São Paulo lança coleção de roupas para atender público infantil

O São Paulo, em parceria com a New Balance, lançou nesta quarta-feira (1º) a primeira coleção infantil exclusiva para os seus torcedores. São sete peças casuais, entre camisetas, bermuda e casaco com capuz, em tamanhos de 6 a 14 anos.

Os preços variam de R$ 129,99 a R$ 269,99, com destaque para modelos como a Camiseta Juvenil 1930 e o Casaco com Capuz Juvenil. A linha busca unir estilo e conforto para a nova geração são-paulina.

Após o sucesso da coleção feminina, a nova cápsula reforça o compromisso da New Balance em atender diferentes perfis de torcedores, oferecendo opções para todas as idades.

A coleção já está disponível no e-commerce da New Balance e da SAO Store, além das lojas físicas da SAO Store.

Confira abaixo os produtos da nova coleção
Camiseta Juvenil Slim – R$ 129,99
Camiseta Juvenil 550 – R$ 129,99
Camiseta Juvenil 1930 – R$ 149,99
Camiseta Juvenil Mundial – R$ 149,99
Casaco com Capuz Juvenil – R$ 269,99
Bermuda Juvenil Slim – R$ 169,99.

Casares comenta profissionalização no SP, mas defende conselheiros

Julio Casares comentou sobre o processo de profissionalização que tenta implementar no São Paulo desde que assumiu a presidência do clube, em 2021. Apesar de sua intenção, o mandatário tricolor conta em sua gestão com conselheiros exercendo funções importantes no futebol, como Carlos Belmonte, algo que, aparentemente, ele não pretende abrir mão.

Embora conte com Rui Costa como um diretor executivo de futebol, um profissional do mercado, o São Paulo também tem em sua hierarquia o diretor de futebol Carlos Belmonte, que, na prática, figura acima do executivo e é conselheiro do clube, atuando sem remuneração.

“Se o clube conquistou três títulos chegando em cinco finais em cinco anos, tem mérito. Mas, te garanto que a tendencia hoje é o São Paulo tomar decisões 100% planejadas. Sou presidente, vou sair do São Paulo, mas eu vou prosseguir com minha missão na livre iniciativa privada. Amanhã posso fazer parte do conselho consultivo, mas quem tem que exercer a função é o profissional. Não vou abrir mão do colaborador que tem história no clube”, disse Julio Casares em entrevista à NSports.

Na última segunda-feira, antes da partida contra o Ceará, o presidente do São Paulo, o diretor de futebol Carlos Belmonte, o diretor executivo de futebol Rui Costa e os diretores adjuntos Fernando Chapecó e Nelson Ferreira foram alvo de protestos da principal Organizada do clube, a Torcida Independente. Casares, entretanto, parece satisfeito com o trabalho realizado pela alta cúpula tricolor.

“O diretor institucional é um facilitador, não é um cara que vai interferir de forma amadora. No São Paulo não há o hábito de que quando ganha está tudo certo e quando perde está tudo errado. Tudo é sinal. Estamos no caminho, mas precisamos muito do conselho de administração, que tem indicação de conselheiros, mas tem três membros independentes que vieram do mercado: Ricardo Lacerda, banqueiro, Luiz Lara, grande homem de marketing, e o outro é o nosso Marcelo D’Arienzo, que vem do Grupo Península com muita experiencia em gestão. Essas mentes arejadas juntamente com os colaboradores institucionais nos ajudam muito”, prosseguiu Julio Casares.

Sobre o futuro do São Paulo, a perspectiva não é tão empolgante. Após conquistar títulos no primeiro mandato, Julio Casares agora foca na reestruturação financeira para que o clube volte a competir com as principais potências do futebol brasileiro. É um processo complexo e que requer muita paciência, sobretudo por parte do torcedor, mas extremamente necessário.

“O clube conseguiu de forma competitiva se reconectar com sua torcida ao vencer o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil, que era o único campeonato que ainda não tinha, ganhou a Supercopa e chegou em duas finais em 2022: Paulista e Sul-Americana. Esse legado esportivo existe. Claro que o torcedor quer seguir ganhando, também queremos, mas agora nossa prioridade são dois pilares: a equação de uma organização financeira para que ela fique em queda com garantias de contratos e recebíveis e uma ação estratégica na base, que é o futuro de qualquer clube de futebol”, completou o presidente são-paulino.

Para isso, o Tricolor aposta no FIDC (fundo de investimento em direitos creditórios) lançado há pouco tempo. Nele, investidores podem fazer aportes que se transformam em empréstimo ao clube com taxas de juros menores em comparação com bancos tradicionais. Em troca disso, os cotistas receberão parte das receitas do São Paulo, como venda de atletas, direitos de transmissão, entre outras.

A outra estratégia do São Paulo é um novo fundo, desta vez direcionado às categorias de base, que prevê levantar R$ 250 milhões. O Fundo de Investimento em Participações (FIP) fornecerá repasses ao Tricolor para pagamento de dívidas e melhorias no processo de formação de atletas em Cotia.

São Paulo é o 5º time que manos acerta o alvo no Brasileirão

O São Paulo amarga uma seca de gols na temporada. O Tricolor não balança as redes há quatro jogos e se destaca por ser um dos times que menos acerta o alvo no Campeonato Brasileiro.

De acordo com dados do Sofascore, o São Paulo tem uma média de apenas 3.7 chutes no alvo em partidas válidas pelo Brasileirão, ficando à frente apenas do Corinthians, Fluminense, Santos e Juventude.

Nos últimos quatro compromissos pelo Campeonato Brasileiro, o São Paulo marcou apenas um gol, na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, no Morumbis. Contra Cruzeiro, Santos e Ceará o Tricolor acabou levando a pior também por 1 a 0.

Luciano é o grande símbolo dessa falta de pontaria do São Paulo. O camisa 10 se tornou o principal vilão da eliminação de sua equipe nas quartas de final da Libertadores após perder um caminhão de gols nos jogos de ida e volta contra a LDU, do Equador.

No Campeonato Brasileiro, Luciano também não balança as redes há tempo. O último gol do camisa 10 são-paulino na competição aconteceu na vitória sobre o Juventude, fora de casa, há mais de dois meses.

Nesta quinta-feira, contra o Fortaleza, na Arena Castelão, Luciano e seus companheiros terão mais uma oportunidade de mudar esse panorama negativo, começando a, enfim, “colocar o pé na forma”. A ver se a sorte vai virar para o lado do São Paulo após os tropeços recentes na temporada.

Rodriguinho tem sua maior sequência de jogos no São Paulo

Rodriguinho vive sua maior sequência de jogos no São Paulo. O jovem revelado pelas categorias de base disputou as últimas 12 partidas da equipe na temporada e parece ter se consolidado como uma das primeiras escolhas do técnico Hernán Crespo. Agora, a missão do meio-campista é buscar a consistência que lhe falta para se firmar de vez como titular do time tricolor.

Rodriguinho vem aproveitando a lesão de Oscar para ganhar minutos em campo. Além de ter participado dos últimos 12 jogos do São Paulo, o meia foi titular em nove deles, incluindo os jogos de volta contra Atlético Nacional e LDU, pelas oitavas e quartas de final da Libertadores, respectivamente.

O nível de atuação do jovem de 21 anos, porém, tem alternado. Nos primeiros jogos sob o comando de Hernán Crespo, Rodriguinho se destacou por ir para cima da marcação, protagonizar lindos dribles e dar assistências aos seus companheiros.

O desempenho notório do jovem revelado em Cotia no início da segunda passagem de Crespo pelo São Paulo o fez entrar de vez na briga por uma vaga no meio-campo da equipe, mas nos compromissos recentes ele não tem conseguido fazer a diferença.

Rodriguinho foi substituído nas últimas três partidas após atuações discretas contra Santos, LDU e Ceará. Embora siga buscando o jogo, se movimentando e tentando ajudar a equipe, o meia tem tido dificuldades nos duelos individuais com os adversários e os evitando muitas vezes, preferindo tocar a bola para algum companheiro ao invés de partir para cima da marcação.

É verdade que o momento atual não é o mais propício para Rodriguinho arriscar alguma jogada de efeito. A pressão da torcida por bons resultados de certa forma inibe sua busca pela irreverência dentro de campo. Mas, com o talento que possui e por tudo o que já mostrou em seu início de trajetória no São Paulo, o meia revelado em Cotia pode colher bons frutos se decidir se arriscar um pouco mais.

Tolói passa por exames, tem lesão na coxa detectada e vira desfalque

Rafael Tolói teve diagnosticada uma lesão na região posterior da coxa esquerda e se tornou mais um problema para o São Paulo. Ele será desfalque na quinta, contra o Fortaleza, na Arena Castelão, às 19h30 (de Brasília).

Titular contra o Ceará, o zagueiro deixou o jogo ainda no primeiro tempo com de dores e passou por exames nesta manhã de terça-feira. Para o próximo jogo, Crespo também não terá Arboleda, que está suspenso, e Ferraresi, que trata lesão no adutor.

Nesta manhã, os atletas que acumularam maior minutagem na partida permaneceram na parte interna do CT para exercícios de mobilidade, core e força. Os demais foram para o gramado, onde realizaram inicialmente um circuito orientado pela preparação física, com foco em core e pliometria. Na sequência, houve uma atividade de finalizações seguida de um jogo em campo reduzido.

O Tricolor viaja para a capital cearense na tarde de quarta, após treinar pela manhã no CT.

São Paulo tem pior público da “Era Casares” em derrota para o Ceará

O São Paulo teve o pior público da “Era Casares” nesta segunda-feira, na derrota por 1 a 0 para o Ceará, no Morumbis, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Somente 12.314 torcedores estiveram presentes nas arquibancadas do Morumbis para acompanhar a partida, a primeira após a eliminação nas quartas de final da Libertadores para a LDU.

Julio Casares assumiu a presidência do São Paulo em 2021. Na época, por causa da pandemia do novo coronavírus, os jogos aconteceram com portões fechados e, posteriormente, com apenas 30% da capacidade. Por isso, em duas ocasiões o público do Morumbis chegou a ser inferior ao desta segunda-feira.

Em condições normais, o Morumbis não recebe um público inferior ao desta segunda-feira desde 2019, quando Leco era presidente do São Paulo. De acordo com informações do Anotações Tricolores, na vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, há quase cinco anos, 11.970 torcedores estiveram nas arquibancadas do estádio.

Com pouco mais de 12 mil torcedores contra o Ceará, o São Paulo também acabou com uma sequência de 82 partidas com mais de 20 mil pessoas nas arquibancadas. Nos últimos anos, o Tricolor se notabilizou por ter uma das maiores médias de público do País.

O próximo compromisso do São Paulo em casa será o clássico contra o Palmeiras, no próximo domingo, às 16h (de Brasília). Antes disso, o Tricolor visita o Ceará quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Arena Castelão. Ambas as partidas são válidas pelo Campeonato Brasileiro.

Crespo lamenta nova derrota do São Paulo: “Momento crítico”

Pelo quatro jogo consecutivo, o técnico Hernán Crespo foi a uma entrevista coletiva para tentar explicar uma derrota do São Paulo, desta vez por 1 a 0 para o Ceará, dentro do Morumbis, pelo Campeonato Brasileiro, em noite que registrou o pior público do estádio desde 2019.

O treinador afirmou que a equipe vive um momento em que as coisas não vêm dando certo e disse que apenas mais trabalho poderá resolver a situação. Na próxima quinta, a equipe visita o Fortaleza na Arena Castelão.

– É o momento que não dá certo, cada jogo tem sua história. Hoje a gente estava incomodado já com o empate, se você falar se jogou bem, não, pode jogar melhor. É um momento crítico em relação a emoções e sentimentos após a eliminação, nunca é fácil. Chutamos, criamos com dificuldades, mas a derrota foi merecida. Chutamos duas vezes na trave, eles encontraram o gol com um rebote, tentamos de todos os lados, mudamos a forma de jogar, a escalação, vamos sair assim, antes tudo dava certo, mas agora temos que nos dedicar ainda mais – disse o treinador.

O técnico foi perguntado se é o momento de mudar a forma de o time jogar, mas defendeu a performance dos seus jogadores, apesar dos resultados adversos.

– Temos uma forma de jogar, com bola no chão, ultrapassagens, mas há momentos que não conseguimos concretizar o que produzimos. Hoje não criamos muito, não tivemos chances tão claras (…) Em outro momentos que ganhamos, o time não estava cheio de fenômenos e agora não são todos maus. É um momento triste, ninguém gosta de perder, mas é trabalhar, acreditar no que sabemos fazer.

– Tentamos construir, produzir, esperando que nos próximos jogos não chute na trave ou não encontremos um goleiro que pega tudo. Precisamos criar mais e converter em gols – disse.

Veja mais trechos:
Soluções
– Fórmula mágica não tem, cada jogo é uma história nova, depende do rival, depende do que acontece, dependendo o Dinenno pode jogar, se não tentamos outro jeito. Agora não está dando certo e todas as escolhas a serem feitas estão ligadas ao resultado. Eu falei já lá atrás, que passamos contra o Atlético Nacional e não jogamos bem, então do mesmo jeito falo que temos quatro derrotas, mas não merecemos perder os quatro jogos, no mínimo um empate, até hoje, poderia ser um 0 a 0, mas um empate Podemos falar do resultado e podemos falar dos argumentos, que é mais interessante e deveria ser assim, focar nos argumento, a consequência é o resultado. Tentamos de um jeito, tentamos de outro, mas ninguém pode encontar uma fórmula mágica para ganhar.

Política agitada
– Eu não vou entrar na parte politica, pois é uma situação particular que eu tento fazer o meu melhor com os atletas. Acho que a situação é particular e seguramente não ajuda, mas é assim, temos que focar no que podemos controlar, que é fazer bons jogos, controlar jogos, acreditar em classificações para copas internacionais e de resto a gente escuta e tenta ficar fora da situação.

Protestos
– O mundo ideal é que elenco, comissão, diretoria e torcida estejam juntos, mas é um momento de quebra. O porque eu deixo para a torcida. Se é uma questão política não posso fazer nada, se for de futebol podemos falar e tenho que encontrar soluções, mas parte do futebol, mas ao mesmo tempo como tivemos uma sequência positiva, tivemos agora uma negativa, depende do jeito que acontece. O time não está jogando bem, mas não está mal e a bola não está entrando.

Tolói sente a musculatura e é substituído no 1ºT de São Paulo x Ceará

Rafael Tolói é a mais nova dor de cabeça para o técnico Hernán Crespo. Nesta segunda-feira, o zagueiro sentiu um incômodo muscular ainda no primeiro tempo de São Paulo x Ceará e teve de ser substituído por Sabino.

Tolói foi a aposta da comissão técnica para a partida desta segunda-feira, pelo Campeonato Brasileiro. O zagueiro não foi titular contra a LDU, na semana passada, mas ganhou uma oportunidade justamente na vaga de Sabino.

Esse foi o terceiro jogo de Tolói neste retorno ao São Paulo, o terceiro como titular. O zagueiro não atuava desde o dia 21, no clássico contra o Santos, ou seja, em tese estava descansado para integrar a equipe tricolor contra o Ceará, mas não foi capaz de evitar o problema físico.

Tolói se junta a Ferraresi (lesão no adutor esquerdo), Marcos Antônio (desconforto no músculo reto femoral da perna direita), Calleri (cirurgia no joelho esquerdo), Oscar (recondicionamento físico após fratura em três vértebras lombares), André Silva (lesão no ligamento cruzado posterior e estiramento no ligamento cruzado anterior do joelho direito) e Luan (lesão no adutor direito) como desfalques do São Paulo.

Sem Tolói e Ferraresi, o técnico Hernán Crespo tem apenas três zagueiros à disposição: Arboleda, Alan Franco e Sabino. Negrucci, improvisado no clássico contra o Santos, é outra opção. Péssima situação para um time que costuma atuar com uma primeira linha defensiva composta por três atletas.

Arboleda vê derrota como reflexo de eliminação na Libertadores

Arboleda deixou o gramado do Morumbis com cara de poucos amigos nesta segunda-feira após a derrota do São Paulo para o Ceará, por 1 a 0, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Diante de pouco mais de 12 mil torcedores, o Tricolor não conseguiu se impor jogando em casa e pareceu ainda não ter se recuperado da dura eliminação nas quartas de final da Copa Libertadores para a LDU, o que foi admitido por Arboleda.

“Acho que o momento é difícil, como vocês sabem a gente veio de eliminação na Libertadores, a gente sentiu muito pelo trabalho que a gente vem fazendo com a comissão. Agora é levantar a cabeça, tratar de sair desse momento ruim que estamos passando. Acredito muito nos companheiros, no trabalho da comissão e da diretoria”, disse Arboleda ao SporTV.

A noite desta segunda-feira foi marcado por protestos da torcida antes e durante o jogo. Os alvos foram o presidente, a diretoria e os conselheiros do clube. Jogadores e comissão técnica do São Paulo foram poupados, mas saíram vaiados do Morumbis após a derrota.

“Eles têm razão em cobrar a gente, nós lamentavelmente sentimos muito pelo momento que estão passando. Eu virei um torcedor e sofro igual a eles. É trabalhar, recuperar, quinta temos um outro jogo difícil lá. Levantar a cabeça e continuar”, concluiu Arboleda.

O São Paulo volta a entrar em campo na próxima quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), contra o Fortaleza, na Arena Castelão, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.