Com marcas expressivas, Ceni joga pela última vez contra ‘freguês’ Cruzeiro

Se depender do retrospecto de Rogério Ceni contra o Cruzeiro, os mais de 40 mil torcedores que irão ao Morumbi neste domingo e outros milhões que existem pelo Brasil e pelo mundo podem ficar tranquilos. Além de ter vencido 12 vezes e só ter perdido seis, das 30 que enfrentou a Raposa, foi contra a equipe mineira que Rogério atingiu uma das marcas mais expressivas de sua carreira: se tornou o maior goleiro-artilheiro do mundo.

Foi no dia 20 de agosto de 2006 que o ídolo são-paulino fez seu 63 gol da carreira e ultrapassou o paraguaio José Luis Chilavert. O empate com o Cruzeiro, por 2 a 2, pela 18 rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano foi para Ceni nunca se esquecer. No Mineirão, ele defendeu uma penalidade e conseguiu empatar o jogo fazendo dois gols: um de falta e outro de pênalti. A Raposa vencia por 2 a 0.

Na ocasião, o São Paulo era líder da competição enquanto o Cruzeiro era o sexto colocado. A diferença era de oito pontos. O Tricolor acabou sendo campeão daquele ano e a Raposa terminou em décimo lugar.

Hoje, no Morumbi, Ceni irá se despedir em campo de seu freguês em uma “final”. Essa será a última vez que o capitão jogará contra o Cruzeiro, já que irá se aposentar no fim do ano. Ele falou diversas vezes que se o São Paulo perder hoje é porque não tem condições de disputar o título. O clube mineiro é o líder do Brasileirão, com 46 pontos, seguido do Tricolor, que tem 39. A diferença pode cair para quatro, em caso de vitória são-paulina, aumentar para dez, caso o Cruzeiro vença, ou continuar na mesma, caso haja empate.

Dos 119 gols marcados por Rogério até agora, seis foram feitos sobre a Raposa: quatro de pênalti e dois de falta. Todas as vezes que marcou, o São Paulo não perdeu. E neste domingo?

 

Fonte: Lance

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