Tricolor relembra última queda em mata-mata para evitar erros

O São Paulo já esteve em situação parecida com a da atual Libertadores há menos de um ano, por isso sabe que não pode cometer os mesmos erros da eliminatória contra o Santos, pela semifinal da Copa do Brasil de 2015. Naquela ocasião, o então time do técnico Doriva precisava reverter um 3 a 1 sofrido no estádio do Morumbi, mas viu sua esperança de reviravolta acabar com um 3 a 0 logo aos 20 minutos de bola rolando na Vila Belmiro.

O resultado final ficou 3 a 1, no embate que marcou a despedida de Rogério Ceni dos gramados. Para os atletas, o problema da equipe naquela ocasião foi tentar tirar toda a diferença logo no começo do jogo, deixando a defesa desguarnecida para os rápidos contra-ataques do Peixe.

“Não podemos tentar fugir do nosso estilo para mudar o resultado. Precisamos ter paciência”, avisou o técnico Edgardo Bauza. No que se refere a estilo de jogo, os são-paulinos também vêem semelhanças entre aquele Santos e os colombianos, ambos donos de jogadores rápidos na frente e bom toque de bola.

Na avaliação dos são-paulinos, o 2 a 0 no jogo de ida realmente complica a situação em qualquer mata-mata, mas a qualidade dos adversários seria um problema para segurar independentemente do resultado conquistado na partida disputada na capital paulista.

“Infelizmente, o São Paulo vem tendo muitas dificuldades, vem influenciando negativamente no time as lesões e esse resultado negativo. Mas, para mim, é difícil principalmente por enfrentarmos um time que vem fazendo melhor as coisas na Libertadores do que todos os outros, ainda mais dentro de casa”, avaliou o zagueiro Diego Lugano.

Apesar de não estar presente naquela ocasião, o uruguaio acredita que os companheiros já assimilaram que o jogo praticado na Colômbia tem de ser cauteloso para evitar desesperos. Contente por poder atuar em mais uma semifinal de Libertadores, a quarta dele pelo São Paulo, ele também fez questão de se ver ainda mais influente na atual edição do torneio do que nas de 2004, 2005 e 2006.

“Ah, eu acredito que hoje tenho mais voz aqui. Por muita coisa que se passa extra-campo, minha influência nessa passagem é muito maior. Antes eu jogava mais, mas não tinha essa influência, havia outros caras já consagrados. Por isso a alegria de estar de novo disputando uma semifinal de Libertadores”, encerrou o jogador.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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