São Paulo venceu apenas dois dos últimos dez clássicos

O torcedor São Paulo não está feliz com o desempenho recente da equipe em clássicos recentemente. Com Choque-Rei à vista em busca de uma vaga na final do Paulista, o Tricolor precisa melhorar o aproveitamento para ter um bom resultado.

Nos últimos dez clássicos que disputou, o São Paulo venceu apenas dois. Além dos triunfos, foram cinco empates e três derrotas – isto é – 36,6% de aproveitamento.

O recorte começa no empate contra o Palmeiras em fevereiro de 2024 que rendeu ao Tricolor, nos pênaltis, o título da Supercopa Rei, anda com Carpini como comandante. Desde então, o São Paulo foi derrotado duas vezes pelo Santos, uma no Paulista de 24 e outra no Paulista de 25, e uma vez pelo Palmeiras, no Brasileirão da última temporada.

O único rival que não superou o São Paulo no período foi o Corinthians, que, em três confrontos, perdeu dois e empatou um.

O São Paulo entra em campo na próxima segunda-feira (10), às 21h35 (de Brasília), para enfrentar o Palmeiras no Allianz Parque. O duelo decisivo vale uma vaga na final do Paulista contra Corinthians ou Santos.

Confira os últimos dez clássicos do São Paulo:

Palmeiras – Supercopa Rei 2024- empate (0 a 0)
Santos – Campeonato Paulista 2024 – derrota (1 a 0)
Palmeiras – Campeonato Paulista – empate (1 a 1)
Palmeiras – 1º turno do Brasileiro 2024 – empate (0 a 0)
Corinthians – 1º turno do Brasileiro 2024 – empate (2 a 2)
Palmeiras – 2º turno do Brasileiro 2024 – derrota (2 a 1)
Corinthians – 2º turno do Brasileiro 2024 – vitória (3 a 1)
Corinthians – Campeonato Paulista 2025 – vitória (3 a 1)
Santos – Campeonato Paulista 2025 – derrota (3 a 1)
Palmeiras – Campeonato Paulista 2025 – empate (0 a 0)

São Paulo marcou apenas 2 gols nos últimos 6 Choques-Reis

Para avançar à final do Paulistão, o São Paulo tem pela frente um difícil desafio. O Tricolor Paulista enfrenta o Palmeiras, de Abel Ferreira, às 21h35 (de Brasília) da próxima segunda-feira (10). O time comandado por Luis Zubeldía precisa contornar um retrospecto ofensivo recente ruim contra o rival para assegurar um bom resultado no Allianz Parque.

Nos últimos seis Choques-Reis, o São Paulo anotou apenas dois gols. Além disso, a equipe não conseguiu triunfar em nenhuma das últimas seis vezes contra o Palmeiras – são três empates e duas derrotas.

O São Paulo foi às redes no Choque-Rei no empate em 1 a 1 pelo Paulista de 2024 e na partida do segundo turno do último Campeonato Brasileiro, quando perdeu por 2 a 1. Os gols do São Paulo foram marcados por Alisson e Luciano, respectivamente.

No período, inclusive, o São Paulo foi vazado oito vezes – cinco apenas no confronto pelo segundo turno do Brasileiro de 2023, quando o Palmeiras não tomou conhecimento e goleou por 5 a 0.

Conmebol divulga potes para sorteio dos grupos da Libertadores

A Conmebol divulgou, nesta sexta-feira, os potes para realizar o sorteio dos grupos da Libertadores de 2025. A divisão das equipes é feita com base no ranking da entidade.

Ainda falta a definição de quatro times para a disputa do torneio, que serão definidos na próxima semana, quando se encerra a terceira fase da competição.

Dos brasileiros classificados, Palmeiras, Flamengo e São Paulo estão no pote 1. O Internacional foi alocado no pote 2 e o Fortaleza foi para o 3. O campeão da última edição, Botafogo, será o cabeça de chave do grupo A, obrigatoriamente.

Além destas equipes, Corinthians e Bahia disputam na próxima semana duas das quatro vagas restantes na fase de grupos, contra Barcelona de Guayaquil e Boston River, respectivamente. As equipes que avançarem das fases preliminares serão destinadas ao pote 4.

Caso os dois brasileiros avancem, existe a possibilidade de enfrentarem outros times do país na próxima fase.

O sorteio dos grupos da Libertadores está marcado para o dia 17 de março, às 20h (de Brasília). O evento acontecerá na sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai.

Confira os potes da Libertadores

Grupo A

Botafogo

Pote 1

River Plate-ARG
Palmeiras
Flamengo
Peñarol-URU
Nacional-URU
São Paulo
Racing-ARG

Pote 2

Olimpia-PAR
LDU-EQU
Internacional
Libertad-PAR
Ind. Del Valle-EQU
Estudiantes-ARG
Colo Colo-CHI
Bolívar-BOL

Pote 3

Fortaleza
Vélez Sarsfield-ARG
Atlético Nacional-COL
Sporting Cristal-PER
Universitario-PER
Talleres-ARG
Deportivo Táchira-VEN
Universidad de Chile

Pote 4

Carabobo-VEN
Bucaramanga-COL
San Antônio Bulo Bulo-BOL
Central Córdoba-ARG
Alianza Lima-PER ou Deportes Iquique-CHI
Cerro Porteño-PAR ou Melgar-PER
Corinthians ou Barcelona-EQU
Bahia ou Boston River-URU

Luiz Gustavo e Ruan devem ficar no banco contra o Palmeiras

O São Paulo prepara os retornos do zagueiro Ruan e do volante Luiz Gustavo para o clássico contra o Palmeiras, na segunda-feira, às 21h35 (de Brasília), no Allianz Parque, pela semifinal do Campeonato Paulista. Os jogadores devem ficar à disposição do técnico Luis Zubeldía.

Ruan está recuperado de uma leve lesão na coxa, enquanto Luiz Gustavo treina normalmente depois de uma fratura num dedo do pé.

A tendência é que eles sejam relacionados pela importância do clássico da próxima segunda-feira, mesmo se ainda não estiverem 100% fisicamente.

Enquanto isso, Zubeldía prepara a equipe que será titular contra o Palmeiras. O treinador deve repetir a escalação que foi utilizada na vitória por 1 a 0 sobre o Novorizontino, na última segunda, pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

O São Paulo deve entrar em campo no Allianz Parque com: Rafael, Ferraresi, Arboleda e Alan Franco; Cédric, Alisson, Marcos Antônio, Oscar e Enzo Diaz; Lucas e Calleri.

Oscar projeta duelo com Palmeiras e sai em defesa de Luighi

Oscar, meio-campista do São Paulo, saiu em defesa de Luighi, do Palmeiras, que sofreu racismo na última quinta-feira, no Paraguai. Além disso, o camisa 8 do Tricolor projetou o duelo contra o Alviverde pela semifinal do Paulista.

“Primeiramente, também queria falar sobre, o que aconteceu com o jogador do Palmeiras (Luighi), que sofreu racismo. A gente também está dando esse apoio. Isso aí é o que vem acontecendo já no futebol sul-americano, e a gente espera que as pessoas que fazem isso sejam punidas. A gente fica triste com o que aconteceu com ele, e espera que alguma coisa possa acontecer com as pessoas que fizeram esse ato de racismo. Racismo é crime e sai do futebol”, disse Oscar, em entrevista coletiva, nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda.

“E sobre o clássico, na minha época, quando eu estava aqui, que era mais novo, 17, 18 anos, já era um grande clássico aqui em São Paulo, então já tinha essa rivalidade. Lógico que eu conheço muito bem a rivalidade, eu sou são-paulino, então sempre estou acompanhado mesmo de longe. Mas é isso, a gente espera que essa rivalidade, essa inimizade, que tem um clube com o outro, fique só fora de campo, e que vença o melhor”, acrescentou.

Oscar também falou a respeito da polêmica do gramado sintético e exigiu melhores condições para o duelo desta segunda-feira. O meio-campista, ainda, defendeu os jogos aos finais de semana, outro assunto que repercutiu antes do duelo.

“Falando do gramado sintético, a gente não é contra o Palmeiras, mas sim contra os estádios sintéticos. É a primeira vez que estou começando a jogar no gramado sintético. Na Europa não jogava, na China não tinha. Então, estou vendo que os jogadores estão sofrendo. Acho que os dois jogos que teve no gramado sintético, contra o Portuguesa e contra o Palmeiras, eu acabei não jogando muito. Então, eu vi que os companheiros, o próprio Alisson, que sofreu com o tornozelo dele. Então, a gente espera também ter um gramado melhor”, disse Oscar.

“A gente, como jogador, e até vendo o ponto do torcedor, jogar no sábado e no domingo é melhor, é mais gostoso, a gente é mais acostumado. Mas, a gente está preparado também. É uma decisão que a diretoria, a federação, cabe a eles decidir isso aí. A gente tem que estar preparado para jogar no sábado, domingo e segunda”, pontuou o meia.

O meio-campista, anunciado como “presente de Natal” pelo São Paulo no final da temporada passada, já participou de seis gols em 2025. O camisa 8 foi às redes duas vezes e distribuiu duas assistências, em 11 partidas disputadas. Ele comentou os diferentes esquemas táticos da equipe de Zubeldía e sua função em cada um deles.

“A gente já estava jogando 4-2-3-1, ali. A gente tem que jogar bem como equipe. Independente de qual jogador que joga, cabe a lógica o Zubeldía decidir. E todo jogador tem que estar pronto. A minha função com três zagueiros ou com dois zagueiros, que a gente joga 4-3-3 ali, não muda muito. Eu tenho um estilo que gosto de ajudar, gosto de voltar, gosto de tacar a bola. Então, de qualquer forma, com três zagueiros ou com dois zagueiros, a minha função não muda muito”, avaliou.

“Falando do 3-5-2, da maneira que a equipe está jogando, principalmente nos últimos jogos, contra o Palmeiras, contra o São Bernardo, a equipe não perdeu e sofreu muito pouco, deu muita pouca chance para outra equipe. Então, a gente também estava esperando fazer isso no 4-4-2 ou 4-2-3-1 e a gente não estava conseguindo. Mas não é jogador, não é a forma da equipe jogar. Tem muitas equipes aí que jogam 4-2-3-1 e jogam muito bem ou jogam no 3-5-2. Então, a gente tem dois esquemas que jogam muito bem. A gente fez grandes jogos também no 4-2-3-1 e fez bons jogos no 3-5-2. Então, é importante ter essa avaliação também”, concluiu.

O São Paulo entra em campo na próxima segunda-feira (10), às 21h35 (de Brasília), para enfrentar o Palmeiras no Allianz Parque. O duelo decisivo vale uma vaga na final do Paulista contra Corinthians ou Santos.

Ryan completa cinco jogos seguidos no banco e segue em busca de espaço

Destaque do São Paulo na Copinha e uma das principais pr0messas da base, o atacante Ryan Francisco ainda tenta conquistar seu espaço no profissional. No entanto, o jovem de 18 anos não vem recebendo muitas oportunidades.

O jogador assistiu do banco de reservas a vitória do São Paulo sobre o Novorizontino, por 1 a 0, na última segunda-feira, no Morumbis, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Assim, ele chegou a cinco jogos seguidos sem entrar em campo.

Antes do duelo contra o Novorizontino, Ryan também ficou no banco contra São Bernardo, Ponte Preta, Palmeiras e Velo Clube. A última vez que o atacante jogou faz quase um mês. No dia 2 de fevereiro, ele entrou no segundo tempo do empate com a Inter de Limeira.

Ryan foi o grande destaque da campanha campeã do São Paulo na Copinha. Em oito jogos disputados, o Made In Cotia marcou dez gols e anotou uma assistência.

Após o exímio desempenho no torneio de base, Francisco foi fundamental na vitória do São Paulo sobre a Portuguesa, por 2 a 1, pela quinta rodada do Estadual. O atacante entrou aos 37 minutos do segundo tempo e marcou um golaço nos acréscimos para garantir o triunfo ao Tricolor.

Mesmo após o gol, Ryan seguiu com poucos minutos em campo. No jogo seguinte, contra o Santos, entrou mais uma vez na reta final da segunda etapa. Depois, jogou apenas contra a Inter de Limeira.

Um dos motivos que explica o pouco tempo de jogo a Ryan é a concorrência no setor. Calleri e André Silva – artilheiro da equipe no ano – ainda estão à frente do jovem e vêm recebendo mais oportunidades com o técnico Luis Zubeldía.

Ryan espera voltar a ganhar minutos na segunda-feira, contra o Palmeiras, pela semifinal do Paulista. A bola rola no Allianz Parque a partir das 21h35 (de Brasília).

Oscar e Lucas conquistaram juntos um título internacional pelo São Paulo

Antes de ganharem o mundo como jogadores profissionais, Lucas Moura e Oscar conquistaram, ainda na base do São Paulo, um título de peso internacional contra equipes de outros continentes.

Disputado na Espanha, o Mundialito Sub-17 de 2008 deu ao São Paulo o bicampeonato do torneio num título que teve Oscar como protagonista e Lucas, ainda Marcelinho, apenas como espectador.

Nomes cercados de expectativa desde a base, eles faziam parte de uma delegação que contava ainda com o atacante Henrique Almeida, que foi artilheiro do torneio, o volante Casemiro, hoje no Manchester United, e o ex-volante Wellington, que jogaria pelo Tricolor por várias temporadas.

Hoje trintões, Lucas e Oscar lutam para vencer um título juntos pela equipe principal do Tricolor, onde foram formados. Para isso, encaram na próxima segunda-feira o Palmeiras, na semifinal do Paulistão, em jogo único no Allianz Parque.

Há quase 17 anos, eles dividiram hotel e vestiários no título que contou com vitória nos pênaltis contra o Barcelona na semifinal após um empate sem gols, e vitória por 2 a 1 na final contra o Espanyol.

Mas só Oscar, nascido em 1991, foi a campo. Lucas, de 1992, não teve chance de jogar.

– Lucas era o mais jovem do nosso grupo, uma grande promessa. Ao chegarmos lá, percebemos que os times do mundo todo tinham ido com idade máxima e vimos que, do ponto de vista físico, era um risco colocá-lo para jogar, a gente tinha de preservá-lo – lembrou Adriano Titton, hoje supervisor de Análise de Desempenho do São Paulo e na época preparador físico da base.

Esse fato, porém, não tirou de Lucas Moura a satisfação pelo título, conquistado pela segunda vez pelo clube brasileiro. Depois do apito final na vitória contra o Espanyol, mesmo sem ter jogado por um segundo sequer, Lucas atravessou o campo inteiro de joelhos, pagando uma promessa pessoal.

– A promessa dele não era uma promessa individual, era uma promessa coletiva. Isso mostra como já era a cabeça do Lucas – completou Titton.

Oscar, o melhor jogador
Além de Barcelona (semifinal) e Espanyol (final), o São Paulo enfrentou CA Madrid, Albacete Balompié e Cruz Azul do México na primeira fase. Nas quartas, passou pelo Villareal.

Em seis jogos, foram quatro vitórias, um empate e uma derrota, com 13 gols marcados, seis deles de Henrique. Oscar, que marcou um e deu duas assistências, foi eleito o melhor jogador do torneio, que era conhecido como “Mundial de Clubes de La Comunidad de Madrid Sub-17”.

Lucas, o sonhador
Assim como Casemiro, também nascido em 1992, Lucas tinha apenas 16 anos nesta conquista.

Na véspera da final, o jogador sonhou que entraria no segundo tempo e marcaria o gol do título. Esse fato foi comentado com algumas pessoas da comissão, mas não com o técnico Zé Sérgio, que só ficaria sabendo do sonho posteriormente.

Sem essa informação, o treinador optou por outros atletas, e Lucas não entrou. O Tricolor venceu os espanhóis por 2 a 1. Henrique e Diego marcaram, ambos com passes de Lucas Gaúcho.

No ano seguinte, em 2009, a base do São Paulo voltou a viajar para o torneio em busca do tri. Já sem Oscar e com Lucas protagonista, a equipe foi até a semifinal, mas caiu para o Rayo Vallecano.

Zubeldía busca conquistar primeira vitória contra o Palmeiras pelo São Paulo

São Paulo e Palmeiras duelam na segunda-feira por uma vaga na final do Campeonato Paulista. Técnico do Tricolor Paulista, Luis Zubeldía ainda não conseguiu vencer o rival.

Desde que chegou ao São Paulo, em abril do ano passado, o treinador argentino enfrentou o Verdão três vezes e não conseguiu conquistar nenhuma vitória. Foram dois empates e uma derrota contra o time alviverde.

O primeiro encontro do comandante pelo São Paulo contra o Palmeiras foi justamente seu primeiro clássico à frente do cargo. O Choque-Rei, válido pelo Campeonato Brasileiro e disputado no Morumbis, terminou empatado sem gols.

No segundo turno do mesmo Brasileirão veio a primeira e, até o momento, única derrota para o rival. O Tricolor Paulista perdeu de 2 a 1 no Allianz Parque, com direito a gol de Flaco López no apagar das luzes para garantir a vitória do Palmeiras.

O último embate entre o treinador são-paulino e o Verdão foi válido pela atual edição do Paulista. Novamente na casa palmeirense, as equipes ficaram no empate em 0 a 0, em clássico com poucas emoções.

Zubeldía ainda soma mais um duelo contra o Palmeiras, mas não como técnico do Tricolor e sim do Cerro Porteño-PAR. Em 2018, pela ida das oitavas de final da Libertadores, o técnico argentino perdeu para o time da Barra Funda por 2 a 0, em Assunção, no Paraguai. Borja marcou os dois gols da vitória palmeirense.

Portanto, o técnico são-paulino mira vencer o Palmeiras pela primeira vez na carreira. O Choque-Rei está marcado para esta segunda-feira, no Allianz Parque, às 21h35 (de Brasília).

São Paulo tem bom retrospecto em mata-matas contra o Palmeiras

O São Paulo visita o Palmeiras na próxima segunda-feira, no Allianz Parque, em busca de uma vaga na final do Campeonato Paulista. Para avançar no torneio, o Tricolor se apega ao ótimo retrospecto contra o rival em mata-matas.

Ao todo, São Paulo e Palmeiras se enfrentaram em jogos eliminatórios 22 vezes. O clube do Morumbis saiu vitorioso em 17 ocasiões (classificações ou títulos) e foi derrotado pelo rival apenas cinco vezes.

O último encontro eliminatório ocorreu em fevereiro do ano passado pela Supercopa Rei. O Tricolor venceu o time alviverde nos pênaltis por 4 a 2, após empate sem gols no tempo normal, ficou com o título e ampliou a vantagem sobre o Palmeiras.

O São Paulo também leva vantagem no retrospecto recente em mata-matas contra o rival. Na “Era Abel Ferreira”, as equipes se encontraram em jogos eliminatórios seis vezes, com quatro vitórias são-paulinas e duas palestrinas.

A última vez que os times se enfrentaram em uma semifinal de Paulista também terminou com classificação do São Paulo. Em 2019, a equipe, na época comandada por Cuca, derrotou o Palmeiras nos pênaltis, em pleno Allianz Parque.

No palco da decisão de segunda-feira, inclusive, houveram quatro confrontos eliminatórios nos últimos anos, com dois triunfos do Tricolor e dois do Verdão. Em 2022 e 2023, pelas oitavas e quartas de final da Copa do Brasil, respectivamente, o São Paulo eliminou o rival.

Agora, o time de Luis Zubeldía espera ampliar a vantagem do clube do Morumbis diante do Palmeiras. O Choque-Rei está marcado para às 21h35 (de Brasília).