Com DM cheio, SP tem mais da metade do banco composto pela base

As contínuas lesões de jogadores do São Paulo estão refletindo no banco de reservas da equipe nos últimos jogos. Na derrota para o Cruzeiro, além das partidas contra Atlético-MG e Atlético Nacional-COL, o Tricolor teve de usar muitos garotos da base como suplentes.

Diante do Cruzeiro, no último sábado, dos 12 reservas, o São Paulo tinha oito garotos revelados pela base. Eram eles: Henrique Carmo, Young, Leandro Mathias, Maik, Igor Odoni, Nicolas Bosshardt, Lucca e Felipe Negrucci. Além disso, o volante Luan, que já é figura no profissional há algumas temporadas, também é cria de Cotia.

Na vitória contra o Atlético-MG, na 21ª rodada, o São Paulo contou novamente com oito nomes provenientes da base no banco de reservas: Young, Maik, Igor Odoni, Lucca, Felipe Negrucci, Henrique Carmo, Rodriguinho e Patryck. Os dois últimos estrearam no profissional há algum tempo.

Por fim, este número foi maior na classificação contra o Atlético Nacional-COL: Henrique Carmo, Young, Patryck, Maik, Nicolas Bosshardt, Luan, Felipe Negrucci, Pablo Maia e Lucas Moura, este com carreira já consolidada.

Lesões graves
O alto número de atletas da base do São Paulo no banco de reservas é culpa da grande quantidade de lesões que o Tricolor vem sofrendo. Apenas no setor ofensivo, Calleri, André Silva e Ryan Francisco estão fora de ação e só devem voltar em 2026.

Além deles, nomes importantes como Luiz Gustavo, Oscar, Arboleda e Marcos Antônio também estão lesionados no atual momento. O São Paulo deve aproveitar a data Fifa – e consequente a ausência de jogos – para recuperar alguns atletas e aliviar o Departamento Médico.

Crespo volta a ter grande período de treinos após reestreia

Após uma intensa quantidade de jogos e até lesões, o técnico Hernán Crespo deve ganhar um respiro nos próximos dias. Por conta da data Fifa, o treinador argentino terá um grande tempo para treinar e descansar o elenco, o segundo maior período desde sua reestreia pelo São Paulo, em julho. Contando a partir de domingo, o Tricolor terá 14 dias para focar no Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.

Até o início do mês de agosto, o São Paulo estava em três frentes na temporada, com Copa do Brasil, Brasileirão e Libertadores. Após a eliminação na Copa do Brasil para o Athletico-PR, o Tricolor ainda teve de encarar jogos do Brasileiro durante o meio de semana.

Antes destes 14 dias que terá pela frente em setembro, o maior período que Crespo teve para descansar e treinar o elenco foi quando ele chegou ao clube. Após ser apresentado em 24 de junho, até sua reestreia contra o Flamengo, em 12 de julho, o argentino teve 17 dias para implementar suas ideias nos jogadores.

Saldo positivo
Desde a reestreia de Crespo, o São Paulo voltou a trilhar o caminho das vitórias. Apesar da eliminação na Copa do Brasil, o saldo com o argentino tem sido muito positivo, com oito triunfos, três empates e três derrotas em 14 jogos até aqui.

O próximo compromisso do São Paulo é no dia 14 de setembro, domingo, quando enfrenta o Botafogo, no Morumbis. O jogo será válido pelo Campeonato Brasileiro e começa a partir das 17h30 (de Brasília).

Al Hilal faz exigências, e São Paulo desiste da contratação de Marcos Leonardo

O São Paulo não vai contratar o atacante Marcos Leonardo. Depois de diversas reuniões durante esta terça-feira, o Al Hilal fez uma última contraproposta, que o Tricolor concluiu que não tem como aceitar para ficar com o centroavante até o fim do ano. O jogador de 22 anos continua na Arábia Saudita.

Apesar do pouco tempo restante para a inscrição de Marcos Leonardo, o São Paulo acreditava que ainda seria possível contratar o jogador. O Tricolor estava, inclusive, em “plantão” para conseguir registrar o atacante se tiver a autorização do Al Hilal.

Para facilitar a possível transferência, Marcos Leonardo aceitou abrir mão de grande parte dos salários que teria para receber no Al Hilal até o fim de 2025. No modelo de negócio tentado pelo São Paulo, o centroavante se encaixaria nas condições financeiras do clube do Morumbis. Mesmo assim, não foi possível concluir a operação.

Na última segunda-feira, as janelas de transferências de todas as principais ligas do futebol europeu se fecharam. Assim, a concorrência para contratar Marcos Leonardo diminuiu. O que tem pesado (e muito) para o negócio acontecer é a vontade do centroavante, que quer atuar pelo São Paulo.

Marcos Leonardo chegou ao Al Hilal por 40 milhões de euros, em setembro de 2024, e recebe um salário alto para os padrões do São Paulo neste momento. Portanto, ao baixar a pedida, o atacante deixa um cenário mais otimista para o negócio.

O centroavante tem contrato com o Al Hilal até junho de 2029. Ele tem 49 jogos, 29 gols e três assistências pelo clube da Arábia Saudita.

 

Fonte: Globo Esporte

São Paulo acerta a contratação do meia-atacante Emiliano Rigoni

O São Paulo acertou a contratação por empréstimo do meia-atacante Emiliano Rigoni, que estava jogando no León, do México. O Tricolor não desembolsará valores pela transação.

O contrato firmado tem duração até o final deste ano, com opção de prorrogação por mais um ano, no caso de cumprimento de algumas metas, sem previsão de pagamento por isso.

Desde que deixou o São Paulo, Rigoni atuou no futebol da Concacaf, primeiro nos Estados Unidos e atualmente no México. Pelo León, na última temporada, o argentino entrou em campo 17 vezes, fez um gol e deu uma assistência.

Na atual temporada, que chegou a sétima rodada no último final de semana, Rigoni esteve em campo apenas uma vez, entrando nos minutos finais da partida contra o Querétaro.

São Paulo negocia o retorno do meia-atacante Emiliano Rigoni

O São Paulo negocia a contratação do meia-atacante Emiliano Rigoni, que está jogando no León, do México. O jogador, que já defendeu o Tricolor, teve seu auge justamente sob o comando de Hernán Crespo.

O São Paulo busca agilizar o processo, já que o período de registros de jogadores desta janela fecha nesta terça-feira.

Desde que deixou o São Paulo, Rigoni atuou no futebol da Concacaf, primeiro nos Estados Unidos e atualmente no México. Pelo León, na última temporada o argentino entrou em campo 17 vezes, fez um gol e deu uma assistência.

Na atual temporada, que chegou a sétima rodada no último final de semana, Rigoni esteve em campo apenas uma vez, entrando nos minutos finais da partida contra o Querétaro.

Conselho de Administração aprova por unanimidade Fundo de Cotia

O São Paulo arquiteta, em parceria com a Galapagos, a mesma gestora que cuida do seu fundo de investimentos em direitos creditórios (FIDC), a criação de um outro fundo. Agora, a promessa é de pelo menos R$ 250 milhões para as categorias de base do clube.

A criação do Fundo de Investimento em Participações (FIP) já foi aprovada pelo Conselho de Administração do São Paulo. Para sair do papel, porém, o projeto precisa ser aprovado também pelo Conselho Deliberativo do clube. O ge, nos últimos dias, teve acesso a detalhes da proposta e reúne, abaixo, os principais pontos dela.

Quanto o São Paulo vai receber? De quantos anos é o fundo? A Galapagos vai ter participação em direitos econômicos de jogadores? Quem vai controlar a base do clube? E o Marinakis?

A criação de um fundo de investimento para as categorias de base do São Paulo prevê o repasse de R$ 250 milhões, podendo chegar a R$ 350 milhões, para o clube. Estes valores, caso o projeto seja aprovado, serão referentes à compra de 30% das “ações” deste fundo e serão pagos pela Galapagos. O Tricolor, portanto, ficará com 70%.

O São Paulo receberá os R$ 250 milhões da seguinte maneira:

Poucos meses após a assinatura do contrato: R$ 50 milhões para pagar dívidas e R$ 100 milhões para investimento na base (R$ 22 milhões para contratar jogadores, R$ 15 milhões para infraestrutura e tecnologia e R$ 63 milhões para capital de giro);
12 meses depois da assinatura do contrato: R$ 75 milhões para uso exclusivo das categorias de base;
24 meses depois da assinatura do contrato: R$ 25 milhões para uso exclusivo das categorias de base;
Depois de cinco anos: o São Paulo pode receber mais R$ 50 ou R$ 100 milhões se cumprir metas.

Estes valores, com exceção dos R$ 50 milhões que serão usados para dívidas do clube, serão destinados exclusivamente às categorias de base do São Paulo. Por regras estabelecidas no projeto com a Galapagos, o Tricolor não pode “emprestar” esse dinheiro para, por exemplo, contratar jogadores para o futebol profissional.

Todas as movimentações financeiras e todos os resultados do fundo de investimento terão de ser auditados e serão públicos, com fiscalização da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Para além dos valores envolvidos, o São Paulo terá de cumprir obrigações para manter o fundo de pé. O FIP, se aprovado, terá três pilares: investimento, operação e gestão, com a contratação de profissionais para funções que, hoje, não existem em Cotia.

O São Paulo, por determinação do plano de governança montado para o fundo, terá um diretor de vendas e um headscout (espécie de chefe de recrutamento) dedicados exclusivamente às categorias de base. Os objetivos são melhorar o poder de captação de jovens jogadores para os times inferiores e aprimorar, também, o mapeamento de prováveis destinos para atletas que não estão nos planos do Tricolor ou que estão valorizados.

Mas e os direitos econômicos de jogadores?

A Galapagos não terá participação em direitos econômicos de jogadores das categorias de base do São Paulo. A gestora, que será dona de 30% do fundo de investimento, terá direito a receber apenas essa fatia do lucro que o Tricolor tiver com as vendas de atletas revelados em Cotia depois que o contrato for assinado, caso seja aprovado pelo Conselho Deliberativo.

Se o São Paulo vender um jogador da base por R$ 100 milhões, por exemplo, todo esse valor vai inicialmente para os cofres do fundo de investimento. Serão contabilizados todos os gastos que o Tricolor teve com o atleta, tudo o que foi investido em sua formação, e apenas 30% desta diferença ficará com a Galapagos. O resto vai para o clube.

Num caso como o deste exemplo, portanto, a gestora ficaria com um valor menor do que R$ 30 milhões, porque teria direito a 30% do lucro da operação, e não do valor total da venda. Se o São Paulo vender um jogador por estes R$ 100 milhões, mas calcular que gastou R$ 20 milhões em sua formação, a Galapagos terá direito a 30% da diferença, que seria de R$ 80 milhões.

Se for o caso de um jogador que o São Paulo tiver gastado para comprar, por exemplo, ainda entrará na conta o valor que o clube desembolsou para adquirir o atleta, e a fatia da Galapagos será menor.

O incremento no poder de contratação para as categorias de base do São Paulo faz com que o clube preveja um aumento, também, nas saídas. O Tricolor calcula que, em média, três jogadores revelados em Cotia são vendidos por ano – alguns sem chegar ao profissional. A projeção é subir este número para 12 com o fundo de pé.

O futuro e Marinakis

Se criado, o fundo de investimento para a base do São Paulo terá metas. Algumas delas são reduzir dívidas; melhorar e capacitar as categorias de base do clube, aumentando o número de jogadores revelados, vendidos e aproveitados no futebol profissional; e dar mais transparência ao projeto, com os balanços independentes do restante do Tricolor auditados e publicados para o torcedor.

Também de olho no futuro, o São Paulo não descarta, se entender que é um bom negócio, vender mais fatias do fundo de investimento. Inicialmente, ele seria dividido apenas entre o clube (70%) e a Galapagos (30%).

Com a maioria das “ações” do fundo, o São Paulo pode ir em busca de um outro investidor interessado em entrar no negócio, como o empresário grego Evangelos Marinakis, com quem tem assinado um memorando de entendimento (MOU, no termo em inglês) para uma parceria que envolve suas categorias de base.

Inicialmente, Marinakis não está envolvido na criação do fundo de investimento. O que pode acontecer, no futuro, é a entrada do empresário grego proprietário do Olympiacos, na Grécia, e do Nottinghan Forest, na Inglaterra, no negócio.

O São Paulo, porém, não cogita a hipótese de ficar com menos de 50,1% das ações do fundo, porque não aceitaria perder o controle de suas categorias de base.

O fundo de investimento não tem data de validade, mas o São Paulo terá “janelas” em que poderá recomprar ações. No 10º, no 15º e no 20º ano, o Tricolor pode readquirir porcentagens se assim desejar.

Fonte: Globo Esporte

Nota do PP: mais uma mentira da diretoria. O Marinakis está por trás de tudo.  Vendemos 30% de Cotia. Vejam qualquer venda que seja feita, o dinheiro vai todo para o fundo, que desconta as despesas e repassa ao São Paulo a parte dele.

Ainda que o Marinakis não apareça num primeiro momento, um dos sócios da Galapagos é cunhado do Douglas Schwartzman, atual diretor de Cotia. Acho que isso só já basta para colocarmos em dúvida esse processo.

Pior: o Conselho de Administração aprovou por unanimidade, o que quer dizer que tudo o que falam nos bastidores, que Júlio Casares está perdendo força, é fumaça. E tenho a informação segura que ele fará o possível e o impossível para eleger Mara Casares para sua sucessão.

Botafogo negocia a contratação do volante Luan

Na reta final de janela de transferências, o Botafogo negocia a contratação do volante Luan, do São Paulo. A proposta alvinegra é de um contrato de empréstimo por um ano, com opção de compra ao término.

As tratativas ocorrem desde o último sábado, e há outra proposta nos mesmos moldes do Fortaleza. As próximas horas devem ser definitivas para o destino do meio-campista. A janela de transferências fecha nesta terça.

Luan foi formado nas categorias de base do São Paulo, em 2018, e desde então busca seu lugar no time. Em 2024, foi emprestado ao Vitória e fez 24 partidas. No retorno ao clube paulista, tem sido pouco utilizado por Hernán Crespo – são apenas cinco jogos.

Por outro lado, o Alvinegro busca uma “oportunidade de mercado” para o setor desde a saída de Gregore. Apesar de Danilo ter sido contratado, ainda há lacuna na função de primeiro volante.

 

Europeus reagem à chegada de brasileiro na Premier League: ‘Suspeito’

O Nottingham Forest anunciou a contratação de Cuiabano, agora ex-jogador do Botafogo, na segunda-feira (1). O lateral-esquerdo assina contrato de quatro anos com a equipe inglesa, até junho de 2028. A contratação chamou a atenção dos torcedores nas redes sociais, principalmente pela crescente aproximação entre o Glorioso e o clube da Premier League. O movimento reforça a percepção de uma relação cada vez mais estreita entre as duas instituições, dentro e fora das quatro linhas. Veja a repercussão europeia na web:

Tradução: 4 jogadores do Botafogo na mesma janela, nada de suspeito.

Tradução: Aquela camisa do Botafogo que comprei quando pegamos Jesus foi um investimento muito esperto.

Tradução: E, a propósito, o Cuiabano recebeu uma boa oferta do Brighton, que ele aceitou, mas o Textor decidiu vendê-lo para #NottmForest, pois é melhor para o seu “negócio” com o Marinakis. Vai entender.

Tradução: As quatro contratações do Nottingham Forest, Jesus, Cuiabano, Victor e Cunha, do Botafogo, são um recorde para o maior número de jogadores contratados por um clube em uma janela de transferências?

Tradução: São quatro jogadores do Botafogo…o que está acontecendo mesmo?

No Forest, Cuiabano irá reencontrar outros três grandes companheiros de Botafogo em 2024: Igor Jesus, Jair e John. Todos deixaram o Glorioso rumo ao clube gerido por Evangelos Marinakis, quem se aproximou nos últimos meses de John Textor, dono da SAF alvinegra. A movimentação é mais um indício da parceria entre os empresários por rede de portfólio com clubes e investimento.

Após formação no Grêmio, Cuiabano chegou ao Botafogo em 2024 e rapidamente se destacou no Alvinegro. Potência física e polivalente, podendo atuar também na ponta-esquerda, o jogador foi peça de confiança de Artur Jorge nas campanhas dos títulos do Brasileirão e da Libertadores.

Mailton é líder em aproveitamento de gols de falta na Série B

Mailton foi anunciado nesta segunda-feira como novo reforço do São Paulo. O lateral direito, que estava na Chapecoense, se destacou na Série B do Campeonato Brasileiro e tem como um dos pontos fortes a cobrança de faltas.

Mailton é o jogador com maior aproveitamento de gols de falta na Segunda Divisão, com 22,2% de acerto.

Chama atenção o fato de o lateral direito geralmente ser quem executa os arremates de média e longa distância, oferecendo ao São Paulo mais uma alternativa para ameaçar o adversário.

Atualmente, o São Paulo não conta em seu elenco com cobradores de falta de média e longa distâncias. Mais um motivo para a chegada de Mailton ser importante para o elenco comandado por Hernán Crespo.

A lateral direita era a maior lacuna do plantel tricolor na atual temporada, já que, após a saída de Igor Vinícius para o Santos, Cédric Soares passou a ser a única opção com mais rodagem para o setor, tendo o garoto Maike, da base, como substituto direto.

Agora, Crespo poderá preservar Cédric Soares, por enquanto titular absoluto, quando for necessário sem o receio de acelerar o processo de maturação do garoto Maik, que aos poucos tem ganhado espaço no elenco profissional.

Crespo, aliás, aproveitará a Data Fifa de setembro para já integrar seu mais novo reforço aos trabalhos do São Paulo no CT da Barra Funda. O Tricolor volta a entrar em ação somente no dia 14 de setembro, contra o Botafogo, às 17h30 (de Brasília), no Morumbis, pelo Brasileirão.