Arboleda tem futuro incerto em meio a reformulação para 2026

O zagueiro Arboleda tem futuro incerto no São Paulo. Apesar de ter contrato com o Tricolor até o fim de 2027, o defensor equatoriano pode acabar numa lista de jogadores que não vão permanecer em 2026.

Arboleda é visto como uma das lideranças do elenco, mas também recebe um dos maiores salários do clube. A questão financeira pode pesar para que o zagueiro não continue no São Paulo em 2026, apesar de o assunto ainda ser embrionário.

O que aconteceu nos últimos dias foi uma movimentação do estafe do jogador para analisar o mercado e estudar possíveis caminhos para Arboleda em 2026, sem descartar a permanência no Morumbis. O fato de o zagueiro estar no São Paulo há nove anos e não ter intenção de respirar novos ares também pesa.

Até agora, o estafe de Arboleda conversou informalmente apenas com o Atlético-MG sobre a possibilidade de transferência do jogador. O papo não avançou.

O São Paulo, por outro lado, iniciou nos últimos dias uma reformulação em seu elenco. O atacante Juan Dinenno já se despediu do clube, enquanto o volante Luiz Gustavo, outro com salário alto, foi avisado que não terá seu contrato renovado para 2026.

Em crise financeira, o São Paulo busca no mercado jogadores jovens, com salários mais baixos, e sondou a situação do zagueiro Jemmes, do Mirassol, de 25 anos.

Neste cenário de tentar diminuir os custos do elenco é que a possível saída de Arboleda ganha força para 2026. A reformulação do time ainda está em estágio inicial e terá novos capítulos nos próximos dias.

Em primeira temporada pelo São Paulo, Cédric oscila e perde vaga

Cédric Soares viveu sua primeira temporada com a camisa do São Paulo. O português desembarcou no Brasil em janeiro e, inicialmente, usaria as instalações do CT da Barra Funda para readquirir sua melhor forma após ficar quase um ano sem disputar uma partida oficial, mas acabou assinando um contrato curto com o São Paulo para provar que estava apto a performar em alto nível e, quem sabe, retomar sua carreira. Com contrato renovado em abril até o fim de 2027, o camisa 6 do Tricolor atravessou um ano de muitos altos e baixos.

O Campeonato Paulista foi a primeira vitrine para Cédric. Ainda sem ritmo de jogo, o jogador ficou fora dos relacionados em quatro rodadas consecutivas do Estadual. Aos poucos, porém, ganhou espaço, aproveitou a oscilação de Igor Vinícius e passou a ter sequência como titular na equipe comandada pelo ex-treinador do São Paulo, Luis Zubeldía.

Ao longo do tempo Cédric Soares se consolidou como titular na lateral direita, aproveitando a queda de rendimento de Igor Vinícius, concorrente direto. O português lidou muito bem com o calendário insano de jogos, já que atuou em 43 partidas do São Paulo, mais do que qualquer outro jogador do setor. No período, distribuiu três assistências e não marcou nenhum gol.

Porém, sobretudo na reta final da temporada, o camisa 6 são-paulino caiu muito de produção e, desta forma, passou até mesmo a ser um dos principais alvos de críticas da torcida são-paulina. A sequência ruim do jogador fez com que o clube procurasse outras alternativas para preencher o setor. Em maio, por exemplo o jovem Maik, até então apenas do sub-20, foi promovido ao plantel profissional e teve seus primeiros minutos. Já no final de agosto Maílton foi contratado para dar ser mais uma alternativa.

Após a sequência em baixa, o português de 34 anos foi sacado do time titular de Hernán Crespo e deu espaço ao Cria de Cotia Maik, que brilhou e teve seu contrato renovado até 2028. Em dez jogos, a revelação são-paulina marcou dois gols e duas assistências, liderando o ranking de defensores sub-20 em participações em gols no Brasileirão.

Agora, resta saber qual será o papel de Cédric em 2026. Com contrato até 2027 e respaldo interno, o português terá de aproveitar a próxima pré-temporada para recuperar espaço e mostrar que ainda pode ser útil ao elenco. A ascensão de Maik mudou o cenário na lateral direita, e a disputa tende a seguir intensa no São Paulo.

 

São Paulo decide não renovar o contrato de Luiz Gustavo

O volante Luiz Gustavo não terá seu contrato renovado com o São Paulo. O jogador de 38 anos deixa o Tricolor no dia 31 de dezembro.

 

A tendência é de que Luiz Gustavo dê sequência à carreira em outro clube. Ele não gostaria de se aposentar ao fim desta temporada e vai ao mercado em busca de uma oportunidade.

 

Em dois anos no Tricolor, Luiz Gustavo se tornou um dos pilares do elenco, mesmo sem tantas partidas disputadas. A experiência do volante era vista como importante no dia a dia.

Depois da goleada por 6 a 0 para o Fluminense, no Maracanã, Luiz Gustavo desabafou e cobrou aparição pública da diretoria.

– Eu sou um cara que desde que nasci aprendi a ser honesto, nada é por acaso, hoje não foi por acaso, o São Paulo é uma instituição que eu aprendi a amar, mas infelizmente a gente tem que começar a falar a verdade. As pessoas que têm que vir e assumir algumas situações, nós estamos aqui fora botando a cara.

– A culpa é nossa, claro, dos jogadores que fizemos a merda que foi hoje, mas esse clube é muito grande, que merece ter uma direção, um plano claro, o que queremos do início ao fim de uma temporada, do que queremos como pessoas aqui neste clube. Eu não sei o que eu vou fazer da minha vida ano que vem, pouco me importa, mas vou sair de cabeça erguida, pedimos desculpas a todos, mas agora precisamos a assumir a responsabilidade – disse.

 

O volante chegou ao São Paulo em 2024, disputou 46 jogos e marcou cinco gols. Em abril de 2025, o jogador viveu um drama ao ter um tromboembolismo pulmonar e só conseguiu voltar a jogar em outubro. Neste ano, foram 13 jogos e um gol.

Conmebol anuncia data e horário do sorteio da Pré-Libertadores

A Conmebol anunciou, nesta quarta-feira, a data e o horário do sorteio que definirá os confrontos da Pré-Libertadores. O evento está marcado para a próxima quinta-feira (18), às 12h (de Brasília). Além do Bahia, já garantido nas preliminares do torneio continental, Botafogo e São Paulo acompanham o sorteio, pois, dependendo do campeão da Copa do Brasil, poderão participar dessa etapa da competição.

A Pré-Libertadores começará no dia 3 de fevereiro, com a primeira fase, que conta com equipes de ranking da Conmebol mais baixo de Bolívia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Na segunda fase, as equipes são separadas em dois potes, novamente de acordo com o ranking da Conmebol. Essa etapa contará com 16 times, e quem perder estará eliminado das competições sul-americanas na temporada.

Os oito clubes que avançarem disputarão as últimas quatro vagas na fase de grupos da Libertadores. As quatro equipes eliminadas serão direcionadas à fase de grupos da Copa Sul-Americana. Em todas as etapas da Pré-Libertadores, os confrontos são ida e volta.

Todas as datas da Pré-Libertadores serão definidas na próxima quinta-feira, e os grupos serão sorteados no dia 18 de março. A fase de grupos está prevista para começar em 7 de abril.

Até o momento, apenas 10 dos 19 times da Pré-Libertadores estão confirmados. Além do Bahia, Argentinos Juniors-ARG, O’Higgins-CHI, Guaraní-PAR, Liverpool-URU e Carabobo-VEN estão garantidos na segunda fase das preliminares. Já as equipes asseguradas na primeira fase são: 2 de Mayo-PAR, Alianza Lima-PER, Juventud-URU e Deportivo Táchira-VEN.

Ainda restam duas vagas a serem definidas para Bolívia, Colômbia e Equador. No Brasil, no Chile e no Peru, uma das vagas da Pré-Libertadores segue em disputa.

Veja o comparativo do desempenho do SP com de Zubeldía e Crespo

Em 2025, o São Paulo viveu um ano muito turbulento tanto dentro quanto fora das quatro linhas. Diante do cenário instável, o Tricolor Paulista foi comandado por dois treinadores: Luis Zubeldía e Hernán Crespo. Confira abaixo o comparativo entre a campanha são-paulina no ano sob o comando dos dois treinadores.

Zubeldía
Zubeldía iniciou no São Paulo e esteve sob o comando em 29 partidas neta temporada. No período foram 14 vitórias, dez empates e cinco derrotas – o que resulta em 59,77% de aproveitamento. Além disso, sob o comando do técnico, o time do Morumbis marcou 40 gols e sofreu 27.

Com Zubeldía, o Tricolor caiu na semifinal do Campeonato Paulista para o Palmeiras. Na Copa do Brasil, ele deixou o São Paulo nas quartas de final após eliminar o Náutico nas oitavas. Já na Libertadores, terminou a fase de grupos como dono da segunda melhor campanha do torneio, atrás somente do Palmeiras, mas não foi o treinador no mata-mata.

O que resultou na queda do argentino foi, sobretudo o desempenho no Campeonato Brasileiro. Na 14ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 12 pontos, o São Paulo somou apenas duas vitórias em 12 jogos. Além disso, foram seis empates e quatro derrotas na competição.

Logo após a parada para a disputa da Copa do Mundo de Clubes, o treinador pediu à diretoria tricolor para deixar o clube após os resultados e desempenhos ruins da equipe nos últimos jogos. Os assistentes Maxi Cuberas, Carlos Gruezo e Alejandro Escobar, o preparador físico Lucas Vivas e o analista Carlos Burbano também encerraram seus vínculos. Com um mês de pausa, o presidente Julio Casares e a alta cúpula tricolor concluíram rapidamente a troca no comando da equipe, que passou a ser dirigida por Hernán Crespo.

Hernán Crespo
Após estrear sendo derrotado pelo Flamengo e empatar o Bragantino, Crespo emendou uma sequência incrível de resultados, vencendo Corinthians, Juventude, Fluminense, Athletico-PR e Internacional. Porém, a série de triunfos encerrou com uma eliminação para o Furacão, nas oitavas da Copa do Brasil, ao ser derrotado em Curitiba. Na Copa Libertadores, junto de Crespo, o São Paulo caiu nas quartas de final, sendo despachado pela LDU, que parou na semifinal do torneio.

O Brasileirão do São Paulo foi longe de ser dos melhores. No entanto, o time conseguiu terminar na oitava colocação, com 51 pontos e ainda espera a definição da Copa do Brasil para saber se estará nas fases preliminares da Libertadores de 2026.

Sob o comando de Crespo, o time paulista disputou 32 partidas. Foram 13 vitórias, cinco empates e 14 derrotas, isto é, 45,83% de aproveitamento – cerca de 14% pior em relação ao seu antecessor. Foram 36 gols feitos e 39 sofridos.

Botafogo faz sondagem por Ferraresi

O Botafogo fez uma sondagem nos últimos dias ao zagueiro Nahuel Ferraresi, jogador de 27 anos que defende o São Paulo desde 2022 e que costuma ser presença constante na seleção venezuelana.

Com contrato com o Tricolor paulista até o fim de 2027, o defensor de 1,90m costuma atuar pelo lado direito da defesa e somou muitos jogos no clube improvisado também como lateral-direito.

O Tricolor, que busca uma reformulação no elenco, não fecha as portas para saídas de jogadores, desde que as vendas aconteçam por valores relevantes ou envolvam a troca por outros jogadores.

Ao mesmo tempo, a diretoria do São Paulo já vasculha o mercado atrás de outros nomes. Jemmes, do Mirassol, é um dos alvos do Tricolor.

Valorizado pelos jogos que fez pela seleção de seu país, o venezuelano somou 48 partidas pelo São Paulo na temporada, com quatro assistências e nenhum gol marcado. No total, ele soma 85 jogos, um gol e seis assistências desde 2022.

Um zagueiro destro é uma das prioridades do Botafogo no mercado. Kaio Pantaleão e Bastos, jogadores com essa característica, estão lesionados e só voltarão no decorrer da temporada 2026. O clube carioca também tentou a contratação de Viery, jovem defensor do Grêmio, mas o time gaúcho recusou a proposta.

 

São Paulo chega a R$ 175 milhões em empréstimos bancários em 2025

O Conselho Deliberativo do São Paulo se reúne na próxima semana para oficializar, de forma protocolar, dois novos empréstimos que já estavam pré-aprovados pelos órgãos internos do clube.

Foram contraídos empréstimos de mais R$ 78 milhões com o Banco Daycoval S/A e R$ 21 milhões com o Banco Bradesco. Somados aos R$ 76,1 milhões que já haviam sido contraídos junto ao mesmo Daycoval, o clube captou R$ 175,1 milhões em 2025 com instituições financeiras.

O valor, segundo dados do clube, é inferior aos R$ 205 milhões que estavam previstos no orçamento aprovado para 2025. Em contato com o ge, o São Paulo confirmou as operações e afirmou que, na reunião do Conselho, será apresentada uma previsão de superávit da temporada de 2025.

As contas do São Paulo
Segundo o Relatório de Movimentação com Instituições Financeiras e Fundos de Investimento de outubro, divulgado pelo clube ao ge, o São Paulo “estabeleceu como diretrizes principais a redução gradual do endividamento geral, mantendo, simultaneamente, a capacidade de honrar compromissos operacionais, trabalhistas e tributários ao longo do exercício”.

Com os novos empréstimos, o clube diz ter amortizado R$ 120 milhões em empréstimos contratados até dezembro de 2024 e ter feito o resgate de R$ 71,1 milhões em cotas máster do FIDC. Assim, houve um “incremento líquido de R$ 13,4 milhões no endividamento financeiro, após consideradas as amortizações programadas”.

Até 31 de outubro de 2025, havia sido contraído R$ 76,1 milhões em empréstimos, com amortização de dívida de R$ 141,4 milhões. O resultado líquido das movimentações foi uma redução do endividamento total de R$ 65,3 milhões.

O relatório de outubro indicava ainda que o clube precisava de novos empréstimos, que de fato foram contraídos, para os pagamentos referentes ao 13º salário, quitação de férias de colaboradores, sobretudo atletas profissionais; além dos pagamentos correntes de natureza tributária, trabalhista, contratual com agentes, empresários, entidades esportivas e outros acordos.

Rafael encerra temporada como destaque em ano decepcionante do SP

Rafael encerrou sua terceira temporada como goleiro titular do São Paulo em meio a um dos anos mais decepcionantes do clube nos últimos tempos. O time conviveu com rendimento irregular, eliminações, uma sequência interminável de lesões e ainda enfrentou sérias dificuldades financeiras. Mesmo nesse cenário turbulento, o goleiro conseguiu se manter acima das críticas e terminou 2025 como um dos jogadores mais consistentes do elenco tricolor.

Para dimensionar sua importância, dos 66 jogos disputados pelo São Paulo no ano, Rafael esteve em campo em 59 deles (somando 5.224 minutos) e terminou como atleta que mais atuou na temporada. Apenas Luciano, com 56 partidas, chegou perto.

A carga de trabalho foi pesada. O sistema defensivo tricolor apresentou falhas durante todo o ano, deixando a equipe exposta em diversas partidas e facilitando as investidas adversárias. O reflexo disso aparece nos números de Rafael, que sofreu 57 gols, média de 0,97 por jogo. Ainda assim, suas atuações foram fundamentais para evitar prejuízos maiores.

A principal exibição de Rafael em 2025 aconteceu no jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, contra o Atlético Nacional. No segundo tempo, ele protagonizou uma defesa impressionante que evitou o gol de empate dos colombianos naquele momento.

O rival até conseguiu igualar o placar mais tarde, levando a decisão para os pênaltis, mas Rafael voltou a ser decisivo ao defender a primeira cobrança. O São Paulo venceu por 4 a 3 e avançou, com o goleiro deixando o Morumbis ovacionado como um dos heróis da classificação.

A expulsão na Copa do Brasil

O episódio mais polêmico da temporada para Rafael ocorreu no duelo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Athletico-PR. Logo aos três minutos, ele foi expulso após cometer falta em Viveros, que sairia cara a cara com o gol.

Com um jogador a menos, o São Paulo, que havia vencido por 1 a 0 na ida, precisou se fechar e acabou sofrendo o empate. Nos pênaltis, Jandrei, que substituiu Rafael, não conseguiu defender nenhuma cobrança, enquanto seus companheiros desperdiçaram todas as tentativas. O Athletico avançou por 3 a 0.

Apesar dos percalços, é inegável que Rafael está longe de ser um problema no São Paulo, que já tem vários outros para resolver. Pelo contrário: ele é, de longe, o goleiro mais bem-sucedido a passar pelo clube desde a aposentadoria de Rogério Ceni e comprovou isso novamente nesta temporada.

São Paulo encerra 2025 com um dos piores ataques da década

A temporada de 2025 do São Paulo foi, sem dúvida, uma das mais frustrantes dos últimos anos. Entre decepções acumuladas e números muito abaixo do esperado, um ponto se destacou negativamente: a baixa produção ofensiva. O Tricolor fechou o ano com apenas 79 gols em 66 partidas. A última vez que o clube marcou tão pouco foi em 2019, quando anotou apenas 56 — o pior desempenho do século XXI.

Um dos fatores que mais contribuíram para essa queda foi a sequência interminável de lesões que atingiu praticamente todos os setores da equipe, especialmente o ataque.

Centroavantes fora de combate
Os centroavantes Calleri (ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo), Ryan Francisco (ruptura do ligamento cruzado anterior e lesão no menisco do joelho esquerdo) e André Silva (lesão no ligamento cruzado posterior e estiramento no ligamento cruzado anterior do joelho direito) sofreram graves contusões e tiveram suas temporadas encerradas precocemente. Ainda assim, André Silva terminou o ano como vice-artilheiro, com 14 gols.

Veja também: Siga a Gazeta Esportiva no Instagram

Lucas Moura, peça-chave no setor ofensivo, também passou longos períodos longe dos gramados. O camisa 7 lesionou a cápsula posterior do joelho direito em março. Em agosto, precisou passar por uma artroscopia para retirar uma fibrose que lhe causava dores. No fim de novembro, voltou a sentir incômodo e necessitou de novo tratamento.

Contratações que não surtiram efeito
Diante desse cenário, a diretoria tricolor se viu obrigada a ir ao mercado para repor as perdas. Com isso, chegaram Gonzalo Tapia, Juan Dinenno e Emiliano Rigoni, mas nenhum deles conseguiu entregar o impacto esperado. Somados, marcaram apenas sete gols, sendo Tapia o principal responsável por essas cifras, com cinco tentos.

Veja também: Conheça o canal da Gazeta Esportiva no YouTube

Entre os jogadores que passaram mais tempo à disposição, o desempenho também foi irregular. Luciano, artilheiro da equipe na temporada com 16 gols, ficou marcado pelos desperdícios em momentos decisivos, especialmente nas quartas de final da Libertadores, contra a LDU, quando o São Paulo acabou eliminado. Ferreirinha, por sua vez, teve alguns lampejos, mas não conseguiu assumir o protagonismo ofensivo, encerrando o ano com oito gols.

Confira o desempenho ofensivo do São Paulo nos últimos dez anos:
2025: 79 (3º pior do século)
2024: 94
2023: 92
2022: 119
2021: 113
2020: 98
2019: 56 (pior do século)
2018: 74 (2º pior do século)
2017: 93
2016: 85
2015: 107