Dirigível do São Paulo cai em Osasco e deixa piloto e passageiro feridos

Um dirigível contratado pelo São Paulo caiu no fim da manhã desta quarta-feira e precisou descer entre casas na rua Farias Brito, no bairro Veloso, em Osasco (SP). O Corpo de Bombeiros está no local e retirou o piloto e um passageiro com ferimentos leves.

Este era um teste para ação que seria realizada pelo clube à noite, durante o jogo contra o Botafogo, pelas quartas de final da Conmebol Libertadores. Além do símbolo do clube, o dirigível contava com a frase “torcida que conduz”. As imagens foram divulgadas pelo SPTV.

Veja momento em que dirigível contratado pelo São Paulo cai em Osasco

Algumas ruas estão fechadas na região, enquanto os Bombeiros trabalham no local. Em nota, o São Paulo explicou que já havia contratado a empresa para fazer o mesmo serviço na final da Copa do Brasil de 2023 e não houve nenhuma intercorrência.

A ideia após o teste era de que o dirigível sobrevoasse a região do Morumbis à noite. O clube reforça que não há feridos gravemente e presta todo o apoio aos envolvidos.

Às 21h30 (de Brasília), o São Paulo recebe o Botafogo no Morumbis, valendo uma vaga na semifinal da Libertadores. Depois do empate sem gols no Rio de Janeiro (RJ), o Tricolor precisa de uma vitória simples para avançar de fase.

Veja a nota do São Paulo
“O São Paulo FC lamenta o incidente ocorrido com o dirigível contratado por locação da Airship do Brasil Indústria e Serviços Aéreos SA. A empresa já havia prestado este mesmo serviço ao Clube por ocasião da final da Copa do Brasil, em 2023, sem nenhuma intercorrência.

O aparelho fazia um teste nesta manhã em preparação ao sobrevoo noturno, previamente autorizado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que estava programado para a região do estádio.

O Clube informa que, felizmente, não houve feridos com gravidade e está prestando todo o suporte necessário aos tripulantes e demais envolvidos.”

 

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: para sorte de todos, os ferimentos foram leves.  Mas eu espero que não seja um mau presságio para o jogo desta noite.

“O fator casa pesa”: Rafael faz estudo minucioso de rival

Alguns jogos que podem consagrar goleiros. Nesta noite, no Morumbis, São Paulo e Botafogo decidem o futuro na Conmebol Libertadores a partir das 21h30 (de Brasília), no segundo jogo das quartas de final. Na semana passada, no Nilton Santos, as equipes empataram por 0 a 0.

Com três defesas de pênaltis em disputas nesta temporada, duas contra o Palmeiras no título da Supercopa (de Murilo e Piquerez) e uma na eliminação do Paulistão contra o Novorizontino (de Lucca), o goleiro Rafael se diz pronto para, caso seja necessário, se colocar como candidato a herói.

– Nosso treinamento é diário, não só do goleiro, mas dos jogadores de linha também, para bater, para buscar confiança. Nosso trabalho é sempre para vencer, fazer nossa estratégia, impor nosso futebol e sair de campo com a vitória. Mas sabemos que jogos de Copa podem ter pênaltis, e venho trabalhando durante todo o ano para que nesta situação eu esteja com a maior confiança possível.

Diferentemente de outros goleiros, Rafael afirma que não leva para campo uma garrafinha de água com a cola de quais os cantos preferenciais dos batedores. Aos 35 anos, porém, ele revela que desde segunda-feira tem devorado todo o material informativo disponibilizado pelo clube. As defesas, porém, são muitas vezes resultado de um árduo estudo.

– A gente faz esse estudo antes de todos os jogos, independentemente se é Copa ou Brasileiro. Toda antevéspera dos jogos chega material para os goleiros, não só os pênaltis. Chega de bola parada, das ações dos atacantes, tudo para que a gente tenha o maior conhecimento do rival. Dois dias antes dos jogos chega o material completo. Tenho as finalizações dos atacantes, as bolas paradas, os escanteios, faltas laterais, as faltas frontais. Depois discutimos com o treinador para entrar em campo ciente de muitas coisas – explicou o goleiro.

Apesar dos estudos, Rafael diz que muitas vezes é o improviso do adversário a grande dificuldade:

– A gente treina muito, mas no campo toda situação é nova. Temos de tomar uma ação depois da do atacante, então a gente treina muita repetição de movimentos, para fazer a melhor ação em campo.

Quem vencer nesta quarta-feira no tempo normal tem garantida a vaga na semifinal da Libertadores para encara o vencedor do confronto entre Peñarol e Flamengo. No caso de novo empate, a decisão da classificação entre São Paulo e Botafogo será nos pênaltis.

Veja mais trechos da entrevista:
ge: o que o São Paulo precisa fazer para conseguir a classificação na quarta-feira?

Rafael: – Precisamos mais uma vez ser consistentes. Os primeiros 90 minutos tiveram muita disputa, eles criaram muita dificuldade para a gente no início do jogo, mas defendemos bem, passamos por esse momento do jogo, depois criamos oportunidades. Foi um jogo bom de jogar e também de assistir. Agora serão 90 minutos de dois times buscando a classificação, um jogo estudado, virão todos os estudos do primeiro jogo. Não podemos errar. Vai ser um grande espetáculo, estamos nos preparando mentalmente, fisicamente e taticamente para fazer um grande jogo novamente.

No Rio de Janeiro, houve um claro domínio do Botafogo na primeira etapa, mas o São Paulo se apresentou de uma forma diferente na segunda etapa e teve suas chances. O que mudou?

– Eles estavam dificultando muito a nossa saída de bola, a nossa construção. Somos um time acostumado a ficar com a posse de bola, ter o controle do jogo, eles pressionaram muito em todos os setores do campo, isso causou um desconforto na nossa equipe. Fizemos isso na segunda etapa, criamos dificuldades e o jogo ficou parelho. Nestes jogos, existem fases e momentos em que uma equipe está mais confiante, mas o mais importante é ser consistente. Em casa, vamos criar um clima para pressionar, tentar encurtar todos os espaços para ter a bola nos nossos pés.

– Somos um time muito forte em casa, graças ao torcedores que nos apoiam. A quarta-feira de Libertadores é diferente, o clima que se faz é diferente, isso vai somar muito na quarta-feira.

O primeiro jogo aconteceu no Nilton Santos, no gramado sintético. Para o goleiro, muda muito?

– Com certeza, é um jogo muito mais rápido, a bola vem mais viva, muda bastante. Mas a gente tem que se adaptar rápido. O fator casa pesa. Conhecemos bem a grama do Morumbis, que precisa de um tempo para se adaptar. São coisas normais no futebol.

O último título de Libertadores do clube foi em 2005. O que você lembra desta relação do São Paulo com a Conmebol Libertadores?

– Sempre foi algo muito comentado, né? Eu via os jogos, mas quando criança não tinha noção de como era tudo isso. Eu via os jogos, vi Rogério Ceni (em 2005), depois busquei os jogos, vi as atuações do Zetti (1992 e 1993), busquei a história do clube, vi a importância da Libertadores, e o quanto marcou para os ídolos maiores do clube essas conquistas. Rogério e Zetti fizeram muito pelo clube, fizeram a diferença na Libertadores. É o sonho de qualquer jogador, vamos trabalhar para conquistar.

E a sua relação com esse torneio? Teve outras experiências no caminho?

– Eu em 2009 cheguei à final com o Cruzeiro, mas perdemos para o Estudiantes*. Tenho um sonho de conquistar a Libertadores, hoje o São Paulo nos dá essa oportunidade. Espero que a gente faça um grande jogo, classifique e que esse sonho siga em nosso caminho. É o sonho de todo grupo.

O que mudou daquele Rafael de 2009?

– Cada oportunidade que a gente tem de entrar em campo é uma chance de aprendizado com acertos e erros. A gente vai aprendendo com as situações e tenta evoluir. Eu estudo muito os jogos que a gente faz, o treinador de goleiros passa todos os nossos lances em jogos para manter o que foi bom ou corrigir o que saiu como não era previsto. A gente segue tentando evoluir e crescer.

Como é olhar para o banco e ver o Zubeldía jogando junto com o time na beira do campo?

– Ele ama tanto o futebol, vive tanto e respira tanto isso, ele quer que independentemente de nomes a gente faça o melhor e entregue ao torcedor, que isso nos motiva muito. Aquela energia dele é a entrega, de querer que a gente corra. Tenho certeza que se ele pudesse, entraria em campo e daria um carrinho. Ele quer que a gente melhore como equipe. Depois que comecei a trabalhar com ele, comecei a gostar ainda mais do futebol. É uma coisa que ele transmite, que ele vive.

E o contrato, já está renovado até 2027*?

– Ainda não, né?… Mas já falei com o presidente que se depender de mim, ele já tem a minha assinatura, só depende dele (risos). Cheguei aqui no São Paulo e disse que 2023 seria um ano muito especial, e com certeza foi. Foi um início de algo muito especial. Há um ano e meio estou muito feliz aqui, sendo campeão duas vezes, poder representar o maior clube do Brasil, um dos maiores do mundo, é motivo de orgulho. Representar esse clube é muito importante, agradeço pelo carinho dos torcedores. Se depender de mim, vou ficar aqui muitos e muitos anos.

*O contrato atual é válido até dezembro de 2025.

E como você está aos 35 anos? Aliás, como é sua relação com seu corpo? As cirurgias que fez ao longo da carreira deixaram marcas ou dores?

– Cara, eu me sinto muito bem. Em quase dois anos de São Paulo, fui a todos os jogos, não faltei em nenhuma sessão de treino, em jogos. Em dia depois de jogo, vou a campo para treinar, me sinto bem e sou apaixonado pelo meu trabalho. Graças a Deus não tenho dores nem limitações. O futebol de 2009 para cá evoluiu muito nesta preparação com o corpo, em fazer trabalhos para evitar lesões, para estar melhor preparado. Hoje, apesar de ter 35 anos, meu corpo está melhor do que há dez anos. Acho que é um dado importante: dois anos de clube e não faltar em treinos e jogos. Isso demonstra que o corpo vai bem e que nossa preparação tem sido importante na trajetória.

Desfalque mesmo, só por Seleção, né? Nesta sexta-feira tem convocação do Dorival Júnior para mais uma rodada das Eliminatórias da Copa de 2026. Como está sua expectativa?

– Dorival é um grande treinador, sou muito grato por tudo o que ele fez por mim, estou sempre na torcida pelo grande profissional que é. Vai nos dar muitas alegrias na Seleção. Tem grandes goleiros que a gente concorre, com capacidade para servir a Seleção. Fico lisonjeado de ser um dos nomes que pode ser escolhido, é um sinal de muita honra. Para mim, os goleiros brasileiros são os melhores do mundo. Independentemente de estar nesta lista ou não, estarei sempre na torcida.

 

Fonte: Globo Esporte

Calleri é abraçado pela família em semana especial

Essa é uma semana especial para Jonathan Calleri. Referência no ataque do São Paulo, o jogador festejou na última segunda-feira o aniversário de 31 anos, recebendo diversas homenagens nas redes sociais de companheiros, ex-colegas de clube, amigos e familiares.

Para aumentar ainda mais a motivação, aliás, muitos deles estarão presentes no Morumbis nesta quarta-feira, na partida em que o Tricolor decide o futuro na Conmebol Libertadores, às 21h30, diante do Botafogo. O atacante levará algumas das pessoas mais próximas para torcerem por ele.

Autor de 13 gols na temporada, o atacante marcou um na classificação da equipe para as quartas de final, na vitória por 2 a 0 contra o Nacional-URU, em 22 de agosto.

Depois disso, passou em branco nos últimos cinco jogos em que atuou. Contra o Botafogo, aliás, teve a melhor chance do São Paulo no empate por 0 a 0, em finalização chapada que não acertou o gol.

Ídolo da torcida, ele tentará nesta noite recolocar o Tricolor em uma semifinal de Conmebol Libertadores, como aconteceu em 2016. Naquela ocasião, o Tricolor eliminou o Atlético-MG nas quartas de final, mas caiu para o Atlético Nacional, da Colômbia, ficando fora da final.

Em entrevista ao ge, o goleiro Rafael exaltou a importância de Calleri para o time são-paulino:

– Calleri é um cara que a gente conta demais, que sempre fez muito pelo clube. O que mais se identifica quando você olha para o Calleri é o que ele faz em todo jogo. Ele se entrega, dá o máximo, corre o que pode e o que não pode. Quando o jogo apresenta chance de gol, ele vai fazer. Mas na hora de defender, ele vai brigar com o zagueiro, vai segurar a bola, fazer uma falta se necessário, vai ser o primeiro a marcar. Você pode contar com ele o tempo inteiro, ele fará o melhor nos 90 minutos.

São Paulo recebe Botafogo e tenta ir à semi da Libertadores

Mais um semifinalista da Copa Libertadores 2024 será conhecido nesta semana. São Paulo e Botafogo se enfrentam no jogo de volta das quartas de final do torneio nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Morumbis, em São Paulo (SP).

O confronto de ida entre Botafogo e São Paulo, disputado no Nilton Santos, terminou em um empate sem gols. O Glorioso pressionou o Tricolor até o fim dos 90 minutos, mas não conseguiu furar a defesa são-paulina. Dessa forma, a decisão ficou para o duelo na capital paulista.

Assim, quem vencer o embate desta quarta-feira avançará às semifinais da Libertadores. Em caso de uma nova igualdade no placar, a decisão ficará para os pênaltis.

O São Paulo vive um momento de instabilidade na temporada, com apenas uma vitória nos últimos cinco jogos. A equipe vem de uma derrota para o Internacional, por 3 a 1, no Morumbis. Na ocasião, porém, o técnico Luis Zubeldía optou por poupar seus principais titulares já de olho no jogo contra o Botafogo, e mandou a campo um time misto.

A tendência, então, é que o Tricolor venha com “força máxima” diante do Alvinegro carioca, uma vez que não terá nenhum jogador suspenso. Os desfalques seguem sendo os atletas lesionados, como Alisson, Pablo Maia e Patryck.

Em contrapartida, Liziero retornou de lesão no jogo contra o Internacional e deve ficar disponível no banco de reservas. Por outro lado, o atacante Ferreira, que treinou no gramado na última semana como parte do cronograma de recuperação, aparece como dúvida.

Do outro lado, no último sábado, o Botafogo derrotou o Fluminense no clássico carioca e se manteve na liderança da Série A, com 56 pontos. O Fogão, assim, chega com confiança para o confronto no Morumbis.

Atual treinador do Botafogo, o português Artur Jorge disse que espera um embate mais equilibrado dessa vez, uma vez que o Glorioso foi superior no jogo de ida.

“Acredito que continuamos tendo uma eliminatória complicada e um rival qualificado. Creio que o São Paulo pense o mesmo. Vamos ter que ser mais eficientes do que na ida se quisermos a classificação”, afirmou o comandante.

O treinador terá os mesmos cinco desfalques do jogo de ida. Rafael, Eduardo, Cuiabano, Júnior Santos e Jeffinho seguem em recuperação de suas respectivas lesões. Em compensação, Marlon Freitas, que esteve suspenso contra o Fluminense no fim de semana, fica à disposição.

Darío Herrera, da Argentina, será o responsável por apitar o jogo, auxiliado pelos compatriotas Ezequiel Brailovsky e Cristián Navarro. Mauro Vigliano, também argentino, comandará o VAR.

 

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X BOTAFOGO

Data: 25 de setembro de 2024, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Morumbis, em São Paulo (SP)
Árbitro: Darío Herrera (ARG)
Assistentes: Ezequiel Brailovsky (ARG) e Cristián Navarro (ARG)
VAR: Mauro Vigliano (ARG)

SÃO PAULO: Rafael; Rafinha, Alan Franco, Arboleda e Welington; Luiz Gustavo e Bobadilla; Wellington Rato, Lucas e William Gomes; Calleri.
Técnico: Luis Zubeldía

BOTAFOGO: Jhon; Vitinho, Alexander Barboza, Bastos e Alex Telles; Gregore, Marlon Freitas e Thiago Almada; Luiz Henrique, Igor Jesus e Jefferson Savarino.
Técnico: Artur Jorge

Alisson corre no gramado e avança em processo de recuperação de cirurgia

O São Paulo trouxe uma boa notícia para seu torcedor nesta terça-feira. O volante Alisson deu um passo a mais em seu processo de recuperação da cirurgia no tornozelo direito e foi a campo para correr no gramado do CT da Barra Funda.

Segundo divulgado pelo Tricolor, o atleta está em período de adaptação aos trabalhos no gramado. O jogador ainda foi supervisionado pelos fisioterapeutas para que não houvesse nenhum tipo de problema durante o exercício.

“Em recuperação de cirurgia no tornozelo direito, Alisson correu no gramado. O jogador está em período de adaptação aos trabalhos de campo e foi supervisionado pelos fisioterapeutas durante a atividade”, escreveu o clube nas redes sociais.

Alisson sofreu a grave lesão em julho deste ano. O volante fraturou o tornozelo direito durante o segundo tempo do triunfo sobre o Grêmio, no Morumbis, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Desde então, vem trabalhando com o departamento médico do São Paulo.

Apesar de ter trazido uma atualização sobre o processo de recuperação de Alisson, o São Paulo, como de praxe, não divulgou um prazo de retorno oficial aos gramados para o jogador.

Alisson vinha sendo um dos mais regulares do Tricolor neste ano e era titular indiscutível do técnico Luis Zubeldía. Na atual temporada, ele disputou 36 partidas, com três gols marcados e duas assistências distribuídas.

Também sem Pablo Maia, lesionado, o São Paulo precisou ir ao mercado da bola em busca de volantes. Foi assim que a diretoria trouxe Marcos Antônio e Santiago Longo, além da comissão técnica ter optado por manter Liziero, que retornou de empréstimo.

São Paulo encerra preparação para enfrentar o Botafogo

O São Paulo deve enfrentar o Botafogo nesta quarta, às 21h30 (de Brasília), no Morumbis, pelas quartas de final da Conmebol Libertadores, com pelo menos uma mudança em relação ao time que entrou em campo na partida de ida, há uma semana, no Rio de Janeiro.

Wellington Rato pode voltar aos 11 titulares, reforçando o setor ofensivo. No Engenhão, o técnico Luis Zubeldía sacou o meia para escalar o zagueiro Sabino, numa linha de três defensores.

Assim, o time que começa a partida poder ter Rafael; Rafinha, Arboleda, Alan Franco e Welington; Luiz Gustavo e Bobadilla; Wellington Rato, Lucas e William Gomes (Luciano); Calleri.

Nesta terça, véspera da partida, Zubeldía comandou um treinamento tático para simular situações como saída de bola de construção de jogadas. Os atletas também fizeram atividades de bola parada.

Como a partida de ida terminou sem gols, quem vencer no Morumbis avança às semifinais. Se houver empate, a decisão será nos pênaltis.

A expectativa é de que o estádio esteja lotado, com mais de 60 mil torcedores – o recorde da temporada foi na partida contra o Nacional-URU, nas oitavas da Libertadores, com 60.032 pessoas.

Conselho aprova uso de novo terceiro uniforme em jogos oficiais

O São Paulo utilizará sua nova terceira camisa comemorativa em jogos oficiais. Lançado em agosto em homenagem à torcida, o modelo deverá ser usado pela equipe ainda nesta temporada.

A peça foge do design tradicional das camisas um e dois, cujos padrões estão definidos em estatuto – e, por isso, precisou de uma autorização do Conselho Deliberativo do clube.

A liberação foi feita após votação no órgão do clube, que aprovou a utilização com 91,09% dos votos. O resultado foi celebrado pelo presidente Julio Casares nas redes sociais.

Firmado no início deste ano, o contrato com a New Balance prevê exclusividade para o São Paulo no país em seus dois primeiros anos, e no estado de São Paulo até o fim, em 2026.

Ferreira de volta na Libertadores? Veja o que o São Paulo planeja

Ferreira está cada vez mais perto de reforçar o São Paulo, mas a condição física do jogador ainda pode ser um entrave para a sua presença no banco de reservas no Morumbis na quarta-feira, às 21h30, contra o Botafogo, na partida de volta das quartas de final da Conmebol Libertadores.

Ele não entra em campo há quase 40 dias.

Recuperado de lesão no quadríceps da perna esquerda sofrida no clássico contra o Palmeiras, em 18 de agosto, o atacante começou a treinar na semana passada com atividades parciais com o grupo e com os profissionais da fisioterapeuta, mas a cada dia tem avançado bem em sua recuperação.

Nesta semana, o jogador integra os treinos com o restante do elenco, mas ainda está muito atrás dos demais em relação à parte física.

Na visão da comissão, ele ainda precisa cumprir alguns protocolos com a preparação física para conseguir entregar uma boa minutagem nas partidas. A ideia é diminuir o risco de novas lesões.

Por ser uma decisão, porém, ainda há uma pequena possibilidade de o jogador aparecer no banco do jogo contra o Botafogo para ser uma alternativa de desespero caso o jogo não se desenhe bem para o São Paulo na quarta-feira.

Sem ele, o Tricolor disputou oito partidas, com três vitórias, dois empates e três derrotas, com 45,8% de aproveitamento. Foram apenas seis gols marcados no período, com outros sete sofridos.