SP faz contraproposta, e Corinthians avalia investida por Alisson

O Corinthians ainda discute com o São Paulo a possibilidade de contratar o meio-campista Alisson. A diretoria do clube tricolor enviou uma contraproposta ao Timão, que avalia a investida.

Inicialmente, os clubes negociavam uma troca. No entanto, os nomes oferecidos pelo Corinthians não agradaram o São Paulo, que sugeriu Raniele ou José Martínez, sem sucesso. As partes, então, começaram a conversar por um empréstimo.

A diretoria alvinegra tentava um empréstimo sem custos, com o clube assumindo os salários de Alisson. O Tricolor, por sua vez, exige uma compensação financeira para liberar o jogador, que é um pedido do técnico Dorival Júnior.

O valor da operação iria gerar em torno de R$ 1,5 milhão, como publicou inicialmente o Uol. Em crise financeira, o Corinthians estuda se vale a pena desembolsar tal quantia para contratar o meio-campista de 32 anos.

Desejo de Alisson pesa
Alisson já demonstrou internamente a vontade de deixar o São Paulo e voltar a trabalhar com Dorival Júnior. O jogador viveu o auge sob comando do treinador em 2023, ano em que o time do Morumbis conquistou o título da Copa do Brasil de forma inédita.

Ele, inclusive, ficou fora dos últimos dois jogos da equipe de Hernán Crespo no Campeonato Paulista. Após o clássico contra o Corinthians, no último domingo, o treinador argentino falou sobre a situação do atleta.

“Se Alisson tem a possibilidade de sair, irei me conformar. No São Paulo, você precisa estar bem. A escolha é dele. Acho que do Corinthians, não preciso de ninguém”, disse Crespo em entrevista coletiva.

Outras opções no radar
Além de Alisson, o Corinthians tem outros nomes na mira para o setor de meio-campo. O clube tem interesse no volante Allan, do Flamengo, mas ainda não conseguiu avançar nas tratativas com a diretoria rubro-negra.

Outra alternativa é Vinicius Souza, que perdeu espaço no Wolfsburg. O jogador é bem avaliado pelo Timão, mas os altos valores de uma eventual negociação dificultam a operação. Até o momento, o Corinthians já trouxe dois reforços (Gabriel Paulista e Matheus Pereira) e tem outros dois engatilhados: Pedro Milans e Kaio César.

Alguém me disse

Olten e Dedé não desistem nunca. Orientados por Júlio Casares, outro que não desiste nunca e não quer deixar a carne seca, Olten tende a marcar a Assembleia Geral de Sócios para 16 ou 17 de fevereiro, sábado ou domingo de Carnaval. Todos viajando e os militantes do Dedé votando. O que fazer com um pulha mijão desses?

 

Paulo Pontes

 

Atualização: bastou começar a pressão para o Mijão falar para o UOL que será 7 ou 8 de fevereiro. Respeito é bom e eu gosto.

 

Recuperado de lesão, Enzo Díaz ainda busca evolução física

Enzo Díaz já está clinicamente recuperado de uma lesão que o afastou dos gramados no fim do ano passado, mas ainda faz trabalho de recondicionamento físico para voltar a jogar pelo São Paulo. O lateral-esquerdo ainda não atuou em 2026.

Apesar de já não estar mais no departamento médico, Enzo Díaz não está no mesmo nível físico dos companheiros. Por isso, depois de cada atividade no CT da Barra Funda, o lateral argentino realiza trabalhos à parte para ficar 100% o quanto antes.

O principal objetivo dessas atividades físicas de recondicionamento é evitar que Enzo Díaz volte a sentir dores na região do púbis, que o tiraram de ação no fim de 2025.

Contratado para ser reserva de Wendell, Enzo não só garantiu a vaga de titular ao longo do ano como bateu a meta para ser adquirido de forma definitiva do River Plate.

O São Paulo pagará US$ 2 milhões (R$ 10,8 milhões) ao River pelo lateral-esquerdo, que superou marca de 50% dos jogos da temporada de 2025 com um mínimo de 45 minutos jogados

O Tricolor adquiriu 60% dos direitos econômicos do lateral.

São Paulo defende invencibilidade de quase 13 anos contra a Portuguesa

O São Paulo entra em campo contra a Portuguesa nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Morumbis, defendendo um tabu que já dura quase 13 anos. A última derrota do Tricolor para a Lusa aconteceu em 11 de agosto de 2013, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Canindé.

Naquela ocasião, a Portuguesa, que lutava contra o rebaixamento, venceu por 2 a 1, com dois gols de Diogo, enquanto Lucas Evangelista, hoje no Palmeiras, balançou as redes pelo Tricolor.

Apesar de vencer, a Portuguesa terminou o Campeonato Brasileiro de 2013 rebaixada, após muita polêmica envolvendo Flamengo e Fluminense. Depois do descenso nacional, a Lusa entrou em uma grave crise financeira e também caiu de divisão no Estadual nos anos seguintes.

Devido aos rebaixamentos, São Paulo e Portuguesa se enfrentaram apenas mais cinco vezes desde então, todas pelo Paulistão, com amplo domínio tricolor: foram quatro vitórias e apenas um empate. O encontro mais recente foi em 29 de janeiro do ano passado, na quinta rodada do Estadual, quando o Tricolor venceu de virada por 2 a 1, com André Silva e Ryan Francisco balançando as redes, enquanto Renan Peixoto marcou o gol da Lusa.

Em busca da vaga no mata-mata
No duelo que marca a metade da primeira fase, as equipes vivem fases parecidas no Estadual: enquanto o São Paulo é o décimo colocado, com quatro pontos, a Portuguesa está em 12º lugar, com três.

Os dois times perseguem o Santos, que ocupa a oitava colocação e, consequentemente, a primeira posição na zona de acesso ao mata-mata. O Peixe tem os mesmos quatro pontos do São Paulo, mas possui saldo de gols melhor.

Alguém me disse

Quero registrar uma conversa que tive ontem com dois lideres (um oposição e um dissidente), que conversaram com muitos sócios e, apesar do empenho do Dedé para mudar o resultado do CD, garantem que vai ser 9 a 1 pró impeachment na Assembleia Geral. Ninguém engole mais o Dedé.

 

Paulo Pontes

Método investigado na Lava Jato levantou suspeitas sobre esquema no SP

Um dos principais obstáculos da investigação da Polícia Civil sobre o suposto esquema de desvio de verba no São Paulo é o rastreio do dinheiro retirado das contas do clube. Entre 2021 e 2025, cerca de R$ 11 milhões em espécie foram sacados por meio de 35 operações na boca do caixa. De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), as movimentações foram consideradas atípicas pelos bancos em que o dinheiro estava depositado. Os saques seriam para cobrir despesas como bicho (premiação) a jogadores, arbitragem e direitos de imagem e o uso de carros-fortes se motivou por segurança.

Diferentemente de uma transferência eletrônica, como TED ou Pix, saques bancários interrompem a trilha de auditoria eletrônica, tornando o rastro do dinheiro invisível para os sistemas automáticos de fiscalização. Isso dificulta a identificação do beneficiário final e a comprovação do destino econômico real das verbas.

“O clube fica no Morumbi, um dos bairros mais perigosos de São Paulo, próximo da favela de Paraisópolis. Difícil seria explicar por que você tirou de uma transportadora para um funcionário desarmado fazer os saques”, disse ao Estadão o advogado Pedro Ivo Gricoli Iokoi, do escritório Iokoi Advogados, que representa o São Paulo.

Outro ponto que levantou suspeita por parte da Polícia Civil foi o fato de o São Paulo, após o início dos saques, ter deixado de discriminar o responsável por realizar as operações e contratar uma empresa de segurança para retirar o dinheiro. Ao todo, 28 dos 35 saques foram realizados com a ajuda de um carro-forte.

O advogado criminalista Carlo Luchione, sócio do Luchione Advogados, comenta que a utilização de carros-forte já foi apontada em outras operações, como a Lava Jato, como um método comum na prática de lavagem de dinheiro. “Embora seja identificado documentalmente quem autorizou a retirada, na identificação de quem recebeu os valores — muitas vezes através de terceiros como empresas laranjas —, transportes para outras instituições e novamente retiradas por novos laranjas, dificulta em muito o rastro documental ou digital”, diz o especialista, que é vice-presidente do Instituto Brasileiro Compliance (IBC).

Conforme apontam os advogados do São Paulo, os valores teriam sido destinados a “compromissos rotineiros do futebol que exigem dinheiro em espécie”. Um assistente técnico (perito contador) foi contratado para elaborar um laudo detalhado que será apresentado à autoridade policial para comprovar o destino de cada saque.

“Queria deixar bem claro que a nossa posição é absolutamente técnica e isenta, de responsabilidade para com o patrimônio social do clube. Então, por ora, os saques, que eram uma preocupação, a gente já verificou, tão contabilizados. E se tiver algum outro desvio, a gente vai verificar onde é que ocorre esse desvio e aí recomendar as medidas cabíveis ao clube”, explicou, Iokoi.

Entre janeiro de 2021 e novembro de 2025, período analisado pela Polícia Civil, o São Paulo (futebol profissional masculino) fez 361 jogos. O valor médio por partida fica em R$ 30,47 mil. Levando em consideração também os jogos do profissional feminino no período (176), a quantidade de partidas aumenta para 537. Dessa forma, o valor por jogo seria de R$ 20,48 mil.

Entretanto, é sabido que não era feito um saque a cada partida. Conforme Coaf apontou à Polícia Civil, o ano com mais saques foi 2024, com 11 retiradas.

Casares também é alvo de investigação
O inquérito da Polícia Civil também analisa o depósito de R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo, sem origem detalhada, na conta do presidente Júlio Casares. Segundo o relatório do Coaf, o montante foi parar na conta do dirigente tricolor ao longo de 132 depósitos, realizados entre janeiro de 2023 e maio de 2025.

O que levantou suspeita da Polícia é o fato de a quantia não condizer com o salário de Casares como presidente do São Paulo, função à qual ele se dedica de maneira exclusiva. De acordo com o inquérito, o mandatário tem direito a uma remuneração de R$ 27,5 mil. A quantia dessa natureza referente ao período é de aproximadamente R$ 617,5 mil.

A investigação aponta que Casares chegou a receber 12 depósitos em um único dia no valor total de R$ 49 mil. De acordo com o inquérito, outras operações próximas do limite de notificação automática obrigatória para o Coaf (R$ 50 mil) sugerem uma gestão calculada dos depósitos. A prática é conhecida como “smurfing”, estratégia usada para disfarçar o recebimento de dinheiro ilícito.

“É uma forma clássica de dissimular a origem dos valores, vem normalmente acompanhada de fragmentação dos depósitos para não entrarem no alerta do Coaf, dificultando em muito a investigação”, comenta o criminalista Carlo Luchione. “Se a investigação verifica que há uma constante movimentação de valores entre empresas, depois denominadas laranjas, muitos saques em espécie fracionados para não caírem no red flag do Coaf, já existe margem para uma suspeita real de cometimento de crime de lavagem de dinheiro”, diz o especialista.

Bruno Borragine, que integra a defesa de Casares, garante que o montante tem origem lícita e argumenta que serão demonstrados origem, lastro e finalidade das quantias. Os representantes do presidente também trabalham com um perito contador.

O advogado justifica o movimento e aponta para a distinção da quantia movida por Casares (R$ 1,5 milhão) em relação ao valor que saiu do São Paulo (R$ 11 milhões). “Trata-se de dinheiro de economias do Júlio, enquanto ele trabalhava no mercado privado. Ele fez uma reserva financeira. Quando ele assumiu como presidente, com salário de R$ 27 mil, ele não tinha como manter a qualidade de vida que mantinha trabalhando na iniciativa privada”, explica, ao Estadão, Borragine.

“Uma vez que ele entra na presidência, tem um decréscimo considerável (na renda). Ele recorre às economias que ele tinha em espécie. Esse dinheiro não tem a ver com os R$ 11 milhões sacados para gastos do São Paulo”, completa. Casares é advogado, mas fez carreira na área de marketing e televisão. Ele foi superintendente do SBT por 12 anos e era diretor comercial da Record quando foi eleito em 2020.

“Em específico ao Júlio, o inquérito não nasceu para investigar o fato criminoso imputado a ele, mas para outras pessoas físicas e jurídica. Ele cai de paraquedas. Foi percorrido o caminho do dinheiro, do final ao começo. Mas o dinheiro é lícito e legítimo”, conclui a defesa.

Casares fica inelegível? Estatuto e lei deixam cenário aberto

Desde a aprovação do afastamento de Julio Casares pelo conselho deliberativo do São Paulo na última sexta-feira, tem havido especulação sobre uma possível renúncia antes que a decisão seja ratificada em assembleia dos sócios, dentro de 30 dias. Um dos argumentos é de que a renúncia permitiria que Casares mantenha direitos políticos no clube, enquanto o impeachment resultaria na inelegibilidade.

A coluna analisou o estatuto do São Paulo e a Lei Geral do Esporte, e conversou com pessoas de situação e oposição dentro do clube. A perda ou não de direitos políticos de Casares é passível de interpretação.

Tanto o estatuto quanto o regimento interno do São Paulo preveem como possíveis punições tanto perda de mandato e destituição quanto a inelegibilidade. As regras do clube não preveem, entretanto, que a destituição do presidente seja obrigatoriamente acompanhada da perda dos direitos políticos.

Aparecem, no rol de penalidades, como penalidades separadas. O pedido de impeachment de Casares que foi julgado na sexta-feira não cita e nem pede a inelegibilidade como uma das punições a serem aplicadas. O termo sequer aparece no documento.

Para além do estatuto e do regimento do próprio São Paulo, a Lei Geral do Esporte prevê cenários de inelegibilidade de presidentes de clubes.

O artigo 65, no parágrafo primeiro, diz o seguinte:

“”São também impedidas de exercer as funções de direção em organização esportiva as pessoas afastadas por decisão interna ou judicial em razão de gestão temerária ou fraudulenta no esporte por, no mínimo, 10 (dez) anos ou enquanto perdurarem os efeitos da condenação judicial”.

O pedido de impeachment de Casares o acusa, expressamente, de gestão temerária. A acusação se baseia em uma das definições de outra lei, a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, de 2015.

Ela considera como um ato de gestão temerária quando uma entidade desportiva apresenta um déficit superior a 20% das receitas do ano anterior. Isso ocorreu na gestão Casares em 2021 e em 2024.

Esse é um dentre vários argumentos da peça, que também fala em perda da capacidade política de governar.

Se a votação de sexta representa ou não um julgamento de Casares por gestão temerária, isso também fica aberto a interpretações: há no clube quem acredite que sim, e quem acredite que não.

A coluna vem conversando, desde sexta-feira, com várias pessoas e lideranças dentro do São Paulo. A pluralidade de opiniões e interpretações não permite, até o momento, um posicionamento definitivo sobre a inelegibilidade de Julio Casares com a confirmação da sua destituição.

A defesa do próprio Casares foi procurada, e a coluna será atualizada caso ela se manifeste. Isso também será feito caso haja um parecer definitivo do Conselho Deliberativo sobre a questão.

 

Fonte: Uol

Nota do PP: na minha interpretação, se ele renunciar, vida que segue e ele tem direito até a se candidatar a presidente em 2029. Se seguir o impeachment, ele fica dez anos sem poder se candidatar nem exercer cargos diretivos. Mas, em qualquer das hipóteses, permanece no Conselho Deliberativo.

Massis contraria aliados e descarta demissão em massa

Presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior não promoverá, neste início de gestão, nenhuma reforma administrativa radical no clube.

Bancados
A reportagem apurou que Massis realizou, no final de semana, no CT da Barra Funda, uma reunião com diretores, incluindo Rui Costa, executivo de futebol, e Márcio Carlomagno, superintendente geral do clube, e afirmou que não realizaria nenhuma troca neste primeiro momento.

A palavra é de aguardar os primeiros dias de governo para avançar com qualquer possibilidade de troca nos departamentos.

Nos bastidores, Massis tem defendido ‘calma’ nestes primeiros dias. O mandatário tem reuniões constantes com diretores, após admitir estar “muito afastado” dos bastidores do clube logo após seu discurso de posse, na noite de sexta.

Aliados pressionam
O UOL apurou que conselheiros de oposição a Casares enviaram uma lista a Massis pedindo a demissão de vários diretores e gerentes remunerados.

Dentre os alvos dos oposicionistas estavam: Marcio Carlomagno (superintendente geral), Sérgio Pimenta (diretor financeiro), José Eduardo Martins (diretor de comunicação), Érica Duarte (gerente do jurídico), Erika Podadeira (diretora executiva administrativa), Eduardo Rebouças (diretor de infraestrutura), Antonio Donizete Gonçalves (diretor social) e Eduardo Toni (diretor de marketing). Executivo de futebol, Rui Costa foi poupado neste primeiro momento.

A avaliação é que que Massis deveria realizar ‘uma limpa’ nos departamentos do clube, como uma forma de se descolar da gestão de Casares, afastado do clube. A ideia, no entanto, está afastada por enquanto. Massis terá encontros com conselheiros durante esta semana para ouvir quais são as prioridades de diferentes grupos políticos.

‘Fator Casares’
O afastamento de Julio Casares ainda não se concluiu oficialmente. Embora tenha sido afastado pelo Conselho Deliberativo com 188 votos favoráveis, Casares só será destituído de forma definitiva após a realização da Assembleia Geral dos sócios, última etapa prevista no estatuto do clube e que acontecerá em até 30 dias.

Fonte: Uol

Nota do PP: ou seja: é mais do mesmo. Nada mudou. Apenas o bumbum que senta na cadeira de presidente.

São Paulo renova contrato do zagueiro Igão até o fim de 2029

O São Paulo acertou nos últimos dias a renovação contratual do zagueiro Igão, de 18 anos. O novo contrato do defensor vai até o dezembro de 2029 – o vínculo anterior era válido até o fim de 2026.

Igão é visto como uma promessa das categorias de base do São Paulo. Ainda em 2024, o então treinador Luis Zubeldía levou o garoto para treinar com os jogadores profissionais.

Em 2026, Igão esteve em campo em três dos seis jogos do sub-20 do São Paulo na Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Em 2025, depois de apenas estrear pelo profissional em 2024, Igão ficou mais tempo no sub-20 e disputou 24 partidas na base.

O São Paulo já havia renovado, na semana passada, o contrato do atacante Ryan Francisco. O centroavante de 19 anos se recupera de cirurgia no joelho e assinou vínculo válido até o fim de 2019, também.

Bahia recusa proposta do São Paulo por Cauly

O Bahia recusou uma proposta do São Paulo para contratar o meia Cauly, que tem contrato com o Tricolor baiano até dezembro de 2028.

A informação foi inicialmente divulgada pelo jornalista André Hernan e confirmada pelo ge, na noite desta segunda-feira. A proposta do clube paulista foi de empréstimo com opção de compra, mas o Bahia só aceita liberar o armador por meio de venda.

O camisa 8 está no Tricolor baiano desde 2023 e tem 23 gols e 26 assistências em 174 jogos. Depois de uma brilhante primeira temporada pelo Bahia, Cauly não repetiu as boas atuações nos dois últimos anos, perdeu o posto de titular no time comandado por Rogério Ceni e viveu de lampejos.

O meia é baiano de Porto Seguro, mas foi revelado pelo Colônia, da Alemanha, onde estreou profissionalmente em 2014, e migrou para o futebol búlgaro cinco anos depois. Pelo Ludogorets, entre 2019 e 2023, fez 27 gols e deu 11 assistências em 115 jogos.