O São Paulo acertou a transferência de Geovanne Cuiabano, atleta das categorias de base, para o Palmeiras. O lateral-esquerdo de 18 anos assinou contrato até setembro de 2028.
A diretoria do clube alviverde estabeleceu uma multa de R$ 30 milhões para times do futebol brasileiro e de 100 milhões de euros (R$ 594 milhões na cotação atual) para equipes do exterior.
Não houve movimentação financeira na negociação. O acordo foi fechado com a divisão dos direitos econômicos do jogador: o São Paulo permanece com 50%, enquanto o Palmeiras fica com os outros 50%.
A negociação também estabeleceu duas opções de compra de percentuais adicionais. O Palmeiras poderá adquirir mais 20% dos direitos econômicos por R$ 2 milhões até abril de 2029 e outros 10% por mais R$ 2 milhões enquanto o jogador estiver sob contrato com o clube.
Portanto, caso exerça as duas opções, o Palmeiras poderá chegar a 80% dos direitos econômicos de Geovanne, com desembolso adicional de R$ 4 milhões. Nesse cenário, o São Paulo permanecerá com 20%.
Geovanne Cuiabano chegou ao São Paulo em 2023 para integrar a equipe sub-15. O jogador assinou seu primeiro contrato profissional com o clube em 2025, após boas atuações que o levaram à seleção brasileira de base.
O lateral, no entanto, perdeu espaço desde a chegada de Júlio Baptista ao comando da equipe sub-20.
No fim de agosto, o estafe do jogador publicou uma nota em que acusou o treinador de tirar espaço do garoto de 18 anos por questões que, segundo os empresários, não eram técnicas.
O comunicado foi assinado pela RGV Sports, empresa que representa o atleta.
– O questionamento é direcionado à forma como o treinador Júlio Baptista vem conduzindo a situação. Entendemos que questões pessoais ou de vaidade jamais podem se sobrepor ao processo de formação de um jovem atleta, muito menos colocar em risco seu desenvolvimento, sua carreira e um sonho construído ao longo de tantos anos – diz o texto.
Na ocasião, o atleta seguiu afastado dos treinamentos.
Apesar da rivalidade entre São Paulo e Palmeiras no futebol profissional, transferências de jogadores entre as categorias de base dos dois clubes são vistas com naturalidade nos bastidores. As diretorias mantêm boa relação nesse tipo de negociação, e movimentações sem pagamento imediato, com manutenção de percentuais econômicos, são comuns.
Fonte: Globo Esporte
Nota do PP: mais um da base que, inexplicavelmente, pula o muro.
Está cheio de VERMES torcedores do Palmeiras de conselheiros do SPFC, mais um descalabro claro de que tem gente infiltrada no clube passando os garotos promissores pro rival. Já foi Hendrick, já foi o menino recente e agora esse garoto, tem CANALHA trabalhando para o Palmeiras dentro do SPFC.
RATOS, A HORA DE VCS VAI CHEGAR, AGUARDEM!!!
#mpsp_oficial
Verdadeira capitulação ante a força adversária.
Pelo menos alguém percebeu que, na atual situação política/administrativa do clube, nenhum time de grandeza absoluta, que pode pagar valores devidos por bons atletas, ousa fazer negócio com o tricolor pelos motivos mundialmente conhecidos: desonestidade; falta de caráter de seus dirigentes, que sempre procuram levar alguma vantagem nas negociações; etc, etc.
Assim sendo, fizeram o certo: arriscaram na capacidade do atleta de se firmar num clube que sabe como tratar suas joias e que toda a Europa confia.
E pensar que já chegamos ao recorde mundial, na época, pela venda de um atleta (Denilson) ao futebol europeu!!!
Temos sempre que ajudar os co-irmãos… !?!?!?