Pato tem seis dias para aprimorar as finalizações e calar os protestos

Quando Rogério Ceni entregou a bola para Alexandre Pato converter pênalti contra o Bragantino, a esperança era que o atacante se reerguesse no São Paulo. Contra o Criciúma, no entanto, o camisa 11 voltou a ser cercado por dúvidas e desconfiança.

A boa movimentação e as chances criadas no sábado agradaram Muricy Ramalho e, a princípio, empolgaram boa parte dos 46 mil torcedores que foram ao Morumbi. Mas a falta de capricho nas finalizações logo provocou gritos por Luis Fabiano e vaias ao atacante.

– Ele se mexeu, criou oportunidades. Nunca finalizou tanto no São Paulo. Fez um bom jogo, não dá para reclamar dele, mas é claro que tem de fazer gol. O Alan Kardec não teve tantas oportunidades e fez o gol, encarou o goleiro bem. Foi um dos melhores jogos dele, mas tem de fazer gol. Assim é vida de atacante – analisou Muricy.

Se o técnico foi compreensivo, uma das torcidas organizadas não mostrou a mesma paciência. De “deixou de ser galinha pra jogar no Tricolor”, o canto para Alexandre Pato passou a ser “tem que ser homem pra jogar no Tricolor”.

Mas Pato assegura: só ouvirá as críticas de Muricy. Pois bem, terá uma semana livre para aprimorar as finalizações com o respaldo do comandante, que espera contar com ele no próximo domingo, diante do Vitória, no Morumbi.

– Não é questão de sorte, mas de ter mais tranquilidade para fazer gols. Se mexeu, deu trabalho, criou e foi o que mais finalizou. Pelo que jogou, deve iniciar contra o Vitória. Tem uma semana toda de treinamento e mostrou que quis mais. Isso é importante – destacou.

Daqui a seis dias, Alexandre Pato terá de driblar adversários e vaias se quiser provar aos torcedores do São Paulo que não está à toa no clube. Mas só se quiser…

Fonte: Lance

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