Médico mantém Pato no Reffis: “Muricy não quer que treine com dor”

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O atacante Alexandre Pato ficou fora de mais um treino do São Paulo no campo, na manhã desta quarta-feira. O jogador sentiu uma dor na coxa esquerda na segunda-feira e, desde então, segue em tratamento no Reffis. O médico do clube, José Sanchez, explicou que o atleta queria voltar ao gramado, mas ainda não foi liberado.

“Ele está ainda com um pouquinho de dor. Queria vir para o campo, mas o Muricy não quer que ninguém treine com dor. Eu combinei com o Pato de ele voltar amanhã (quinta) pela manhã para ver como está”, explicou o médico.

A expectativa é de que o jogador não seja problema para a estreia no Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo, no domingo, no Morumbi. Como tem alguns dias até a estreia, Muricy Ramalho não quer correr riscos e nem forçar os atletas no gramado.

O treinador comandará uma nova atividade na tarde desta quarta, no CT da Barra Funda, mais uma vez sem Pato. O atacante fará um teste na manhã de quinta, para saber se terá condições de trabalhar com o grupo à tarde.

 

Emprestado pelo Corinthians ao São Paulo na negociação que levou Jadson ao Alvinegro, Alexandre Pato disputou apenas duas partidas pelo Tricolor, ambas contra o CSA, pela Copa do Brasil, já que não pôde ser inscrito no Campeonato Paulista. Assim, o atleta aguarda ansiosamente o Brasileirão para, enfim, voltar a ter uma sequência de jogos.

Enquanto Pato trabalhou no Reffis, o restante do elenco foi ao gramado apenas para um treino físico nesta quarta. Os goleiros realizaram atividades específicas, e Rogério Ceni deixou o campo alguns minutos antes dos demais. O capitão seguiu à sala de musculação para um complemento rotineiro dos trabalhos, enquanto os arqueiros mais jovens fizeram uma corrida leve.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Um comentário em “Médico mantém Pato no Reffis: “Muricy não quer que treine com dor”

  1. Mas que coisa!
    É só treinamento físico (com certeza corridinhas ao redor do campo e musculação para ficarem todos “sarados”)?
    E treinamentos táticos; jogadas ensaiadas com bola correndo e bolas paradas; movimentações combinadas nos setores do campo; marcação alta; compactação dos setores e do time; enfim, treinamento mesmo?
    De que vale ter tanto tempo livre para “treinamentos físicos” apenas? De que adianta cada atleta correr aleatoriamente 12 Km por partida e não saber o que fazer com a bola nos pés?
    Definitivamente, não entendo o Murici Ramalho e seus métodos de trabalho . . .

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