeça no meio-campo.

O paraguaio foi atendido, mas voltou ao jogo. O São Paulo abriu o placar com Lucas, de pênalti. No segundo tempo, Bobadilla deu lugar a Luiz Gustavo aos 28 minutos. Pouco depois, Luciano definiria o placar em favor do Tricolor. Fatos que foram apagados da memória do meio-campista.

– Eu não lembro do jogo, não me lembro de nada do jogo. Só me lembro até o golpe, mas o que aconteceu no jogo, o gol do Lucas eu não lembro, só vi pelos vídeos – diz ele, que agora convive com uma cicatriz no meio da testa, que vem ganhando tratamento estético para ficar menos evidente.

– Essa marca vai ficar para sempre na minha vida, então cada vez que eu olhar no espelho, vou me lembrar que eu fui jogador do São Paulo, que joguei a Libertadores, que fiz gol aqui. Isso para mim é o que é mais importa. O que fica é o que você faz e o que você conquista, isso é o mais gratificante.

Nesta entrevista exclusiva ao ge, a primeira do paraguaio desde que chegou ao Brasil, o atleta de 23 anos lembra o período em que viveu no Brasil ainda na adolescência junto do pai, o ex-goleiro Aldo Bobadilla, conta o que aprendeu sendo filho de um jogador de seleção e se declara ao São Paulo:

– Acho que foi uma das melhores decisões (da minha vida) vir para cá – destacou o jogador, que acumula 24 partidas e dois gols marcados em sua primeira temporada.

Veja a íntegra da entrevista:
ge: Uma das suas cenas mais marcantes neste início de trajetória no São Paulo é o seu choro na conquista da Supercopa, no Mineirão, num jogo que você nem tinha jogado. O que foi esse choro?

– Cara, na verdade eu não sei, eu não sou um cara de muitas… Eu não tenho nenhum vídeo chorando no meu time passado (Cerro Porteño), nem quando saímos campeões. É uma sensação que eu tive aqui. Quando o Rafa pegou o pênalti e a gente começou a correr, foi tudo muito rápido, sabe, chegar aqui e já ser campeão, ter um primeiro jogo em um time grande como São Paulo, a torcida estava lá do nosso lado também, cantando, todo mundo feliz, acho que foi uma emoção muito grande que eu não consegui controlar, aí comecei a chorar, mas de felicidade, de alegria, de agradecimento a Deus também pela pela oportunidade. Acho que foi uma das melhores decisões vir para cá.

Como tem sido sua adaptação ao Brasil?

– Eu já me lembrava muito daqui porque morei em São Paulo quando era criança, tinha nove anos (em 2010), então muita coisa como a comida e o idioma, eu já estava acostumado. Já estou falando bem português, compreendo tudo. A única coisa que é difícil aqui é o trânsito, tudo é muito longe.

O que você lembra dessa época? Seu pai tinha vindo ao Brasil para jogar pelo Corinthians, né?

– A gente morava em um condomínio. Eu ia para a escola das 7h às 14h, às vezes ia para o treino com ele, jogava bola com os meninos do condomínio, ainda falo com eles, fiz amizade. Mas a gente só morou por quatro meses no Brasil, foi um período curto. Lembro de olhar os treinos, tinha Roberto Carlos treinando falta, Ronaldo treinando pênalti, era legal. Meu pai dizia que o Roberto Carlos chutava muito forte, muito bem. Ele marcava gol olímpico, essas coisas também.

Nota da redação: Aldo Bobadilla chegou ao Corinthians em julho e deixou o clube no início de dezembro de 2010 sem nem estrear. Partiu para o Olímpia, do Paraguai, e parou em 2012.

E como foi para você crescer sendo filho de um jogador de futebol? Seu pai jogou no Boca Juniors, foi goleiro da seleção do Paraguai por muitos anos…

– Tomei como uma motivação. Ter comigo um cara que jogou futebol, que sabe o que é jogar em time grande. Para mim, facilitou um pouco algumas coisas, algumas tomadas de decisão para me ajudar a chegar no profissional. Ele sempre fala sobre o treinamento, o cuidado pessoal que é importante. Agradeço muito pelos conselhos que ele me deu, você não ter o apoio da família deve ser difícil. Mas é uma pressão grande também, porque ele lá no Paraguai ele conquistou duas classificações para a Copa do Mundo, e a gente já faz 14 anos que não vai para um Mundial, então é uma pressão. A seleção é uma pressão, mas eu tomo como uma pressão boa. Acho que na próxima Copa poderemos ir.

E é verdade que seu pai tem guardada uma camisa que trocou com Rogério Ceni?

– Sim, ele tem um quarto onde tem todas as coisas que ele guarda, né? As camisas… Ele era capitão, então tem as coisas que trocam os capitães do jogo (flâmulas), tem uma do São Paulo, e tem essa camisa do Rogério que tem (os números) 0 e 1. Eu também troco camisas, agora que jogamos contra Grêmio, Botafogo, Palmeiras e Corinthians eu troquei com os paraguaios. Temos um grupo onde falamos, estão o Villasanti, os dois Romeros (Ángel e Óscar), o Gustavo Gómez, o Isidro Pitta (Cuiabá)…

Nota da Redação: a camisa de Rogério Ceni foi trocada por Aldo Bobadilla no ano 2000, num duelo entre Cerro Poteño e São Paulo pela Copa Mercosul. O ex-goleiro contou a história ao ge.

Você chegou ao São Paulo em janeiro após um bom ano no Cerro Porteño, em que fez 11 gols em 48 jogos. O que acha que fez o clube ter interesse no seu futebol?

– Não sei, quando eles me contrataram, falaram que estavam procurando um segundo volante, mas que tivesse também a característica de jogar de primeiro, em varias posições, e que fosse um cara jovem. Acho que o jogo que fiz contra o Palmeiras no Morumbis me marcou, porque jogar neste estádio e fazer gol, fazer uma boa partida, para eles (diretoria do São Paulo) foi uma uma coisa boa, não é fácil de jogar no Morumbis, acho que isso me ajudou muito também para para vir para cá.

Nota da Redação: em abril de 2023, o Cerro perdeu para o Palmeiras por 2 a 1 jogando no Morumbis pela Conmebol Libertadores, mas Bobadilla marcou um gol de cabeça

Hoje você tem formado uma dupla de volantes no 4-2-3-1. Como tem se sentido?

– Aqui eu jogo aqui diferente do que jogava lá, né? Com o Thiago Carpini eu já joguei com um tripé, quando fiz gol no Água Santa. Aí, aqui com Zubeldia, a gente joga mais com dois volantes mais posicionados, sem tanta ida para o ataque, mas como eu estou jogando com o Luiz Gustavo, que é mais primeiro volante, ele deixa que eu saia um pouco mais. Estou muito cômodo (na posição). Posso fazer qualquer função, mas agora estou bem com essa e feliz pela oportunidade também.

Na vitória por 1 a 0 contra o Flamengo, no Morumbis, você teve umas duas pisadas na área…

– Eu gosto de fazer, sei que às vezes como a nossa característica (do time) é jogar pelos lados, com os laterais que vão muito fundo, a gente não pode ir à frente, porque vai deixar os caras lá de atrás muito sós, mas quando tem a oportunidade eu gosto de ir. Lembro de uma jogada que o Jonny (Calleri) fez o cruzamento e eu cheguei na área porque não tinha ninguém. Gosto muito de fazer isso, eu vou tentar continuar fazendo. O treinador sempre fala que eu não tenho que perder isso, e é o que tento fazer.

E você também tem o chute de fora da área, né?

– Gosto de fazer o chute fora da área, estou devendo alguns gols aqui. No momento certo, vão sair.

Há alguns dias, Zubeldía elogiou a postura do Luiz Gustavo nos treinamentos, de apesar do currículo ser um cara que batalha pela posição com humildade. Como tem sido conviver com ele?

– Para mim, é um privilégio, né? Estar com um cara como ele, de tanta experiência, que jogou o Mundial (Copa de 2014), que jogou Champions League (campeão em 2012/13 pelo Bayern de Munique), receber conselhos também. É um sonho para mim jogar com um cara assim. Ele dentro do campo fala muito comigo, mesmo antes e durante o jogo, me cobra também algumas coisas que eu tenho que melhorar, mas sempre com muita humildade, sempre apoia nos treinos também.

Você falou do Morumbis com admiração. O que tem de tão especial na casa são-paulina?

– O Morumbis é um campo histórico, né? Todo mundo conhece o Morumbis na América do Sul e no mundo. E a gente às vezes vinha jogar de visitante aqui e era difícil, porque tinha a torcida contra, agora que eu tenho a torcida do meu lado é muito melhor, né? O que eu mais notei aqui do Brasil é que quando você joga de visitante, é visitante de verdade. Foi assim quando fomos para Fortaleza. E quando jogo de mandante, me sinto mandante de verdade também, sei que os caras que vêm jogar aqui também respeitam muito por causa da torcida. É bom demais jogar no Morumbis.

E é diferente subir aquela escada de acesso ao gramado em noite de Libertadores?

– É diferente, a chegada ao estádio, nessa semana todo mundo fica falando do jogo, a arquibancada fica cheia, é diferente jogar uma Libertadores no Morumbis.

Como foi pra você disputar a Copa América pelo Paraguai?

– Foi a minha estreia como jogador da seleção, meu primeiro jogo oficial foi na Copa América e eu fiquei feliz pela estreia, obviamente que triste também pelo resultado. A gente estava brigando para tentar passar de fase. Era um grupo difícil com Brasil e Colômbia, mas fico feliz quando sou chamado porque tem um montão de caras que querem ir para jogar, e o treinador tem que escolher só 25 ou 26. É um privilégio estar nos 26 melhores do país, e jogar pelo seu país é uma sensação única, às vezes fico também com saudade de estar aqui, de jogar, sempre via os jogos dos meus companheiros.

O clube pediu para você não jogar os Jogos Olímpicos?

– Claro que também queria ter ido aos Jogos Olímpicos, mas pela necessidade das lesões dos companheiros, eu tinha que ficar aqui. Fui chamado, mas como não é Data Fifa, não tem obrigação de o clube liberar. E eu compreendi, já estava voltando da Copa América, se eu vou de novo ia ficar quase dois meses fora e o clube está precisando de volante pela lesão do Alisson.

– Eu entendi a situação do clube e fiquei feliz por ter ficado, porque jogar em um time tão grande como o São Paulo também é uma coisa que todo jogador quer, é um tricampeão mundial, então jogar aqui, jogar na Seleção para mim é uma benção, então estou muito feliz.

E como foi para você ver o James Rodríguez fazer o que fez na seleção da Colômbia? Ele treinava desta mesma forma no dia a dia do CT do São Paulo?

– Sim, ele sempre treinava deste jeito. Quando o cara pega a bola, o centroavante já sabe que a bola vai chegar na cabeça dele. Ele conseguiu fazer duas assistências contra o Paraguai e ele fazia sempre isso nos treinos, nos jogos também, quando teve a oportunidade de jogar, ele tentava fazer. Mas é difícil jogar no São Paulo, é difícil jogar num time grande assim e como ele não teve muita sequência, acho que não conseguiu dar o melhor da capacidade dele. Mas é um grande jogador, uma grande pessoa. James leva muitos amigos daqui, a gente gosta muito dele, ele é muito gente boa e desejo muito sucesso para ele na próxima aventura que ele tenha na carreira.

Além da marca na testa, tem mais uma na perna esquerda, né?

– Essa foi feita pelo André Silva, o nosso centroavante, no jogo contra o Fluminense (vitória por 2 a 1). Foi fogo amigo, sempre falo com ele que antes de eu ir embora ou dele ir embora, eu vou cobrar, vou deixar uma marca nele também (risos).

 

Fonte: Globo Esporte

São Paulo lança nova terceira camisa que tem efeito de fumaça vermelha

O São Paulo oficializa nesta terça-feira o lançamento de sua nova terceira camisa. Produzido pela New Balance, o uniforme faz homenagem à torcida do Tricolor.

A camisa, majoritariamente preta, ganhou manchas vermelhas que causam um efeito visual que lembra a fumaça vermelha utilizada pela torcida do São Paulo na recepção do ônibus no Morumbi.

Nova camisa 3 do São Paulo — Foto: Divulgação

Nova camisa 3 do São Paulo — Foto: Divulgação

Iniciada no domingo, pouco antes do jogo contra o Atlético-GO, a campanha da “Camisa que Conduz” contou com Lucas Moura, Rafinha, Ferreira e Rodrigo Nestor como os jogadores que serviram de modelos nas fotos. O ensaio foi feito no CT da Barra Funda.

Iniciada no domingo, pouco antes do jogo contra o Atlético-GO, a campanha da “Camisa que Conduz” contou com Lucas Moura, Rafinha, Ferreira e Rodrigo Nestor como os jogadores que serviram de modelos nas fotos. O ensaio foi feito no CT da Barra Funda.

Nova camisa 3 do São Paulo — Foto: Divulgação

Nova camisa 3 do São Paulo — Foto: Divulgação

Além das cores, a camisa tem outras referências à torcida. A parte frontal do uniforme estampa um selo com a frase “O mais querido”, enquanto a inscrição “Torcida que conduz” é destacada nas costas. Outro detalhe é a frase “Sentimento que jamais acabará”, inscrita na parte interna do escudo do São Paulo, e que também está presente nos uniformes 1 e 2 lançados no mês de janeiro.

– A atmosfera criada pela torcida dentro e fora do Morumbis, especialmente na recepção ao ônibus na chegada ao estádio, tornou-se uma de nossas marcas. A New Balance soube retratar tudo isso nesta nova camisa e foi muito feliz em traduzir o sentimento que jamais acabará em nosso uniforme que homenageia os mais de 20 milhões de torcedores – explicou Eduardo Toni, diretor executivo de Marketing do São Paulo.

Valores e materiais
O terceiro uniforme contará com as versões jogador (masculino) e torcedor (masculino, feminino e juvenil), com diferenciação no tecido. O primeiro modelo é confeccionado em poliéster com elastano super leve na parte frontal e mesh respirável nas costas, que proporciona uma maior respirabilidade e leveza, e entrega mais performance para atletas de alto rendimento. Já a versão torcedor será 100% em poliéster texturizado.

O uniforme comemorativo do São Paulo estará à venda a partir desta terça-feira no e-commerce da New Balance e no da SAO Store. A partir de quarta-feira, chega nas lojas físicas da marca esportiva e do clube, e após o dia 17 será vendido em lojas parceiras.

A camisa masculina terá os preços de R$ 449,99 (versão jogador) e R$ 349,99 (versão torcedor). Já os modelos feminino e juvenil serão vendidos pelo valor de R$ 299,99.

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: Alô New Balance!!!!Vai ter mal gosto assim lá na PQP. Mas tem um lado positivo: estamos prontos para o carnaval de Salvador. Abadá personalizado.

Igor Vinícius não é relacionado e está fora do jogo contra o Nacional

Nesta terça-feira, o São Paulo viajou ao Uruguai para a ida das oitavas de finais da Libertadores, contra o Nacional. O lateral Igor Vinícius, contudo, é desfalque para o confronto.

O defensor não foi relacionado para evitar um risco maior de lesão na região posterior da coxa direita. Ele melhorou das dores no local, treinou com o grupo normalmente, mas permanecerá em São Paulo para um trabalho de prevenção.

Igor Vinícius foi desfalque nos últimos três jogos do São Paulo: as vitórias contra Flamengo e Atlético-GO, pelo Brasileirão, e o empate contra o Goiás, pela Copa do Brasil. A última vez que o lateral entrou em campo foi no triunfo contra o Esmeraldino, por 2 a 0, pela ida do mata-mata, no Morumbis.

O técnico Zubeldía, portanto, deve seguir com Rafinha na condição de titular. Pablo Maia (lesão no tendão conjunto do semitendíneo e bíceps femoral da coxa esquerda) e Alisson (cirurgia para correção de fratura no tornozelo direito) completam a lista de desfalques.

O confronto contra o Nacional está marcado para acontecer às 19h (de Brasília) dessa quinta-feira, no Gran Parque Central.

SP faz último treino e viaja com força máxima para pegar Nacional

O São Paulo fez, nesta terça de manhã, o último treino da equipe no CT da Barra Funda antes da viagem para Montevidéu, onde na quinta-feira o time enfrenta o Nacional-URU pelas oitavas de final da Conmebol Libertadores.

Depois de escalar reservas no jogo contra o Atlético-GO, no domingo, o técnico Luis Zubeldía deve voltar a montar o time que se firmou como titular nas últimas semanas.

A escalação provável tem Rafael; Rafinha, Arboleda, Alan Franco e Welington; Luiz Gustavo e Bobadilla; Lucas, Luciano e Ferreira; Calleri.

A delegação deixou o CT da Barra Funda logo depois do almoço a caminho do aeroporto, de onde viajará ao Uruguai em voo fretado.

O elenco ainda fará mais um treino em Montevidéu, na quarta, véspera da partida das oitavas. O trabalho será no CT do atacante Luis Suárez, em Canelones.

Para essa fase da Libertadores, todos os cartões amarelos foram zerados. O clube também inscreveu três jogadores que não participaram da fase de grupos: os volantes Marcos Antônio e Liziero, além do zagueiro Igão.

A partida está marcada para as 19h de quinta no estádio Parque Central. A volta, no Morumbis, é no dia 22, no mesmo horário.

Pablo Maia sofre nova cirurgia no joelho e clube esconde

O volante Pablo Maia foi submetido a um novo procedimento cirúrgico em julho, apenas dois meses após a primeira cirurgia, quando foi feita a reinserção do conjunto semitendíneo no biceps  femoral. A informação foi dada com absoluta exclusividade pelo jornalista  Dario Campos, do Agonia Tricolor e membro do Mesa Redonda da  Rádio São Paulo, durante o programa Somos Todos São-Paulinos desta segunda-feira.

Segundo apurado pelo jornalista, a causa foi uma lesão na cartilagem descoberta durante os procedimentos de fisioterapia a que ele vem se submetendo por conta da primeira cirurgia.

A recuperação prevista é de oito meses a um ano, dependendo da cicatrização e  do comportamento do atleta.

O São Paulo não divulga nada sobre o fato.

O assunto veio á tona quando um vizinho de Pablo Maia o viu de muleta novamente, chegando ao prédio e mandou a foto ao jornalista Arnaldo Ribeiro, que publicou a possibilidade do procedimento ter ocorrido.

A partir disso Zubeldía ofereceu a vitória do  São Paulo sobre o Goiás no Morumbi ao volante, Alisson fez um vídeo desejando sorte a Pablo Maia, ou seja, dando dicas de que algo havia ocorrido de diferente na recuperação do atleta. O Departamento de Comunicação do São Paulo, que sempre divulga fotos dos treinos, com jogadores de corpo inteiro, divulgou uma foto de Pablo Maia com Alisson e Luiz  Gustavo, apenas da cintura para cima.

Dario Campos foi atrás conversando com várias fontes e recebeu detalhes da cirurgia.

A lamentar a total falta de transparência desta diretoria opaca e ditadora, que priva os torcedores do direito de serem informados sobre o que acontece com seus ídolos.

 

Paulo Pontes

 

 

Internacional x São Paulo: veja onde assistir ao duelo pelo Brasileiro sub-17

O São Paulo visita o Internacional nesta terça-feira, no Estádio Cristo Rei, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. O jogo, válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro sub-17, está marcado para às 19h (de Brasília).

ONDE ASSISTIR

O Sportv transmite o confronto.

COMO CHEGAM AS EQUIPES?

O São Paulo busca subir na tabela do Brasileiro. O Tricolor Paulista ocupa a sexta colocação do Grupo B, com sete pontos conquistados. Em seu último compromisso, a equipe do técnico Menta empatou em a 0 a 0 com o Cuiabá.

Do outro lado, o Internacional, assim como o São Paulo, também quer uma colocação melhor. Com seis pontos conquistados, o Colorado ocupa a lanterna da chave. A equipe venceu o Atlético-MG por 4 a 3 na última rodada.

SP acerta a contratação do zagueiro Ruan, do Sassuolo, por empréstimo

O São Paulo acertou nesta segunda-feira a contratação do zagueiro Ruan, de 25 anos, que pertence ao Sassuolo, da Itália. O jogador, que chegou ao Brasil nesta noite, acertou um empréstimo de uma temporada, com opção de compra ao término do vínculo.

O jogador passará por exames clínicos na terça-feira e depois assina contrato.

Formado no Grêmio, ele foi vendido para o futebol italiano em 2021. Por lá, fez 63 partidas em três temporadas. O jogador, que é destro, será o sexto zagueiro do elenco , juntando-se a Arboleda, Alan Franco, Ferraresi e Sabino, além do jovem Matheus Belém.

O regulamento da Libertadores previa a troca de cinco jogadores da lista de inscritos para as oitavas de final até o dia 9 de agosto, na última sexta-feira – há uma brecha que permitia uma inscrição provisória com o compromisso de regularizar o atleta até hoje, dia 12 de agosto.

A tendência é que ele só possa ser inscrito a partir de uma eventual quartas de final.

Ruan tem passagens pelas categorias de base do Novo Hamburgo e do Grêmio, clube pelo qual se profissionalizou e foi negociado com o Sassuolo, da Itália.

 

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: esse zagueiro foi rebaixado com o  Grêmio. Perguntem aos torcedores gremistas o que acham dele. Está vindo do “fortíssimo” Sassuolo (o que?). Esperar o que dele?

Garçom contra o Atlético-GO, Rato volta a ganhar espaço no São Paulo

Com uma assistência, o meia Wellington Rato foi importante na vitória do São Paulo deste domingo, por 1 a 0, contra o Atlético-GO. O atleta, inclusive, busca voltar a ser titular do Tricolor Paulista.

Peça fundamental na conquista da Copa do Brasil em 2023, Rato sofreu com uma séria lesão que o tirou dos gramados por mais de dois meses. Após retornar, o meia não conseguiu mais se firmar na equipe titular do técnico Luis Zubeldía.

Contudo, Rato tem sido relacionado e entrado com frequência nos jogos do Tricolor Paulista. O meia foi titular em três dos últimos cinco jogos do São Paulo, contribuindo com duas assistências no período.

Após a vitória sobre o Atlético-GO, Rato afirmou que está contente com o bom desempenho, mas que ainda não está 100%. Ele ainda comentou sobre a dificuldade para voltar a ganhar espaço na equipe titular, tanto para si mesmo quanto para Nestor, que também tenta recuperar o bom futebol após lesão.

“Estou voltando à minha melhor fase, minha melhor versão. Ainda não vou dizer que estou 100%, mas estou bem próximo. Aproveitando os minutos que o professor tem me dado, as oportunidades. As assistências têm voltado, fico me cobrando para voltar a fazer gol, mas vai acontecer no momento certo. Estou muito feliz de poder estar voltando ao meu ritmo, poder estar ajudando a equipe”, disse Rato.

“É ruim quando você fica fora por lesão, tem que buscar seu espaço, voltar para sua melhor versão. Porque você fica um tempo parado, logo depois vai para a transição. Quando volta para os treinos, acaba entrando nas partidas, mas às vezes está totalmente fora do ritmo. Eu e o Nestor somos dois jogadores que se entregaram muito para que a gente pudesse conquistar o título (Copa do Brasil). A gente quer estar dentro de campo em todos os jogos, mas o professor tem suas convicções, e a rapaziada que vem jogando está correspondendo muito. O São Paulo está forte e vivo nas três competições, e é isso que a gente vai buscar”, completou.

Ao todo, Rato possui 23 jogos no ano e, com cinco contribuições, é o vice-líder em assistências do elenco, perdendo apenas para Lucas, que tem seis passes para gol. O meia ainda não balançou as redes em 2024.

São Paulo volta a enfrentar o Nacional-URU após mais de 16 anos

Após mais de dois meses de espera, a Libertadores está de volta para o São Paulo. Nesta quinta-feira, o Tricolor Paulista visita o Nacional-URU, no estádio Gran Parque Central, em Montevidéu, no Uruguai, pelo jogo de ida das oitavas de final do torneio. A bola rola a partir das 19h (de Brasília).

Os uruguaios são velhos conhecidos da equipe do Morumbi. No entanto, as equipes não se encontram há mais de 16 anos. Em 2008, São Paulo e Nacional-URU se enfrentaram justamente pelas oitavas de final da Libertadores, e o cenário foi semelhante ao desta edição.

Após passar na primeira posição de sua chave, o Tricolor Paulista, na época comandado por Muricy Ramalho, encarou o Nacional-URU, segundo colocado de seu grupo, nas oitavas de final.

No jogo ida, que ocorreu no Gran Parque Central, no dia 30 de abril, São Paulo e Nacional-URU empataram sem gols. O Tricolor Paulista foi para o jogo com a seguinte formação: Rogério Ceni; Éder Sciola, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Zé Luís, Hernanes e Jorge Wagner; Éder Luís, Adriano Imperador e Borges.

Muricy Ramalho repetiu a mesma escalação na partida de volta, no Morumbis, em São Paulo, no dia 7 de maio. Diante de mais de 40 mil pessoas, o São Paulo venceu o Nacional-URU por 2 a 0, com gols de Adriano e Dagoberto, e avançou às quartas de final daquela Libertadores. O sonho do tetra, no entanto, foi interrompido logo na etapa seguinte, em que o Tricolor foi eliminado pelo Fluminense.

Esta será a terceira vez que o São Paulo duela contra o Nacional-URU por uma vaga nas quartas de final da Libertadores. Em 1992, ano do primeiro título do Tricolor no torneio, o clube do Morumbi eliminou os uruguaios com duas vitórias nos dois jogos.