Entenda os benefícios que estar no G4 representa para o São Paulo

O São Paulo (quinto lugar) luta com o Grêmio (quarto colocado) para entrar no G-4 do Brasileirão. Os times têm 62 pontos, mas os gaúchos estão à frente no número de vitórias (17 a 16).

Garantir uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores de 2019 influencia diretamente no planejamento do São Paulo. O sorteio da competição continental será no dia 17 de dezembro.

Os dois próximos adversários do São Paulo são o Sport, segunda-feira, às 20h, no Morumbi, e a Chapecoense, no dia 2 de dezembro, na Arena Condá.

Veja abaixo o que muda se o São Paulo terminar o Brasileirão dentro ou fora do G-4:

Mata-mata
Fora do G-4: o quinto e sexto colocados do Brasileirão entram na fase prévia da Libertadores e disputam duas eliminatórias de ida e volta antes de jogar a fase de grupos. Ou seja, há o risco de o São Paulo investir em um time forte para disputar a Libertadores e cair antes da fase de grupos.
Dentro do G-4: o São Paulo se garante direto na fase de grupos e não joga nenhuma partida de mata-mata antes das eliminatórias do Paulistão, entre 24 de março e 21 de abril.

Pré-temporada

O São Paulo vai disputar o Torneio da Flórida, nos Estados Unidos. A delegação viaja no dia 4 de janeiro. O time enfrentará o Eintracht Frankfurt, no dia 10, e o Ajax, no dia 12. A estreia no Paulistão é contra o Mirassol, no dia 20 de janeiro.

Fora do G-4: o Tricolor teria o primeiro mata-mata do ano entre os dias 5 e 7 de fevereiro, datas previstas pela Conmebol para o jogo de ida da segunda fase da Libertadores. Ou seja, entre a estreia no Paulistão e o primeiro duelo de mata-mata seriam pouco mais de duas semanas.

O jogo de volta da segunda fase acontece entre os dias 12 e 14 de fevereiro. Depois, o São Paulo teria outro mata-mata na terceira fase da Libertadores: jogo de ida entre os dias 19 e 21 de fevereiro, e o de volta entre 26 e 28 de fevereiro.
Dentro do G-4: o São Paulo só estrearia na Taça Libertadores entre os dias 5 e 7 de março, direto na fase de grupos.

Premiação no Brasileirão
Terceiro lugar: o time receberia aproximadamente R$ 7,7 milhões. Para isso, teria de passar Grêmio (quarto) e Internacional (terceiro, com 65 pontos).
Quarto lugar: o São Paulo receberia cerca de R$ 5,6 milhões, cerca de R$ 1,5 milhão a mais do que na quinta colocação.
Quinto lugar: o Tricolor ganharia quase R$ 4,1 milhões.

Premiação na Libertadores e bilheteria

Fora do G-4: poderia jogar duas partidas de mata-mata no Morumbi, nos quais o São Paulo teria a possibilidade de faturar mais com bilheteria, mas correria o risco de não participar da fase de grupos.
Dentro do G-4: teria garantida a premiação paga pela Conmebol pelos jogos como mandante na fase de grupos. Na edição de 2018, a Conmebol pagou 300 mil dólares (cerca de R$ 1,1 milhão) por partida em casa. O valor deverá aumentar para 2019. Esse dinheiro é dado para a CBF e repassado aos clubes.
Além disso, também receberia com bilheteria. Em 2016, último ano em que disputou a Libertadores, o São Paulo ganhou bruto aproximadamente R$ 4,9 milhões, nos jogos contra The Strongest (R$ 1.596.990,00 – no Pacaembu), Trujillanos (R$ 747.042,00 – no Morumbi) e River Plate (R$ 2.550.465,00 – no Morumbi).

E o Jardine?

A continuidade de André Jardine não depende diretamente de o São Paulo conquistar ou não uma vaga no G-4. O antigo auxiliar fixo é o plano A da diretoria para comandar a equipe em 2019. O próprio presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, disse que prioriza a permanência de Jardine, em reunião do Conselho Deliberativo.

Fonte: GLobo Esporte

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