São Paulo busca no mercado auxiliar técnico de Jardine

O São Paulo ainda trabalha para suprir a saída da comissão técnica de Diego Aguirre, demitido no começo de novembro. O clube está no mercado observando profissionais para integrarem o grupo de trabalho do time principal, agora sob o comando de André Jardine.

Efetivado na semana passada, o novo treinador avalia no momento a necessidade da contratação de um ou dois auxiliares. Aguirre, por exemplo, tinha Juan Verzeri como seu braço direito e ainda contava com Raul Enrique Carreras, além do próprio Jardine, que era membro permanente da comissão técnica desde março.

Quem está cumprindo o papel de forma interina são os analistas de desempenho Raony Tadeu e Luis Felipe Batista. Desde a saída dos uruguaios, eles têm ajudado Jardine a planejar e executar os treinamentos e o auxiliado durante os jogos.

A dupla, contudo, não continuará desempenhando a função e voltará a executar suas atribuições em 2019. Eles são os responsáveis pela filmagem de treinos e captação de dados via GPS relativos ao desempenho de cada atleta nas atividades, além da indicação de possíveis reforços à equipe.

A ideia, portanto, é trazer profissionais de fora para não desfalcar o departamento de análise de desempenho, que ainda conta com Romildo Lopes. Também não há a possibilidade de promover membros do CT de Cotia, uma vez que os times da base não possuem auxiliares técnicos.

Portanto, os analistas acumularão funções somente até o duelo com a Chapecoense, neste domingo, às 17 horas (de Brasília), na Arena Condá, pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro.

Com 63 pontos, no quarto lugar, o São Paulo precisa de um resultado melhor do que o do quarto colocado Grêmio, que recebe o Corinthians no mesmo horário, para ingressar no G4 e conquistar uma vaga na fase de grupos da próxima Copa Libertadores.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

4 comentários em “São Paulo busca no mercado auxiliar técnico de Jardine

  1. PP, o Jardine é muito bom, mas tem tudo e mais um pouco pra dá errado, pois o momento do clube é péssimo para um técnico novato, por melhor que seja, ainda mais um ano que terá libertadores. A diretoria não deveria arriscar, o nome ideal seria o Abel, acho que ficaremos mais um ano, quis dizer, o próximo ano, sem títulos. O problema do time não é o técnico, mas sim que está dirigindo o clube, o Leco é péssimo, incompetente, o pior presidente da história, e pra piorar, é baita pé frio.

  2. A impressão que ficou é que nada desta decisão de efetivar o Jardine foi planejada em algum momento.
    As coisas parecem que foram” e “estão” acontecendo meio que “seja o que Deus quiser” .

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