São Paulo pede, mas Corinthians rejeita liberação de Pato e Jadson

No que dependesse do presidente Carlos Miguel Aidar, Alexandre Pato e Jadson atuariam no clássico entre São Paulo e Corinthians, neste domingo, às 16h, em Barueri, pelo Campeonato Brasileiro. A diretoria do Tricolor procurou os dirigentes do Timão para anular o acordo previsto em contrato, mas o pedido foi rejeitado pelos alvinegros.

O Corinthians não aceitou em virtude de ainda pagar 50% dos salários de Pato, cerca de R$ 400 mil. A diretoria de futebol entende que um bom desempenho do atacante daria margem para o departamento de futebol ser criticado e pressionado por conselheiros da oposição. O time é líder do campeonato.

Os corintianos alegam um “trauma” para não permitir a alteração no contrato. Em 2007, o Timão perdeu para o Flamengo por 2 a 1, no Maracanã, resultado que colaborou para o rebaixamento da equipe. O gol da vitória carioca foi marcado pelo meia Roger, que estava emprestado pelo Alvinegro com parte dos salários pagos. Desde então, a prática acabou banida.

MONTAGEM - Alexandre PAto São Paulo e Jadson Corinthians (Foto: Editoria de arte)Pato e Jadson não poderão entrar em campo no clássico de domingo, em Barueri (Foto: Editoria de arte)

O contato agora partiu diretamente entre os presidentes Carlos Miguel Aidar e Mário Gobbi Filho. Os dirigentes são amigos e constantemente trocam mensagens e telefonemas. Há pouco mais de dois meses, o ex-vice de futebol João Paulo de Jesus Lopes já havia cogitado procurar o rival para tentar a liberação.

Em baixa em seus antigos clubes, Pato e Jadson foram envolvidos em uma polêmica troca no início de fevereiro. O meio-campista rescindiu contrato com o Tricolor e assinou com o Timão por dois anos, mesmo período que o atacante ficará no Morumbi – até o fim de 2015.

A diferença é que Jadson poderá disputar o clássico no próximo ano, começando logo pelo Campeonato Paulista. Já Pato ficará fora dos duelos frente ao Corinthians até o encerramento de seu vínculo com o São Paulo.

Fonte: Globo Esporte

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