Zaga deve seguir sob comando de Arboleda e Bruno Alves em 2020

A zaga do São Paulo foi um dos pontos altos da equipe em 2019. Com 30 gols sofridos no Campeonato Brasileiro, o Tricolor teve a defesa menos vazada da competição e atingiu uma das melhores marcas da década do clube, ao sofrer 53 gols no ano.

Muito dessa boa fase se deve pelo entrosamento adquirido entre Bruno Alves e Arboleda. Ambos foram contratados pelo São Paulo em 2017, mas foi a partir de 2018 que a dupla se consolidou.

E quando um dos dois não pode atuar, Anderson Martins, desde 2018 no Tricolor, costumar manter o nível de atuação.

Para 2020, o São Paulo deve contar mais uma vez com os três atletas no elenco. Isso porque eles ainda têm contratos longos e não devem ser negociados nesta janela de transferência.

Bruno Alves, por exemplo, tem contrato com o Tricolor até o meio de 2023. Arboleda até o meio de 2022 e perdeu mercado, principalmente internacional, ao fazer uma Copa América com a camisa do Equador abaixo das expectativas.

O vínculo mais curto entre eles é o de Anderson Martins. O zagueiro tem acordo até o final de 2020 e é um dos jogadores mais experientes do elenco, com 32 anos. Ele também não recebeu nenhum tipo de proposta para deixar o São Paulo.

Quem corre por fora nesta briga é o jovem Walce, de 20 anos. Promovido das categorias de base em 2019, o zagueiro foi pouco utilizado e pode ser negociado ainda nesta janela de transferência.

O Bragantino fez uma sondagem ao São Paulo para comprar 80% dos direitos econômicos de Walce por 6 milhões de euros (cerca de R$ 27,1 milhões) – o Tricolor manteria 20% dos direitos.

Mas o São Paulo não topa vender Walce nesse formato e quer condições melhores. O clube do Morumbi deseja receber valores maiores ou aumentar a fatia na porcentagem que permaneceria com o Tricolor para conversar sobre a venda do zagueiro de 20 anos revelado em Cotia.

 

Fonte: Globo Esporte

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