Mudança tática e força mental podem ser chaves para Tricolor se reerguer

Muito se fala sobre uma mudança de esquema e postura do São Paulo para o início do Campeonato Brasileiro. Tentando evitar mais uma campanha vergonhosa nesta temporada, o técnico Rogério Ceni terá de se desdobrar para encaixar a sua equipe e, enfim, começar a colher frutos do trabalho que vem fazendo no São Paulo. Adotando o 4-3-3 na maioria dos jogos, o treinador tricolor pode avaliar seus jogadores em novos formatos.

Rogério Ceni terá muito trabalho pela frente para amenizar situação delicada de sua equipe (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Apesar do esquema tático ser uma alternativa para possíveis melhoras no São Paulo, Lucas Pratto não vê a troca de sistema como um fator fundamental da retomada tricolor. Segundo o atacante argentino, a equipe adotou a mesma distribuição em campo nas grandes atuações e nas ruins.

“O esquema é o mesmo. Só em um jogo trocamos o esquema, na partida de ida contra o Cruzeiro, no 4-2-3-1. O resto no mesmo, 4-3-3 ofensivo, pressão, mas perdemos confiança individualmente. Contra o Palmeiras o Cueva estava machucado, o nível de outros jogadores, inclusive o meu, baixou. Temos muitos jogadores com a confiança baixa e temos de recuperá-los, porque são muito importantes”, disse Pratto.

Confiando na qualidade do elenco, Pratto acredita que as mudanças começarão a ficar evidentes a partir do momento que a parte psicológica de todos os atletas melhorar. Abalado com as seguidas eliminações, o elenco precisa se reerguer, e rápido.

“Temos que mudar a cabeça, recuperar a confiança em nós mesmos. Ontem tivemos muitos erros infantis, passes fáceis que um jogador profissional não costuma errar, passes de três ou quatro metros. É recuperar a confiança individualmente e isso passará para o grupo, para o coletivo”, completou o atacante tricolor.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

6 comentários em “Mudança tática e força mental podem ser chaves para Tricolor se reerguer

  1. Papo furado! Sem chance, não tem credibilidade e ponto final! É nítido a falta de entrega dos jogadores, bando de chinelinhos, jogadores de condomínio.

  2. O problema do São Paulo é uma direção frouxa o jogador chega com fama de cascudo depois de algum tempo entra no esquema do come dorme, está cheio de exemplos, análise o caso M. Bastos e do Maicon do grêmio. De 2009 para cá já trocamos uns doze técnicos uns quatro plantéis e nada mudou, ficamos na mesma. O espírito é que tem que ser mudado, Para isso só mudando toda direção, como isso não dá para ser feito, o problema não tem solução.

  3. O que coloca a bola nas redes adversárias é o chute, a trama, a jogada ensaiada, o cruzamento bem feito, o drible desconsertante e um time bem treinado.
    A força mental infelizmente não está na relação dos caminhos do gol, apenas na vontade, significando simplesmente “nada” se não houver os outros ingredientes. Para isto, precisamos de alguém que saiba treinar e escalar bem o time. Quando Telê Santana percebeu que somente craques não ganham jogo (copas do mundo), mas sim jogadores bem treinados, foi bi campeão mundial. (lembrar que jogou com Dinho, Pintado, Ronaldão e cia).

  4. Otima visão das coisas Prato,ou seja tem muitos que estão nada ou quase nada ,sequer acertam passes de 3 metros aí é muito pra cabeça realmente.

  5. O jogo contra o Palmeiras foi o divisor de águas na questão confiança, depois dela, foi sendo perdida aos poucos, devemos estar no fundo. Lembro que guando indagado pelo repórter porque ele Muricy tinha entrado num 3-5-2 em sua primeira partida em que nos salvou do rebaixamento, ele respondeu que não era seu esquema preferido, mas era o único que dava confiança aos jogadores, ganhamos a partida. Estamos agora na mesma situação, o Rogério não pode errar mais nas escalações e sistema de jogo. Estamos correndo grandes riscos.

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