São Paulo comemora 20 anos da 1ª Libertadores; relembre cinco principais personagens

O São Paulo conquistava há exatos 20 anos o seu primeiro título da Libertadores. Com a vitória por 1 a 0 em cima do Newell’s Old Boys, o time de Telê Santana garantiu a taça para a sala de troféus do Morumbi com a vitória nos pênaltis.

Como em toda conquista, alguns personagens se destacaram durante a competição e estão na memória dos são-paulinos até hoje.

É o caso, por exemplo, de Macedo. O jogador marcou a campanha sendo o verdadeiro talismã. Na final, ele ficou no banco de reservas até pouco depois dos 10 minutos do 2º tempo e ouvia a todo o tempo a torcida pedindo por ele. Assim que entrou, sofreu o pênalti que foi convertido por Raí.

Há ainda o “paredão” Zetti, que se consagrava com aquele jogo como goleiro confiável e capaz de dar o Mundial ao São Paulo, Raí, que começava a traçar a sua carreira de ídolo histórico do time do Morumbi e com direito a vaga na seleção, além de Palhinha, artilheiro da competição. Tudo isso sob o comando de Telê Santana.

Veja os cinco personagens da conquista de 1992 eleito pelo UOL Esporte:

RAÍ

Raí começava com o título de 1992 a sua trajetória que se tornaria inesquecível para todos os são-paulinos. Comandante do meio de campo criativo do São Paulo, o jogador também aparecia sempre como uma opção surpresa no ataque. Na final da Libertadores de 1992, ele converteu o gol da vitória por 1 a 0 no Morumbi lotado após pênalti sofrido pelo talismã da conquista, o atacante Macedo, que entrou no jogo com decorrer da partida

MACEDO

Macedo era o atacante que toda a torcida sempre confiou como talismã. Durante a Libertadores daquele ano, duas passagens marcaram o jogador. A primeira foi na altitude boliviana, contra o San José. O jogador ignorou os avisos do treinador, saiu do banco de reservas e deu três piques. Foi o suficiente para ele ficar estirado na linha de fundo tentando recuperar o fôlego. Depois, na final, depois de ouvir a torcida tanto gritar seu nome, o jogador entrou, sofreu o pênalti e deu a bola para Raí bater e garantir a vitória.

TELÊ SANTANA

Telê Santana é idolatrado até hoje por qualquer são-paulino. Não é raro ir ao estádio do Morumbi atualmente e ouvir a torcida saudar o treinador. Naquela competição, ele impôs ao São Paulo o estilo de jogo com três atacantes e Raí chegando à frente para servir Muller, Palhinha e Elivélton, esquema quase que impossível de ser visto hoje. Telê também é considerado o professor de Muricy Ramalho, que, nos anos 2000, conquistaria um tricampeonato Brasileiro para o Tricolor.

ZETTI

Com defesas importantes, especialmente na final no Morumbi diante do Newell’s Old Boys, Zetti se consagrou como o paredão do Morumbi. Com as atuações, garantiu até vaga na seleção brasileira daquela época e foi à Copa do Mundo de 1994 como reserva de Taffarel. Na decisão, viu os adversários errarem três pênaltis e pôde sair como um dos heróis da primeira conquista da Libertadores.

PALHINHA

O atacante não marcou gol na final da Libertadores. Mesmo com a passagem em branco na grande decisão, acabou como o artilheiro da competição, com sete gols, e cravou seu nome na história do São Paulo após a competição. No jogo contra o San José, por exemplo, marcou os três na vitória por 3 a 0. Contra o Criciúma, nas quartas de final, garantiu o empate que daria a vaga na fase seguinte.Fonte: Uol 

Nota do PP: relembre a decisão por pênaltis no link http://jovempan.uol.com.br/esportes/futebolnacional/2012/06/ha-20-anos-reviva-emocoes-do-1-titulo-do-sao-paulo-na-libertadores.html . Narração de José Silvério, na época, na Jovem Pan.

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