Empate com Coritiba acabou com o sonho que ousamos acalentar

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o empate do São Paulo com o Coritiba neste sábado no Morumbi, me fez jogar a toalha e desistir de sonhar. Esperei os jogos da rodada para escrever este comentário. Até certo momento, iria colocar o seguinte título: “estão dando ao São Paulo o título que ele não quer”. Afinal, Atlético-MG e Flamengo perderam seus jogos. Mas o Inter, que perdia do Grêmio até os 40 minutos do segundo tempo, virou o jogo.

Mas fico pensando: um time que toma de 4 do Bragantino, de 5 do Inter, perde do reserva do Santos e empate com um time que está na zona de rebaixamento, merece ser campeão? Claro que não.

Pior do que isso é perceber que começamos a correr risco de não nos classificar para a fase de grupos da Libertadores. Os times estão se aproximando e nós estamos ficando.

Não sei até quando a diretoria vai bancar Fernando Diniz. Não sei até quando esse estado de coisas vai perdurar. O fato é que nem começamos o ano, e já vemos dificuldades de ganhar qualquer coisa lá na frente. Afinal, o campeonato que estava mais ganho em toda a história, deixamos escapar. Outra chance igual vai ser difícil de aparecer.

Só não posso concordar com a ação marginal destes bandidos infiltrados na torcida do São Paulo. São marginais travestidos de torcedores, que atacaram o ônibus com a delegação nó último sábado. Sem pestanejar, a eles dedico o empate medíocre do São Paulo neste sábado.

Mais um vexame no Morumbi. Estamos acostumados.

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, talve tenha sido a maior derrota de nossa história dentro de nossa casa, em termos numéricos. É mais um vexame. O pior é que nem conseguimos nos indignar mais, tantos foram eles ao longo do tempo.

Não é tão difícil lembrar Lanus, Mirassol, Talleres, Defensa y Justicia, Ponte Preta, Audax, e tantos outros. Parece que nossa sina não tem fim.

Durante décadas o São Paulo foi temido e respeitado, dentro e fora de casa. Hoje é um time que ninguém liga, que dão de ombros para nossa história. Triste legado do final da era Juvenal Juvêncio, e das eras Carlos Miguel Aidar e Leco.

No jogo desta quarta-feira ficou evidente que um time veio disputar a liderança enquanto o outro entrou para jogar um solteiros e casados. A supremacia do Internacional foi algo impressionante. E o pior; não tivemos técnico nem técnica para sair da situação e reverter o quadro.

Não julgo que o campeonato esteja perdido. A tabela até é boa para nós. Basta uma vitória contra o “forte” Coritiba no Morumbi no sábado e um resultado negativo do Internacional no Grenal domingo. Algo, convenhamos, não tão difícil de acontecer.

O problema está na confiança no time. Acabou. Me parece que uma crise se escancarou no episódio envolvendo Fernando Diniz e Tchê Tchê e o time, que até então sustentava o técnico, passou a fritá-lo. E se isso estiver acontecendo, adeus título. Adeus Libertadores.

Sábado teremos a resposta final a essa dúvida. Mas já é hora da nova diretoria ter uma posição firme e cobrar todos os envolvidos nesse vexame.

Empate em Curitiba pode ser considerado bom resultado

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, se o empate com o Athlético-PR e a vitória do Internacional sobre o Fortaleza nos deixaram com apenas um ponto de vantagem na liderança do Brasileiro, não podemos, de tudo, mesmo assim, considerar esse resultado como ruim às nossas pretensões.

Nosso histórico na Arena da Baixada é horrível. Ganhamos apenas uma vez, empatamos algumas poucas vezes e perdemos a maioria dos jogos.

Resultado ruim foi ter perdido para o reserva do Santos no Morumbi, ou mesmo parar o Bragantino, ainda que em Bragança Paulista. Além do mais trago na memória que perdemos o clássico contra o Corinthians num domingo, e na quarta-feira seguinte, quando precisávamos verncer o jogo contra o Atlético-MG, vencemos e com sobra.

Então pergunto: por que isso não pode se repetir agora? É plenamente possível.

Ontem o time, por mais que tenha dominado o primeiro tempo, não jogou bem. Mas a substituição feita por Fernando Diniz, tirando Bruno Alves e colocando Vitor Bueno, deu outro fôlego ao São Paulo e o time cresceu muito. Não só empatou como – julgo eu – merecia a vitória. Não veio. Mas não podemos jogar fora esse resultado.

Agora é focar a quarta-feira, o Inter. Aí sim a cobrar vai fumar.

Derrota para o Santos acende o alerta vermelho

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, mais um partida horrível do São Paulo. Ainda não vencemos este ano. Mais do que isso: na gestão Júlio Casares jogamos duas partidas e perdemos ambas. Não estou com isso culpando o novo presidente do São Paulo. Longe disso. Mas uma reação rápida da diretoria – e aí englobo Júlio Casares, Carlos Belmonte, Raí e Muricy Ramalho – tem que acontecer.

A pergunta é: o que está acontecendo como time? De um dia para o outro perdeu o encanto do futebol que apresentou, por exemplo, em jogos contra o Flamengo e Atlético-Mg, por exemplo.

Parece que o pragmatismo e estilo único de jogo de Fernando Diniz foi dessecado pelos adversários e viramos presa fácil. Então é hora de mudar. Não o técnico, mas termos um plano B.

É fato que o goleiro do Santos fez duas defesas absurdas (cabeçadas de Arboleda e Brenner), mas muito pouco para justificar nossa derrota. Cuca armou um esquema defensivo forte deixou soltos Arboleda e Léo e marcou o restante do time do São Paulo, com sobra de jogadores (já que dois estavam sem marcação). E isso deu resultado. Caímos na armadilha e não soubemos sair.

A luz acesa é a de alerta máximo. Ou nossos dirigentes, os novos, pegam o touro a unha hoje ou perderemos a liderança na próxima rodada, pois duvido que ganhemos do Athlético-PR em Curitiba.

Estou a espera de ações concretas, sem discursos que se perdem com o tempo.

Goleada contra marca o início do ano

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a temporada é velha, mas o ano é novo. E o início, convenhamos, não foi dos melhores. Tomar uma goleada de um time que até outro dia estava na zona de rebaixamento, é para tirar o humor e o otimismo de qualquer um.

O futebol apresentado pelo São Paulo nesta quarta-feira foi patético. O time foi engolido pelo Bragantino. E não tenho dúvidas e afirmar que, não fosse Thiago Volpi teríamos saído de Bragança Paulista com uma das piores – se não a pior – goleada de nossa história.

Com quatro desfalques – Luciano, Luan Arboleda e Juanfran – mais uma vez deparamos com a fragilidade do nosso elenco. Tenho repetido sempre que nosso time é muito bom, talvez o melhor do Brasil. Mas para por aí. Quando tem que haver substituição, naufragamos.

O pior deste jogo foi a inércia de Fernando Diniz. Vendo o time sofrer com a saída de bola não buscou o plano B. Aliás, foi só aos 30 minutos do segundo tempo que ele colocou Trellez e Carneiro para tentar a ligação direta de Volpi para que os dois disputassem bola de cabeça com a defesa adversária.

Diniz reconheceu que essa foi a pior partida do São Paulo sob seu comando. E foi mesmo. Anda atribuo tudo isso à gestão Leco. Mas Jùlio Casares e Carlos Belmonte precisam ficar atentos para não deixar a maionese desandar.

A situação só não foi pior porque o Flamengo perdeu do Fluminense. Então conseguimos manter nossa margem na liderança.

Domingo é o Santos, o Morumbi Temos qu vencer ou vencer.

Ano novo, vida nova. Nova?

Viramos o ano e continuamos renovando nossa esperança. 2020 foi um ano completamente diferente, com temporada inacabada e esperança de título à nossa frente.

Mas não podemos esquecer que deixamos o ano que se findou com uma eliminação patética para o Mirassol dentro do Morumbi; outra para o ridículo Talleres, pela Sul-Americana; ficamos fora da Libertadores na fase de grupos, onde estavam River Plate (provável campeão deste ano), LDU e Binacional. Não contentes, fomos ainda eliminados, mais uma vez, pelo Grêmio, dentro do Morumbi.

Mas, como dizemos entre amigos, longe dos adversários, para quem começou o ano rezando para disputar ao menos uma vaga para a Libertadores do próximo ano (2021) e estamos perto de conquistar o Brasileiro, então saímos no lucro.

Na política, finalmente terminou a era Leco. Foram cinco anos de endividamento, venda de promessas, contratações erradas, luta contra o rebaixamento e um grande vácuo de títulos. Ele, no balanço que fez na posse de Júlio Casares, disse que entregou um clube arrumado. Só se for nas dívidas. Mas como cada um fala o que quer, somos obrigados a ouvir. Só ouvir, não aceitar.

E Júlio Casares? Bem, muitos dizem que será a sequência da gestão Leco, que foi continuidade da gestão Carlos Miguel Aidar, que foi sequência da gestão Juvenal Juvêncio. Se for assim, estamos fadados à falência completa.

Não quero acreditar nessa possibilidade. Espero por uma gestão de mente arejada, de vanguarda, que devolva o São Paulo ao lugar de onde nunca deveria ter saído.

Aparentemente, repito, aparentemente, a distribuição política para pagar custos da eleição não estará presente. Até agora tenho visto profissionais de mercado sendo contratados para os respectivos cargos. Se bem que no segundo escalão, a política continua predominando. Mas são fatos que não se pode impedir que aconteçam.

Só me causa apreensão algumas pessoas que rodeiam Júlio Casares. Aliás, me causa arrepio. E constato que o início não foi nada bom. Um vídeo que está correndo nas redes sociais, da esposa de um conselheiro fazendo um teatrinho ridículo no final da cerimônia de posse do novo presidente, no púlpito do Conselho Deliberativo, me levanta o ar da desconfiança de quão séria vai ser esta gestão.

Que Deus ajude todos que estão juntos pelo São Paulo.

Mais uma eliminação. Resta o Brasileiro

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo conheceu mais uma eliminação dentro do Morumbi. De novo não chegamos ao título da Copa do Brasil. De novo somos alvos de chacota dos torcedores adversários. De novo ficamos o quase. De novo continuamos na fila.

O time não conseguiu jogar. Na realidade, o técnico Renato Portaluppe embolsou Fernando Diniz. Montou um esquema de marcação rígida, sem dar espaço a Daniel Alves, Gabriel Sara e Igor Gomes, que acabaram sucumbindo ante a marcação. Mesmo Tchê Tchê, que funcionou como coringa e foi muito bem no jogo contra o Atlético-MG, não conseguiu jogar. Brenner, por sua vez, isolado no ataque, entre dois zagueiros, não teve uma única chance de receber a bola em condição de marcar.

Não cometemos falhas, mas também não soubemos sair da armadilha feita pelo técnico do Grêmio. O resultado acabou sendo justo pelo que os dois times apresentaram em campo

Resta o Brasileiro. Aliás, temos o Brasileiro, que para mim tem muito mais importância que a Copa do Brasil. E nesse estamos nadando de braçada. Faltam 11 rodadas para o fim do campeonato. Pela diferença que temos de sete pontos para o segundo colocado, faltam nove rodadas para nós. Vamos continuar jogando jogo a jogo, decidindo uma partida por vez. E vamos conquistar o título.

Que 2021 chegue cheio de saúde, paz e luz a todos e, mais do que nunca, carregado de conquistas.

Vitória com cara de time campeão

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, a vitória do São Paulo neste sábado, no Maracanã, teve ar de time campeão. Jogamos com soberania, não deixando o Fluminense se encontrar em campo.

Continuamos tendo em Luciano e Brenner nossos matadores. Brenner ficou alguns jogos sem marcar, Luciano esteve presente. Agora, que Luciano está sem marcar, é Brenner quem aparece.

Nosso meio de campo domina as ações e servem nossos atacantes. Aliás, o gol do Fluminense só saiu numa falha bisonha de Gabriel Sara, que errou uma saída de bola e a entregou nos pés de Fred. De resto, os cariocas não fizeram nada.

Por mais que conheçam o estilo de jogo do São Paulo, ninguém consegue marcar. Percebam que sempre alguém aparece livre na área. Sejam os atacantes, os meias, ou os laterais.

Pelos jogos deste sábado e contra o Atlético-MG, não temo em dizer que estamos jogando com ar de campeão. Que assim seja!

São Paulo jogou melhor, mas a bola puniu

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, como Muricy Ramalho sempre diz: “a bola pune”. E ela puniu o São Paulo em Porto Alegre. O time foi muito superior ao Grêmio, perdeu chances incríveis de gol e acabou sofrendo a derrota numa bola dominada por Reinaldo, que acaba perdendo, escorrega, aí vem um bate-rebate e…o resultado já sabemos.

Mas vamos lembrar que não só tivemos uma supremacia impressionante no domínio de bola, como também de chances claras perdidas. Não preciso nem ir buscar o lance do primeiro tempo. Só quero lembrar o gol perdido por Brenner e outro pelo Luciano, em duas assistências espetaculares de Daniel Alves.

Falei durante a transmissão do jogo pela Web Rádio São Paulo que ficaria contente com o empate. Mas não acho que a derrota por 1 a 0 signifique o fim. Pelo contrário. Resultado absolutamente reversível no Morumbi E eu confio muito.

Agora vamos curtir o Natal, porque sábado tem mais. Feliz Natal, com muita paz e a luz do Nosso Senhor Jesus Cristo no coração de todos.

São Paulo se impôs frente ao Atlético-MG, como se faz um campeão!

Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo fez, contra o Atlético-MG, uma das suas melhores partidas no ano. Se impôs como um verdadeiro líder, como um time que almeja o título de campeão.

Não gosto do termo, mas sou obrigado a dizer que Fernando Diniz deu um nó tático em Sampaoli. O argentino entrou com três zagueiros e Diniz entrou com Tchê Tchê, deixando, aparentemente, só Brenner para brigar lá na frente contra três.

Mas o que vimos foi um time ocupando todos os espaços do campo, co Gabriel Sara e Igor Gomes ganhando liberdade para flutuarem no ataque, Tchê Tchê chegando por todos os cantos, os laterais avançando e Daniel Alves regendo a orquestra.

Além de não permitir contra-ataques ao time mineiro, quando o adversário tinha a bola, o São Paulo formava uma grande linha, ocupando todo o seu campo, a ponto de não deixar que eles avançassem da intermediária.

Além disso, Fernando Diniz deu mostras que não senta no comodismo. Poderia ter, simplesmente, colocado Pablo no lugar de Luciano. Não. Colocou Tchê Tch~e. Recebeu minha crítica antes do início da partida na Web Rádio São Paulo. Mas queimei a língua. Tchê Tchê foi o melhor em campo, aumentou o poder de marcação e não tirou o viés ofensivo do time.

Que corram atrás de nós, porque a lição de casa estamos fazendo. E com louvor. Agora é a Copa do Brasil. Se segura, Grêmio, porque nós estamos chegando.