Gilberto estuda rivais e vê Tricolor à frente “pelo ataque que tem”

Artilheiro do São Paulo na temporada, Gilberto vê o time do Morumbi à frente de seus rivais neste início de 2017. O que embasa a opinião do centroavante, que assistiu à vitória corintiana diante do Palmeiras, é o ataque do Tricolor, o melhor após cinco rodadas do Campeonato Paulista, com 15 gols.

“É sempre bom estudar os rivais. Seu eu fosse falar que tinha um time para se desgarrar dos demais, eu falaria o São Paulo, pelo ataque que tem e pela força que demonstrou”, analisou o atacante, que soma quatro gols em seis jogos no ano.

No primeiro teste diante de seus maiores rivais, o São Paulo não desmentiu Gilberto ao vencer o Santos em plena Vila Belmiro, por 3 a 1, encerrando um jejum de quase oito anos sem vitórias no estádio alvinegro. Pelo Estadual, o próximo clássico será contra o Palmeiras, em 11 de março, novamente fora de casa. No dia 26 do mesmo mês, receberá o Corinthians no Morumbi.

“Clássicos são resolvidos em detalhes pequenos. Estamos cientes disso e vamos trabalhar para que os detalhes sejam favoráveis a nós”, diagnosticou o camisa 17, que sofreu pênalti e contribuiu com uma assistência no San-São.

A despeito da boa fase, Gilberto tem noção de que a equipe não pode oscilar porque a torcida tricolor está ansiosa por títulos, que não são comemorados no São Paulo desde 2012. Para acabar com o jejum, o atacante confia no comando de Rogério Ceni.

“O torcedor sempre quer resultados, não importa o ano. O São Paulo precisa lutar para ser campeão de todos torneios. Sempre foi assim e sempre vai ser, por isso o torcedor vai cobrar isso de quem está em campo e no elenco. A chegada do Rogério, que é uma pessoa que o torcedor confia e passa um respaldo por ter dado sempre o máximo, ajuda”, avaliou.

Gramado não assusta 

Na entrevista coletiva concedida na última sexta-feira, no CCT da Barra Funda, Gilberto comentou o iminente duelo com o PSTC-PR, pela segunda fase da Copa do Brasil. A partida será disputada em 1º de março, em Londrina, no Estádio do Café, cujo gramado pesado não assusta o centroavante, escaldado por superfícies mais precárias.

“O gramado atrapalhou bastante no jogo contra o Moto Club, com o campo pesado, não tinha condições boas, mas não impediu que a gente buscasse a vitória. Podemos ter um pouco de desconforto com o campo, mas não vamos deixar de fazer nosso trabalho que é buscar a vitória e mostrar qualidade. Eu já joguei em campos de chão batido, arrancava a ponta dos dedos”, concluiu.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

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