Auxiliar técnico por 17 anos, Milton Cruz resolve processar o São Paulo

Auxiliar do São Paulo entre 1999 e 2016, Milton Cruz, hoje técnico do Náutico, resolveu processar o clube do Morumbi.

Demitido pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, ele pede diversas coisas: horas extras excedentes nos dias de semana e nos domingos em que trabalhou, equiparação salarial aos treinadores que substituiu quando atuou como técnico interino, cálculos de bichos e ganhos mensais pela CLT e não como direito de imagem. A notícia foi revelada pelo blog do jornalista Vítor Birner e confirmada pelo GloboEsporte.com.

Na época em que foi dispensado pela diretoria do São Paulo, Milton Cruz havia sido realocado no departamento de análise de desempenho. Parou de viajar com o elenco e até de aparecer no gramado durante os treinos, função que passou a ser executada por Pintado. Na época da demissão do auxiliar, Leco foi muito criticado pelo empresário Abílio Diniz, defensor ferrenho de Milton Cruz. Abilio hoje é adversário político de Leco e apoia o candidato da oposição, José Eduardo Pimenta, na eleição para presidente que ocorrerá no próximo mês.

Quando Rogério Ceni assumiu o cargo de treinador, Milton Cruz deu uma entrevista na TV Gazeta afirmando que havia sido convidado pelo ex-goleiro para reassumir a função de auxiliar, mas que havia sido vetado pelos dirigentes, versão que não foi confirmada por Carlos Augusto de Barros e Silva.

 

Fonte: Globo Esporte

6 comentários em “Auxiliar técnico por 17 anos, Milton Cruz resolve processar o São Paulo

  1. Acho justa a reivindicação de Milton Cruz, a falta de gestão do empregador não pode ser contemporizada as custa do empregado.
    Faça-se um acordo e pague o que é previsto em lei pela CLT. Gostando ou não Milton Cruz trabalhou muito pelo clube, e se o mantiveram até agora é por que algum valor ele demonstrou.

  2. Não entendo alguns corneteiros, ele sempre fez o trabalho dele e foi mandado embora por uma posição pessoal do Leco, não por incompetência, duvido que se alguém tivesse na mesma posição, mas numa empresa, não num clube de futebol, duvido se não fariam igual.
    Ele se aposentou como jogador e ficou no clube, defendeu as cores por muito mais que 17 anos, mas foi tratado como lixo, era amado pelos jogadores, mas alguns diretores não gostam disto, prova deste fato foi a saída do Marco Aurélio Cunha, pelo mesmo motivo.
    Não culpem o fruto, pelo péssimo trabalho do jardineiro.

  3. Sábados e domingos são dias normais de trabalho para quem trabalha com futebol. Trabalhar como técnico interino é uma oportunidade que o auxiliar recebe e com isso se valorizar, não foi efetivado várias vezes porque amarelou e agora fica processando. Fizeram bem em despedi-lo esta demonstrando ser um pilantra oportunista.

  4. É a cara desse pilantra que sugou o São Paulo por anos e palpitou em diversas contratações de jogadores pernas de paus. Duvido que não estava levando o dele quando contratava aquelas imundices.

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