
O São Paulo encerrou o primeiro semestre com uma decepcionante eliminação na semifinal do Paulistão, uma queda precoce na quinta fase da Copa do Brasil, mas com campanhas sólidas no Campeonato Brasileiro e na Sul-Americana. No Brasileirão, o Tricolor começou bem, mas por conta da oscilação na temporada, caiu de rendimento, terminando a primeira parte do ano fora do G4. E, alguns jogadores não contribuíram adequadamente neste começo do ano.
Pensando nisso, a Gazeta Esportiva separou as três decepções da equipe nesta primeira metade da temporada, antes da pausa para a Copa do Mundo. Confira abaixo!
Arboleda
Robert Arboleda foi a principal decepção do São Paulo no primeiro semestre. Peça fundamental da defesa tricolor desde sua chegada ao clube, em 2017, o equatoriano começou a temporada em baixa e uma grande polêmica extracampo terminou de atrapalhar seu início de ano.
No começo de abril, o zagueiro desapareceu e ficou um mês sumido, sem avisar nada à diretoria são-paulina. Em maio, o zagueiro voltou, mas não foi reintegrado ao elenco, mesmo com os problemas no setor defensivo e a mudança de técnicos na temporada.
Com a saída encaminhada, o atleta não entra em campo a quase três meses e deve ser negociado nesta janela de transferências. Arboleda deve deixar o São Paulo com 359 jogos e três títulos conquistados: Paulistão de 2021, Copa do Brasil de 2023 e Supercopa, em 2024.
Lucas Moura
Lucas Moura, por sua vez, também teve um início de ano negativo pelo São Paulo. O Menino de Cotia oscilou em diversos momentos da temporada, tendo desempenho bem abaixo das últimas temporadas, nas quais era a referência ofensiva do Tricolor, junto com Calleri e Luciano.
A situação negativa de Lucas Moura se agravou no começo de maio, quando lesionou o tendão de Aquiles e teve que passar por cirurgia. Desde então, as conversas de renovação de seu contrato esfriaram e a permanência do atacante para o próximo ano não é certa.
Neste ano, o atacante de 33 anos entrou em campo 17 vezes, marcando três gols e distribuindo apenas uma assistência.
Rafael Tolói
Outro jogador que se destacou negativamente na temporada do São Paulo foi o zagueiro Rafael Tolói. O italiano não conseguiu assumir o protagonismo do setor defensivo do Tricolor, perdeu espaço para Sabino e ainda conviveu com problemas físicos no primeiro semestre.
O italiano de 35 anos atuou em apenas nove jogos nesta temporada e, apesar de ter um bom momento em abril, ficou abaixo no restante do ano.
Além desses três citados na matéria, ainda lembro de outros dessa mesma estirpe: Cedric Soares, por exemplo. Sem contar aqueles que já se foram: Mateus Dória, Luiz Gustavo, Jamal Lewis, Santi Longo, o braço-de-jacaré Jandrei , etc. Por favor pessoal do CD: Salvem o Tricolor Paulista, amado clube brasileiro…
Pois é… Essas são contratações ao “estilo” Ruy Costa, aquele gestor que já passou da hora de ser demitido. Ele sempre opta por contratar veteranos que já não têm mercado fora do país, em ligas mais competitivas. Esses ex-craques, depois de serem descartados, acabam sendo contratados pelo SPFC, sob o argumento de que a Instituição não pagará pelas transferências.
Só que eles são contratados a peso de ouro, por meio dos pagamentos de “direito de imagem”, em nível muito acima do que se paga a jogadores em início de carreira.
E o pior, esses ex-jogadores em atividade passam a ser os clientes “preferenciais” do DM, onde acabam permanecendo por meses, observado o jeito “chinelinho” de ser. Esse sistema deveria se chamar: “ME ENGANA QUE EU GOSTO”! Aproveitando: FORA RUY BOSTA, digo: COSTA…
Perfeito Waldir!
Me permita acrescentar outras m…*s do elenco:
Luan, Alan Fraco, Ferreirinha, e paro por aqui para não virar um textão…