Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, quantas barbaridades nós vimos em um único jogo que causou a derrota do São Paulo contra o Palmeiras. No antes e no depois. Começamos pelo antes.
A soberba desta diretoria “pavonística”, dizendo a jornalistas “amigos do rei” que temos um ótimo elenco, muito equilibrado, quase nos faz passar uma grande vergonha na Arena. Aliás, a situação só não foi pior porque o Palmeiras cansou de perder gols, não tanto pelas defesas de Rafael, mas principalmente pela inoperância, por exemplo de Rafael Veiga.
Max Cuberas (sim, Zubeldia também não estava no jogo) escalou o time reserva, com apenas três titulares. E quando um deles se machucou, Ferreira, com menos de dez minutos de jogo, colocou outro reserva e ficamos assim, contra um dos dois elencos mais badalados do Brasil.
Claro que jogamos como time pequeno, fechadinho. Acabou o primeiro tempo e o Palmeiras tinha dado seis chutes a gol e o São Paulo nenhum.
O tal elenco equilibrado, muito bem montado, tomou o gol no segundo tempo. Aí, parece que não acreditando neste tal elenco equilibrado, Max começou a colocar os titulas. Entraram Luciano e Lucas e chegamos ao empate. Como o Palmeiras ficou atordoado, entraram Calleri e Luiz Gustavo, além de Alan Franco (esse por conta da contusão grave de Patryck). Então, o tal elenco equilibrado, com seu time titular, conseguiu jogar de igual para igual.
Só não contava com a astúcia de Luciano, que ao fazer o gol cumpriria promessa feita à família (tá ligado?) e chutado a bandeira com o escudo do Palmeiras (na leitura labial ficou claro o oferecimento à família, comandada pelo ‘jovem presidente”), que lhe causou um amarelo e depois, numa falta próximo à área, o vermelho. Ambos justíssimos.
Também não contávamos com a astúcia de Rafael, um goleiro não confiável, que viveu alguns bons momentos, mas voltou a falhar e de forma gritante.
Claro que nossos dirigentes não falaram nada, nem postaram em suas redes sociais após a partida. Afinal, desta vez, por mais inacreditável que possa parecer, não havia o que reclamar da arbitragem, muito menos do VAR.
Mas nosso jovem presidente, o da família (tá ligado?) – sim, me refiro ao presidente da Independente – fez as vezes de Júlio Casares, como sempre, veio a público para defender Rafael, dizer que Luciano foi o melhor em campo, que estava tudo bem e outras babaquices mais.
Me desculpem, mas um torcedor do São Paulo que não fica puto com uma derrota para o Palmeiras ou para o Corinthians, me desculpe, não torce para o São Paulo. Aliás, mostra que é um torcedor profissional.
Eu fico sem dormir por conta da derrota e esses profissionais zombam da situação. Me desculpem o palavreado, mas à merda essa corja toda.