Com Brasileiro desde janeiro, SP quer pagar direito de imagem em dia

O São Paulo trabalha com a previsão de, a partir do próximo ano, regularizar o pagamento dos direitos de imagem do elenco dentro do mês de vencimento, encerrando uma prática adotada nos últimos anos de atrasar em um mês essas parcelas por falta de fluxo de caixa no início da temporada.

Pagamentos em dia
Atualmente, o clube convive com um acordo informal firmado no começo da gestão de Júlio Casares: nos primeiros meses do ano, quando o calendário é ocupado quase exclusivamente pelo Campeonato Paulista, uma das parcelas de direito de imagem é “retida” e paga no mês seguinte.

Na prática, o valor referente a março, por exemplo, acaba sendo quitado apenas no fim de abril; o de abril, no final de maio; e assim sucessivamente ao longo da temporada. Esse modelo ganhou atenção pública após a derrota por 3 a 0 para o Mirassol, no Paulistão, quando o tema dos atrasos foi citado em meio ao momento esportivo ruim da equipe.

O São Paulo sustenta internamente que a situação está acordada com os jogadores e não impacta o desempenho em campo, mas o assunto passou a ser tratado como um possível fator de instabilidade naquele contexto.

Mais fluxo de caixa
Com a sobreposição de Campeonato Brasileiro e Paulista já no início de 2026, a projeção interna é de aumento no fluxo de caixa desde janeiro, o que permitiria manter os pagamentos de imagem dentro do mês correto, sem a necessidade de empurrar parcelas para frente.

Nos bastidores, dirigentes veem essa regularização como um passo importante para reduzir ruídos com o elenco e dar mais previsibilidade financeira, mesmo sem resolver o problema estrutural do clube. O São Paulo segue vivendo uma grave crise financeira e tem como prioridade alcançar superávit.

Novo goleiro do SP, Carlos Coronel foi dispensado de Cotia na adolescência

O São Paulo surpreendeu o mercado da bola e acertou a contratação do goleiro paraguaio Carlos Coronel, retomando uma relação que nasceu na adolescência e poderia ter perdurado em uma trajetória “Made In Cotia”, como o clube gosta de valorizar as crias das categorias de base.

Hoje com 28 anos, Coronel permaneceu um mês na sede das categorias de base são-paulina, aprovado após teste. Algo, porém, saiu do controle e encerrou a passagem curtíssima pelo São Paulo, que se reinicia mais de uma década depois.

– Tinha uns 15 anos quando fiquei um mês em Cotia no CT e fui aprovado, mas depois fui dispensado – contou o goleiro.

– O motivo exato (da dispensa) eu não consigo te dizer. Talvez tenha acontecido algo entre o meu representante na época e algum diretor do São Paulo – comentou, em entrevista concedida à “ESPN” em 2022.

Ao deixar o São Paulo, Carlos Coronel, que é brasileiro de nascimento, seguiu a carreira por clubes como Desportivo Brasil até chegar ao Red Bull Brasil.

No clube, chamou a atenção do grupo que gerencia as equipes ligadas ao patrocinador e se mudou antes de virar profissional para o Red Bull Salzburg, da Áustria.

A experiência na Europa não rendeu uma longa sequência de partidas na carreira. Tanto que o auge do goleiro veio nos Estados Unidos, no New York Red Bulls, time no qual se tornou titular absoluto e destaque na Major League Soccer.

Foi ali que chamou a atenção da seleção paraguaia, se naturalizou e passou a fazer parte do grupo que se classificou para a Copa do Mundo de 2026.

Vir para o São Paulo faz parte do projeto pessoal de Carlos Coronel de defender a Albirroja na Copa do Mundo.

No Morumbi, clube em que sonhou atuar quando era apenas um adolescente, o goleiro agora irá poder mostrar na terra natal a própria capacidade, chance que ainda não teve na carreira de profissional.

Membros da situação já se articulam a favor de impeachment de Casares

A situação de Julio Casares na presidência do São Paulo tem ficado cada vez mais complicada com o passar dos dias. Como se não bastasse o pedido de impeachment protocolado no Conselho Deliberativo por opositores, o atual mandatário tricolor agora também tem de lidar com o enfraquecimento de seus laços com alguns aliados políticos.

O requerimento pelo impeachment de Casares, assinado por 57 conselheiros, foi o primeiro sinal de que o atual presidente são-paulino perdeu prestígio até mesmo com a situação, uma vez que dos signatários, 13 não eram considerados da oposição.

Já na última terça-feira o agora ex-consultor especial da presidência, Vinícius Pinotti, renunciou ao cargo em meio às suspeitas de corrupção na gestão de Julio Casares. O conselheiro mais votado nas últimas eleições e que é considerado da oposição, figura como um dos favoritos para se candidatar às eleições presidenciais de 2026.

Ciente do risco político que correm mantendo o apoio a Julio Casares, conselheiros considerados da situação estudam os próximos passos, mas muitos não descartam romper laços com a atual gestão do clube, fortalecendo ainda mais as movimentações nos bastidores pelo impeachment do presidente são-paulino.

Uma alternativa aventada por membros da situação para evitar o desfecho negativo causado pelo impeachment, algo que impactaria a imagem do clube, é a renúncia do cargo partindo de Julio Casares, porém, tal possibilidade não é considerada muito provável, já que até agora não houve qualquer sinal de que o atual presidente estaria disposto a abrir mão de sua posição no clube.

A Polícia Civil acatou o pedido do Ministério Público para investigar vendas de atletas do São Paulo por valores inferiores aos que são normalmente praticados no mercado, além do caso de um dos camarotes do Morumbis, que vinha sendo explorado clandestinamente com o envolvimento de membros importantes da política tricolor, como Douglas Schwartzman, diretor adjunto das categorias de base, Mara Casares, ex-esposa do presidente e atual diretora feminina, cultural e de eventos, e Márcio Carlomagno, atual superintendente do clube.

Vitória eleva oferta e encaminha compra de Erick

O Vitória elevou a oferta e está perto de confirmar a compra do atacante Erick junto ao São Paulo. A tendência é que o jogador de 28 anos assine contrato por três temporadas com o Rubro-Negro.

Inicialmente, o Rubro-Negro ofereceu R$ 5 milhões pelo jogador, mas o Coritiba entrou na disputa pelo atleta, com oferta de R$ 5,5 milhões. A equipe baiana então elevou o investimento e chegou a R$ 7 milhões pelo jogador, que chegou sem custos ao São Paulo em 2024.

Erick é um dos seis atletas em fim de contrato com o Vitória e vistos como prioridade de renovação pela diretoria e pelo técnico Jair Ventura.

Erick está na segunda passagem pelo Vitória. Na primeira, entre 2018 e 2019, teve bons momentos, sendo considerado fundamental para o então técnico Carpegiani, mas caiu de rendimento em temporada que terminou com rebaixamento do Leão para a Série B. Ao todo, fez 32 jogos pelo Leão, com três gols e duas assistências.

Erick voltou ao Vitória em 2025, desta vez por empréstimo do São Paulo, mas teve um início instável, chegando a perder a posição de titular. Na reta final do ano, contudo, o atacante ganhou a confiança de Jair Ventura e se firmou na equipe, atuando até como lateral.

Em 2025, Erick anotou três gols e deu cinco assistências em 38 partidas pelo Vitória, sendo 27 como titular.

SP acerta a contratação do goleiro Carlos Coronel, da seleção do Paraguai

O São Paulo finalizou nesta quarta-feira a contratação do goleiro Carlos Coronel, que estava sem clube.

Brasileiro naturalizado paraguaio, o jogador de 28 anos vai atuar pelos próximos dois anos no Tricolor.

Coronel ocupará uma lacuna de elenco aberta com a saída do goleiro Leandro, que encerrou contrato.

Outro a deixar o Morumbi foi Jandrei, reemprestado ao Juventude por mais uma temporada. O goleiro Young, que teve algumas oportunidades neste ano, não convenceu a comissão técnica e pode ser emprestado.

Para contratar o goleiro, o São Paulo superou a concorrência de ofertas da MLS (Major League Soccer) e de clubes da Arábia Saudita.

Coronel chega para fazer sombra a Rafael, titular absoluto da posição nos últimos anos.

O interesse do São Paulo por Carlos Coronel foi publicado pela “UOL”, e o acerto confirmado pelo ge.

O goleiro começou a carreira no Red Bull Brasil e tem passagens por equipes como Red Bull Salzburg, Philadelphia Union e, mais recentemente, New York Red Bulls.

Desde 2023, Coronel faz parte da seleção paraguaia e briga por vaga na próxima Copa do Mundo de 2026.

 

Os próximos passos do pedido de impeachment de Julio Casares

A oposição do São Paulo protocolou, na manhã desta terça-feira, um pedido de reunião extraordinária para discutir o início de um processo de impeachment do presidente Julio Casares.

Processo de impeachment
A petição conta com 57 assinaturas — sendo 40 de opositores declarados e 13 de membros considerados da situação.

A ação não envolverá Harry Massis Júnior, vice-presidente tricolor e empresário de 80 anos. Massis está no cargo desde o início da gestão, em 2021, é sócio do clube há 61 anos e assumiria a cadeira em eventual caso de destituição. Caso Casares seja destituído, Massis assumiria.

Os motivos elencados no pedido são por ‘administração temerária’, sustentada sobre os seguintes argumentos: sucessivo descumprimento do orçamento (alta dívida do clube acima dos R$ 968,2 milhões no fim de 2024); suposta venda de jogadores abaixo do valor de mercado nas últimas janelas; suposta comercialização ilegal de ingressos por dois diretores do clube.

E agora?
Fontes ouvidas avaliaram que as assinaturas correspondem à parte mais simples do processo e que o principal entrave para a aprovação do pedido seria a votação no Conselho Deliberativo, ainda favorável ao presidente Casares.

O caminho agora é simples, e passa por basicamente duas ‘instâncias: uma votação no Conselho — que precisa ser, agora, convocada pelo presidente da casa, Olten Ayres — e, se aprovada, uma Assembleia Geral.

Ao UOL, membros da oposição relatam terem expectativa de Ayres não ‘sentar’ sobre o projeto e fazer o tema seguir. Caso isso não acontecesse em pelo menos 30 dias, o vice-presidente do Conselho Deliberativo, João Farias Júnior, seria obrigado a, no seu lugar, realizar a convocação, em até 15 dias. Se eventualmente Farias Júnior não se movimentar, então a bola cairia nos pés do conselheiro mais antigo.

A primeira depende de pelo menos dois terços dos 255 conselheiros — totalizando 171 votos — sendo favoráveis ao acolhimento do pedido. Nesse caso, Casares já seria e Massis assumiria provisoriamente seu cargo.

A Assembleia Geral, por fim, convocaria uma votação com todos os sócios adimplentes do clube. No final, a maioria simples dos presentes definiria pela destituição ou não do mandatário. A decisão seria, então, final.

O que dizem as regras
Pedido de reunião extraordinária. O Conselho Deliberativo pode se reunir extraordinariamente para tratar da destituição, desde que a matéria conste na ordem do dia, por convocação do presidente do Conselho (ou substituto legal) ou por requerimento escrito de ao menos 50 conselheiros (art. 63, alíneas “a” e “b”);
Prazo para convocação pelo presidente do Conselho. Caso o pedido seja feito por conselheiros, o presidente do Conselho Deliberativo tem até 30 dias para convocar a reunião. A omissão gera punição prevista no Regimento Interno (art. 63, alínea “b”);
Convocação pelo vice-presidente do Conselho. Se o presidente do Conselho não convocar a reunião no prazo, o vice-presidente do Conselho Deliberativo deve fazê-lo em até 15 dias subsequentes, também sob pena de punição (art. 63, alínea “b”);
Convocação pelo conselheiro mais antigo. Persistindo a omissão, a reunião deverá ser convocada e presidida pelo conselheiro signatário do requerimento com a matrícula associativa mais antiga, respeitadas as formalidades estatutárias (art. 63, alínea “b”);
Quórum para destituição no Conselho. O presidente eleito somente poderá ser destituído com o voto favorável de pelo menos dois terços da totalidade dos membros do Conselho Deliberativo (art. 112);
Afastamento e Assembleia Geral. Aprovada a destituição pelo Conselho Deliberativo, e não havendo renúncia, o presidente do Conselho Deliberativo deve convocar a Assembleia Geral em até 30 dias para ratificação, permanecendo o presidente eleito afastado até a deliberação da Assembleia (art. 112, §1º);
Possibilidade de retorno ao cargo. Se a Assembleia Geral não ratificar a destituição, o presidente eleito reassume suas funções (art. 112, §1º);
Assunção do vice-presidente. Deliberada a destituição pelo Conselho Deliberativo, o vice-presidente assume a presidência, salvo se o processo for proposto contra ambos conjuntamente (art. 112, §2º).

Dirigentes acusados por camarote são investigados por coação

Os diretores licenciados do São Paulo Douglas Schwartzmann e Mara Casares estão sendo investigados, também, por coação no curso de processo. O inquérito foi instaurado no 34o distrito policial, no Morumbi, e remetido ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde tramitam outras investigações sobre o clube.

Douglas e Mara são investigados por um potencial esquema de venda clandestina de camarote para shows no Morumbis.

O foco do inquérito que apura coação é a ligação feita por Douglas e Mara para Adriana Prado, que adquiriu o camarote investigado. Nela, os então diretores do São Paulo pressionam Adriana durante 40 minutos a retirar um processo judicial contra uma terceira pessoa que teria sublocado o camarote.

É dessa ligação que foram retirados os áudios que geraram o escândalo, revelado pelo GE no último dia 15 de dezembro. Neles, Mara e Douglas usam, eles próprios, o termo “clandestino” ao se referirem ao camarote.

O caso principal é alvo de investigação pela Polícia Cívil, no Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania. Além disso, também é alvo de sindicância interna no São Paulo.

O Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania investiga ainda uma série de potenciais desvios de dinheiro envolvendo diretores do São Paulo. O caso corre em segredo de Justiça.

O inquérito por coação será incorporado à investigação principal e passará a correr também no DPPC.

A diretoria encabeçada pelo presidente Julio Casares vive um momento de profunda crise política no Morumbi, com articulações pelo impeachment tanto na oposição como em parte da situação que começa a desembarcar da coalizão de apoio.

Na semana passada, Douglas negou ter participação em um suposto esquema de venda ilegal de camarote. Mara afirmou em post nas redes sociais que “o áudio que circula foi tirado de contexto e traz uma conotação que não reflete a verdade dos fatos nem a minha intenção”.

São Paulo e Botafogo descartam “combo” de trocas

As negociações entre São Paulo e Botafogo por uma troca envolvendo até seis jogadores (três de cada time) ainda estão em andamento, mas a tendência é de que terminem em moldes diferentes do que o esperado.

Inicialmente, São Paulo e Botafogo planejavam um “combo” com três trocas. Cada clube mandaria três jogadores para o outro. Nos últimos dias, porém, as diretorias passaram a lidar separadamente com cada negociação.

Neste momento, é possível que ao menos uma das três trocas saia do papel mesmo que São Paulo e Botafogo não consigam um acordo para concluir todas as negociações.

O entendimento das partes envolvidas nas negociações é que cada troca tem uma particularidade e que seria praticamente impossível atrelar uma à outra para que todas saíssem do papel. Por isso, ficou decidido que a negociação única passaria a ser dividida em três conversas simultâneas.

O São Paulo negocia a liberação do zagueiro Ferraresi, do volante Pablo Maia e do meia Rodriguinho e quer três jogadores do Botafogo. Os principais alvos são o lateral-direito Vitinho e o meia Savarino. O atacante Joaquín Correa também agrada.

Neste momento, os dois clubes negociam entre eles os termos de liberação enquanto também tentam chegar a acordos com os jogadores pelos quais se interessam.

Pessoas que participam das negociações ouvidas pelo ge acreditam que pelo menos uma das três trocas sairá do papel, mas não tão rapidamente. A tendência é de que um acerto só seja anunciado em 2026.

O São Paulo já anunciou uma contratação: o meia Danielzinho, que estava no Mirassol.

 

 

Lucas é atrapalhado por lesões no joelho e tem ano de frustração

O atacante Lucas Moura teve uma temporada para esquecer no São Paulo. O camisa 7 iniciou o ano como uma das principais esperanças da equipe em termos de gols e assistências, mas foi atrapalhado por uma série de lesões e encerrou 2025 de maneira frustrante no Tricolor. Agora, o jogador segue em tratamento para recuperar a boa forma e dar alegrias à torcida são-paulina em 2026.

Lucas começou a temporada sendo peça importante no São Paulo. O atacante teve bom desempenho nas primeiras rodadas do Campeonato Paulista e foi decisivo nos primeiros clássicos contra Corinthians e Santos, marcando um total de três gols nos dois jogos. Ele também participou diretamente da classificação do Tricolor às semifinais do Paulista ao dar a assistência para o gol de Calleri.

Foi justamente na semifinal contra o Palmeiras que tudo começou a dar errado para Lucas. Após 83 minutos, o camisa 7 foi substituído na eliminação. Dois dias depois, o clube divulgou um diagnóstico de trauma no joelho direito. Contudo, o problema foi mais grave do que o anunciado, uma vez que o jogador ficou afastado dos gramados por cerca de dois meses.

Lucas voltou aos gramados em maio, mas claramente não estava 100% recuperado. Não à toa, voltou a sentir dores no joelho direito em um treino após a partida contra o Alianza Lima-PER, pela Copa Libertadores, no dia 6 de maio. O São Paulo só atualizou o quadro no dia 14 e revelou que o atleta teve uma lesão ligamentar parcial associada a um estiramento da cápsula posterior da região.

Após passar por tratamento, o atacante retornou em agosto, mas novamente não conseguiu ter sequência pelo incômodo no joelho. Em diversos momentos, Lucas parecia ter os movimentos limitados, sem abusar de suas tradicionais arrancadas e dosando mais o jogo. Apesar da indicação de tratamento conservador, ele precisou passar por uma artroscopia para retirada de uma fibrose no joelho direito no fim de agosto.

Recuperado da cirurgia, Lucas voltou a atuar com a camisa do São Paulo no dia 25 de setembro contra a LDU-EQU, pela Libertadores, e enfim teve uma sequência maior que quatro jogos. A comissão técnica de Hernán Crespo foi cautelosa com o retorno do jogador e dosou a minutagem pensando em tê-lo até o fim da temporada em plenas condições.

Lucas, então, teve uma sequência de sete partidas consecutivas e chegou a balançar as redes de pênalti, contra o Vasco, mas sofreu para recuperar o ritmo e não conseguiu contribuir da forma que gostaria. Por se tratar de uma das estrelas do elenco, o jogador virou alvo de algumas críticas por parte da torcida, que também detonaram o departamento médico do clube — que vem passando por uma reestruturação.

O duelo contra o Red Bull Bragantino, pela 33ª rodada do Brasileirão, foi o último de Lucas nesta temporada. O camisa 7 passou por uma nova infiltração para tentar solucionar as dores no joelho direito e segue em tratamento, acompanhado de perto pela fisioterapia. Resta saber, agora, se ele conseguirá recuperar a boa forma para ajudar o São Paulo na próxima temporada.

Fato é que as contusão prejudicaram e muito a temporada de Lucas Moura pelo São Paulo. O atacante, quando esteve em campo, não correspondeu à altura, apesar dos movimentos limitados pelas dores no joelho. Foram 34 jogos perdidos por lesão dos 66 disputados pela equipe no ano. Ele somou apenas 26 partidas, sendo 14 como titular, com cinco gols e uma assistência. Um desempenho frustrante para quem já entregou muito ao Tricolor.

Veja números de Lucas em 2025:
Jogos: 26
Gols: 5
Assistências: 1
Total de finalizações: 31
Chutes no alvo: 14
Grandes chances perdidas: 4
Grandes chances criadas: 4
Dribles certos: 28

Após oposição, situação prepara pedido de afastamento de Casares

Depois de 57 membros da oposição assinarem um documento pedindo o afastamento de Júlio Casares, agora é a vez de aliados do atual presidente do São Paulo se organizarem pedindo a saída do cartola.

Membros da situação passaram a tarde coletando assinaturas para um ofício indicando que é a hora de Casares deixar a sua cadeira. A expectativa é que esse documento seja protocolado em breve.

Uma das ideias desse movimento é que o presidente peça a sua saída por conta própria, sem que o Conselho tenha que votar o impeachment.

Um dos líderes desse movimento é Vinicius Pinotti, que até ontem era consultor da presidência, mas deixou seu cargo na última segunda-feira após as notícias sobre a investigação da Polícia Civil.

Antes mesmo da movimentação de aliados, a expectativa era que Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo, apreciasse o pedido da oposição, para que uma reunião fosse convocada.

A novidade é importante, porque se o documento for realmente protocolado, a pressão política em cima do atual presidente aumenta consideravelmente.

A partir disso, a destituição de Casares precisaria passar por uma votação no Conselho e ser aprovada por pelo menos dois terços da casa — 171 de 255 conselheiros hoje aptos ao voto. Nesse caso, Casares já seria afastado.

 

Fonte: Uol