Opinião de são-paulino: Benfica 0 x 2 São Paulo

Amigo são-paulino, leitor do Tricolor na Web, aqui o espaço é seu. Use-o para elogiar, comentar, criticar, cornetar, enfim, diga o que achou da vitória do São Paulo sobre o Benfica em Lisboa, neste sábado.

28 comentários em “Opinião de são-paulino: Benfica 0 x 2 São Paulo

  1. RUMO À SEGUNDA DIVISÃO.
    Gostei da consciência dos comentaristas tricolores. Foi apenas uma vitória: só isso.
    No meu comentário pré-jogo comentei que, com um time que contrata o Cortez e o põe pra jogar, seria “hoje” ou nunca. Não estava errado. Os portugueses são da segunda ou terceira linha dos times da europa. Serviu para marcarmos e sairmos daquela situação de “n” jogos sem vencer. Acho que também dá pra ganharmos no Japão: seriam, assim, duas copas vencidas e, quem sabe, uma melhora na confiança dos atletas.
    Mas ainda estamos longe . . . .

  2. Acredito que o PA esteja arrumando a defesa por enquanto, para aí sim trabalhar os demais setores. Normalmente quando vemos um treinador assumir um time grande que está em má fase é isso que fazem, então não me surpreende a postura com que o SP está entrando em campo.
    Se tivéssemos ido pra cima de Bayern, Milan e Benfica teríamos sido goleados e acho que não precisamos disso nesse momento, talvez com algumas vitórias do tipo da que conseguimos no último jogo e a consequente volta da confiança e clima seja possível voltar a colocar o time em postua agressiva.
    Imagina a diferença no moral dos jogadores se tivéssemos levado 8 do Bayern?

  3. Hoje li na Folha de S Paulo um comentário do PVC da ESPN, sobre um trabalho contratado pelo Corinthians à uma empresa que colhe dados estatísticos sobre os diversos times apurando informações sobre características e desempenho.
    Desta forma, estes números são traduzidos em observações aos jogadores para explorarem ou prevenirem-se durante os jogos, no comentário são mencionados alguns exemplos dos resultados obtidos.
    Alguém que pode me informar se possuímos tal trabalho em nossos bastidores?

    • Como não tive resposta acredito que ninguém conheça tal atividade ou não se deu ao trabalho de informar.
      Como entendi que seja um trabalho importante, que nossos dirigentes se atentem ao que vem acontecendo com os adversários, principalmente com o mencionado na reportagem que vem causando desiquilíbrio na estrutura soberana.

      • Fernandes, dei um tempo para ver se alguém manifestava. Na realidade, tudo o que o Corinthians está fazendo, o São Paulo, outrora, já fez. Mas na atualidade, tudo se perdeu para o nosso lado. Por isso estamos caindo e eles subindo.

        • Caro Paulo Pontes, mais uma vez obrigado pela informação.
          No tal comentário do PVC dá entender tratar-se de uma novidade do Corinthians, tinha comigo já ter lido algo a respeito anos atrás sobre trabalho semelhante no São Paulo, mas não com certeza.
          A que ponto chegou o descaso com a estrutura, é lamentável.
          Abraço.

  4. ALOISIO

    pode ser banco desse pipokkkero sem alma

    ?????? Quando ???????

    NUNKA.

    O nota deissss

    nao teve peito pra barra-lo.

    E deu no que deu.

    Autuori, com certeza o fara,

    e se nao o fizer,

    ALOISIO e titularissimo com CENI E MAIS NOVE.

    ALOISIO, tem que jogar pois tem o que queremos nesse time.

    Transmite vontade, amor, dedicacao e isso tudo se transforma em

    GARRA, coisa que passa longe da cabeca do pipokkka.

    Pro ALOISIO, so falta um poouco de sorte.

    E isso e o de menos.

    Diretoria maldita, mentirosa, politiqueira e arrogante.

  5. É impressionante como exste um abismo entre o futebol brasileiro para com o europeu. Mesmo não sendo uma potência do nível de Bayer, Barcelona, Man. Und. R. Madri, o Benfica mostrou taticamente e tecnicamente a superioridade, principalmente no primeiro quesito.
    Nota-se que acabou aquele negócio de lançamentos de profundidade, em que a chance de gol é bem menor do que ir tocando a bola com 6 ou 7 jogadores até a área adversária. Alem da posse de bola ser infinitamente superior, o time adversário vai se retrancando, ficando apenas se defendendo. Hoje vemos jogadores com habilidade de sair jogando desde a meta, volantes habilidosos, inteligentes, jogadores que aparecem para jogo, não Wellingtons da vida que toca e olha para o outro lado para não receber a bola novamente, ficando atras sem dar opção de jogo para o companheiro.
    Além disso tudo, a diferença se dá ao comprometimento tático.
    É impressionante.

    Ah! se não fosse nossa habilidade nata….Seríamos apenas mas um no futebol……

    • Caro Inconformado, o futebol europeu evoluiu para algo que já tivemos e nós retrocedemos em alguns conceitos como por exemplo a criação dos volantes brucutus ao antigo estilo europeu, nós já tivemos Zito, Clodoaldo, Dudu, Batista, Toninho Cerezo e por aí a fora. Entendo que o toque bola compacto foi a arma que os times europeus encontraram para começar a prevalecer sobre a habilidade sul americana. O preenchimento dos espaços fez com que os dribladores passassem a ter maior dificuldade, pois tiveram seus espaços reduzidos ficando sem opções de jogada uma vez que o resto do time fica aguardando definição não servindo de alternativa para troca de passes como bem mencionado. Nossos jogadores têm dificuldade em adaptar-se ao coletivo, buscam a jogada de efeito para agradar ao ego e a torcida, ficando o time em segundo plano. Ainda têm como base que jogador de ataque ataca e de defesa defende. O europeu vem formando jogadores mais completos e bem treinados, que se sentem a vontade em qualquer parte do campo, são os polivalentes do Claudio Coutinho que já naquela época falava no “overlapping” ou virada de jogo e no ponto futuro com deslocamento constante e achávamos um absurdo, pois para o brasileiro teve época que um chapéu ou uma bola no meio das pernas do adversário valia mais do que um gol.
      Você tem razão, temos que recuperar o tempo perdido, ficamos para trás.
      Abraço.

      • Achei interessantes as observações de vocês: o abismo entre o futebol europeu e brasileiro.
        Tenho algumas observações a fazer a respeito.
        Será que é um abismo mesmo?
        Vocês fazem ideia do que é ficar 12 horas num avião viajando, a maioria quase sem dormir direito, e enfrentar um fuso horário de mais de 5 horas, saindo de uma temperatura mais fria para jogar no forte verão Europeu, contra equipes com jogadores famosos, torcida contra, e mesmo que dois dias depois do embarque? Posso garantir para vocês que eu mesmo não sendo jogador de futebol sofro muito só com relação ao fuso horário e clima.
        Pergunto ainda, como seria o comportamento dos times Europeus se eles viessem jogar aqui contra os nossos times no meio da temporada deles, saindo do frio de lá em janeiro e desembarcando no verão da América do Sul para jogar amistosos, sabendo que um esforço maior que o necessário pode contundir seus atletas para o resto da temporada?
        Essas coisas me intrigam muito e jamais teremos uma resposta.
        De qualquer modo, eu concordo com vocês que existe mesmo uma diferença grande, mas o problema talvez não esteja nos jogadores, e sim nos técnicos.
        Nossos técnicos são muito fracos e estão muito atrasados. Exceção ao Felipão, nenhum mais tem mercado na Europa como existia no passado. Hoje, a maioria privilegia um futebol de chutões (alguém viu um europeu fazer isso?) e um jogo mais parado. Incentivam seus jogadores a simularem faltas. Não cobram comprometimento tático dos atletas (principalmente meio campo e ataque voltando para marcar). Culpa só dos técnicos? Também não. Os próprios clubes querem que suas estrelas só façam uma função: aquela em que eles mais brilhem. Alguém acha que Neymar seria sensação no Brasil se tivesse a mesma dedicação de atacar para voltar e marcar? Não, porque se fizesse isso, não aparecia tanto quanto apareceu. Técnico que ousou cobrar comprometimento de Neymar perdeu o emprego.
        Depois, existem outros problemas que se aqui citados pareceriam mais tema para uma ‘teoria da conspiração’ do que propriamente uma explicação para essa diferença.
        Mas só um detalhe que não dá para deixar passar em branco: Na Globo, o Galvão ‘fala merda’ Bueno durante a partida entre Santos e Barcelona, se referindo a atuação do Santos e do São Paulo na quarta, que se era para fazer feio, seria melhor os clubes brasileiros não fazerem mais amistosos na Europa. Justo a Globo falar isso, soa como defesa em causa própria, pois ela sempre foi CONTRA os clubes brasileiros jogarem na Europa no meio da temporada, pois se a moda pega, ela tende perde atrações nos horários nobres da TV. Pergunto: se eles não jogarem contra os Europeus como irão saber o quão longe nosso futebol está deles?

        • Caro Regis, seus comentários extra campo são pertinentes e entendo até que corroboram para que se privilegie as atuações individuais do que as coletivas, com objetivo precípuo de atrair compradores. Por este viés incluo no rol de elementos, o empresário que imagino seja um dos maiores interessados para que seu atleta sobressaia em campo em detrimento do time que o detém e cuja influência dentro dos times me parece muito grande. Agora dentro da teoria fuso horário, justificada está a derrota da Espanha para o Brasil na copa das confederações, pode até ser, eu particularmente não acredito muito nisso, a partir de que se tenha um trabalho fisiológico bem feito o risco fica bem reduzido. Por sinal perdemos um dos melhores da área. Quanto a Globo, que por sinal não tem em mim um espectador, pois quando só depende dela opto pelo velho rádio, entendo ser uma das causadoras do êxodo de público nos estádios pelos horários de sua grade, fazendo com que os times fiquem dela cada vez mais dependentes financeiramente. Vai na contra mão do que ocorre lá fora, onde ação conjunta mídia/times faz com que o grande público sirva de cenário para os espetáculos televisivos e os times mais fortes.
          Quanto à sua indagação, entendo que seria o mundo ideal assistirmos cada vez mais jogos São Paulo x Bayern de Munique ou Santos x Barcelona, mas para isso muita coisa há que mudar por aqui, talvez um dia.
          Abraço

          • Caro Fernandes, você tocou numa tecla que vivo batendo: “Globo Dependência”. Eles são tão sórdidos, que fazem de tudo para coibir ou proibir qualquer alternativa que possa possibilitar aos clubes uma receita extra fora os direitos de transmissão deles.
            Alijam os clubes e os patrocinadores destes de tal forma, que mesmo receitas de bilheteria deixam de ser importantes e os idiotas não percebem que hoje a TV representa em média quase 50% (em alguns casos muito mais) do total das receitas dos clubes.
            Qual empresa séria no mundo ficaria refém de uma única fonte de receita em quase 50%?
            É o ‘princípio’ para o fim.
            Quiçá a renda do jogo do Atlético na final da Libertadores tenha conseguido abrir um pouco os olhos e cabeça dos dirigentes. Mas nada que uma caravana ao exterior, com direito a mordomias, patrocinada pela Vênus Platinada, não mude a cabeça dos dirigentes.

        • Caro Regis!

          Respeito totalmente sua opinião e concordo com boa parde dela, quase que total!

          Não somente nosso técnicos atrasados os empresários interessados em valorizar seus produtos que atrapalham a evolução do nosso futebol: Temos também o trabalho – mal feito – de base dos clubes que hoje “fabrica” jogadores para Europa, desperdiçando o talento de vários atletas que poderiam fazer a diferença em algum time. O problema é que parece que estes responsáveis pela base de cada clube não perceberam a mudança que está ocorrendo no futebol europeu e continuam fabricando jogadores truculentos, privilegiando o vigor físico ao talento, habilidade, sobrando estes jogadores para jogar nosso campeonato.
          Sobre a questão de fuso, viagem, a prova pode ser tirada fazendo o inverso, trazendo os times que enfrentamos lá nas mesmas condições que sofremos. E mesmo assim acredito que a diferença será grande, técnica, e, principalmente, taticamente.

          Mas tomara que os clubes possam pensar em evolução. Tomara que um comece a fazer a diferença para que os outros copiem e assim poderemos novamente ter prazer em assistir uma partida de futebol.

          Grande abraço

          • Caro Incomformado (sic…rs), eu acho apenas que os clubes brasileiros passaram do momento de evolução. Nome correto do que precisa ser feito por aqui já é “revolução”. Os clubes brasileiros entraram num processo ‘moto-contínuo’ e parece não mais ter como evoluir ou mudar. Só uma revolução mesmo para alterar esse quadro.

            Um grande abraço,

  6. Time covarde. Jogou feito as menores equipes do interior. Três volantes que não sabem sair com a bola e que pareciam nem ter permissão para ir além do grande circulo. Repetiram-se as cenas dos dois últimos jogos do brasileirao: o time rouba a bola e, em vez de progredir em bloco, manda três atletas ao ataque para tentar a sorte conta seis ou sete adversários. Somente depois do segundo gol foi possível ver presença maior no ataque.
    Espero que seja uma estratégia apenas para esse momento difícil…

  7. Vitória que não muda o atual estado de coisas, todavia interrompe a sequencia constrangedora.
    A meu ver, não havendo reforços em todos os setores será muito difícil querer algo mais.
    Reitero a profunda decepção quanto aos meninos da base, não servem para nada, dos mais antigos somente Rodrigo Caio eu seguraria pelo esforço que dispende em todos os jogos que participa, os demais são muito ruins e não têm condições nem de compor elenco.
    Das recentes contratações o único que me chama atenção é o lateral Reinaldo, mas como está emprestado não sei como será, caso venha ser contratado.
    Enfim o resto é o que já se sabe, lateral direita, zaga, volantes e ataque precisam de reforços ou o PA fazer com que algumas peças melhorem o desempenho através de treino e armação tática.
    Mas ganhamos e por hoje é o que interessa, amanhã é um outro dia.
    Saudações Tricolores.

    • Fernandes, o Reinaldo faz parte do “pacote Ganso”. Ele é da DIS e foi, digamos, imposto ao São Paulo pelos investidores bancarem Ganso quase sem custo para o Tricolor. Acho que o negócio pode ser bom.

      • Quando o Leão trouxe o Douglas e ele entrou no lugar do Piris todos acharam que ia dar certo e deu no que deu…
        Prefiro esperar mais um pouco.

      • Caro Paulo Pontes, obrigado pela informação. Como mencionei, das recentes contratações o Reinaldo foi o que mais me chamou atenção. A ser a negociação desta forma e o jogador correspondendo como vem fazendo, realmente pode ser um bom negócio.
        Abraço.

  8. No final do primeiro tempo eu me perguntava se a escolha desse treinador foi acertada e comparando com Ney “FRACO” cheguei a seguinte conclusão. …

    Com Ney “FRACO” o time era KAMIKAZE, perdia tentando matar o adversário.

    Com P.A. o time é Madre Teresa de Calcutá,
    perde sem agradir o adversário.

    No segundo tempo parece que ele resolveu que o time precisava trocar mais passes.

    E cheguei a conclusão o P.A. conseguiu um milagre no segundo tempo.

    Tomara que ele faça o Milagre de continuar com o time na primeira divisão! !!!

    • No fim do primeiro tempo eu tive a certeza de que o time estava melhor com o Ney Franco. Parecia adultos versus crianças. Os caras não conseguiram trocar três passes. Ridículo.

  9. Depois de um primeiro tempo covarde…pequeno demais para a grandeza da nossa camisa, até que fizemos um segundo tempo razoável. Contudo, é só verificar as notas dadas pelo site, com as quais eu concordo, para constatar que os destaques do time continuam sendo os defensores: Ceni, Tolói, Rodrigo Caio e, surprendentemente, o Reynaldo. De resto, um meio de campo que não se impõe e um ataque fraco demais, tanto no aspecto físico como no técnico. Precisamos, urgentemente, de dois atacantes fortes na bola aérea e com alguma explosão física. O Paulo Autuori mexeu bem no time, colocando Maicon no lugar do fraco Fabrício…pelo menos, deixamos de estar “pagãos” nas mãos do PA…já é um alento!!! Uma luzinha no fundo do tunel!!!

    • Caro Waldir, gostei da expressão – deixamos de estar “pagãos”, expressa bem o sentimento que me passou vendo a mudança de atitude, principalmente as aproximações e troca de passes. Muito tênue mas há uma – “luzinha”.
      Abraço.

  10. Ganhamos depois de 14 jogos sem vitórias

    Mais não podemos nos animar muito esse time é muito fraco!!!!
    No primeiro tempo não demos 1 chute a gol e um time da grandesa do São Paulo não pode jogar assim….

  11. A vitória não corrige erros não esconde falhas. Não resolve o problema da incompetente diretoria. Mas pelo menos sai nhacaaaaaaa. E volta um pouco de confiança. Xô complexo de viralata. E os w falam que o Rogério tá acabado. Nos salvou nas partidas de sermos humilhados

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