Com baixas no meio-campo, veja as opções do SP para pegar o Grêmio

Grêmio e São Paulo se enfrentam nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), na Arena do Grêmio, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo ganha atenção extra para o Tricolor paulista, que terá diversas baixas no meio-campo e precisará da estratégia de Hernán Crespo para superar as limitações do setor.

Entre os desfalques, Oscar é ausência confirmada após sofrer uma lesão muscular na panturrilha esquerda. Pablo Maia cumprirá suspensão pelo acúmulo de cartões amarelos, enquanto Bobadilla, que defendeu o Paraguai na Data Fifa, será poupado. Além deles, Luan segue no departamento médico.

Com essas ausências, os atletas restantes para o meio-campo são: Luiz Gustavo, Alisson, Marcos Antônio e Rodriguinho, deixando Crespo com opções reduzidas.

Caso opte pelo 3-5-2, com três zagueiros e cinco meio-campistas, nos quais Enzo Díaz e Cédric atuam como alas, o técnico terá apenas um substituto disponível ou precisará recorrer a algum atleta formado na base, como Negrucci. Em um 4-4-2, seria possível organizar dois volantes recuados e dois meias ofensivos para aproveitar melhor o elenco à disposição.

Outra alternativa seria o tradicional 4-3-3, que funcionaria de forma semelhante ao 3-5-2, mas com os meio-campistas assumindo maior responsabilidade defensiva. Sem os dois alas, a equipe ocuparia menos espaço no setor, e os três volantes precisariam se dedicar mais, tanto na marcação quanto na construção ofensiva, garantindo equilíbrio entre defesa e ataque.

O Tricolor paulista estacionou na oitava colocação do Brasileirão, com 38 pontos (10 vitórias, 8 empates e 9 derrotas), e vem de uma derrota para o Palmeiras, no Morumbi, pela 27ª rodada.

São Paulo mira se manter 100% contra gaúchos em 2025

O São Paulo entra em campo nesta quinta-feira contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, com a chance de manter seu aproveitamento perfeito contra equipes gaúchas no Campeonato Brasileiro de 2025. Até agora, o Tricolor já enfrentou Grêmio, Juventude e Internacional pelo primeiro turno e venceu todos os confrontos.

No Morumbi, o São Paulo recebeu o Grêmio e venceu por 2 a 1, com gols de Arboleda e do atacante André Silva, atualmente fora por lesão. Atuando como visitante, o Tricolor superou o Juventude em Caxias do Sul pela vantagem mínima, com gol de Luciano, e também bateu o Internacional no Beira-Rio, novamente por 2 a 1.

Com os resultados positivos, o São Paulo soma 100% de aproveitamento contra gaúchos na temporada, mantendo a tradição de desempenho forte contra clubes do Rio Grande do Sul. O Tricolor paulista ocupa atualmente a oitava colocação no Brasileirão, com 38 pontos (dez vitórias, oito empates e nove derrotas), e vem de derrota para o Palmeiras, no Morumbi, pela 27ª rodada.

Para o duelo contra o Grêmio, Oscar segue fora por lesão muscular na panturrilha esquerda, Pablo Maia cumpre suspensão pelo acúmulo de cartões amarelos, Luan continua no departamento médico, e André Silva também é desfalque. Por outro lado, Rigoni, que cumpriu suspensão no Choque-Rei, retorna e fica à disposição de Crespo.

 

Cédric Soares e Enzo Díaz viram desfalques para jogo contra o Grêmio

A lista de desfalques do São Paulo ganhou mais dois nomes na noite desta quarta-feira, horas antes da viagem da equipe a Porto Alegre, onde o time enfrenta o Grêmio, quinta-feira, às 19h (de Brasília).

O lateral-direito Cédric, que teve diagnosticada uma fratura no dedão do pé direito, e o lateral-esquerdo Enzo Díaz, que apresentou dores no quadril, não integram a delegação na viagem ao Rio Grande do Sul.

Eles se juntam ao volante Pablo Maia, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e ao também volante Bobadilla, que só volta ao Brasil na quinta-feira depois de defender a seleção do Paraguai em jogos amistosos. Oscar, com lesão na panturrilha, é outro problema para o técnico Hernán Crespo.

A lista de ausências tem ainda Luan (lesão no adutor direito) e Rafael Toloi (lesão na região posterior da coxa esquerda), além de Calleri (cirurgia no ligamento cruzado do joelho esquerdo), Ryan Francisco (ruptura do ligamento cruzado anterior e lesão no menisco do joelho esquerdo) e André Silva (lesão no ligamento cruzado posterior e estiramento no ligamento cruzado anterior do joelho direito).

O Tricolor deve jogar com Rafael, Alan Franco, Arboleda e Ferraresi; Maílton, Alisson, Marcos Antônio, Rodriguinho e Wendell; Tapia e Luciano.

Com 38 pontos, o Tricolor entrou na rodada na oitava posição na tabela.

São Paulo encara Grêmio buscando se aproximar do G6

Grêmio e São Paulo se enfrentam nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), na Arena do Grêmio, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Confira onde assistir, como chegam os times, prováveis escalações e os dados do confronto.

Onde assistir Grêmio x São Paulo ao vivo?
TV fechada: SporTV
Pay-per-view: Premiere

Como chega o Grêmio para o confronto
A equipe gaúcha ocupa a 13ª posição, com 33 pontos. O time tem vários desfalques por lesão: Tiago Volpi, Balbuena, Monsalve, Villasanti, Braithwaite e Willian.

Como chega o São Paulo para o confronto
O Tricolor paulista está na 8ª colocação, com 38 pontos e repleto de desfalques: Rafael Tolói, Oscar, Luan, André Silva, Calleri e Ryan Francisco. Pablo Maia e Enzo Díaz estão suspensos, e Bobadilla deve ser poupado.

Prováveis escalações
GRÊMIO: Gabriel Grando; Gustavo Martins, Noriega, Wagner Leonardo e Esteves; Dodi, Arthur e Edenílson (Alex Santana); Pavón (Amuzu), André Henrique e Kike Olivera (Aravena)
Técnico: Mano Menezes

SÃO PAULO: Rafael; Alan Franco, Arboleda e Ferraresi (Sabino); Cédric, Luiz Gustavo, Alisson, Marcos Antônio e Wendell; Tapia e Luciano
Técnico: Hernán Crespo

Arbitragem
Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda (ES)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Douglas Pagung (ES)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Ficha técnica de Grêmio x São Paulo
Confronto: Grêmio x São Paulo
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Data e horário: Quinta-feira, 16 de outubro – 19h (de Brasília)
Local: Arena do Grêmio – Porto Alegre (RS)
Transmissão: SporTV e Premiere

Bobadilla chega ao Brasil na manhã de quinta-feira e desfalca São Paulo

Bobadilla não será opção para o técnico Hernán Crespo na partida em que o São Paulo visita o Grêmio nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O volante chega a São Paulo no início da manhã de quinta-feira e não será relacionado. A delegação viaja ainda nesta quarta a Porto Alegre, já que o jogo será na Arena do Grêmio.

O jogador, que tem sido titular absoluto do Tricolor, atuou por 90 minutos nos dois amistosos do Paraguai: empate por 2 a 2 com o Japão (deu assistência), e derrota por 2 a 0 para a Coreia do Sul. Os jogos foram disputados na Ásia.

A tendência é de que Crespo escale o meio-campo com Alisson e Marcos Antônio, já que Pablo Maia está suspenso com três cartões amarelos e Luan está machucado. As demais opções são Luiz Gustavo e Negrucci.

O Tricolor deve jogar com Rafael, Alan Franco, Arboleda e Sabino; Cédric Soares, Alisson, Marcos Antônio, Rodriguinho e Enzo Díaz; Tapia e Luciano.

Relatório de fundo aponta R$ 233 milhões em vendas e queda na dívida

Um novo relatório montado pela Outfield, parceira da Galapagos no fundo de investimentos em direitos creditórios (FIDC) do São Paulo, detalha a situação financeira do clube de janeiro a setembro de 2025.

O endividamento total, que era de R$ 968 milhões em dezembro de 2024, caiu para R$ 912 milhões em setembro de 2025. Entre as reduções está a do endividamento bancário, que despencou de R$ 259,2 milhões no fim da temporada passada para R$ 202,2 milhões neste mês, em queda de 22%.

Além disso, de acordo com o Relatório da Diretoria Financeira, o clube conseguiu a quitação de parcelamentos bancários e dívidas fiscais no valor de R$ 15 milhões e acertou R$ 2,7 milhões em dívidas referentes a direitos federativos e intermediações (valores de transferências de jogadores).

Mais vendas
Até setembro, o futebol do São Paulo teve um gasto de R$ 309,3 milhões. A despesa com formação de atletas foi de R$ 39,7 milhões, enquanto o valor investido em atletas profissionais foi de R$ 35,4 milhões. Embora não tenha feito contratações com compras de direitos econômicos, o São Paulo fez negócios pontuais que exigem pagamento de luvas e também formalizou renovações.

No total de gastos, que chegam a R$ 384,5 milhões, há um desenquadramento de R$ 91 milhões, que equivalem a 31% do orçado. O relatório aponta que os ajustes no futebol “ainda não foram suficientes para o cumprimento do Covenant (cláusula restritiva), tendo criado a necessidade de incrementar receitas de transferências de atletas para equilibrar o caixa e chegar ao superávit”.

Isso significa que a tendência é que o São Paulo faça mais vendas até 31 de dezembro. Até aqui, o clube arrecadou R$ 233,1 milhões em vendas de jogadores, um resultado 2,1 vezes superior ao orçado.

FIDC
De acordo com os dados apresentados pela Outfield, o São Paulo receberá R$ 240 milhões com o fundo de investimentos.

Até então, foram alocados nos cofres do Tricolor R$ 135 milhões, utilizados para gastos operacionais a abatimento de dívidas. Foram devolvidos cerca de R$ 39 milhões aos investidores do FIDC.

Cuiabá aciona SP por dívida de R$ 1 milhão envolvendo atleta do Sub-20

O Cuiabá acionou o São Paulo na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF para cobrar uma dívida de R$ 1 milhão referente ao atacante Gustavo Santana, atleta que pertence ao Dourado e está emprestado ao Tricolor paulista para a categoria Sub-20.

O valor diz respeito a uma multa prevista em contrato, que seria aplicada caso o jogador atuasse contra o Cuiabá — cláusula válida também para competições de base. Em junho, Gustavo entrou em campo por seis minutos justamente contra Dourado, pelo Campeonato Brasileiro Sub-20, o que, segundo o clube mato-grossense, configura o descumprimento do acordo.

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O São Paulo, porém, não efetuou o pagamento, e o Cuiabá decidiu recorrer à CNRD para garantir o cumprimento do contrato. O empréstimo de Gustavo Santana, firmado no início da temporada, prevê uma opção de compra de 70% dos direitos econômicos por R$ 700 mil. A diretoria do Cuiabá, entretanto, condiciona a concretização da venda à quitação integral da multa.

— O São Paulo alegou que, por ser uma competição de base, não haveria problema em escalar o jogador. Mas, pelo contrário, o Campeonato Brasileiro Sub-20 está longe de ser apenas uma competição de base. Todos os atletas que disputam o torneio são profissionais. O próprio São Paulo vendeu jogadores do Sub-20 por cifras altíssimas, alguns por 10 ou 12 milhões de euros, que nem chegaram a atuar na equipe principal — afirmou o presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, em contato com o ge.

O dirigente também comentou sobre o andamento do processo e criticou a lentidão dos trâmites na CNRD:

— O contrato deixava bem claro que ele não poderia jogar contra nenhuma equipe do Cuiabá. Eles acabaram escalando o atleta. A CNRD tem prazos muito lentos, então agora precisamos aguardar. Já protocolamos a ação, o São Paulo se manifestou, e estamos no aguardo do julgamento — completou.

Gustavo Santana, de 20 anos, disputou 33 partidas pelo São Paulo em 2025, com nove gols no Paulista da categoria. Cria da base do Santos e com passagem no elenco Sub-20 e profissional do São Bernardo, o atacante jogou pelo Cuiabá em 2024, entre Brasileiro Sub-20 e Copa FMF.

Além do São Paulo, outros grandes clubes também estão na lista de devedores do Cuiabá. Corinthians, Santos e São Paulo somam juntos R$ 36,5 milhões em processos que tramitam na CNRD. O Atlético-MG também foi condenado pelo órgão a pagar R$ 5 milhões ao Dourado, em razão de pendências na transferência do atacante Deyverson. No total, o Cuiabá tem mais de R$ 40 milhões a receber desses clubes.

De acordo com Dresch, a CBF precisa fazer com que a CNRD seja mais rígida na aplicação das leis já existentes.

— Eu espero que ela [CBF] tire as regras que ela já possui do papel e equilibre um pouco mais essa balança porque os clubes com menos dinheiro, com menos capacidade de arrecadação, sofrem muito a questão do fluxo de caixa, buscam o mercado financeiro e acabam pagando juros — continuou.

Dresch explica que as principais receitas são oriundas dos direitos de transmissão, patrocínios e placas de publicidade e ajudam a manter o equilíbrio nas contas, tendo a venda de atletas como um dos principais trunfos para poder se extrair algum tipo de lucro.

— Um clube como o Cuiabá precisa focar nisso porque dificilmente vai conseguir competir com os outros clubes nessas receitas recorrentes, então, você precisa investir bastante na formação de atletas e poder ter jogadores que o mercado quer comprar. E é isso que a gente tem feito — explicou lembrando que todo o lucro conquistado pelo clube é repassado para melhorias na estrutura.

O São Paulo informou que o caso está sendo discutido na Justiça e aguarda a definição do processo antes de se manifestar publicamente.

Fonte: Globo  Esporte

Nota do PP: Se alguém acredita que foi um simples erro, conhecendo quem comanda Cotia, continue acreditando em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa.

Consultor prevê queda de patrocínios a clubes com avanço de bets ilegais

O avanço das empresas de apostas ilegais pode causar impacto relevante nos patrocínios aos clubes de futebol a partir do ano que vem, caso o cenário atual se mantenha. A projeção é do consultor Ismail Vali, CEO da Yield Sec, plataforma global de análise do mercado de bets.

De acordo com dados do estudo “Brasil – mercado de jogos de azar on-line”, o mercado nacional de jogos on-line (que incluem as apostas esportivas e os cassinos) é dividido entre as empresas legais, com 49% da receita (R$ 17,4 bilhões), e ilegais, com 51% (R$ 18,1 bilhões).

Os números se referem ao primeiro semestre deste ano, quando foi iniciada a regulamentação. Apesar de os dados serem inferiores ao global (69% das bets são ilegais), o aumento da participação de empresas que não cumprem as regras determinadas pelo governo preocupa.

– Se chegarmos ao ponto em que mais de 60% do mercado for criminoso, você vai ver mais acordos de patrocínio serem cancelados. Se chegar a 75%, vai ver metade do mercado de patrocínios ser cancelado – afirmou Vali, ao ge.

De acordo com a análise da Yield Sec, a participação das ilegais cresceu 10% entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano. A projeção da consultoria é de que elas cheguem a 74% até o fim de 2026.

– No futuro, para empresas legais patrocinarem os clubes, o valor vai diminuir porque ninguém vai estar fazendo o dinheiro que deveria. Esse é o maior medo – disse o consultor.

– Muitos dos acordos são impulsionados por ego. As companhias os fazem para dizer que são a maior marca de bet no Brasil e que patrocinam os maiores clubes. Até quando você vai fazer isso quando não estiver mais fazendo dinheiro? O ego é afetado por não ter mais dinheiro no bolso – completou.

Todos os clubes da Série A do Brasileiro são patrocinados por bets – 90% delas ocupam o principal espaço das camisas. Em agosto, o Flamengo anunciou um contrato com a Betano de R$ 268,5 milhões, o maior do tipo no país – há cinco anos, o clube fechou acordo com o banco BRB por R$ 32 milhões anuais.

As operadoras ilegais também representam um risco para a integridade do esporte, na visão de Vali.

Ao contrário das regulamentadas, que são obrigadas a reportar anormalidades e suspeitas de manipulação em partidas, as ilegais atuam por baixo desse radar.

– Há a total falta de controle sobre integridade em bets ilegais. Se você tiver atletas corruptos, eles não vão usar as bets legais, em que tudo é reportado. Tudo o que está no espectro ilegal está fora do controle de integridade.

O estudo identificou 167 operadores legais no Brasil no primeiro semestre, mas outras 2.316 ilegais.

– O que descobrimos em seis meses de mercado legal é ótimo, uma das melhores performances que vemos internacionalmente. Mas com fundações muito frágeis. Se nada for feito, podemos dizer que no ano que vem três quartos do mercado será criminoso. Você começa bem, mas depois você se perde – afirmou Vali.

O Governo Federal tem tomado ações contra bets ilegais, mapeando bancos e fintechs que atuam como meio de pagamento para essas empresas, além de uma “caça” a anúncios on-line dessas companhias.

Em setembro, a SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas) do Ministério da Fazenda, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e a ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias) assinaram acordo de cooperação técnica para aprimorar a detecção e o bloqueio de sites ilegais.

Para Vali, esse combate é a melhor forma de proteger o mercado e ampliar a arrecadação – o governo tem tentado ampliar a taxação às bets, hoje em 12%.

– Ao invés de cuidar da regulação das legalizadas, você precisa focar no combate ao crime. Livre-se do crime ou eles vão encontrar um modo de ocupar seu mercado – disse.

– O Brasil colocou um limite de idade para jogar (18 anos). É claro que você faz isso, todos fazem. Mas é uma oportunidade para o crime, a não ser que você policie o mercado. Criminosos vão pensar: “E os de 15 anos?”. Eles são fáceis de achar, em redes sociais, no Roblox, no Fortnite. Posso encontrar essas crianças. Em algum tempo, eles vão ter 18 anos e não vão jogar com as empresas legalizadas – concluiu.