Tchê Tchê revê Palmeiras e ‘copia’ ex-colega para manter respeito

Os dois anos que passou no Palmeiras deixaram Tchê Tchê em dúvida sobre a recepção que teria no São Paulo. Assim que trocou o Dinamo de Kiev pelo Tricolor, o volante resolveu “falar pouco e trabalhar muito”, como ele mesmo diz, para conquistar o respeito da torcida e dos novos companheiros. Além disso, se inspira em Edu Dracena, amigo que vai reencontrar em seu primeiro Choque-Rei como são-paulino, às 19h deste sábado, no Morumbi, para não desagradar quem antes torcia por ele.

– Obviamente fiz vários e verdadeiros amigos lá, mas o importante é trabalhar sério aqui, não faltar com respeito com eles. Um desses meus grandes amigos, o Dracena, tem história em outros clubes e sempre deixou claro isso: tem que trabalhar, ser honesto e não faltar com respeito com a instituição em que você jogou, porque assim você vai ser bem visto em todos os lugares – disse Tchê Tchê em sua apresentação, em uma das poucas vezes em que se manifestou sobre o ex-clube.

Na época, os rivais estavam disputando a semifinal do Campeonato Paulista, que acabaria com o São Paulo classificado. O volante, que ainda não podia ser inscrito, preferiu não ir até o Allianz Parque, onde certamente acabaria atraindo as atenções, e também não publicou nada sobre a vitória nos pênaltis em suas redes sociais. A amizade com os antigos colegas de trabalho continua. Ele é muito próximo do volante Thiago Santos, além de Edu Dracena, é claro.

Quando vestia verde, Tchê Tchê disputou o Choque-Rei cinco vezes, com três vitórias e duas derrotas. Ele marcou gol no triunfo por 3 a 0 pela primeira fase do Paulistão de 2017, no Allianz Parque, o que foi bastante lembrado quando ele chegou ao São Paulo. O clube usou uma foto daquela comemoração para anunciá-lo, o que movimentou as redes sociais. A foto agora pode ser atualizada: quem convive com o jogador acha que ele vai comemorar se balançar as redes neste sábado, obviamente de forma respeitosa.

Este será o 11º jogo do meio-campista pelo São Paulo, que investiu alto para contratá-lo e atender o desejo número um de Cuca: 5 milhões de euros. Por enquanto, o saldo é positivo: ele foi titular em todos os jogos em que esteve disponível e só não jogou os 90 minutos do primeiro deles, contra o Botafogo, quando se cansou e foi substituído a dois minutos do fim.

 

Fonte: Lance

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