
O meia Cauly não entra em campo há seis jogos pelo São Paulo. O sumiço do jogador faz com que o clube economize 600 mil euros (R$ 3,5 milhões), já que ele não pode mais atingir uma das metas estipuladas em seu empréstimo.
O contrato prevê tal pagamento caso o jogador faça 40 jogos, com pelo menos 45 minutos em campo. Atualmente, Cauly tem 13 partidas com esse tempo, e o time pode entrar em campo, no máximo, mais 25 vezes no ano.
Cauly, no entanto, ainda pode atingir a primeira meta do empréstimo, que obriga o São Paulo a exercer a cláusula de compra. Para isso, o meia precisa somar 45 minutos em no mínimo 20 jogos – faltando, portanto, sete partidas. O valor é de 2 milhões de euros (R$ 12,3 milhões).
O meia não entra em campo desde a derrota para o Fluminense, no dia 16 de maio. Ele perdeu quatro partidas com dores no adutor, mas retornou após a pausa para a Copa do Mundo e ainda não foi utilizado por Dorival Júnior.
No último sábado, o meia fez parte do time titular que venceu o Ituano por 4 a 0 em jogo-treino no CT da Barra Funda. A partida foi focada em dar ritmo de jogo aos atletas menos aproveitados.
Cauly tem vínculo com o São Paulo até o fim do ano e chegou por empréstimo que não onerou os cofres: o clube descontou 500 mil euros (R$ 3,1 milhões) do que o Bahia tinha a pagar pela compra de Michel Araujo e Rodrigo Nestor.
Até aqui, o meia entrou em campo 20 vezes e marcou um gol.
Uma das contratações mais INEXPLICÁVEIS dos últimos anos! Aliás, melhor dizendo, explicável sim, em se tratando dos elementos (maus) que faziam parte do esquema Casares, especialmente o tal de Ruim Bosta. O Rogério Ceni “empurrou” esse lixo para o São Paulo… O Rogério é esperto e quando quer se livara de um encosto sabe como fazê-lo.
Se o clube descontou 500mil euros, como não onerou o caixa do clube?
Outra coisa: nunca poderia ter sido contratado: nada soma e atrapalha os jogadores que vieram da base…