Rosenberg cutuca São Paulo e Santos e diz que Palmeiras deve ser rival nº 1

Em um Pacaembu à meia luz e quase vazio, o vice-presidente do Corinthians Luis Paulo Rosenberg caminhava sereno para a saída, abordado por torcedores eufóricos com o título da Libertadores que acabara de se concretizar. Para manter a tradição, o diretor distribuiu provocações aos rivais de São Paulo em meio à comemoração pessoal.

 
“Fazemos este projeto sem inimizades. A gente aguça as rivalidades, mas tem os clubes como parceiros. Trabalhamos para que o futebol brasileiro seja de primeiro mundo, com todos os clubes. Vamos superar o futebol europeu em pouco tempo”, afirmou Rosenberg na saída do Pacaembu.
 
“A gente vai continuar dando atenção a eles [os maiores rivais], mesmo com o Corinthians disparado na frente. Não vamos abandoná-los. Vimos o Santos tomar aquele chocolate contra o Barcelona, vemos hoje com uma tristeza sorridente a fase do São Paulo Futebol Clube. E o Palmeiras está aí, vamos ver se volta a ser o nosso grande rival, vamos ver se levanta”, emendou o polêmico cartola corintiano, em menção subliminar à presença palmeirense na decisão da Copa do Brasil.
 
Rosenberg afirmou que ainda é cedo para falar sobre estratégias de marketing do clube para o segundo semestre, visando a disputa do Mundial de Clubes no Japão. No entanto, afirmou que o Corinthians “entra em outro nível”.
 
Por fim, o diretor do Corinthians encontrou sua metáfora para descrever o alívio corintiano de conquistar uma taça que todos os rivais diretos já possuíam.
 
“Só um corintiano sabe o que representa isso. É um alívio. É como se fosse um estudante de 25 anos que ainda não entrou na universidade. Já era para ter acontecido há muito tempo. Mas a cada perguntinha bate aquele nervosismo na prova”, declarou o diretor.
Fonte: Uol

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