Contra desatenção, reservas são-paulinos lembram: “É jogo oficial”

A justificativa dos reservas do São Paulo na derrota em casa para o XV de Piracicaba, na semana passada, foi de que a cabeça estava na Libertadores. Agora, garantida a classificação no torneio continental, o time, de novo com escalação B, tem mais um compromisso irrelevante no Campeonato Paulista – visita o Mogi Mirim, às 16 horas (de Brasília) deste domingo -, mas promete atitude diferente.

“É jogo oficial. A gente já está classificado na Libertadores, acabou (a pressão). No domingo, temos que enfrentar o adversário com o mesmo nível que enfrentamos o Atlético-MG, firmes e fortes. Não podemos subestimar o adversário e achar que tudo está resolvido porque estamos em primeiro. É nesses jogos, que ninguém dá nada, que aparecem os craques, os grandes jogadores”, diz Edson Silva.

Djalma Vassão/Gazeta Press

Edson Silva espera aproveitar nova chance

O zagueiro é um dos atletas que já foram titulares nesta temporada e tentam reencontrar espaço na equipe. Depois de algumas partidas em sequência, ele de novo perdeu a posição para Lúcio. Por isso, trata o confronto no interior paulista com a mesma seriedade de um duelo decisivo da Libertadores. “Está se falando muito de Libertadores e esquecendo o Paulista. É um jogo importante. Para nós, reservas, é de suma importância, porque a gente quer brigar para estar entre os titulares”, reconheceu o beque, acompanhado pelo atacante Ademilson.

“É um jogo bom para pôr jogadores que não estão jogando. Não sei qual vai ser a opção do Ney (Franco, treinador), mas, com reservas, dá chance de o time todo jogar”, argumentou o prata da casa, que, na quarta-feira, entrou no segundo tempo da partida contra o Atlético e anotou o segundo gol da importante vitória.

 

 Fonte:  Gazeta Esportiva

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